pandemia do medo

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Com base nos últimos dias a concertação de supostos especialistas e imprensa tem sido a encaminhar os portugueses numa histeria desatada para mais um confinamento.
Os portugueses estão inertes perante o medo, manipulados por informação negativa descontextualizada. Repete-se a histeria de Março de 2020 e vamos voltar para mais um confinamento.
Os hospitais estão a níveis de lotação muito baixos conforme podemos ver no website da transparência bem como a afluência dos hospitais está a níveis históricos baixos.
Nada justifica um novo confinamento, não só pela sua eficácia duvidosa (por isso querem repetir), como estamos a lançar as pessoas para uma miséria TOTAL e perda de direitos e liberdades. Vamos perder décadas de desenvolvimento, milhões de vidas desgraçadas, com base na opinião de uns tecnocratas sem qualquer contraditório.
O Medo tornou a população inerte, está adormecida e fazem dela o que querem.
NÃO MAIS!
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pequenos países

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quantos anos para vacinar todos?

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Por este andar ainda aparece o Covid-25 e nós ainda vamos na vacina do COVID-19
Image may contain: text that says "Não quero alarmar as pessoas, mas... Desde o 1° dia de vacinação da COVID19 (27/12/2020) decorreram 13 dias. Foram administradas 70.000 vacinas, em Portugal: Número Total de Vacinas Administradas 70 000 PLANO DE VACINAÇÃO COVID-19 Data atualização 08.01.2021 o que dá uma média diária de 5385 vacinas/ o que, fazendo as contas, levando em consideração que são necessárias duas doses por pessoa, com esta média diária, serão precisos 10 anos, 2 meses e 3 dias para vacinar toda a população portuguesa."
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temos de aceitar este vírus

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Quantas estirpes já temos deste vírus?
Como pode a vacina nos trazer uma normalidade face a um vírus que já demonstrou estar preparado para estar em permanente mutação e adaptação?
Partindo do princípio que o vírus se adapta tal como, por exemplo, o vírus da gripe, pergunto se alguma vez a vacina da gripe foi capaz de acabar com a gripe?
Não, não foi e já nem se admite essa possibilidade em relação à gripe.
Assim torna-se evidente de que a possibilidade da vacina da Covid não ser capaz de acabar com a Covid é a que se afigura como sendo a mais provável. Logo, só podemos concluir que a Civilização poderá estar perante um novo estado de relacionamento com a Saúde Pública, no qual terá de aprender a lidar e a conviver com um problema que veio para ficar. Vindo para ficar, então parece-me que não temos alternativa à de ficarmos todos presos nisto, a este estado e aos ditames dos especialistas incapazes de nos fazer regressar àquilo que ainda entendemos como ser a normalidade.
Enfim, talvez estejamos no tempo de começarmos a aceitar este coronavírus como já há muito aceitámos o vírus da gripe.
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Expresso | Cai neve em Portugal e os gregos vão à praia: o que se está a passar? Aquecimento do Ártico, ventos e as alterações climáticas explicam

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“Estes eventos extremos, de alguns dias ou de poucas semanas de invernos exageradamente quentes ou exageradamente frios, estão a acontecer com maior frequência nos últimos tempos devido ao aquecimento global”, explica ao Expresso um especialista em Meteorologia e Clima. E avisa: o clima gélido deverá continuar no país pelo menos mais sete dias

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SIC Notícias | Democratas apresentam pedido formal de destituição de Donald Trump

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Trump é acusado de incitamento à insurreição.

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Pais contra ensino à distância e alertam para mais desigualdades – Jornal Açores 9

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O agravamento da situação epidemiológica em Portugal pode levar a um novo confinamento semelhante ao que aconteceu na primavera, mas as medidas concretas só serão conhecidas na quarta-feira. O primeiro-ministro afirmou hoje que, entre os peritos, a posição mais consolidada aponta no sentido de manter os estabelecimentos de ensino abertos, sendo também essa a vontade […]

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Temos de adiar cirurgias oncológicas!”

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“Temos de adiar cirurgias oncológicas!”
Isto é sensacionalismo, mas também é verdade. Quando me dão a oportunidade de comunicar em nome da minha profissão faço-o com um sentido de honestidade intelectual onde me exijo o máximo, e sinto-me obrigado a transparecer com rigor o melhor dos meus pensamentos médicos e o melhor dos meus pensamentos humanos. A SIC depois de me entrevistar em directo sobre a situação nos Cuidados Intensivos durante 10 minutos escolheu para título da notícia a frase que tem mais poder de clickbait possível: “Temos de adiar cirurgias, algumas oncológicas, porque temos pessoas a morrer com covid-19”. Esta frase não resume de todo a minha intervenção em que tento explicar os enormes desafios dos Cuidados Intensivos dos últimos meses.
Mas estou eu a criticar a SIC por ter escolhido uma frase sensacionalista? Não propriamente. O que eu estou a tentar é descontruí-la e também expor a dualidade dos seus efeitos, e com isto tentarei dissecar um dos argumentos mais fulcrais que divide a mente das pessoas: os doentes “não-Covid”.
Nós poderíamos dizer que um Infecciologista, ou Pneumologista, ou Virologista está tendencialmente e desequilibradamente obcecado com a Covid19, por ser uma doença do foro íntimo dos seus saberes, e por estar assoberbado por esta avalanche de doentes causada por um vírus altamente contagioso que atinge essencialmente os pulmões e mata muita gente. E depois ouviríamos Cardiologistas, Oncologistas, Cirurgiões, etc, etc, a dizer: “E os nossos doentes?”. Ou seja, poderá haver uma tendência a acusarmos os que mais estão a sofrer de estar a hiperbolizar o “seu” problema. Compreende-se a dúvida. No entanto, penso que é justo dizer que neste enorme dilema ético a Medicina Intensiva (ou Cuidados Intensivos) é bastante democrática porque intercepta quase todas as áreas da medicina. Tratamos politraumatizados graves, pós-operatórios de grandes cirurgias cardíacas, neuro-cirurgicas, abdominais, etc, doentes com enfartes do miocárdio e AVCs graves, todo o tipo de infecções víricas, bacterianas, etc, e também tratamos descompensações graves de diabetes, de hipertensão e muito, muito mais. E são todos estes doentes que estamos a prejudicar quando perdemos o controlo da pandemia. Nós não temos doentes preferidos. Nós tratamos pessoas e salvamos vidas.
Quando se fala em aumento da mortalidade de doentes não-Covid como dano colateral da pandemia, é imperativo que se compreenda que não é por escolha dos decisores políticos, ou da gestão hospitalar ou dos próprios médicos. O descontrolo da pandemia absorve recursos humanos que são coisas que não se encontram à venda no OLX, muito menos os mais difereciados. Para além disso há um dilema de triagem de prioridades. A medicina preventiva, a promoção para a saúde salva muito mais vidas e anos de vida, do que os médicos que, como eu, lidam com a vida e a morte no imediato. Mas compreenderão que um dos princípios éticos transversais ao exercício da medicina é tratar primeiro quem está em risco de morrer primeiro. E mesmo que tivéssemos a frieza e a desumanidade de deixar morrer uns para não se adiar certas cirurgias, consultas e tratamentos, onde é que deixaríamos a morrer os doentes Covid? Mais ainda, quando é uma doença extremamente lenta na sua evolução e que obriga a quem cuida, alimenta e trata a se proteger pelo enorme potencial de contágio. E não se esqueçam que todos os doentes não-Covid agudos ou crónicos podem a qualquer momento acumular à sua patologia, a doença Covid que será mais frequente quanto maior for a incidência da doença/vírus na população geral.
O que vos descrevo na Medicina Intensiva é também verdade para os internamentos em geral, o Serviço de Urgência e a actividade dos centros de saúde. Em qualquer circunstância somos ética e moralmente obrigados a tratar primeiro quem está em risco de morrer primeiro, e isto prejudica largamente a nossa capacidade de tratar muitos outros doentes, porque não somos máquinas.
Compreendam de uma vez por todas o porquê do aumento da mortalidade das doenças não-Covid e porquê é que “temos que adiar cirurgias oncológicas”.
Os danos colaterais da pandemia, estarão sempre à proporção do descontrolo da pandemia. Não é uma opção. É uma inevitabilidade.
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  • Não é sensacionalismo mas apenas a realidade com que nos debatemos, isto é apenas uma opinião de uma leiga.
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transporte em timor em época de chuvas

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só pode ser visto no facebook, carregue e veja

Devem comprar uns destes para andar em Timor na época das chuvas
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Chrys Chrystello
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A Europa vai acabar outra vez Henrique Burnay/DN

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A Europa vai acabar outra vez
Henrique Burnay/DN
Opinião
Em meados do ano passado, no pico da crise, da incerteza e da descoordenação entre Estados membros, generalizou-se a ideia de que a União Europeia estava em causa. Se a Europa não servia para responder em comum a uma pandemia, servia para quê?
Em julho, depois da reunião do Conselho Europeu em que se chegou a acordo sobre o financiamento da União Europeia e da recuperação económica, fizeram-se profissões de fé na Europa. Afinal a Europa ia salvar-nos.
Em janeiro de 2021, com a crise económica a agravar-se e a vacinação a ser mais lenta do que o sonhado, o bom senso aconselha a que se tenha cautela antes de voltar a concluir uma ou outra coisa. E a tomar decisões.
A pressão do Natal, sobretudo em alguns países onde a festa é mais relevante, a falta de capacidade de resposta sanitária, sobretudo em alguns países onde os sistemas de saúde são menos robustos, e o estrago económico, sobretudo em alguns países onde a economia já era menos resistente e os setores mais afetados eram os mais dinâmicos, estão a expor fragilidades e diferenças que se agravam. Sobretudo naqueles que, como Portugal, por exemplo, acumulam todas estas circunstâncias.
Entretanto, o que ia ser a resposta ou está demorado ou está longe de atingir os resultados.
Apesar da boa decisão de comprar vacinas em conjunto para todos os Estados membros, parece que as escolhas não foram as melhores, as quantidades encomendadas não foram as ideais e a logística de uma escala tão ampla (448 milhões de pessoas) está a complicar o processo. Acresce que a comparação com países mais pequenos impressiona, começando por Israel, que está a caminho de vacinar praticamente toda a população antes do verão.
Do lado da economia, como se sabia mas não se disse claramente, o financiamento da recuperação ainda não chegou e quando chegar não vai responder à crise económica, vai responder ao objetivo de acelerar a transformação económica (a tal transição verde e digital que a presidência portuguesa da União Europeia quer que seja justa também).
Isso significa, é preciso percebê-lo com urgência, que o dinheiro europeu não vai servir para responder ao impacto direto da crise económica. Não vai salvar a restauração nem a hotelaria, não servirá para apoiar as empresas que perderam clientes ou que se endividaram para sobreviver. Nem os particulares. O dinheiro europeu fará, ou poderá fazer, a diferença na transformação da economia, mas não resgatará os perdedores desta crise, tenham ou não qualquer espécie de responsabilidade na sua situação.
Em tempos de crise – e os próximos meses vão, portanto, ser de crise – , os povos desesperam, as instituições correm o risco de ser questionadas e os eleitores tornam-se menos previsíveis. É esse, a par da saúde e da economia, o maior risco que a Europa corre.
Em breve, a CDU escolherá quem sucede a Merkel, vai a votos em setembro e, tudo indica, governará a Alemanha. No entanto, com as sondagens a apontarem Friedrich Merz, um opositor de Merkel, como favorito, não é impossível que a chanceler saia antes. Ou, pelo menos, fique mas fique fragilizada. Nos Países Baixos, onde a pressão para não pagar as contas dos demais é grande, também haverá eleições.
E em vários países europeus, de Portugal a Itália, passando por Espanha ou pelo Leste, há governos em equilíbrios instáveis.
Daqui a uns meses, com a crise económica agravada, o impacto económico dos confinamentos a sentir-se e a lenta vacinação em curso, ninguém se surpreenda se voltar a ouvir dizer que a Europa está em causa. Os europeus são europeístas por interesse, não por amor.
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Afonso VIII, rei galego de principio a fin

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O 23 de setembro de 1230 finaba en Sarria, camiño de Compostela, o rei Afonso VIII. Fillo do monarca galego Fernando II e da raíña portuguesa Urraca, pasou a súa mocidade na Galiza, educándose na Casa de Traba e destacando como poeta en lingua galega. Após un conflitivo proceso, foi coroado en 1188 grazas ao apoio da nobreza, manténdose á fronte do reino até 1230 en constante litixio contra Castela. Está enterrado no panteón real da catedral de Compostela, a cuxa construción tanto contribuíu seguindo o proxecto familiar.

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Crónica 377 as bruxas, um microconto com imagem de Daniel Fernandes 10.1.21

foto de daniel Fernandes

O Daniel era um jovem bem-apessoado, trabalhador, respeitador e educado que labutava num edifício cheio de teias de aranha da história dos açores, e cuja paixão pela fotografia muitas vezes o levava a sítios onde via o que mais ninguém conseguia observar.

Foi assim que um dia sem brumas, se acercou do grande mar oceano a estudar a espuma da sondas e viu caras tenebrosas nas rochas que se desprendiam a pique sobre o mar alteroso, e não era mesmo que as rochas eram caras de bruxa? Muitas, infindas, em fileira açoriana, umas atrás das outras, à espera do incauto observador que lhes caísse no enguiço ou no derriço, para elas se apossarem da sua alma. Não sendo crente nem se sentindo possuído por elas prosseguiu a sua vida como se nada se tivesse passado nem notando as lentas alterações que se verificavam no seu fácies e no seu comportamento.

Rapaz bem comportado, saindo pouco e evitando a contaminação covidesca nem se apercebeu ao dia de Halloween quando as pessoas começaram a correr disparadas, mal o viam. Ainda hoje vagueia errante como Jack O’Lantern em dia de Samhain….https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/01/Cronica-377-as-bruxas-um-microconto-com-imagem-de-Daniel-Fernandes-10.1.21.pdf

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mais sismos no Faial

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Registo Atv. Sísmica do IPMA
Apos o sismo de 5.2, já foram registados diversos sismos
Image may contain: text that says "registos por página (UTC) Latitude 2021-01-11 13:32:59 Longitude Mundo 38.90N 2021-01-11 13:21:01 Profundidade 29.51W 38.85N 2021-01-11 13:18:50 Pesquisar Magnitude 13km 29.32W 38.84N 2021-01-11 13:15:21 4.0 29.34W Referência 38.87N 2021-01-11 13:05:49 2.9 10km WFaial Fonte 29.35W 38.80N 2021-01-11 12:51:00 3.1 5km Faial 29.43W IPMA 38.82N 2021-01-11 12:47:01 2.6 5km WFaial 29.39W IPMA 38.82N 2021-01-11 07:19:05 2.7 Faial 29.42W IPMA 53.72N 2021-01-11 04:55:53 3.8 Faial 164W IPMA 38.62N 2021-01-11 04:20:48 5.2 36km WFaial 29.2W IPMA 36.92N 5.1 4km Faial 4.92W IPMA 2.0 21km Unimak Island Region, Alaska IPMA 2.5 WFaial NEIC NW Malaga (ESP) IPMA IPMA"
Paula Madeira, Mário Chaves Gouveia and 12 others
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Descoberto novo tipo de estrela diferente de tudo – ZAP

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Legado das Cruzadas está a salvar cidade de ser engolida pelo deserto

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