BILL GATES o homem que queria ser deus do clima

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BEM-VINDOS Â ENGENHARIA CLIMÁTICA
por António Guerreiro – Público
«Como Evitar um Desastre Climático é o título do último livro de Bill Gates, publicado simultaneamente em vários países (incluindo Portugal). A um “optimista global”, com projectos globais e riqueza global, deve corresponder um livro global com recepção global. Numa entrevista ao PÚBLICO (feita por Patrícia Carvalho e Pedro Rios) publicada na passada segunda-feira, o fundador da Microsoft reafirma que é preciso interromper o desastre climático iminente. Como bom optimista, Gates acredita que estamos a tempo de evitá-lo, eliminando as emissões de gases com efeito de estufa, conseguindo chegar ao nível zero das emissões de dióxido de carbono, sem no entanto “mudar o nível de vida dos países ricos”. Isso, diz ele, “não resolve as alterações climáticas”. E para encerrar o seu pensamento benemérito acrescenta que não se pode subtrair aos países pobres ou em vias de desenvolvimento o objectivo de chegar ao patamar dos países ricos. Como é que se consegue este resultado prodigioso? Através da inovação, diz este “optimista em relação à inovação”.
Para o cumprimento deste programa, o ecologista ecuménico Bill Gates evita qualquer palavra que evoque, nem que seja ao de leve, uma ecologia política. Sobretudo, nada de ecologia política, já que as mudanças necessárias reclamam outra coisa: as forças prometeicas da inovação tecnológica. Podem, pois, todos os poderes e decisores políticos estar descansados que pelo lado da mecenática Fundação Gates não há adversários nem inimigos a identificar e a combater, há apenas investimentos bilionários a fazer. E eles são, afinal, muitas vezes empresariais e lucrativos, embora cobertos pelo doce manto do Grande Mecenas.
Inovar, fazer, construir. Bill Gates é o exemplo extremo da categoria dos geo-construtivistas (sirvo-me de um conceito que o filósofo francês Frédéric Neyrat usa e desenvolve em La part incontructible de la Terra. Critique du géo-constructivisme). O seu optimismo emerge da convicção de que o que há a fazer para evitar um desastre ecológico é reciclar o projecto da modernidade científica, refazer o que foi mal feito com os instrumentos que a ciência e a ficção científica nos fornecem, reconstruir o que foi erradamente construído. Se os homens conquistaram o poder imenso de fazer mal à Terra, se esse superpoder até se tornou a força que determinou a entrada numa nova era geológica que dois cientistas, Paul Crutzer (falecido no mês passado) e Eugene Stoermer, baptizaram com o nome de Antropoceno, então também têm o poder de a reparar. Como? Através de projectos de geo-engenharia em grande escala.
Na sua última crónica no Diário de Notícias, intitulada Os Donos Disto Tudo, Viriato Soromenho-Marques, com o seu reconhecido saber nestas matérias (em que é também, entre nós, pioneiro), relatava uma experiência que terá lugar em Junho, na cidade sueca de Kiruna, dando início à realização de um projecto de geo-engenharia (ou, como prefere a Academia das Ciências dos Estados Unidos, de “intervenção climática”). Esse programa, informa-nos Viriato Soromenho-Marques, é financiado por Bill Gates, um dos “donos disto tudo”. Com esse projecto, “designado pelo acrónimo SCoPEx, que pode ser traduzido para português como ‘experiência de perturbação estratosférica controlada’ (…) o que se pretende é disseminar partículas não tóxicas de carbono de cálcio (CaCO3) para avaliar a sua capacidade de diminuir a radiação solar (…), tentando deste modo indirecto contrariar o processo do aquecimento global” (explica V. S.-M.😉. Um mundo regido por este espírito da engenharia climática (que, de resto, já Paul Crutzer tinha inaugurado com um célebre artigo de 2006, onde propunha que se injectasse enxofre na estratosfera para aumentar o poder reflector) é um mundo de pesadelo, até no plano geo-político, porque não prevê os efeitos secundários e involuntários nem tem em conta as diversidades locais: é um projecto de globalização climática, em que a Terra seria dotada de um termostato globalmente regulado pelos geo-construtivistas que transformam o nosso planeta numa máquina que pode ser pilotada por quem tem um poder absoluto. Com o seu optimismo sinistro de feição filantrópica, Bill Gates cauciona um grito triunfante para ser ouvido em todos os cantos desta nossa nave posta nos eixos: Welcome to the climate engineering!»
ANTÓNIO GUERREIRO
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a magia do pico

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Montanha mágica.

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o monstruoso padre abusador do Oe-Cusse

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Vítimas de ex-padre que será julgado em Timor-Leste tinham calendário para abusos
*** António Sampaio, da agência Lusa ***
Pante Macassar, Timor-Leste, 21 fev 2021 (Lusa) – As vítimas do ex-padre norte-americano que segunda-feira começa a ser julgado em Timor-Leste por abuso sexual de crianças no orfanato que liderava, no enclave de Oecusse sabiam, de antemão, quem tinha de estar, cada noite, com o homem.
“Havia uma lista com os nomes das meninas na porta dele, por isso sabíamos que era a nossa vez. Todas as meninas tinham de ir lá. Não havia exceções”, conta uma das vítimas, num dos poucos depoimentos sobre o caso conhecidos até hoje, divulgado pela organização Fokupers.
Richard Daschbach, hoje com 84, viveu décadas em Oecusse, liderando o orfanato de Topu Honis por onde passaram centenas de crianças e que contava até com o apoio de doadores internacionais.
Na segunda-feira começa a ser julgado por abuso sexual de crianças, pornografia infantil e violência doméstica.
Por trás da face humanitária e de solidariedade, que elevaram Daschbach ao estatuto de quase figura mítica na região e entre alguns dos seus apoiantes, havia abusos sexuais regulares a menores, a que só escapavam os meninos.
“Eu não sabia nada. E não perguntei nada. Fui com as outras. Naquela vez estávamos três meninas no quarto. E foi quando as coisas más aconteceram. E fiquei surpreendida que as meninas ficavam caladas. O pai nem precisava de nos ameaçar. Ficávamos caladas. Ninguém falava de nada”, contou a jovem no depoimento divulgado pela organização.
A jovem explica que o então padre – a quem chama ‘pai’ – nunca dizia por palavras o que queria, mas sim por gestos, incluindo masturbação, sexo oral e toques, agarrando as meninas para mostrar o que queria que fizessem.
“E tínhamos de fazer várias vezes. Pegava nas nossas mãos e punha-as no corpo e queria que o agarrássemos” nas suas partes privadas, disse a jovem.
“Enquanto criança eu pensava que as partes privadas do pai não deviam estar na minha boca”, disse a vítima, que não é identificada “para sua proteção”.
Outra vítima, cujo depoimento foi divulgado pela publicação online timorense Neon Metin, confirma a natureza regular dos abusos e garante que as mulheres e homens do orfanato sabiam e que nenhuma menina escapava.
As crianças descrevem que, no geral, eram bem cuidadas, especialmente quando contrastando com as situações que viviam na comunidade, e que no início havia paz e tranquilidade. Exceto ao final das tardes.
“Sentávamo-nos todos juntos para rezar, raparigas e rapazes. E alguém ficava ao colo dele. Depois de rezar alguns iam-se embora e a que se sentava no colo era a que ia passar a noite com ele no quarto e na cama. Na noite seguinte, haveria outra rapariga”, conta.
“As pessoas que trabalhavam no orfanato sabiam de tudo. Havia uma lista com os nossos nomes. Esta noite sou eu. Amanhã à noite era outra rapariga. Ou às vezes via-nos sentadas juntas e entrava e escolhia quem queria naquela noite. Ele próprio, o próprio padre, dizia ‘esta noite dormes comigo’”, contou a vítima.
Apesar da Topu Honis ser um orfanato, havia muitas crianças com pai e mãe ali acolhidas, uma forma de procurar melhores condições para as meninas que, em casa, não tinha comida ou as condições mínimas.
“Os nossos pais não podiam pagar nada. E ele cuidou de nós. Então, quando estava a abusar de nós sexualmente, ficávamos caladas! Todas nós, raparigas, passámos por isso. Dormi com ele como mulher e marido”, conta, descrevendo depois toques sexuais, sexo oral e penetração.
Às vezes, a situação repetia-se à tarde, ou quando algumas das crianças tomavam banho e, caso alguém não quisesse, eram “as senhoras do orfanato” que mandavam as crianças para o quarto.
“As senhoras ficavam chateadas e diziam que tínhamos de dormir com ele porque durante as orações ele escolhia quem vai dormir com ele. Não gosto desta coisa má na minha vida”.
Quando o caso começou a ser conhecido publicamente, os rapazes do orfanato diziam que também sabiam do abuso que acontecia às meninas e chegaram a ameaçar bater a quem falasse.
“Ameaçaram bater-nos. É por isso que algumas das raparigas não falam porque têm medo de ser espancadas por homens”, conta.
“Sinto amargura e vergonha. Falo agora, publicamente, como um exemplo para as minhas irmãs mais novas. Se acontecer, não se escondam. Espero que nos ajudem a todas a ter justiça”, disse.
Fontes conhecedoras do processo recordam que fazer avançar o caso foi mais fácil no Vaticano, que reagiu relativamente depressa e acabou por expulsar o padre do sacerdócio, do que no sistema de justiça timorense.
Um compasso de espera que permitiu a Dashbach, já depois de ser condenado pela Santa Sé, continuar a viver livremente na mesma comunidade onde os abusos foram cometidos, a região de Kutete, a cerca de 25 quilómetros da capital do enclave, mas a “duas horas de tempo” de viagem, como se descrevem as distâncias na região.
Agora, depois de ser detido e de estar em prisão domiciliar, regressou a Oecusse para ser julgado.
Dada a natureza do caso, o julgamento decorre à porta fechada, com o coletivo de três juízes a ouvir primeiro a leitura da acusação, pelo Ministério Público, antes de dar oportunidade a Daschbach para que faça uma declaração.
A declaração, de culpa ou de inocência, ou o eventual silêncio, determinarão depois o andamento do processo.
ASP // FPA
Lusa/Fim
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Associações na diáspora são decisivas na promoção de língua materna – Jornal Açores 9

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Falando à Lusa por ocasião do Dia Internacional da Língua Materna, a docente, 72 anos, destaca o papel das associações, no esforço de manter unidos às raízes as gerações mais novas. “Muitas pessoas criticam porque as associações não fazem isto, considero que em comunidades como a que temos em Toronto, temos a sorte de ter […]

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textos sobre todo o mundo em AICL WWW.LUSOFONIAS.NET

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conhece Timor, aqui há dezenas de filmes desde 1930 a 2020

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conhece os AÇORES aqui há centenas de filmes de todas as ilhas

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conhece os cadernos de estudos açorianos sobre autores do arquipélago?

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CHRÓNICAÇORES crítica, análise, premonições 2005-2021

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A CAMARA DE LISBOA BOA NA DESTRUIÇAO PATRIMONIAL

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Ver para crer (e mesmo aí, espantar)!! A Câmara de Lisboa fez demolir o chalé-escola Froebel no Jardim da Estrela. Quem responderá por este CRIME? O vereador Sá Fernandes que diz «logo se vê»?
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  • A que propósito?
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    • Franco Caruso

      Vão fazer uma estação de educação ecológica, demolindo a instituição pioneira do jardim de infância alemão…

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SANTA MARIA 1961 A EVACUAÃO E A AMEAÇA NUCLEAR

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Rosélio Reis

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Isabel Biscaia

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A evacuação do aeroporto
Houve em Santa Maria um outro 25 de Abril com muita importância política de que pouca gente se lembra, sendo que quase ninguém teve conhecimento do seu significado, da sua utilidade e do seu contexto. A informação era escassa e protegida pela censura oficial que reinava e era determinante para que o português comum não se “alarmasse”. Ainda hoje em dia pouca gente consegue arranjar uma explicação: porque se deu a evacuação do aeroporto de Santa Maria?
Santa Maria e, na generalidade, Portugal e o arquipélago dos Açores com a Base das Lajes e o aeroporto de Santa Maria, sempre foram aliados dos Estados Unidos. E ninguém ignorava que estes dois aeroportos seriam pontos-chave a eliminar no caso de surgir uma convulsão entre os Estados Unidos e a União Soviética, países em que reinava, desde 1945, uma guerra fria. Era mais do que natural que, no caso de essa guerra “aquecer”, seria uma estratégia da União Soviética fazer desaparecer aqueles dois pontos.
Entretanto, a falta de liberdade de imprensa escamoteou os contornos noticiosos que poderiam ter originado um grande conflito entre as duas partes e ter levado ao deflagrar da pior guerra que se pode imaginar: a invasão da Baía dos Porcos em Cuba.
Kennedy tinha tomado o poder há pouco tempo nos Estados Unidos. Foi quase de imediato confrontado com uma situação muito melindrosa que estava sendo desenvolvida pela sua polícia secreta: acabar com o domínio de Fidel Castro em Cuba. Para isso a C.I.A. havia recorrido à vasta colónia de exilados cubanos que viviam nos Estados Unidos, na Florida. Foi tudo feito com recurso à intriga em que, através de imagens falsas, se procurou demonstrar que teriam sido os cubanos de Cuba a dar início ao processo. E foi assim que se partiu, com todo o armamento necessário e com o apoio camuflado da armada e da força aérea dos E.U.A., para uma invasão que deu para o torto, em meados de Abril de 1961. Sofreu uma estrondosa derrota esta operação frente ao exército de Fidel Castro. Os Estados Unidos tiveram que pagar fortunas pela libertação dos seus cidadãos que tinham intervindo na operação. A maior parte dos apoiantes cubanos foram sumariamente executados ou levaram penas de prisão que chegaram aos 30 anos.
O pior estava para vir. Fidel Castro pediu apoio à União Soviética, para evitar futuras aventuras dos Estados Unidos. Khrutschev não se fez rogado e prometeu instalar uma base de mísseis nucleares balísticos em território cubano. Era uma proteção extra para o regime cubano que poderia, em 15 minutos, dada a curta distância a que fica o território inimigo, lançar uma ataque de dimensões gigantescas. A construção da base viria a ser detetada quase de imediato pelos aviões de espionagem americanos U2. O clima entre as duas superpotências viria a azedar de tal modo que, quando uma frota da URSS já caminhava para Cuba para instalar os mísseis, acabou por regressar à base, numa atitude de extrema cautela e de ponderação perante as ameaças dos Estados Unidos. Isso levou à obrigação do desmantelamento por parte dos EUA das bases de mísseis na Turquia e ao compromisso de nunca tentar invadir Cuba.
É nesse contexto, e no clima de insegurança que se viveu naquele período, que se inseriu o exercício de evacuação do aeroporto de Santa Maria. No dia 10 de Outubro de 1961 rebentou um foguete no açucareiro. Era o sinal combinado. Toda a gente saiu de casa, fechou as portas à chave e ficou a aguardar o transporte que se fez de imediato para o local combinado. Numa operação bem organizada pela direção do aeroporto, todo o pessoal é levado para um lugar ermo no caminho do Monteiro, entre São Pedro e Almagreira. O destacamento militar alojado na Bela Vista foi chamado a colaborar e a gerir a segurança da operação. Também ficou responsável por fazer a patrulha de todo o aeroporto e das habitações abandonadas. Cumpria-se assim a Ordem de Serviço nº 37, de 25 de Abril de 1961, que dizia, na sua parte final:
“Todo o resto da operação deverá executar-se completamente, à excepção feita do transporte de doentes e pessoas idosas, recomendando-se a toda a população o maior esforço, boa vontade e confiança, para que esta operação decorra de maneira eficiente e se possa garantir uma execução perfeita em situações de emergência que venham a surgir. Assinado: Alexandre Negrão.”
Todo o pessoal achou piada ao exercício que decorreu com grande êxito. E, passados que são quase 60 anos sobre a operação, ainda pouca gente saberá quais foram os reais motivos para que a mesma se fizesse.
O meu agradecimento à Isabel Biscaia e ao Memórias de Santa Maria que me cederam algumas fotos e alguma informação.
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Luís Botelho and 62 others
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  • Na verdade, a distância a que fica o Monteiro não dava nenhuma garantia de segurança em caso de ataque nuclear. Nem em parte nenhuma da ilha… Nem sequer S,Miguel estaria seguro. Mas no caso de um ataque tradicional já não digo o mesmo!
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BARCOS DOS AÇORES

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Ferry "Gilberto Mariano" saiu da doca seca do estaleiro Navalria
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Ferry “Gilberto Mariano” saiu da doca seca do estaleiro Navalria
O ferry açoriano “Gilberto Mariano” da companhia Atlântico Line, S.A., saiu pelas 10h15m, da doca seca do estaleiro Navalria, na Gafanha da …
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CHOVEU??? CASCAIS INUNDOU

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Dezenas de lojas comerciais e restaurantes ficaram alagados e com prejuízos.
Cascais, zona baixa inundada
DUASLINHAS.PT
Cascais, zona baixa inundada
Sempre que chove muito, a baixa de Cascais fica inundada. Acontece com frequência
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2 SISMOS NOS AÇORES

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Dois sismos sentidos nos Açores: Um de magnitude 2.5 e outro de 3.4 (Richter) – infocul.pt
INFOCUL.PT
Dois sismos sentidos nos Açores: Um de magnitude 2.5 e outro de 3.4 (Richter) – infocul.pt
Dois sismos foram registados no Faial, Açores, este sábado. Segundo o Instituto Português do Mar e Atmosfera, o primeiro de magnitude 2.5 (Richter) e o segundo de 3.4 (Richter). Acrescentar ainda que o primeiro foi 8H18 e o segundo pelas 14H05. Um sismo de magnitude 1.4 foi registado, este doming…
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