GNR detetou e multou 164 condutores a falar ao telemóvel nos Açores em 2020 ( e faltou multar 200 mil…)- Açoriano Oriental

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São Miguel e Terceira dominam infrações. Alteração ao Código da Estrada que entrou em vigor no dia 8 duplicou o valor das multas

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Câmara dos Representantes avança para destituição de Trump

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governo de mentirosos!!!CV de José Guerra “irrelevante”. Documento da UE contraria Costa

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sismo forte ao largo do faial

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Alguém sentiu ?
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Carlos Melo Bento and 18 others
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Muito curioso!
Dois sismos registados, com distância de 7 segundos… um magnitude 5.0 e outro 5.2..
ATUALIZAÇÃO: Entretanto o IPMA eliminou o sismo junto à Ribeirinha. Apenas se mantém o sismo de 5.2, sendo que posteriomente já foi registado na mesma zona outros três sismos de 3.8 , 2.7 e 2.6.
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SISMO GRAU IV/V (MERCALLI)
O sismo de há pouco, com epicentro a oeste do Faial, deve ter atingido o grau IV/V da escala de Mercalli Modificada. Esta informação, obtida junto da Delegação dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), ainda está sujeita a confirmação.
José Decq Mota and 37 others
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Kathleen Rita

32 m
Este senti aqui nas Ribeiras, Lajes do Pico 👀
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convite

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Alexandre Gaudêncio visita novo entreposto agrícola na Lomba da Maia – Jornal Açores 9

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O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, visitou as obras em curso do novo entreposto agrícola que está a ser construído pela cooperativa agrícola Costa Norte, na freguesia da Lomba da Maia, para se inteirar das melhorias que são necessárias introduzir na zona envolvente. “A autarquia vai apoiar as obras na zona envolvente […]

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janelas sobre o abismo

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aos que me enviaram votos de bom ano

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É mais ou menos isto… 😎
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DÚVIDAS FILOSÓFICAS

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Lembro-me de no 11 ano, durante um teste de filosofia, sentir um toque no ombro e ouvir: “o que é que respondeste na terceira?”. Era o camarada da mesa ao lado que queria saber a minha opinião sobre a “alegoria da caverna”. Já o que partilhava comigo a carteira nunca perguntava nada porque, entre outras coisas, filosofava nas horas.
Antes que a professora saísse do efeito dos cogumelos mágicos, consegui dizer-lhe que “estavam todos presos e só viam sobras até que um se safou e percebeu que eram só reflexos da realidade”. Não sei se ajudei muito porque faltava a moral da história.
Mas a narrativa das sombras lembrou-me uma “realidade” que é repetida ad nauseum, por uma minoria, que em tempo de eleicões aumenta os décibeis do chiqueiral para volumes perigosos. Refiro-me ao “vivem à nossa conta” que vem associado ao RSI.
Não sei em que dimensão vivem os meus caros mas, fazendo fé nas estatíticas da Pordata, numa notíca da Lusa reproduzida pelo insuspeito de ser socialista Observador e num texto do José Soeiro no Expresso, a média por indivíduo que recebe o RSI pouco ultrapassa os 100 euros mensais.
Portanto, a primeira sugestão seria a eliminacão do “vivem”. Se é para apostar no jargão populista, incitar ao ódio e dividir ainda mais as classes sociais, sugiro que se aponte um pouco para a luz ao fundo da caverna. “Sobrevivem à nossa conta” parece-me mais adequado. Quase como aquele cartão do Monopólio “você está livre da prisão”, que permitiria que apoiantes do Chega e quicá alguns liberais mais radicais, pudessem largar as correntes e ver para lá das sombras.
Não se vive à custa de alguém com 100 euros. Quanto muito atravessa-se a estrada da sopa dos pobres para 10 refeicões quentes por mês (com alguma imaginacão e sem bifes). Ler a raiva que expressam aos beneficiários desta esmola é algo que me choca.
É sobre esta realidade, sobre estas migalhas, que o PSD aceitou um acordo nacional para que o RSI fosse cortado em 50% no arquipélago dos Acores. O distrito onde, com Lisboa, Setúbal e Porto, mais beneficiários existem.
E a turbe que já é pobre, rejubilou! Pensando que os ainda mais pobres pudessem chegar a miseráveis e com isso, obter alguma justica social. Pergunto-me que efeito terá isto nas urnas para o PSD?
Todo este populismo divide essencialmente as classes mais pobres, os que reclamam a migalha sem pensarem quem lhes anda a comer o bolo por inteiro. Uma pista, não são os beneficiários do RSI.
E este tema, este assunto residual, assume proporcões imensas numa campanha presidencial sem que as correntes que nos prendem a todos, os verdadeiros problemas, sejam por uma vez abordados.
Entre presidenciais, legislativas, autárquicas, regionais e europeias, de entre o rol de perguntas que tenho num papiro há 10 anos, ficaria eternamente grato se um político me respondesse a apenas 4 delas. A saber:
1 – Porque é que num país com a populacão envelhecida, a rede pública de creches não chega a todos como forma de incentivo à natalidade?
2 – Porque é que ao fim de 35 anos na UE, o tecido empresarial continua a procurar o lucro pelo baixo salário e as diferencas entre CEO e funcionário com o salário mais baixo são tão grandes?
3 – O que é que é necessário acontecer para o Estado parar de injectar dinheiro na banca (sem a nacionalizar) e comecar a julgar os autores do roubo?
4 – Em que altura e estágio da selva urbana vamos perceber que deixar o mercado imobiliário regular-se pelos valores dos vistos Gold, só aumentará a construcão nos subúrbios, o trânsito no acesso às cidades e a destruicão da já reduzida qualidade de vida da populacão?
Depois discutíamos outras vinte e lá para a trigésima pergunta pensávamos no RSI.
O abono de família que o governo sueco atribui por cada crianca (em média), mesmo sabendo que pai/mãe algum depende dele para comprar papas, é semelhante ao RSI que aqui se discute. Ninguém se queixa. Mesmo quem não tem filhos. Tal como eu, que apenas necessitei de um hospital duas vezes em 15 anos, fico contente de pagar para quem lá vai todos os meses.
A base de uma sociedade civilizada não é ter um pobre a querer mandar outro para a miséria, a pedido de um rico. É sim, garantir que todos têm um mínimo de dignidade e conforto e que, de alguma forma, a riqueza é distribuida dentro de certos intervalos.
No fundo, é assegurar a progressividade dos impostos e, mais importante, a correcta utilizacão das suas receitas.
Nada aqui é oculto, secreto ou difícil de compreender. E muito menos original. Está provado e comprovado.
Mas enquanto nos ocuparmos com discussões estéreis sobre temas secundários, quase sempre assentes em mentiras, dificilmente saíremos da caverna referida na alegoria.
Enquanto tentava perceber se a frase da imagem pertencia de facto ao Nietzsche, dei com outra bem mais interessante:
“I’m not upset that you lied to me, I’m upset that from now on I can’t believe you.”
Julgo ser este o destino de muitos dos apoiantes do Ventura, quando inevitavelmente perceberem que não há ideologia ou caminho tracado, apenas um projecto de poder pessoal. Os outros, em princípio, ficarão pelas sombras e aceitarão de bom grado o “do be do be do”.
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O CORVO FOI REABASTECIDO

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Fernando A. Pimentel

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A Atlânticoline, S.A. presta o merecido agradecimento à tripulação e a todos os demais colaboradores envolvidos na deslocação do Cruzeiro das Ilhas ao Grupo Ocidental, para realizar, durante o dia de hoje, o transporte de combustível e mercadorias das Flores para o Corvo.
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ESTAMOS A CRIAR MAIS MILHÕES DE SEM-ABRIGO E DE POBRES

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em breve numa rua perto de si…
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California, 2021.
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IRLANDA E PORTUGAL ERAM SEMELHANTES ANTES DA TROICA

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Bemmm…. as coisas não são assim tão simples, não há almoços grátis e aqui não estamos a ver estatísticas sociais, mas vale a pena olhar para estes números e para o significado deles.
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Creio que isto diz tudo. Continuem a votar nos mesmos do costume.
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o vírus não os ataca ou há outras razões? pf expliquem…

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Vergonhoso!!!
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Esta foto foi tirada hoje, dia 10 de Janeiro de 2021, no Coliseu do Porto e provoca duas perguntas inevitáveis.
Por que raio de razão o candidato comunista às presidenciais pode juntar centenas de pessoas num comício sem distâncias de segurança e os restaurantes e o pequeno comércio são obrigados a encerrar?
Os comícios são mais importantes do que a sobrevivência dos pequenos empresários e dos seus colaboradores?
Isto é uma falta de respeito a todos os portugueses. Aos doentes de covid, aos que podem vir a ser contagiados por causa disto, aos profissionais de saúde e particularmente aos que estão a ser empurrados para a miséria por serem obrigados a confinar e a encerrar os seus negócios. Miserável!
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hospital de ponta delgada e as suas decisões incompreensíveis

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Antena 1 Açores – Hospital de Ponta delgada não vai assinar o protocolo com o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra que permite a deslocação à Região de especialistas para cirurgias de urologia.
A informação é confirmada pelo Conselho de Admnistração.
Os doentes com tumores malignos que esperam por cirurgia ficam à responsabilidade do único médico assistente de serviço no hospital.
“Por escrito na resposta à Antena 1 Açores, o Conselho de Administração do Hospital de Ponta Delgada assume: não será celebrado protocolo com o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e que iria permitir a vinda de especialistas à Região para operarem doentes açorianos na especialidade de Urologia.
Diz que há médicos prestadores que se deslocam mensalmente a Ponta Delgada, provenientes do Hospital de Santo António, no Porto. Realizam por rotina cirurgia laparoscópica renal.
Sobre os doentes com tumores malignos em lista de espera, o Conselho de Administração remete a responsabilidade ao médico assistente, que, diz, deve priorizar os casos.
Sobre o caso concreto de um doente com tumor maligno que vai ter que esperar seis meses para ser operado, o Hospital diz textualmente: “compete ao médico assistente priorizar toda e qualquer cirurgia oncológica” e acrescenta: “é esta a prática das especialidades cirurgicas no Hospital de Ponta Delgada e deverá ser também a da Urologia”.
O Serviço de Urologia possui apenas um único especialista. O Hospital diz que é por isso que não estão reunidas as condições para nomear um director de serviço.
Toda esta situação, que se arrasta pelo menos desde Julho do ano passado, já motivou uma vistoria do Colégio da Especialidade. Avelino Fraga deixou claro não ser aceitável que o Serviço funcione apenas com um médico.
Confrontado com tudo isto, o Secretário Regional da Saúde diz que é mais uma das muitas situações que considera “inaceitáveis” por parte do Serviço Regional de Saúde.
Clélio Meneses anuncia por isso que vai dar orientações a todas as unidades de saúde para que sejam céleres na resposta a dar aos utentes.
Recusa que os doentes morram por falta de tratamento.” (CV)
https://www.facebook.com/antena1acores

(jornal das 8.30 dia 11 Jan. 2021)

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O COLAPSO FINAL, PEDRO ARRUDA

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O colapso final
Chegados aqui, ao limiar de um novo confinamento geral e ficcional, só os privilegiados vão efectivamente confinar, já pouco mais há a dizer. O espírito pende cansado sobre si próprio e o pensamento é de exaustão e enfado. É como se toda a estupefação e indignação que carregamos, por quase um ano, fizesse desmoronar o corpo sobre o seu próprio peso.
Já não me aflige a derrota da racionalidade. O bom-senso foi a primeira vítima da Covid. Os governos, todos eles, por esse mundo fora, habituados a tomar decisões apenas para os ciclos eleitorais, viciados em mentir, para mentir a seguir, para esconder a mentira anterior, apressam-se a tomar medidas avulsas, incoerentes, genéricas e generalistas, presos que estão no populista e demagógico enredo das sondagens e dos sound bytes das notícias. Não foi o vírus que tomou conta das nossas vidas e as destruiu, foi o medo do vírus, o medo das imagens dos corredores dos hospitais cheios, como se em cada inverno elas não se repetissem, foi o medo das mortes, como se todos os anos não morressem dezenas de idosos abandonados ao frio e à solidão, foi o medo da nossa própria fragilidade e hipocrisia que nos dominou.
Já não me assusta os devastadores impactos económicos e sociais da miopia dos políticos que, a coberto dos epidemiologistas que renegaram todos os mais básicos princípios da ciência, a dúvida, o questionamento permanente, a aversão ao dogma e à fé, a ciência tornou-se numa nova fé, uma nova inquisição, e decidem confinamentos generalizados sem por um segundo pensarem nas pessoas. Assusta-me como os próprios cientistas não foram capazes de compreender que as suas soluções eram abjectas. como não foram capazes de arrepiar caminho, como por estes dias sugeriu um político, e não ir por aí, porque os custos da solução eram mil vezes piores do que o problema. Aflige-me a ditadura da estatística, dos casos por mil habitantes, das mortes por milhão. o ludibriar permanente e manipulador das estatísticas, dos gráficos, das linhas, as ondas, as vagas imaginárias. A vida como abstração matemática, a sacrossanta vida, como se cada vida não fosse, afinal, uma pessoa, uma forma de amor, como se cada vida que juram querer salvar não fosse, afinal, uma vida que precisa de ser vivida. Como se a própria vida, enfim, não fosse por natureza eminentemente periclitante e efémera. Viver mata! E, o que estamos a fazer é condenar a uma morte solitária e fria aqueles que devíamos estar a aquecer no nosso abraço fraterno e a acompanhar nesta sua última caminhada.
Assusta-me a ideia de que a solução para os problemas humanos é a perda de humanidade. A forma como se abdica da essência do ser humano por um conceito clínico de vida, feita apenas de circulação vascular e cerebral, desprovida de sociabilização e afecto, assustam-me estas visões higienizadas do mundo, em que as pessoas são como ratos de laboratório e as terríveis e profundas desigualdades de um mundo onde uns poucos se podem confinar nas suas casas aquecidas e uns muitos se veem forçados ao trabalho ou à pobreza. Assusta-me como deitamos tão fácil e rapidamente no lixo as nossas liberdades, sem sequer pestanejar nem que por um breve momento de dúvida pelo que de básico e essencial estamos a abdicar e destruir.
Assusta-me, isso sim, as crianças. E, a terrível punição que lhes estamos a impor. O fecho das escolas é uma pena capital no seu futuro, no seu crescimento, nas aprendizagens, nos afectos, é um terramoto brutal e destruidor, enfim, nas suas memórias. E, só Deus e o Futuro saberão o que tudo isto significa no amanhã destas crianças a quem agora roubamos a infância com o medo não da morte, ou do colapso do Sistema Nacional de Saúde, mas com o medo da próxima sondagem ou do resultado da próxima noite eleitoral. Já o disse e volto a dizer, estamos, vai para um ano, a testar soluções genéricas e manifesta e comprovadamente erradas para um problema que felizmente e sazonalmente aflige pouco mais de 2% da sociedade e, com isso, ao mesmo tempo estamos a destruir, sem dó nem piedade, sem um pingo de fraternidade e solidariedade, os restantes 98%. O problema não é o vírus, nunca foi, o problema fomos sempre nós!
You, André Silveira, Gabriela Mota Vieira and 20 others
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  • Falta coragem a esta gentalha que tomou conta dos destinos da Humanidade, passaremos tempos muito difíceis e muito duros com totalitarismos e outros ismos todos pouco toleráveis por culpa dessa gente que decide apenas com o olho nos votos do dia seguin…

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    • Nuno Barata Almeida Sousa

      meu caro duvido que a culpa possa ser exclusivamente assacada ao socialismo mas tudo bem… ✊😁

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