Egito. Telemóveis proibidos após vídeo mostrar toda a UCI a morrer por falta de oxigénio – JN

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A ministra da Saúde egípcia proibiu o uso de telemóveis dentro do hospital, após a divulgação de um vídeo que mostra todos os doentes infetados pelo novo coronavírus na unidade de cuidados intensivos a morrerem por falta de oxigénio, no hospital El Husseineya, no Egito.

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Amadora-Sintra: idosa entra com infarto e sai com nariz partido

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Quem entra num hospital público não deve largar o telemóvel, porque está a entrar num mundo perigoso. A dona Luísa tem 90 anos e chegou com um infarto. Precisou de ir à casa de banho, escorregou e caiu. Da cama à sanita foi uma penosa distância, sem ninguém dar por isso. Aconteceu no Hospital Amadora-Sintra. Estavam todos a olhar […]

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Rui Marques. Não há “assinatura” vulcânica nos últimos sismos ao largo do Faial – O que escrevi, escrevi

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Rui Marques admitiu “estragos não severos, como fendas em casas e derrocadas”, se o epicentro do sismo do meio-dia se tivesse verificado mais próximo do Faial [fotografia: direitos rese…

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Tree ferns are older than dinosaurs. And that’s not even the most interesting thing about them

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They’re a familiar sight on forest walks and long drives, but tree ferns are more fascinating than you may have realised.

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pandemia do medo

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Com base nos últimos dias a concertação de supostos especialistas e imprensa tem sido a encaminhar os portugueses numa histeria desatada para mais um confinamento.
Os portugueses estão inertes perante o medo, manipulados por informação negativa descontextualizada. Repete-se a histeria de Março de 2020 e vamos voltar para mais um confinamento.
Os hospitais estão a níveis de lotação muito baixos conforme podemos ver no website da transparência bem como a afluência dos hospitais está a níveis históricos baixos.
Nada justifica um novo confinamento, não só pela sua eficácia duvidosa (por isso querem repetir), como estamos a lançar as pessoas para uma miséria TOTAL e perda de direitos e liberdades. Vamos perder décadas de desenvolvimento, milhões de vidas desgraçadas, com base na opinião de uns tecnocratas sem qualquer contraditório.
O Medo tornou a população inerte, está adormecida e fazem dela o que querem.
NÃO MAIS!
You, Helena Canotilho and 4 others

quantos anos para vacinar todos?

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Por este andar ainda aparece o Covid-25 e nós ainda vamos na vacina do COVID-19
Image may contain: text that says "Não quero alarmar as pessoas, mas... Desde o 1° dia de vacinação da COVID19 (27/12/2020) decorreram 13 dias. Foram administradas 70.000 vacinas, em Portugal: Número Total de Vacinas Administradas 70 000 PLANO DE VACINAÇÃO COVID-19 Data atualização 08.01.2021 o que dá uma média diária de 5385 vacinas/ o que, fazendo as contas, levando em consideração que são necessárias duas doses por pessoa, com esta média diária, serão precisos 10 anos, 2 meses e 3 dias para vacinar toda a população portuguesa."
You, Rosa Horta Carrascalao, Henrique José Martins Semedo and 13 others
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temos de aceitar este vírus

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Quantas estirpes já temos deste vírus?
Como pode a vacina nos trazer uma normalidade face a um vírus que já demonstrou estar preparado para estar em permanente mutação e adaptação?
Partindo do princípio que o vírus se adapta tal como, por exemplo, o vírus da gripe, pergunto se alguma vez a vacina da gripe foi capaz de acabar com a gripe?
Não, não foi e já nem se admite essa possibilidade em relação à gripe.
Assim torna-se evidente de que a possibilidade da vacina da Covid não ser capaz de acabar com a Covid é a que se afigura como sendo a mais provável. Logo, só podemos concluir que a Civilização poderá estar perante um novo estado de relacionamento com a Saúde Pública, no qual terá de aprender a lidar e a conviver com um problema que veio para ficar. Vindo para ficar, então parece-me que não temos alternativa à de ficarmos todos presos nisto, a este estado e aos ditames dos especialistas incapazes de nos fazer regressar àquilo que ainda entendemos como ser a normalidade.
Enfim, talvez estejamos no tempo de começarmos a aceitar este coronavírus como já há muito aceitámos o vírus da gripe.

Expresso | Cai neve em Portugal e os gregos vão à praia: o que se está a passar? Aquecimento do Ártico, ventos e as alterações climáticas explicam

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“Estes eventos extremos, de alguns dias ou de poucas semanas de invernos exageradamente quentes ou exageradamente frios, estão a acontecer com maior frequência nos últimos tempos devido ao aquecimento global”, explica ao Expresso um especialista em Meteorologia e Clima. E avisa: o clima gélido deverá continuar no país pelo menos mais sete dias

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Pais contra ensino à distância e alertam para mais desigualdades – Jornal Açores 9

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O agravamento da situação epidemiológica em Portugal pode levar a um novo confinamento semelhante ao que aconteceu na primavera, mas as medidas concretas só serão conhecidas na quarta-feira. O primeiro-ministro afirmou hoje que, entre os peritos, a posição mais consolidada aponta no sentido de manter os estabelecimentos de ensino abertos, sendo também essa a vontade […]

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Temos de adiar cirurgias oncológicas!”

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“Temos de adiar cirurgias oncológicas!”
Isto é sensacionalismo, mas também é verdade. Quando me dão a oportunidade de comunicar em nome da minha profissão faço-o com um sentido de honestidade intelectual onde me exijo o máximo, e sinto-me obrigado a transparecer com rigor o melhor dos meus pensamentos médicos e o melhor dos meus pensamentos humanos. A SIC depois de me entrevistar em directo sobre a situação nos Cuidados Intensivos durante 10 minutos escolheu para título da notícia a frase que tem mais poder de clickbait possível: “Temos de adiar cirurgias, algumas oncológicas, porque temos pessoas a morrer com covid-19”. Esta frase não resume de todo a minha intervenção em que tento explicar os enormes desafios dos Cuidados Intensivos dos últimos meses.
Mas estou eu a criticar a SIC por ter escolhido uma frase sensacionalista? Não propriamente. O que eu estou a tentar é descontruí-la e também expor a dualidade dos seus efeitos, e com isto tentarei dissecar um dos argumentos mais fulcrais que divide a mente das pessoas: os doentes “não-Covid”.
Nós poderíamos dizer que um Infecciologista, ou Pneumologista, ou Virologista está tendencialmente e desequilibradamente obcecado com a Covid19, por ser uma doença do foro íntimo dos seus saberes, e por estar assoberbado por esta avalanche de doentes causada por um vírus altamente contagioso que atinge essencialmente os pulmões e mata muita gente. E depois ouviríamos Cardiologistas, Oncologistas, Cirurgiões, etc, etc, a dizer: “E os nossos doentes?”. Ou seja, poderá haver uma tendência a acusarmos os que mais estão a sofrer de estar a hiperbolizar o “seu” problema. Compreende-se a dúvida. No entanto, penso que é justo dizer que neste enorme dilema ético a Medicina Intensiva (ou Cuidados Intensivos) é bastante democrática porque intercepta quase todas as áreas da medicina. Tratamos politraumatizados graves, pós-operatórios de grandes cirurgias cardíacas, neuro-cirurgicas, abdominais, etc, doentes com enfartes do miocárdio e AVCs graves, todo o tipo de infecções víricas, bacterianas, etc, e também tratamos descompensações graves de diabetes, de hipertensão e muito, muito mais. E são todos estes doentes que estamos a prejudicar quando perdemos o controlo da pandemia. Nós não temos doentes preferidos. Nós tratamos pessoas e salvamos vidas.
Quando se fala em aumento da mortalidade de doentes não-Covid como dano colateral da pandemia, é imperativo que se compreenda que não é por escolha dos decisores políticos, ou da gestão hospitalar ou dos próprios médicos. O descontrolo da pandemia absorve recursos humanos que são coisas que não se encontram à venda no OLX, muito menos os mais difereciados. Para além disso há um dilema de triagem de prioridades. A medicina preventiva, a promoção para a saúde salva muito mais vidas e anos de vida, do que os médicos que, como eu, lidam com a vida e a morte no imediato. Mas compreenderão que um dos princípios éticos transversais ao exercício da medicina é tratar primeiro quem está em risco de morrer primeiro. E mesmo que tivéssemos a frieza e a desumanidade de deixar morrer uns para não se adiar certas cirurgias, consultas e tratamentos, onde é que deixaríamos a morrer os doentes Covid? Mais ainda, quando é uma doença extremamente lenta na sua evolução e que obriga a quem cuida, alimenta e trata a se proteger pelo enorme potencial de contágio. E não se esqueçam que todos os doentes não-Covid agudos ou crónicos podem a qualquer momento acumular à sua patologia, a doença Covid que será mais frequente quanto maior for a incidência da doença/vírus na população geral.
O que vos descrevo na Medicina Intensiva é também verdade para os internamentos em geral, o Serviço de Urgência e a actividade dos centros de saúde. Em qualquer circunstância somos ética e moralmente obrigados a tratar primeiro quem está em risco de morrer primeiro, e isto prejudica largamente a nossa capacidade de tratar muitos outros doentes, porque não somos máquinas.
Compreendam de uma vez por todas o porquê do aumento da mortalidade das doenças não-Covid e porquê é que “temos que adiar cirurgias oncológicas”.
Os danos colaterais da pandemia, estarão sempre à proporção do descontrolo da pandemia. Não é uma opção. É uma inevitabilidade.
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  • Não é sensacionalismo mas apenas a realidade com que nos debatemos, isto é apenas uma opinião de uma leiga.
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