SETE CIDADES

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João Silveira

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9h

Ilha de São Miguel
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😱 Lagoa Rasa, Lagoa de Santiago e Lagoa das Sete Cidades num registo fantástico! Ilha de São Miguel 🥰
📷

Johan Drone Adventures + Masterclass
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Tom Vinícius Toquinho e Miúcha 03 – Tarde em Itapoã – YouTube

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neve na minha aldeia de férias azinhoso

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Neve na minha aldeia / Azinhoso- Mogadouro.
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foto de MARIA ISABEL MILHEIRO
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Luz do sol destrói coronavírus rapidamente e autoridades mostram resultado de estudo – Pais&Filhos

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A pesquisa, realizada por cientistas americanos, trouxe esperança ao mostrar a aceleração em que o vírus pode morrer quando entra em contato com umidade e calor

Source: Luz do sol destrói coronavírus rapidamente e autoridades mostram resultado de estudo – Pais&Filhos

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QUASE 26 ANOS DE POESIA MOMENTS OF A LIFETIME 1995-2020_

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Vamberto Freitas · Os Dias Da Peste

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Os Dias Da Peste
Uns morrem, outros vendem-se/outros conformem-se e outros esquecem…
Obras de Jorge de Sena: Antologia Poética
Vamberto Freitas
Melhor dizendo, não foi nem é fácil (para nós e para ninguém no mundo) viver o Covid-19 na ilha de São Miguel, e como Leitor de Língua Inglesa durante 29 anos na Universidade dos Açores. Num dia de Março deste ano eu tinha dado as minhas aulas de manhã, e depois desci à baixa de Ponta Delgada com um querido colega e amigo oriundo de Braga, doutorado numa área bem diferente da minha. Durante todos os meus anos naquela instituição de Ensino Superior, um dos dos meus grandes prazeres foi descer à cidade ao lado do jardim da universidade, e depois subir com o mesmo prazer, para as aulas da tarde. Naquele dia, no nosso regresso aos nossos gabinetes ou aulas encontramos um campus muito diferente, muito surpreendente. Quase não havia carros no estacionamento, e apenas víamos um ou dois alunos à distância. Olhámos um para o outroe pergunta-mo-nos: que se passa aqui? Na entrada da nossa faculdade, Faculdade de Estudos Sociais e Humanos saiu um colega de pasta na mão. Olhou-nos surpreendido. Não leram o e-mail do nosso Reitor? Não. Era hora do almoço e descanso. Ele acaba de encerrar a universidade devido à “peste” que agora assola o boa parte do mundo. Ficámos como que atónitos. Diz-nos ele: vão buscar as suas pastas e sigam para casa. Um dia ou dois depois vem a nova ordem ou pedido. A passar de agora, será o ensino à distância. Eu tinha entregue os meus documentos de aposentação definitiva em Fevereiro, mas estava sob contrato até Agosto. E agora? Agora foi toda a ajuda da minha Faculdade e da Reitoria. Faremos o melhor que nos seja possível, mesmo que a maioria dos docentes não estejam treinados para tal tarefa, comunicaram os nossos superiores hierárquicos. Pânico. Tudo viria a correr bem, sem que eu o esperasse, o assunto foi resolvido. Queremos o Vamberto em casa sereno, a ler e a escrever, elefaz parte da história destainstituição, e nunca dela me desligaria. Não se pode pedir mais do que esta cordialidade e profissionalismo, por assim dizer. Medo, ansiedade, paralisia mental, desgosto do fim de carreira que contava com 14 anos de ensino numa secundária no sul da Califórnia (Cerritos High School) e, uma vez mais, 29 anos de Universidade dos Açores, sem mácula e sem nunca rejeitar ou desobedecer à tarefas que me estavam destinadasem todas e quaisquer circunstâncias. Para além do que já disse, são agora as saudades que tenho das minhas aulas, dos almoços com colegas, de entrar no meu gigantesco gabinete, a dor de desfazer todos aqueles anos atirando para fora tudo quanto tinha acumulado, desde ficheiros, capas cheias de anotações, e muitos livros. Levou-me algumas horas durante dois dias a desfazer uma vida que tinha sido pautada pela felicidade, e gostava muitodo meu trabalho com milhares de alunos. Tenho de adicionar isto. Quando chegou à colecção de livros que eu mantinha nas minhas largas estantes fiquei sem saber o que faria. Numa universidade não se queimam livros nem se os manda para o lixo. A minha Presidente da Faculdade entrou no meu gabinete e simplesmente me garantia que iriam todos para o seu próprio espaço de trabalho. Dias depois, tive de entregar a chave da sala que tinha sido o meu desejado reduto de trabalho e alegria. Desci as escadas sozinho com uma lágrima no olho, mas também com o sentido de missão cumprida entre todos que me tinham sido queridos, companhias nos piores momentos de certos dias, meus salvadores quando a inevitável e essencial burocracia me deixava sem habilidade ou saber. A Covid-19 veio-me revelar coisas inesperadas, e muito especialmente momentos de generosidade e cumplicidade.
Agora no plural. Temos a felicidade de viver em ilhas, todos elas, em termos relativos, com baixos índices do Covid-19. Estamos atentos ao mundo, particularmente ao resto do nosso país, e isso provoca-nos muita preocupação. Duas coisas a acontecerem que não nos conforta de modo algum. Primeiro, evitamosviajar para fora, atémesmo para Lisboa ou qualquer outra cidade continental. Segundo, e talvez injustamente, tememos a vida seja de quem for do continente europeu, inclusive do nosso próprio país. Tudo isto está a causar, quanto a mim, e não só, uma certa resistência e desejo de alguns que não nos apareçam por cá. Por certo que o número de casos positivos são menores em todos as ilhas, mesmo em São Miguel, que tem mais de metade da população açoriana. Seja como for, neste momento viajam para as cidades do resto do país quase só os estudantes ou os doentes que lá têm consultas inadiáveis. Quanto aoutros, e volto aqui ao singular, morro de saudades de Lisboa, e principalmente da minha casa na Costa da Caparica. Apesar de ter nascido numa ilha (Terceira) com vivência de quase 30 anos nos Estados Unidos, já me chamaram um “continental” no “exílio”. Exagero, mas nem tanto. Tenho saudades de terra firma e do resto do meu país. Um amigo em Sintra, poeta e escritor, avisa-me que aguente mais uns tempos até que chegue a limpeza desta peste mortífera. Custa-me muito, e logo agora que estou livre para viajar, abrir as minhas outras portas e janelas, ver o céu azul que contrasta com este cinzento quase diário e ameaçador. Para consolo um bocado egoísta, recordo a História e outros séculos ainda muito piores, grafado para sempre no Decamerona meados do século XIV, com todo o humor, riso e “histórias picantes” para se contrapor à morte e terror que ceifou metade da população europeia. Só que não tinham o que hoje temos: o saber científico ou farmacêutico que nos promete salvar a todos em poucos meses.
Como quase todos os outros no mundo, andamos de máscara, que ora tiramos ora colocamos por cima da boca e do nariz. Cenas mais ou menos surrealistas e até cómicas quando amigos íntimos se cumprimentam de cotovelos ou braços. Por vezes confiamos no facto de vivermos em ilhas e quebramos todas as regras. Rimos meio consternados, mas rimos. Tambémtem a ver com confiança no nosso sistema de saúde, tudo tem a ver com uma esperança cega na nossa sobrevivência. Fumo, e por vezes vem a tosse do costume. Tudo mudou. Agora tenho vergonha de me acontecer isso, mas numa terra de desviantes do politicamente correcto ninguém se assusta ou ofende. Diz-me um médico amigo especializadoem pneumologia: já vi tantagente com tantos problemas respiratórios em todas as condições que jã não me preocupo muito. Já agora, avisa-me ele – deixa de fumar para não me dares trabalho ou preocupação no bloco hospitalar a meu cuidado. Yes, doctor. A partir de amanhã será assim. Ele dá à cabeça que sim. Sabe que eu estou a mentir, e manda vir mais um copo, puxa do seu cigarro, e partimos para a política e literatura, futebol e comida regional. Eu cito de imediato o Fernando Pessoa: “Venhao que vier ou não não venha o que não vier”. Viver no medo não só modos saudáveis – nem para a mente nem para o resto do corpo. Covid-19 nos Açores? Tenho muito mais medo dos terramotos vulcânicos ou tectónicos. Esses, sim, são o nosso terror nas ilhas.
_____
Os Dias Da Peste é um livro internacional do PEN (Poets, Essaysts, Novelists/Poetas Ensaístas, Romancistas), uma associação de escritores mundiais, e que está presente em 145 países temtrês línguas paninas:Inglês, Francês e Espanhol. Nestaversão do livro vai incluir a língua portuguesa. Em Portugal tem como Presidente aescritora Teresa Martins Marques. Foi ela que fez questão em estarem presentes, como membros activos e colaboradores, alguns escritores açorianos. Vai ser publicado em 2021.
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envelhecer assim..CLARA FERREIRA ALVES

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Do mural de

Maria Da Graça Furtado

, esta crónica de Clara Ferreira Alves.

“Os velhos estão a morrer. E nem todos de corona. Este final de ano levou mais uns tantos, entre eles o Carlos do Carmo, o príncipe na cidade. Sobra uma mágoa seca, tão seca como aquele fado sem música que o Carlos cantou junto ao caixão do José Cardoso Pires, há muitos anos, e que foi a comovente despedida. Na Biblioteca das Galveias, a biblioteca pública onde José Saramago se refugiava a ler os clássicos enquanto trabalhava num emprego diminutivo, sabendo que havia mais na vida do que gastar as horas sem pensar. A voz do Carlos do Carmo ecoou no silêncio, cantou o fado sem um tremor, num desgosto limpo. Houve quem abandonasse a sala para chorar fora dali. Aquela emoção não podia ser quebrada com choraminguice. Só com a voz. O heroísmo da voz.
A safra deste ano dá-nos certeza de que uma geração ilustre não dobrou o cabo das tormentas. E viveu o último ano da vida numa clausura de pestíferos. Entramos em janeiro, um mês cruel para os velhos, um mês duro e metálico, um mês escarpado e que corta a pele como aço, um mês gelado e indiferente, com medo. Não há pior modo de entrar no ano novo. Toda a gente, naquela altura da vida a que se convenciona chamar “de certa idade”, tem medo. Pode não tomar todas as precauções, por incúria, por bravata, por desatenção ou por falso sentido de segurança, isto não me acontece a mim, mas o medo está lá, acoitado como um animal selvagem na caverna, à espera. Não há sentimento mais fácil de detetar do que o medo. Não são precisas palavras, o medo lê-se no corpo, e lê-se com clareza no corpo dos velhos.
Esta semana, ao visitar um hospital encontrei uma sala de espera cheia de velhos, homens e mulheres, uns mais novos, nos setentas, outros mais velhos, depois dos setentas. Os mais novos estavam sozinhos, e pela posição do corpo nas cadeiras via-se que não estavam confortáveis. O corpo torcido, virado para dentro, procurando ocultar-se. O corpo desconfiado e obrigado a distância. Ninguém falava, agora não podemos falar, o vírus não gosta da mudez e temos de contrariar o vírus. Este e os outros, os do inverno, os da gripe, os rinovírus, esse cardápio de doenças do frio que foram remetidas para plano secundário.
Os mais velhos estavam acompanhados. À minha frente, um homem muito velho seguia com uma mulher mais jovem, mas não jovem, que lhe segurava o braço e vigiava o passo. O velhote caminhava em passinhos trémulos, como uma criança a aprender a andar. Caminhava curvado, e notava-se que a altura do esplendor da vida não tinha sido aquela, tinha sido mais alto, a velhice obrigava-o a curvar-se como um prédio empenado. Os passos eram pequenos, um bocadinho de cada vez, e atravessar a sala tornava-se uma viagem de minutos. A mulher devia ser a filha, a criança que ele educou e da qual cuidou e que agora foi chamada a fazer o mesmo por aquele pai-criança, aquele pai destituído de poder ou controlo sobre o mundo. A inversão é clara, e inevitável.
Um velho tem tantas coisas de criança, incluindo a impaciência e a lágrima fácil. Depois de anos de repressão das emoções por uma cultura que não as aprecia, os velhos choram com facilidade. Mesmo que finjam que não choram. Uma parte dessas lágrimas acresce ao conjunto de indignidades da velhice, o olho húmido perpétuo, outra parte deve ter a ver com a desinibição, e uma terceira com a certeza de que tudo se torna tão difícil com a idade, desde descascar uma laranja a desrolhar uma água das pedras. Os ossos perderam a força e a pele engelhada recusa ficar com tudo a cargo. O corpo deixa de responder às mais pequenas coisas, numa teimosia que obriga a pedir ajuda para atravessar dois metros quadrados.
O poeta T. S. Eliot tem um poema enigmático, “The Love Song of J. Alfred Prufrock”, de 1917, poema do tempo da guerra e da peste, em que Prufrock pergunta se ousará perturbar o universo, se ousará comer um pêssego. E sabe que ao envelhecer enrolará a dobra das calças. “I grow old… I grow old…/ I shall wear the bottom of my trousers rolled.” Tantas interpretações críticas sobre esta “Canção de Amor de J. Alfred Prufrock”. Para mim, e este é o poema preferido, o que aprendi de cor desde que o li a primeira vez, nunca houve outra interpretação. O poema da despedida, o poema do fim das coisas, do fim do amor e do amor do corpo, o poema da memória dilatada pela lucidez, o poema da vida medida em colherinhas de café, a vida de alguém que ouviu o canto das sereias, que não foi o príncipe Hamlet nem estava destinado a ser, e que no monólogo da gloriosa introspeção consegue reduzir as perguntas a uma. Ousarei perturbar o universo?
Ao contemplar os velhos do hospital, o medo dos corpos assustados com a novidade incompreensível da doença que gosta de atacar os velhos, os doentes, os pobres, os fracos, recitei o poema em pensamento. Os livros ainda dão consolo. O medo dos velhos, o medo daqueles olhinhos húmidos atrás das máscaras, analisando o espaço em volta e os perigos que o habitam, o medo dos monstros lunares e marcianos da ficção científica, o medo do que é estranho, é uma crueldade a acrescentar às outras. Não se trata já de enrolar as calças porque a altura diminui, ou de não conseguir comer um pêssego porque escorrega das mãos e os ossos não seguram os sólidos, trata-se de sobreviver à solidão a que este vírus condenou os velhos. A um terror vivido em solitário, atrás de vidros e de janelas e portas, atrás do escudo da proteção a que foram condenados. Conheço velhos que passaram a noite de Natal e a noite de fim de ano sozinhos nas casas. Muito pior do que ver um pêssego escapar das mãos. Pior quando a memória ainda segreda, foste em tempos uma pessoa inteira, tiveste poder sobre ti e sobre os outros, dominaste o mundo com a tua força, mediste a vida em colherinhas de café porque escolheste medi-la assim. E ouviste o canto das sereias. E sabes que não cantarão para ti, escreve Eliot.
Já tivemos outras pestes. No tempo da tuberculose, os doentes refugiavam-se e pensavam em solidão enquanto o mundo lá fora continuava composto. A tuberculose produziu obras-primas da literatura, como “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, e produziu mestres da escrita como Albert Camus, que quando teve tuberculose em novo passou o tempo a ler e assim se fez escritor. Deste vírus, não sairá o génio das artes. A tecnologia instituiu outras formas de comunicação e de pensamento, ou aboliu o pensamento. O telemóvel de última geração não salvará os velhos. Já ninguém lê livros. E a idade não deixa ler. Na solidão das salas e das casas, a companhia que lhes resta, no cansaço do dia, é a televisão. No hospital, no consultório, na espera, lá está ela, a luz azul acesa com pessoas dentro que falam com uma felicidade fingida, infantil, para alegrar os velhos.
Envelhecer assim..”
Envelhecer assim
(Clara Ferreira Alves, in Expresso, 08/01/2021)
Estátua de Sal - Um blog de Política e Sociedade
ESTATUADESAL.COM
Estátua de Sal – Um blog de Política e Sociedade
Estátua de Sal – Um blog de Política e Sociedade, a verdade pela verdade a que temos direito.
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Apresentação do Livro “Poemas para Macau”, de Cecília Jorge, Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會, Macau, January 11 2021 | AllEvents.in

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Apresentação do Livro “Poemas para Macau”, de Cecília Jorge Hosted By Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會. Event starts on Monday, 11 January 2021 and happening at Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會, Macau, MA. Register or Buy Tickets, Price information.

Source: Apresentação do Livro “Poemas para Macau”, de Cecília Jorge, Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會, Macau, January 11 2021 | AllEvents.in

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Pico a escorrer para o mar

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Kathleen Rita

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Lajes do Pico

.

19 m
Água com fartura.
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  • e vai toda para o mar, há anos que digo que a deviam conter e preservar.. como escrevi em 2008
    12.9. DA ESTRADA INACABADA – A ÁGUA QUE RAREIA (HÁ UM CIDADÃO QUE NÃO SE CALA NA LOMBA DA MAIA)

    Artigo subsequentemente publicado nos jornais:

    http://www.correiodosacores.net/view.php?id=15668 15 novembro 2008 [Opinião] http://www.correiodosacores.net Diga Leitor / Carta ao Diretor | 2008-11-18 12:34 http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/176948

    Falta de chuva origina cortes de água na Ribeira Grande

    Regional 13/11/2008 08:11:8

    A falta de chuva na ilha de São Miguel está a obrigar a Câmara Municipal da Ribeira Grande a efetuar cortes noturnos no abastecimento de água em algumas zonas do concelho, anunciou ontem a autarquia. Segundo o vereador Jaime Rita, a pouca pluviosidade registada está a diminuir a pressão de água nas zonas altas do concelho, o que implica cortes noturnos para que os depósitos possam recuperar a sua capacidade.

    Recentemente, a autarquia anunciou um investimento de oito milhões de euros, até 2009, em obras de abastecimento de água na zona poente do concelho, que vai acabar com a falta de água sentida durante o verão nas freguesias do Pico da Pedra, Calhetas e Rabo de Peixe.

    O PSD da Ribeira Grande considerou que o anúncio da Câmara sobre os investimentos no abastecimento de água “está longe de constituir a varinha mágica”, alegando que os problemas persistem na área.

    “Este anúncio está longe de constituir a varinha mágica deste executivo camarário, quando, ainda por cima, as dificuldades no abastecimento de água voltaram a acentuar-se nos últimos dois anos na zona poente do concelho, devido à evidente expansão urbana que se verifica em Rabo de Peixe, Calhetas e Pico da Pedra“, salientou a comissão política concelhia.

    Esta notícia tem andado a desassossegar o cidadão da Lomba da Maia que não se cala. Esta falta de água e seus cortes tiveram início em agosto 2008, ainda em pleno verão, mas só agora foram anunciados em 13 de novembro quando a situação passou a ser crítica. Estes cortes de água, ignorados pelo resto da população da Ilha Verde, foram já sentidos pelo preço do consumo de água que disparou, pois, o ar sai sobre pressão e faz os contadores dispararem pela água não consumida, mas pelo ar com que ela se anuncia todas as manhãs.

    Não se compreende que os investimentos sejam todos na “Faixa de Gaza”, lá onde estão os beneficiários de Rendimento Mínimo Garantido, Rendimento de Inserção Social (esse subsídio de desincentivo ao trabalho que o Ferro Rodrigues inventou há uns anos, cheio de boas intenções e pelo qual espero que arda no inferno do desemprego profissional que criou).

    Ou será que isto faz já parte da campanha de reeleição por esses habitantes estarem, obviamente, mais inclinados a votar no partido que lhes dá todas as benesses? Assim, esquecidos, UMA VEZ MAIS, estão os habitantes das terras altas do concelho da Ribeira Grande

    [“É o caso das localidades de Lomba da Maia e de São Pedro, Lombinha da Maia, Lugar da Ribeira Funda e Burguete”], por serem poucos, menos vocais e por APARENTEMENTE não se importarem em serem continuamente discriminados.

    Essa “Faixa de Gaza” que ocupa a zona plana da Ribeira Grande, da Ribeirinha a Rabo de Peixe, é onde a maioria dos investimentos da autarquia foi feita neste mandato. Nós aqui, na Lomba da Maia, é que pagamos o preço da falta de água, pois é a nós que eles cortam a água para que não falte aos outros. pelas 21 horas é que temos de desligar as máquinas de lavar a louça, pois, a água nem para as sanitas corre…

    Se queremos água o melhor é levantarmo-nos lá pelas seis da manhã a ver se tomamos um duche às pinguinhas lembrando-me o tempo em que vivi em Timor nos anos 1970 e a água escorria de um bidão de óleo, cortado a meio a pairar sobre uma fogueira, para ir para a improvisada canalização e nos dar a sensação de que estávamos a tomar banho de duche.

    O RESTO DA ILHA NEM SE APERCEBEU.

    Continuam todos felizes, sem se darem conta da falta de água aqui na Costa Norte, a esvaziarem os depósitos do autoclismo em vez de os encherem de garrafas de água cheias ou de tijolos para preservarem a água que temos. Esta ilha não para de me espantar.

    Desde que cá cheguei, biliões de litros de água vieram diretamente das nuvens para as ribeiras que os despejam no mar. Um equilíbrio perfeito com a natureza, mas que esqueceu a presença humana.

    Espero que alguém já tenha lido alguma coisa sobre as mudanças climatéricas que se avizinham e comece a construir reservatórios maiores antes de esta ilha se começar a parecer com a metade seca da ilha de Santa Maria ou com a aridez das Canárias e de Cabo Verde.

    Nessa altura será tarde demais, a menos que nas terras altas como na Lomba da Maia tenhamos reservatórios suficientes para as nossas necessidades e deixemos de depender dos outros que não cuidam de nós como nos prometeram antes de serem eleitos para defenderem os nossos interesses.

    Ser vocal e “palestiniano” na Ribeira Grande tem imensas vantagens, mas não desisto de ser da Lomba da Maia, de me identificar com esta e por esta perseverar.

    Quando em 2008 sugeri em crónica publicada que se deveriam começar a construir reservatórios de água nas ilhas, para evitar futuras faltas de água, devido às mudanças climatéricas, ninguém ouviu nem levou a sério.

    A partir de 2018 a lavoura e pecuária mostraram interesse em construir reservatórios para abastecer o gado. Governos e políticos reativos em vez de pró-ativos

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novo confinamento, o novo anormal que nos anquilosa…

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José Bárbara Branco

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22m ·
Pedro Girão
47m ·
ESTADO NOVO (A)NORMAL
Aproxima-se outro confinamento. Desta vez, ao contrário do que aconteceu em Março, sabe-se o que há a esperar e sabem-se as consequências. E o que há a esperar deste confinamento é nada, nenhum efeito relevante pois, tal como no anterior, só a Primavera resolverá o assunto; até lá, façam o que fizerem, teremos apenas mais do mesmo: a evolução natural da epidemia, medo, sensacionalismo, mentiras e ignorância. Quanto às consequências do confinamento são conhecidas: pobreza, depressão, fome, desespero, menos saúde, muitas mortes evitáveis por outras causas.
Mas os portugueses gostam disto. Não tenho qualquer dúvida de que a maioria apoia o endurecimento das medidas, porque “a culpa é dos irresponsáveis que andam para aí a transmitir o vírus”. Não foi por acaso que o regime de Salazar governou em ditadura durante 48 anos, de 1926 a 1974, com o aplauso geral. Repito, com o aplauso geral (e com a ajuda activa de muitos delatores e guardiões do Estado Novo). Só no dia 26 de Abril se revelaram de forma súbita muitos milhões de fervorosos democratas – que na antevéspera eram tranquilos fascistas.
António Costa, Rui Rio, Marcelo Rebelo de Sousa e tutti quanti sabem-no bem. Sabem bem que quanto mais baterem no povo mais o povo gosta deles. Sabem bem que o discurso “a culpa é do vizinho” podia ser o lema nacional. Sabem bem que o medo, a cobardia, a ignorância e o seguidismo são características partilhadas pela maioria dos portugueses. Não tenho dúvidas de que este assassinato a sangue frio a que chamam confinamento será recebido com aplausos. No fim de contas, temos quase 1 milhão de funcionários públicos (mais os respectivos dependentes). Temos portanto muita gente que, quer trabalhe ou não trabalhe, quer trabalhe bem ou trabalhe mal, quer cumpra, quer se arraste ou quer meta baixa, recebe o mesmo no fim do mês. Que melhor cenário do que um confinamento? O que lhes importa que os outros morram à sua volta?
Os mais preocupados com o aumento de casos, quando não o fazem por simples ignorância, ocultam em geral o próprio pânico, bem como o desprezo pelos muitos milhões de portugueses que não têm os mesmos privilégios, a mesma capacidade de aceder à Saúde, as mesmas hipótese de sobreviver.
Soluções? A solução é a mesma desde o início: reforçar os cuidados de saúde, usar todos os meios científicos comprovados para a profilaxia e tratamento, tratar os doentes, chorar os mortos, aguardar pacientemente o fim da pandemia, e viver; parece-me bem simples. Mas para quem tem medo da morte nada é simples. Para quem teme correr riscos nada é simples. Preferem paralisar, defender-se e matar outros por omissão de cuidados.
Não faço um apelo à revolta; não é esse o meu estilo. Mas faço um apelo ao raciocínio e à tranquilidade. E, claramente, faço um apelo ao desprezo pelos que nos governam e pelos muitos outros actores políticos que apoiam os que nos governam. (São quase todos.) Muitas vezes, quando se fala em política fala-se em corrupção. Talvez não seja justo; mas de cobardia e de assassínio premeditado podemos agora falar com segurança.
Apanhem o sol possível, respirem o ar possível, entretenham-se o melhor possível (evitem as notícias!), cuidem da vossa saúde não-Covid o máximo possível (se conseguirem), e espero que sobrevivam todos, não só ao Covid, mas à maior pandemia, à mais perigosa, a que usa gravata e discursa em público: a pandemia do medo e da hipocrisia.
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faial capital das brumas

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Hoje, no Faial, pouco mais se vê do que um palmo adiante do nariz
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A iGREJA EM RABO DE PEIXE NÃO CANCELA COMUNHÕES, DEPOIS ADMIREM-SE…

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Pierre Sousa Lima

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2m

“Estamos todos na mesma tempestade, mas não estamos todos no mesmo barco”, cónego Borges, homilia do Senhor Santo Cristo, 2020.
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Nossa Senhora da Conceição

is in

Conceição (Ribeira Grande)

.

⚠️ INFORMAÇÃO PAROQUIAL ⚠️
Após a notícia das novas medidas para toda a ilha de São Miguel e por decisão do Concelho do Governo, informamos que:
📍 As comunhões na nossa Paróquia, não serão adiadas, a hora é que será antecipada, em vez de ser às 15h serão às 13h, permitindo assim a celebração estar concluída muito antes do recolher obrigatório;
📍 As catequeses serão suspensas a partir de amanhã e por tempo indeterminado enquanto estás medidas do governo não forem alteradas;
📍 A missa do domingo será antecipada para as 11h, para depois poder haver a missa das comunhões às 13h;
📍 A missa vespertina (Sábado) está cancelada.
CUIDE DE SI E PROTEJA OS OUTROS!
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3h

E depois admiram-se !

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Home | Inrupt

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Time to reset the balance of power on the web and reignite its true potential

Source: Home | Inrupt

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MORREU O MARIENSE ANTÓNIO DIAS CHAVES

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4h

Faleceu nos EUA o mariense António Chaves
Faleceu António Dias Chaves, que disse adeus, sem o saber, à comunidade portuguesa, nos 100 anos do Hudson Portuguese Club.
Sem que ninguém o imaginasse seria o último banho de multidão que ouviria a voz de António Dias Chaves.
Salão cheio e atento ao desenrolar do cerimonial.
Em palco, a figura de António Dias Chaves.
Só dizia o essencial. Os convidados e homenageados é que eram o fulcro das atenções.
Nunca foi exagerado naquilo a que se propunha.
As funções era falar dos convidados. Dos homenageados. Não de si próprio. Limitava-se ao mínimo, deixando o máximo para os que apresentava.
Até que um dia foi ele o apresentado. E para tal subiu ao palco, José Francisco Costa, professor, homem das letras e das artes.
Aconteceu no dia do lançamento do livro “Os Meus Impérios”, de António Dias Chaves.
Com todos os pormenores, rituais, corações, cânticos, cantares, cantorias, entoação de “falsetes”, “alumiações”, presença constante dos foliões, e suas “encontradas”, enfim, o retrato a cores do ambiente de festa intrinsecamente popular e de profunda dimensão religiosa”.
A propósito de memórias pessoais, registamos esta entrada do narrador, que diz assim: “Fui embalado ao som das alvoradas e dos falsetes das folias do Império Mariense, sendo o principal o Império da Trindade. Era a principal festa da nossa freguesia, o dia em que calçavam os novos sapatos e se vestia o melhor fato, muitas vezes acabado de ser confeccionado minutos antes da Missa de Coroação”.
Foi deste modo que José Francisco Costa ilustrou o lançamento do livro “Os Meus Impérios”, do já saudoso António Dias Chaves.
Deixou de se ouvir a voz do mestre de cerimónias das grandes iniciativas do Hudson Portuguese Club.
Foi o mestre de cerimónias da mais dignificante presença física nos EUA. Uma presença que soube elevar nas suas intervenções.
“Era um homem que sabia falar. Era um grande mestre de cerimónias. Dava-se com toda a gente. É uma grande perda para o Hudson Portuguese Club. Tinha conhecimentos para os contactos com os cônsules e o governo português e mesmo entidades americanas”, sublinhou o comendador e empresário António Frias.
António Dias Chaves era uma fonte de informação sobre Santa Maria e freguesia de Santo Espírito, terra da sua naturalidade.
Teve honras de apresentar o Bispo Eméritus de Angra, D. António de Sousa Braga, seu digníssimo conterrâneo nas suas visitas ao Hudson Portuguese Club.
Em todas as intervenções em que assumia, as funçõs de mestre de cerimónias, junto do Hudson Portuguese Club, nunca se esquecia de fazer uma cópia extra para nos facilitar o trabalho de reportagem para o Portuguese Times.
“O livro “Os Meus Impérios” imortaliza os Açores, imortaliza as nossas tradições e eleva bem alto o nome de Portugal”, foram palavras de João Pedro Fins do Lago, cônsul de Portugal em Boston.
Entre os numerosos amigos tinha mais um que disse: “Lamento o seu desaparecimento. Substituir António Dias Chaves junto do Hudson Portuguese Club vai ser muito difícil. Sabia o que dizer em palco rodeado das mais diversas individualidades. Uma grande perda”, disse Silvino Cabral.
António Dias Chaves faleceu aos 71 anos a 31 de dezembro de 2020 no Umass Memorial Marlborough Hospital depois de uma breve e corajosa luta contra o Covid-19.
Em 6 de outubro de 2020 viu falecer o seu irmão, Abílio Chaves.
Deixa sua esposa Zélia, de um matrimónio de 41 anos. Um filho Derek e sua namorada Maura Silva de Berlin, Mass.. Deixa ainda os irmãos José Armando e esposa Colette, em Avondale, AZ;
Jorge e esposa Maria, em Hudson; José António e esposa Maria em Marlborough. Sobrevivem-lhe também as irmãs Rosa Paulino, Alda e Zita em Hudson, Elvira, casada com Abílio Chaves.
Deixa ainda os afilhados: Angela Doherty, Anthony Paulino, Carlos Sousa, Jessica Afonso e Kelly Hurd. Vários sobrinhos e sobrinhas.
Chaves frequentou o Seminário Menor de Ponta Delgada e o Seminário Episcopal de Angra.
Veio para os EUA em 1967. Era certificado em gestão de agências públicas do estado de Massachusetts pela University of Massachusetts Donahue Institute e pela Florence Heller Graduate School at Brandeis University.
Foi agente de seguros, professor bilingue, agente de viagens, operador turístico e funcionário público no Gabinete de Refugiados e Imigrantes no Departamento de Saúde Pública e Secretaria do Ambiente em Massachusetts.
Foi também recrutador e avaliador de candidatos no Departamento Federal de Segurança Nacional.
Foi veterano do exército norte americano, onde prestou serviço durante a guerra do Vietname até 1972. Foi vereador e presidente da junta da Câmara Municipal de Hudson, tendo sido o segundo imigrante português a ocupar este cargo no estado de Massachusetts.
É co-fundador de várias organizações comunitárias e foi por vários anos, presidente da assembleia geral do Clube Português de Hudson.
Em 1973 fundou o programa de rádio “Portugal 73”, que se manteve no ar até Dezembro de 2019.
António Dias Chaves trouxe das origens e manteve nos EUA os fortes laços de união que devem ser a base da família. Reunia os primos que orientava pela árvore genealógica como forma de descobrirem as origens.
“Chaves 5 years” era o encontro que António Chaves organizava que reunia os familiares espalhados pelos EUA, Canadá e Portugal. Com os irmãos organizava férias anuais “Brother Week”.
Já na sua posição de aposentado, ocupava os tempos livres como consultor de serviços de imigração, comunicações e traduções. No ano de 2004 foi agraciado pelo Presidente da República Portuguesa, como Comendador da Ordem de Mérito.
As cerimónias fúnebres a cargo da Tighe Hamilton Funeral Home em Hudson, foram privadas, dado a situação de covid-19. Foi celebrada missa de corpo presente na igreja de São Miguel em Hudson, às 9:00 da manhã de quinta-feira, 7 de janeiro de 2021.
Logo que a situação normalize será celebrado um memorial em homenagem a António Dias Chaves.
Por Augusto Pessoa
Exclusivo Portuguese Times/Diário dos Açores
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…Hoje dia 10 de Janeiro e’ mais um dia para agradecer a Deus pelo Milagre da Vida que Ele nos ofereceu. Com muita ou pouca saude , estamos vivos, enquanto tantos irmaos nossos nao conseguiram sobreviver, por causa desse invisivel inimigo da Pandemia COVID-19 que nos esta’ infetando atrave’z do mundo inteiro… A Bencao que Deus nos da’ em cada dia de Vida, e’ para que vivemos em Paz e Amor, sempre numa boa harmonia familiar e com todos. Devemos fazer tudo para que na…

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AÇORES, CHEFE DA PSP E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A SUA MULHER

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Chefe da PSP nos Açores sujeita ex-mulher a doze anos de terror e violência
Vítima foi algemada, teve pistola Glock 19 de serviço apontada à cabeça e foi agredida e ameaçada de morte.
Um chefe da PSP, de 46 anos, colocado nos Açores, está acusado pelo Ministério Público e começa a ser julgado este mês por violência doméstica e sequestro agravados contra a ex-mulher, num terror que se prolongou por 12 anos. Em uma ocasião, já divorciados, a vítima teve uma pistola apontada à cabeça e viveu, algemada, duas horas de terror.
Segundo a acusação do Ministério Público, a que o CM teve acesso, o polícia e a vítima casaram em 2004. Têm filhos atualmente com 13 e 3 anos. O homem era chefe de um núcleo de grande responsabilidade na PSP local. E foi com o nascimento do primeiro filho, em 2007, que ficou “mais frio” e “agressivo e manipulador”.
Apesar de agressões anteriores, a primeira situação de violência extrema foi em 2018. Ele foi contrariado a um casamento e, já em casa, deu-lhe um soco na cabeça. Agarrou-a pelos cabelos e arrastou-a da cozinha ao sofá, onde apertou a cara da vítima entre as suas mãos. Gritava à mulher: “está calada! queres que ligue aos meus colegas a dizer que andas a conduzir o carro bêbada?”.
O casal divorciou-se em julho de 2019. O MP relata que o polícia passou “a perseguir e a atormentar” a ‘ex’. Ficou “mais obsessivo, controlador e violento”. Guardou a chave e invadia a casa dela, remexia tudo e levava objetos. Em janeiro de 2020, atraiu a ex-mulher que julgava ir ver o filho. Foi trancada e o chefe da PSP apontou-lhe a arma de serviço à cabeça. Colocou-lhe um pano de cozinha na boca, algemas nos pulsos, prendendo-lhe os braços atrás das costas, e ia repetindo: “ninguém vai sair vivo daqui hoje!”. “Vais responder a todas as perguntas que te vou fazer, se as respostas não forem as corretas vais morrer!”, disse-lhe o polícia, sentado a menos de um metro, apontando a pistola à cabeça da ex-mulher.
Perguntou ao pormenor os passos da vítima nessa semana numa formação profissional em Lisboa. “Puxou a corredora da arma, colocando um projétil na câmara, tornando-a pronta a disparar”, relata o MP. A mulher acreditou que ia morrer: “se eu te deixar ir embora vais para a polícia apresentar queixa, não te posso deixar ir embora!”. Mas libertou-a com um aviso: “não te esqueças de tudo o que se passou aqui hoje”.
A vítima passou a ter companhia da irmã e mãe às noites. O homem continuou a ameaçá-la até 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, quando a Polícia lhe apreendeu a pistola pessoal.
(Sérgio A. Vitorino – Correio da Manhã de 10/01/2021)
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