se volta ao trabalho 2ªfª vista-se, acabou o teletrabalho

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Atenção!!!

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morreu de covid,o pastor que curava covid com as mãos

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Frankline Ndifor era conhecido nos Camarões como o “profeta”. Dizia curar a Covid-19 apenas colocando as mãos na cabeça dos doentes. Morreu com o vírus e centenas de fiéis rezaram para o ressuscitar.

Frankline Ndifor era conhecido nos Camarões como o “profeta”. Dizia curar a Covid-19 apenas colocando as mãos na cabeça dos doentes. Morreu …

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Açores lançam campanha “Seguramente Açoriano” para incentivar consumo de produtos e serviços das ilhas

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covid muitas perguntas sem resposta

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Ok. Apenas para reflexão. Medidas para proteger contra covid-19 vs impacto ambiental.
1) lavar e desinfectar mãos. Isto implica gastar água, sabão que depois entram no sistema de águas pluviais que precisa de ser limpa, ora isto significa que estamos a consumir mais água porque lavamos mais vezes as mãos. O uso de gel e álcool requer mais consumo de energia para produção e gera mais lixo, talvez reciclável, talvez não. Ponto um fechado, qual a conclusão? Que estamos a poluir ainda mais o ambiente? Não sei, talvez.
2) o uso de máscaras. Primeiro não existe total garantia de que, de facto protege. Segundo, implica ter que produzir mais máscaras (descartáveis ou não), o que significa mais consumo de energia porque é um bem essencial (sem sequer pensar em que condições são produzidas, onde e por quem; haverá trabalho escravo e mão de obra infantil a produzir estas máscaras?). Terceiro, as máscaras descartáveis que deveriam ser apenas para os profissionais de saúde, pois os hospitais têm forma de processamento do lixo hospitalar, estão a ser largadas no chão, porque as pessoas não têm civismo. Quarto, ao usar máscaras não estaremos a respirar o próprio CO2 que produzimos? O que se conclui sobre as máscaras? Que tem mais aspectos negativos do que positivos? Não sei. Não tenho respostas, não sou especialista, isto é uma simples reflexão com base no senso comum, como tal requer argumentos científicos que agradeço alguém me explique.
3) o distanciamento social. Ficar em casa e manter distância social. Primeiro aspecto a considerar é que é contra natureza humana ser isolado. Só os eremitas gostam de isolamento. A maioria da pessoas precisa de contacto social. Privar o homem disso é criar depressao nas pessoas. Segundo, isto significa privar as pessoas da mobilidade. As pessoas precisam de andar, mover-se. Fazer exercício físico. É contra natureza humana não o fazer. O corpo ganha peso e os músculos começam a atrofiar. A única vantagem (talvez) é que se reduz bastante a produção de CO2 resultante da queima de combustíveis fósseis dos automóveis e barcos e aviões, logo aparentemente tem vindo a reduzir a poluição atmosférica. Terceiro, as pessoas precisam de entretenimento cultural. Como as aglomerações estão restritas, os eventos culturais estão parados, isto significa que os profissionais dos espectáculos estão sem trabalho. Depois há as festas populares e tradições religiosas. As pessoas sem isso ficam depressivas, ora isto significa que têm que encontrar outras formas de se entreter. Algumas conseguem, mas outras não. Quarto, está tudo estagnado/atrasado (escolas, consultas de saúde e cirurgias, serviços públicos mais lentos e que podem não ser acessíveis a todos porque há pessoas que não sabem usar tecnologia de computadores). Quinto, estará a nossa liberdade cada vez mais condicionada e vigiada? Usamos cada vez mais a tecnologia digital para trabalhar, mas isso implica perder um pouco a nossa privacidade. O trabalho agora é feito em casa, quando deveria ser o espaço para descansar. É uma nova dinâmica que se nos apresenta? Estamos preparados para este tipo de vida? As lei protegem os trabalhadores que fazem tele trabalho? O que se conclui aqui? Que a única vantagem é a redução de poluição atmosférica? Não sei, talvez.
O que se pode concluir destas reflexões? Que é uma nova realidade que se nos apresenta e que para a qual ninguém estava preparado e que apontar culpados não resolve nada? Implica repensar estilos de vida? Implica criatividade? Implica que é preciso repensar o sistema de ensino para nos adaptarmos a nova realidade? Isto são apenas meras reflexões. Não são verdades absolutas. Gostaria que as vissem como tal e se quiserem refutar com factos, façam. Obrigado e desculpem o longo texto.

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  • Isabel Pereira 1- Há outras formas de poluição bem mais significativas, como fábricas, aviões, cruzeiros, carros…e ninguém fala em reduzir.
  • Isabel Pereira 2- Quem tiver dúvidas sobre a utilidade das máscaras, basta pensar que qualquer ato cirúrgico não a dispensa. Ninguém me convence da sua inutilidade.
  • Isabel Pereira 3 – Claro que o distanciamento físico – não social porque me parece que nunca socializámos tanto – é contranatura, mas acredito que seja o meio mais seguro de nos defendermos. Claro que o risco é muito maior para os mais velhos (a peste grilsalha, como alguém lhes chamou) e doentes crónicos, aqueles que menos produzem. Se assim não fosse, acredito que haveria ainda muito mais rigidez nas medidas. As questões do teletrabalho são pertinentes, mas pode ser uma forma de aliviar o planeta da poluição. Vou ficar por aqui, são também reflexóes, as minhas, claro. Ah, ao contrário do que muita gente alvitrou, não me parece que haja uma grande reflexão no sentido das mudanças para proteger o ambiente e, consequentemente, os mais jovens e os vindouros.
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Jogadores com resultados errados nos testes à covid-19

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Placa tectónica gigante debaixo do Oceano Índico está a partir-se em duas

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respiração boca a boca interdita

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André Silveira
toShdpo1nnrs oredhr

Bem, já ouvi tudo!
Está proibida a respiração boca a boca pelos nadadores salvadores a vítimas em paragem cardio-respiratória…

A histeria não tem limites. Por favor alguém que ponha travão na parvoíce.

Não sou especialista em saúde pública mas de probabilidades de estatística sei qualquer coisa.
Então vamos lá calcular a probabilidade de um nadador salvador (população de baixíssimo risco), ter de fazer respiração boca a boca ( evento raríssimo) a uma pessoa contaminada com Covid-19?

Mais depressa lhes sai o Euromilhões…

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AULAS 2021 Não presenciais

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Próx ano letivo?

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TIMOR, AGIO PEREIRA SAI DO GOVERNO

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Decisão do CNRT implica saída de Agio Pereira, veterano da governação em Timor-Leste

Díli, 23 mai 2020 (Lusa) – Agio Pereira, o mais veterano dos ministros timorenses – acumula 13 anos consecutivos em cinco governos – é um dos nomes de saída do executivo, com base na decisão anunciada hoje pelo partido em que milita, o CNRT.
Porém, mesmo antes do anúncio feito hoje pelo presidente do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), Xanana Gusmão, de que todos os membros indigitados pelo partido saem na segunda-feira, Agio Pereira já tinha sido afastado do executivo pelas mexidas na orgânica aprovadas em Conselho de Ministros.
Formalmente, o seu cargo de ministro de Estado na Presidência do Conselho de Ministros foi extinto, no âmbito de uma remodelação aprovada pelo executivo, assinada pelo primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, e que aguarda promulgação pelo Presidente da República.
Agio Pereira, que já não participou nas últimas duas reuniões do Governo, escusou-se à Lusa a fazer qualquer comentário sobre a sua situação, remetendo-se ao silêncio.
Mas fontes próximas ao governante, ouvidas pela Lusa, confirmam o “desconforto” com as mexidas no Governo, introduzidas à última hora na reunião da semana passada do Conselho de Ministros e agora novamente mexidas.
Pesa ainda a decisão de Xanana Gusmão – ao lado de quem Agio Pereira tem estado há décadas – que a 11 de março comunicou ao primeiro-ministro a saída da sua força política do executivo e que hoje anunciou para segunda-feira a saída dos ministros.
Agio Pereira trabalhou para cinco Governos e quatro primeiros-ministros de três partidos diferentes, conquistando uma confiança alargada e estando envolvido na resolução de várias crises e problemas, com maior ou menor visibilidade, que o país atravessou.
Talvez por isso seja considerado hoje um dos poucos em Timor-Leste que ainda fala regularmente com os principais líderes nacionais – Xanana Gusmão (CNRT), Mari Alkatiri (Fretilin) e Taur Matan Ruak (PLP).
Ao lado de Xanana Gusmão nas negociações com a Austrália sobre o tratado das fronteiras, Agio Pereira ajudou a desbloquear “vários imbróglios” políticos e jurídicos nas palavras de fonte do Governo, com possíveis impactos “significativos” para o Estado.
No primeiro ano do mandato do atual Governo, chegou a ser apelidado do “ministro um terço” por liderar interinamente várias pastas do executivo deixadas sem ministro quando o Presidente da República se recusou a dar posse a vários membros indigitados.
Entre essas pastas contam-se, além da Presidência do Conselho de Ministros, pastas ‘pesadas’ como a Coordenação dos Assuntos Económicos, o Planeamento e Investimento Estratégico e o Petróleo e Minerais, estas duas ainda sob a sua tutela.
Pereira, que viveu em Lisboa nos primeiros anos da ocupação indonésia de Timor-Leste, imigrou para a Austrália em 1980 liderando em Darwin o Comité da Fretilin e, depois, estabeleceu em Sydney a East Timor Relief Association (ETRA), uma das organizações mais ativas na mobilização de apoios e solidariedade com a resistência timorense.
Músico – liderou durante anos o Grupo Musical 28 de novembro -, publicou o ‘jornal’ Matebian News, reunindo um vasto arquivo documental que desde aí tem vindo a ampliar, com um conteúdo “invejável” de muitos dos momentos cruciais da vida de Timor-Leste desde 1974.
Membro da Comissão Política Nacional do Conselho Nacional da Resistência Timorense (CNRT) – estrutura que representou o voto pela independência no referendo de 30 de agosto de 1999 – liderou depois a Comissão Nacional de Emergência, que coordenou o apoio à população depois da violência indonésia e das milícias pró-Jacarta.
Sempre ao lado de Xanana Gusmão, tornou-se chefe de gabinete e da Casa Civil do líder histórico timorense quando este assumiu a Presidência da República, cargo onde ficou algum tempo depois da tomada de posse do chefe de Estado seguinte, José Ramos-Horta.
Em 2007 estreia-se no Governo, assumindo o cargo de secretário de Estado do Conselho de Ministros o IV Governo, liderado por Xanana Gusmão e cinco anos depois sobre a ministro da Presidência do Conselho de Ministros, já no V Governo constitucional, também chefiado por Xanana Gusmão.
Agio Pereira manteve o cargo no VI Governo, já liderado por Rui Maria de Araújo – onde passou a ministro de Estado e ministro da Presidência do Conselho de Ministros.
No Governo seguinte, o VII liderado por Mari Alkatiri, Agio Pereira foi ministro adjunto do primeiro-ministro para a Definição das Fronteiras Marítimas, cabendo-lhe a si assinar, em Nova Iorque, com a ministra dos Negócios Estrangeiros, o tratado de fronteiras marítimas que ajudou a negociar com Xanana Gusmão.

ASP // JH
Lusa/Fim

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o uso da máscara na univ do minho

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Fotos do belo campus de Gualtar da UMinho. Ontem, quando andava pelo passeio que se vê na imagem, fui interpelado por um segurança da universidade: ou punha máscara ou saía do campus. Ao todo, viam-se duas pessoas: eu e o segurança.
Nem as universidades escapam à irracionalidade (para não dizer imbecilidade).

Adenda
Parece-me que há quem esteja a interpretar este post como uma crítica ao segurança. Não é, de todo, a minha intenção. O senhor já teve de aturar a minha desobediência. Isto é uma crítica à estupidez que são as regras feitas para e pela universidade sobre este assunto. Usar máscaras ao ar livre não lembra a um careca.

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causas de morte jan a maio 2020

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Mortes no mundo
De 1 de Janeiro a 1 de Maio 2020

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Luis F Henriques

Mortes no mundo
De 1 de Janeiro a 1 de Maio 2020

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att profes, às cábulas covid

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Ricardo Pinto DeCastro ECésar to Liberta a expressão
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atenção professores !
preparem-se para as cábulas da era COVID …😀

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timor Muzika: votus folin laek ho klip foun hanesan reflesaun deit…(5) Facebook

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univ do minho sem máscara não pode andar

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Fotos do belo campus de Gualtar da UMinho. Ontem, quando andava pelo passeio que se vê na imagem, fui interpelado por um segurança da universidade: ou punha máscara ou saía do campus. Ao todo, viam-se duas pessoas: eu e o segurança.
Nem as universidades escapam à irracionalidade (para não dizer imbecilidade).

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  • António Jota Gonçalves Uma boa desculpa servirá dizer que o segurança é mais coerente que a DGS (esta sigla causa-me sempre arrepios). Para a próxima, vá de avião.
  • Vera Maria Gouveia Barros Isto é o problema de se ensinar a fazer em vez de se ensinar a pensar. Quando as pessoas só aprendem o concreto e não se lhes pede qualquer capacidade de abstracção, dá nisto.
  • Ariana Jacome Foste a única pessoa com quem o segurança conseguiu falar em toda a manhã … não o critiques … 😂
  • Rui Barros Aconteceu-me o mesmo. E estava a correr.
  • André Ferreira Em geral, as pessoas revelam uma clara preferência por regras e regrazinhas, em detrimento do bom senso. Penso que a situação resulta de uma longa tradição de legislar sobre tudo e mais alguma coisa. Uma vez, numa pesquisa no diário da república, esbarrei com um diploma que estabelecia o desenho e as medidas da indumentária dos empregados do palácio de Belém – isto foi publicado em diário da república; fiquei chocado. A preguiça mental resulta na necessidade de lixo legislativo e de aplicação cega da lei. Num sábado de manhã, na a2, em que praticamente não se viam mais carros, a manhã estava solarenga, com excelente visibilidade, fui apanhado, por um radar, em excesso de velocidade. Na portagem, fui parado pela gnr. Perguntei se se justificava um radar num sábado de manhã na a2; e se a multa fazia sentido, dadas as excelentes condições de viação. A resposta, muito educada, foi: nós fazemos o nosso trabalho; o sr depois pode apresentar o caso nas instâncias competentes. Valia a pena uma grande reflexão!
  • João Parreira É o apelo da tribo
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proibido apalpar a fruta…

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