AÇORES VACINAÇÃO COVID ? NINGUÉM SABE

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Image result for vacinauma doente crónica de mais de 65 anos, com deficiência 80% por

doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) liga para o Centro de Saúde da Ribeira Grande S Miguel (nunca teve médico de família) a fim de se inscrever para quando houver vacinas, ninguém sabe de nada, apena souviram na RTP Açores, liga para o Posto de Saúde da sua residência no concelho da Ribeira Grande, ninguém sabe de nada….

assim vamos sem ninguém saber de nada ou os que sabem não comunicam a quem deve…e já nem se pergunta quando haverá vacinação…..

 

Tertúlia 23 Saudades dos colóquios João Paulo Constância, Rolf Kemmler e Perpétua Santos Silva,

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Tertúlia 23 Saudades dos colóquios –– sábado, 13 fevº 2021 (18h00 AZOST)

. Sábado 20 fev 2021 (18h00 AZOST) –

– João Paulo Constância, Perpétua Santos Silva, Rolf Kemmler modera Hilarino da Luz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

Os convidados e moderador (LIMITE 9 PESSOAS) usam o link …. https://streamyard.com/vizymciphj

 

(os restantes podem assistir em https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/ e fazer perguntas por escrito)

 

 

 

Pode ver todas as tertúlias anteriores e descarregar o vídeo em https://www.lusofonias.net/acorianidade/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios-2.html

se quiserem ver sem descarregar vão a

LUSOFONIAS – TERTÚLIAS SAUDADE DOS COLÓQUIOS

https://www.lusofonias.net/documentos/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios.html

no Facebook https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

1 Álamo Oliveira https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/913777022447355/

2 Urbano Bettencourt, Chrys, Pedro Almeida Maia (Criatividade) https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/635885243732266/

3 Helena Ançã, Luciano Pereira E Helena Chrystello (Educação) /https://www.facebook.com/709027249122704/videos/634964720788883

  1. Teolinda Gersão, Onésimo T Almeida, Luís Filipe Borges https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/757295621484202/
  2. Maria João Ruivo https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2724774111098743/
  3. Sérgio Rezendes https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1415760265280870/
  4. 7. José Luís Peixoto https://www.facebook.com/709027249122704/videos/1764308467071226
  5. Joaquim Feliciano da Costa https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/849325455889894/
  6. Richard Zimler https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2732501230349325/
  7. Luís Filipe Sarmento https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1445657988958848/
  8. Sérgio Ávila https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403949154326004/
  9. 12. Pedro P Câmara, Carolina Cordeiro e Diana Zimbron https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/381656222885298/
  10. Rui Faria, Ass. Emigrantes Dos Açores https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/386228869258060/

14 Eduardo Bettencourt Pinto https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/750572025644373/

15 Manuela Marujo, Vera Duarte Pina, Hilarino Da Luz https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/673185173569248

  1. Vamberto Freitas https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/3161772613922562

17 Ana Paula Andrade, Aníbal Raposo, Eduíno de Jesus https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/719736351982197/

18 Vilca Merízio, Sérgio Prosdócimo, Isabel Rei https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/310243923745297/

  1. 19. João Pedro Porto, Aníbal Pires https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/443617727008943/

20 (Galiza 1) Alexandre Banhos, Antº Gil Hernández, Maria Dovigo https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403745814229515/

  1. J Carlos Teixeira e Manuela Marujo (Canadá), Sérgio Rezendes https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/326481121980177/
  2. Luís Gaivão, Raul Leal Gaião, Moisés de Lemos Martins https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/413672006400364/

 

Cada convidado dispõe de 20’ havendo 20’ de debate

Dead humpback whale found in the Amazon jungle, baffling scientists | CTV News

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A dead humpback whale was found in Brazil’s Amazon jungle, near the mouth of the Amazon River. Local authorities say spotting a humpback whale in the region around this time of year is quite rare.

Source: Dead humpback whale found in the Amazon jungle, baffling scientists | CTV News

Carnaval da Roma papal do século XIX

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Artigo de Martinho Montero Santalha no blogue da Academia, Apontamentos Académicos, sobre o Carnaval da Roma papal do século XIX e de como no-lo conta um galego da altura de nome Ramón Pedrosa.
O carnaval na Roma papal de 1844 descrito pelo galego Ramom Pedrosa – Apontamentos Académicos
aa.academiagalega.org
O carnaval na Roma papal de 1844 descrito pelo galego Ramom Pedrosa – Apontamentos Académicos
O carnaval na Roma papal de 1844 descrito pelo galego Ramom Pedrosa Share Falaremos aqui da celebração do carnaval na cidade de Roma em 1844. Nesse tempo Roma era a capital do «Estado Pontificio», cuja máxima autoridade era o Papa. (O «Estado Pontificio», que se estendia pelo zona central de …

Expresso | Covid-19. Isolamento elevou ansiedade para níveis disfuncionais em 10% de crianças em estudo

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As investigadoras Fernanda Salvaterra e Mara Chora encontraram uma correlação positiva entre a ansiedade dos pais e dos filhos, tendo os resultados demonstrado que “pais mais ansiosos, deprimidos e stressados têm, também, filhos mais ansiosos”

Source: Expresso | Covid-19. Isolamento elevou ansiedade para níveis disfuncionais em 10% de crianças em estudo

MITOS SOBRE O NEANDERTAL

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Once depicted as barbaric, grunting, sub-humans, Neanderthals are now known to have had the same or similar levels of intelligence as modern humans and their own distinct culture. Here we examine ten myths about Neanderthals, which have now been proven false.
Top Ten Myths about Neanderthals
ancient-origins.net
Top Ten Myths about Neanderthals
Neanderthals are generally classified by palaeontologists as the species Homo neanderthalensis, but some consider them to be a subspecies of Homo sapiens (Homo sapiens neanderthalensis).

APÓS A MORTE DO PAI PSICÓLOGA GERE EXPLORAÇÃO PECUÁRIA

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Exportação de gado em Santa Maria
Empresa familiar no feminino exportou no ano passado 67 contentores de animais vivos para o continente e um contentor de carcaças para a Madeira
Com a morte prematura do pai, Lissa Maria Figueiredo juntou-se à irmã e à mãe e deram continuidade ao negócio com quase 30 anos que o pai, Evaristo Figueiredo, construiu na zona da Zamba, em Vila do Porto.
Num mundo tradicionalmente masculino, a empresa tem seguido bom rumo e no ano passado conseguiram ex- portar 67 contentores de animais vivos – cerca de mil cabeças de gado – e pela primeira vez fizeram chegar um contentor de carne em carcaça à Madeira. A jovem empresária, que é também psicóloga, alerta que é necessário melhorar as condições do matadouro para se conseguir explorar mais esta vertente do negócio. A pandemia também trouxe constrangimentos, seja no preço da carne seja no facto de já não poderem embarcar tratadores de animais nos navios. Apesar de tudo, esta empresa familiar é como “um banco de três pernas” em que a mãe e as duas filhas – assessoradas pelos companheiros e por dois trabalhadores que se mantêm – esperam manter-se no mercado e continuar a ajudar as famílias marienses que dependem do gado para viver.
A vida de Lissa Maria Figueiredo, de Santa Maria, deu uma reviravolta em Maio do ano passado e a psicóloga na Unidade de Saúde de ilha de Santa Maria, teve de arregaçar as mangas e entrar num mundo que lhe era familiar mas ao mesmo tempo desconhecido.
O pai, Evaristo Figueiredo, tinha uma empresa de exportação de gado com uma lavoura própria há quase 30 anos e ao longo desse tempo teve um papel de grande impacto na economia mariense, já que muitas famílias vivem da actividade agrícola, principalmente da pecuária.
Com o falecimento do pai, havia compromissos a assumir e Lissa assim fez. “Na altura em que o meu pai faleceu já havia um embarque de gado planeado por ele para seguir para o continente, a minha irmã estava em São Miguel para ter bebé e eu assumi, porque as circunstâncias assim o exigiam. Se fosse ao contrário, acredito que a minha irmã tinha feito igual”, confessa.
E é assim que as duas irmãs, juntamente com a mãe, formam agora “um banco de três pernas”, como Lissa gosta de chamar à empresa familiar, “e faltando uma perna, o banco não se mantém”. Mas além das três mulheres que agarraram as rédeas da empresa “Evaristo Figueiredo”, Lissa Maria Figueiredo não esquece o apoio dado “pelos homens da casa, os nossos companheiros. E tudo só é possível porque mantemos dois trabalhadores que trabalhavam com o meu pai. Que ainda hoje são o nosso braço direito e o nosso braço esquerdo, literalmente”.
A jovem psicóloga, que continua a exercer, admite que o que a levou a dar continuidade ao legado do pai foi “o legado que ele deixou, as condições que ele deixou e pesou também os produtores pelo facto de ser uma ilha pequena e nos conhecermos, e ter sido abordada por alguns produtores. Juntando estes factores, tudo ajudou nesta tomada de decisão”.
Aos 35 anos, reconhece que muitas famílias dependiam da actividade de exportação do pai. E reconhece que “ninguém é insubstituível”, acreditando que caso não tivesse ficado com a empresa do pai “os produtores iam continuar a exportar, mas para a concorrência”. No entanto, Lissa Figueiredo recorda que “as qualidades que estes produtores viam no meu pai, o facto de ele ser uma pessoa honesta no seu negócio, de ser um pagador honesto, fez com que eu quisesse também dar esta continuidade”. E muitos produ- tores conseguem reconhecer na filha muitas das qualidades que o pai se honrava de imprimir no negócio.
Em que consiste exportar gado?
Para Lissa e para a irmã, agarrar na empresa de exportação de gado “foi uma tarefa grande, atendendo a que nunca estivemos envolvidas no negócio. Nem o meu pai permitia. Nós nunca tomámos a iniciativa de querer saber mais, nem ele o permitia”.
O que é certo é que este negócio familiar teve seguimento e é Lissa a responsável deste “banco de três pernas” pelo embarque dos animais enquanto a irmã gere a parte da lavoura “com a ajuda preciosa da minha mãe, porque a minha mãe é muito activa e nos facilita este papel que herdámos”.
Mas voltando à exportação do gado, Lissa Maria Figueiredo começa por dizer que “para termos condições de exportar gado temos de ter um cliente. Um cliente fiável, que seja bom pagador, que possa servir como referência e até nisso tivemos a sorte do meu pai nos deixar. Temos um cliente no continente, para onde exportamos, e também para a Madeira”.
Depois há toa a questão dos preços da compra e da venda, “que vão sofrendo consoante outras condicionantes. Tivemos a pandemia, que mexeu um pouco com os preços, e vamos comprando e vendendo consoante os preços que estão sendo preconizados no mercado”.
Tendo o comprador e tendo estabelecido os preços – junto dos produtores e junto dos comprador – “ temos que fazer um levantamento do número médio de cabeças de gado que vamos ter por embarque para podermos fazer o pedido do número de contentores. Há sempre a parte burocrática, dos papéis nos serviços agrícolas para o número de animais que vai circular”. Burocracias tratadas, é preciso combinar com os produtores “o dia para fazer as pesagens, que normalmente é sempre no fim de semana antes do dia de embarque. Estou logo de manhã com eles, o gado é pesado, é dividido por contentores consoante raça, peso e sexo, tem de ser alimentado e tratado até ao dia do embarque. Nesse dia eles fazem o transporte do gado para o cais, é dividido já por contentores porque está já organizado internamente”. É feita toda a documentação dos animais, é feito todo o processo depois para a facturação. E faz-se o pagamento dos produtores.
A jovem psicóloga e empresária admite que há sempre um risco dos animais não serem pagos, não só para si mas para todo o sector. “É um risco elevado. Trabalhamos com quantias elevadas de dinheiro. Por isso digo que é importante o cliente ser uma referência e tivemos a sorte de ter ficado com um cliente que é uma referência. Era para o meu pai e era para os produtores locais”, explica.
Tal facto levou a que, em 2020, a empresa Evaristo Figueiredo tivesse “feito circular mil cabeças de gado. 67 contentores de animais vivos e pela primeira vez enviámos um contentor de vacas em carcaça, de gado abatido para a Madeira”, explica.
Falta de capacidade do matadouro
E aumentar a exportação de gado em carcaça? “É sempre um mercado a explorar, mas temos muitas coisas a melhorar na ilha”, afirma a empresária. Primeiro, há que melhorar a capacidade do matadouro. “Neste momento, o gado que mandamos em vivo, se fosse para ser enviado em carcaça era impossível, porque o matadouro não tem essa capacidade para fazer este escoamento”, afirma. Aliás, essa pouca capacidade instalada até fez com que o primeiro envio de carcaças para a Madeira tivesse e ser adiado. “No ano passado tivemos alguma dificuldade e acabámos por enviar este contentor em Setembro, mas a verdade é que o cliente queria mais cedo e como não tivemos lugar no matadouro, tivemos que adiar para Setembro. Por isso acho que ainda há muitas coisas a melhorar até termos capacidade” no matadouro local.
Até porque a carne açoriana, e mariense em particular, “é bem valorizada e reconhecida. E a carne de Santa Maria também se diferencia a nível Açores e no continente ainda mais”.
Pandemia trouxe constrangimentos
Apesar de valorizada a carne mariense também sofreu alguns constrangimentos com a pandemia de Covid-19. Lissa Maria Figueiredo confessa não ter noção de preços dos anos anteriores mas admite que “houve descida de preços que se tem atribuído à pandemia”. Mas o volume de cabeças de gado exportadas manteve-se quase inalterado, “porque os produtores mantêm-se e por isso a este nível não sentimos diferença. E não se deixou de consumir carne nem de produzir animais”.
Mas há outros constrangimentos que vieram alterar as rotinas de quem vive deste negócio.
A empresária explica que actualmente “a nossa maior dificuldade tem a ver com os tratadores de animais, porque nos tem sido impedido embarcar boieiros da nossa confiança”. Ou seja, antes da pandemia havia um “tratador [boieiro] que embarca no navio e acompanha os animais até ao desembarque. Está na lei que animais vivos sejam sempre acompanhados por um tratador de gado”.
Mas em tempos de pandemia “não é permitido pessoas estranhas à tripulação nestas viagens. O que tem acontecido é pagarmos directamente aos funcionários do navio para irem cuidando dos animais”, explica.
Constrangimentos por ser mulher?
Além dos constrangimentos trazidos pela pandemia, Lissa Maria Figueiredo confessa que houve outros constrangimentos quando no início decidiram manter e avançar com o negócio.
Ser mulher “foi um entrave. Sem dúvida. Isto é um ramo de homens”, admite embora esclareça que “pessoalmente acho que não há trabalho de homens nem trabalhos de mulheres, mas eu, a minha irmã e a minha mãe somos as únicas mulheres que estamos neste ramo aqui em Santa Maria. Para uma primeira vez é sempre motivo de estranheza”.
Talvez não por serem mulheres mas “talvez tenham duvidado até das nossas próprias intenções”. Ou seja, “se íamos fazer só aquele primeiro embarque que estava já planeado pelo meu pai, ou se isto ia ser uma coisa que ia ter continuidade”.
Quanto a isso, a empresária acredita que “temos o tempo a nosso favor e o tempo há-de mostrar que também vamos conseguir manter isto, até quando acharmos que é possível”. Confessa que ainda “não consigo comprar os animais a olho como o meu pai comprava e sabia o que fazia”, mas a intenção é manter o negócio, até para manter o legado do pai.
“O que costumamos dizer é que vamos manter o negócio até o último produtor mostrar interesse em nos vender o gado. Não nos podemos esquecer que além desta empresa de exportação de gado, temos uma lavoura própria. Ou seja, temos sempre gado nosso para exportar. Por isso a nossa intenção é manter” o negócio. E admite que “a exportação de gado no feminino em Santa Maria é algo para continuar. Nunca posso pensar nisto de forma individual, mas no feminino enquanto uma equipa de mulheres, mas que também tem homens importantes a colaborar. Os da família e os que estavam já connosco”.
E quando a incerteza ou os problemas batem à porta – e “em quase um ano de actividade, têm aparecido alguns problemas de difícil resolução” – o tal “banco de três pernas” quase nem pensa por si e a primeira coisa que tentam fazer “é pensar se fosse o pai, como é que ele faria ou geria esta situação? Pensamos sempre como é que o meu pai faria”. E tendo esta premissa como base, “tentamos fazer o melhor que podemos, sem a ambição de ser como ele”. O certo é que até agora tem resultado e esta empresa familiar, coordenada por três mulheres num mundo tradicionalmente masculino, tem conseguido vingar.
(Carla Dias – Atlântico Expresso de 15/02/2021)
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Muito sucesso!
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S MIG AÇORES COINCINERAÇÃO E PROMESSAS ELEITORAIS

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Paulo Estevao do PPM avançou, em 2020, com um processo judicial para travar a incineradora de São Miguel. Nuno Gomes do CDS São Miguel defendeu a “suspensão do concurso publico da incineradora”, pois “irá comprometer as metas de reciclagem definidas e trará pesados custos para a qualidade ambiental e sustentabilidade da nossa ilha!” O Grupo Parlamentar do CDS reafirma que pretende cumprir metas e tudo o que prometeu ao seu eleitorado. José Manuel Bolieiro enquanto Presidente da AMISM disse que para não ser necessária uma incineradora em São Miguel o Governo Regional teria de participar financeiramente na solução e durante a campanha prometeu que, caso fosse presidente do Governo dos Açores, viabilizaria o transporte de resíduos não recicláveis de São Miguel para a Terceira como forma de rentabilizar recursos existentes e garantir o cumprimento de metas. Não me digam que em política VALE TUDO!?!?
Do actual Governo e da composição parlamentar em funções, fazem parte algumas figuras que, durante os últimos anos, se opuseram a esta ideia irresponsável de construir uma segunda incineradora nos Açores:
– Pedro Nascimento Cabral (PSD / líder da bancada social democrata),
– António Neto Viveiros (PSD / deputado),
– Duarte Freitas (PSD / Secretário Regional do coesão regional, juventude, emprego e qualificação profissional),
– Joaquim Bastos e Silva (PSD / Secretário Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública),
– Sofia Ribeiro (PSD / Secretária Regional da Educação),
– Manuel São João (PPM / Secretário Regional do Mar),
– Catarina Furtado (PSD / Diretora Regional do Ambiente),
– Nuno Gomes (CDS / Diretor Regional do Emprego),
– Paulo Nascimento Cabral (chefe de gabinete do Presidente do Governo e antigo dirigente da Quercus),
– Nuno Barata Almeida e Sousa (Iniciativa Liberal / deputado),
– Paulo Estêvão (PPM / deputado / autor de uma acção judicial contra a incineradora da MUSAMI),
– Bloco de Esquerda,
– PAN
Candidato do CDS defende suspensão da construção de incineradora em São Miguel
cdsacores.pt
Candidato do CDS defende suspensão da construção de incineradora em São Miguel
O candidato do CDS/PP às próximas eleições legislativas regionais pelo círculo de São Miguel, Nuno de Bettencourt Gomes, defendeu que o projeto de construção de uma incineradora em São Miguel deve ser suspenso e reavaliado em face das alternativas existentes e da falta de um estudo de impac…
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Muito boa ideia chapar os nomes no domínio público, para memória futura 🙂
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multas por apanhar sol

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11 h
Num dia em que as temperaturas ultrapassaram os 20 graus, muitos foram os Portugueses que apesar do confinamento foram passearam à beira mar.
Dia de namorados soalheiro acaba com multas
rtp.pt
Dia de namorados soalheiro acaba com multas
Num dia em que as temperaturas ultrapassaram os 20 graus, muitos foram os Portugueses que apesar do confinamento foram passearam à beira mar.