Trabalhadores da Rede de Apoio ao Cidadão dos Açores querem negociar carreiras – Jornal Açores 9

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“O SINTAP enviou ontem [segunda-feira] ao secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública um ofício pedindo a abertura do processo negocial tendente a discutir a valorização profissional e remuneratória dos trabalhadores e assistentes técnicos da RIAC, Rede Integrada de Apoio ao Cidadão dos Açores”, informa o SINTAP, numa nota enviada às redações. Estes trabalhadores […]

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Por que as árvores crescem mais rápido nas cidades do que no campo? – BBC News Brasil

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Diferença de tamanho chega a 25% em espécimes com 50 anos de idade; fenômeno climático está na raiz do problema, segundo pesquisadores.

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The Oldest? 17,300-Year-Old Kangaroo Painting Discovered in Australia | Ancient Origins

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A life size red ochre kangaroo painting has been discovered in Australia. The ancient artwork has been dated to around 17,300 years old and the researchers are calling it “the oldest dated painted

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MORREU UM DOS POETAS QUE MAIS ME MARCOU Lawrence Ferlinghetti,

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«Estamos tristes por anunciar que Lawrence Ferlinghetti, distinto poeta americano, artista e fundador da City Lights Booksellers and Publishers, morreu em San Francisco, Califórnia. Ele tinha 101 anos.»
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We are sad to announce that Lawrence Ferlinghetti, distinguished American poet, artist, and founder of City Lights Booksellers and Publishers, has died in San Francisco, California. He was 101 years old.
Ferlinghetti was instrumental in democratizing American literature by creating (with Peter D. Martin) the country’s first all-paperback bookstore in 1953, jumpstarting a movement to make diverse and inexpensive quality books widely available. He envisioned the bookstore as a “Literary Meeting Place,” where writers and readers could congregate to shares ideas about poetry, fiction, politics, and the arts. Two years later, in 1955, he launched City Lights Publishers with the objective of stirring an “international dissident ferment.” His inaugural edition was the first volume of the City Lights Pocket Poets Series, which proved to be a seminal force in shaping American poetry.
Ferlinghetti is the author of one of the best-selling poetry books of all time, A Coney Island of the Mind, among many other works. He continued to write and publish new work up until he was 100 years old, and his work has earned him a place in the American canon.
For over sixty years, those of us who have worked with him at City Lights have been inspired by his knowledge and love of literature, his courage in defense of the right to freedom of expression, and his vital role as an American cultural ambassador. His curiosity was unbounded and his enthusiasm was infectious, and we will miss him greatly.
We intend to build on Ferlinghetti’s vision and honor his memory by sustaining City Lights into the future as a center for open intellectual inquiry and commitment to literary culture and progressive politics. Though we mourn his passing, we celebrate his many contributions and give thanks for all the years we were able to work by his side.
We love you, Lawrence. 💖
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Revista “Arqueologia Moderna e Contemporânea”,

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É com gosto que anuncio o lançamento online da Revista “Arqueologia Moderna e Contemporânea”, n.º 2 do CEAM.
Apesar de escrito há já algum tempo, é sempre bom ver um trabalho publicado numa prestigiada revista, neste caso do nosso arquipélago irmão, em conjunto com vários colegas e temas interessantes. Boas leituras! 😊
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NEVE NAS FLORES II

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Licínio Manuel Vicente Tomás

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Flores,
Pico dos Sete Pés,
23-02-21
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a beleza deste mosteiro indiano

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A huge Phuktal Gompa built to cover the steep cliff slopes . It is a monastery in the Zanskar region located in the northern part of Delhi, North India
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Elsa Cardoso Vicente and 13 others
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mais nove poços geotérmicos

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Região vai contar com mais 9 poços geotérmicos (Vídeo) - Local - RTP Açores - RTP
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Região vai contar com mais 9 poços geotérmicos (Vídeo) – Local – RTP Açores – RTP
O peso da geotermia nas energias renováveis dos Açores é cada vez …
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neve nas flores

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Ilha das Flores…

Nas Flores 23/02/2021…
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0:25 / 0:28
Cai neve
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flores hoje 🙂 neve acima dos 700/800 metros -2 graus

Flores,
23-02-21

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Médico espanhol atravessa a pé, todos os dias, a fronteira clandestina em Melgaço

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A TSF entrevistou o clínico quando este regressava a Espanha.

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Obra de restauro arranca com demolição de chalet histórico 

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Nova biblioteca respeitará conceção original do edifício no Jardim da Estrela, assegura Câmara de Lisboa. Projeto previa aproveitar materiais e reabilitar, denuncia Movimento Fórum Cidadania Lx.

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só estão fechadas escolas em Portugal e Lituânia

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  • Porquê advogarem as máscaras para mais de 6 anos? Onde é que está comprovada a eficácia desta medida?
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ANGOLA 2 histórias de uma revolta anticolonial

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A REVOLTA DA BAIXA DO CASSANGE
Ontem a historiadora Raquel Varela dizia na RTP3 que não temos memória porque Portugal convive muito mal com o seu passado colonial que, segundo ela, é um passado brutal. E para provar que assim é, afirmou que a maioria dos portugueses que a estavam a ouvir “não faz a mínima ideia que a guerra colonial começa com um massacre de trabalhadores em greve, de uma zona e de uma empresa que é a Cotonang. Eram trabalhadores forçados, portanto trabalhadores obrigados a trabalhar, que entram em greve por serem trabalhadores forçados, no norte de Angola, e são regados com napalm pelo Exército português, cinco a dez mil terão sido mortos.” Esclareceu ainda a historiadora que “é partir daí, aliás, que se dá o massacre da UPA, que toda a gente conhece em Portugal e o MPLA decide pegar em armas.”
Não posso falar pelos outros portugueses que a ouviam mas eu que estudei o que se passou há 60 anos na Baixa do Cassange, um território a leste de Malange com uma área duas vezes a de Portugal continental, tenho memória dos acontecimentos e algumas dúvidas sobre o rigor da narrativa da historiadora. E nesta coisa da memória histórica, tão negativa é a omissão como a distorção dos factos.
Em primeiro lugar, não foram trabalhadores de uma empresa que fizeram greve. O que ficou conhecido pela revolta da Baixa do Cassange não foi um conflito laboral, foi a luta de uma população contra uma das formas mais vergonhosas de exploração colonial.
O modelo criado pelos belgas foi copiado pelo Estado Novo na década de 1930 em Moçambique, onde o algodão deixou de ser cultivado por empresas privadas que para isso tinham ao seu serviço trabalhadores negros (algodão branco) para passar a ser cultivado obrigatoriamente pelos habitantes de vastos territórios que eram concessionados a empresas, em regra de capitais estrangeiros (algodão negro). As concessionárias eram verdadeiros estados dentro do estado colonial e actuavam com a cumplicidade das autoridades administrativas e policiais portuguesas, normalmente sem respeito pela lei porque era necessário promover “a cultura obrigatória do algodão pelos indígenas por quaisquer processos que se reconheçam convenientes.”
As concessionárias tinham sob a sua jurisdição vastas áreas de concessão onde encarregavam as famílias residentes de plantar algodão. A cada uma destas famílias era atribuída uma determinada área de terreno para desbaste e cultivo, para o que lhes era fornecida a semente, cabendo à empresa concessionária a organização de mercados de venda e o monopólio da compra do produto final, ao preço que queriam.
A cultura obrigatória do algodão foi introduzida em Angola em Março de 1947, quando a Companhia Geral dos Algodões de Angola, um consórcio luso-belga criada em 1926 e conhecida por Cotonang, conseguiu uma concessão na vasta zona a Leste e Oeste de Malange cobrindo uns 80 mil quilómetros quadrados, quase a área de Portugal. A outra firma, a Lagos & Irmão, foi também concessionada uma zona da extensa planície ao longo do rio Cuango a que os portugueses chamaram Baixa do Cassange. Os agricultores africanos, uns 150 mil organizados em 35 mil famílias, eram coagidos a cultivar cerca de 5 mil toneladas por ano de algodão que tinham de vender à Cotonang e à Lagos & Irmão, a preços fixos, abaixo dos do mercado, num valor 5 a 6 vezes menor do que o preço mundial. Não havia salários para os seu trabalho e os riscos da colheita eram involuntária e integralmente assumidos por eles.
Com a independência do Congo Belga em 1960 e por influência de militantes do Parti Solidaire African (PSA) congolês, a população da Baixa do Cassange desencadeou acções contra os agentes das concessionárias e as autoridades portuguesas, em especial a partir de Janeiro de 1961. A repressão da Pide, do Exército e da Força Aérea durante o mês de Fevereiro foi violenta e a revolta foi neutralizada em Março. Quatro meses depois saiu uma lei que acabou com a cultura obrigatória do algodão, dando um golpe importante nas companhias concessionárias.
Certamente que a revolta influenciou acontecimentos futuros mas parece-me pouco rigoroso afirmar que a guerra colonial começou com os massacres (não apenas um massacre) das populações da Baixa do Cassange, massacres cujos contornos e dimensão não são conhecidos ao certo.
Sabe-se que foram mortos centenas de africanos em várias acções repressivas embora nada indique que tenha sido utilizado napalm. Parece também ser possível afirmar que a rebelião teve um carácter espontâneo e localizado e talvez por isso nenhum dos movimentos de libertação angolanos tenha reivindicado a autoria da acção. Quanto ao número exacto de mortos, tenha sido mil, cinco mil ou dez mil, será sempre uma incógnita.
(Apanha do algodão, 1961. Desenho de Henrique Abranches)
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  • Bem mais uma historia sobre o colonialismo português em Africa Será que esta é real Ela há tantas que já é difícil saber qual a verdadeira Vamos esperar que apareça alguém que nos conte de fato e com verdade o que se passou Vai ser difícil
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EÇA NA MIRA DOS LAVADORES DA HISTÓRIA

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“Os Maias” contêm linguagem racista, diz palestrante nos EUA - RFM
RFM.SAPO.PT
“Os Maias” contêm linguagem racista, diz palestrante nos EUA – RFM
NUMA PALESTRA ONLINE DA UNIVERSIDADE DE MASSACHUSETTS, A PROFESSORA DOUTORANDA VANUSA VERA-CRUZ LIMA DEFENDEU QUE “OS MAIAS”, DE EÇA DE QUEIRÓS, SÃO UMA OBRA RACISTA
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Mãe deixa cinco filhos sozinhos em casa durante vários dias. Situação inédita, dizem autoridades

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A PSP resgatou as crianças, com idades entre 1 e 12 anos. Estavam sujas e rodeadas de lixo, ao cuidado de um irmão. Os menores foram reencaminhados para uma instituição. A mãe vai ser ouvida pelo Ministério Público que abriu um processo-crime. A mulher responde pelo crime de abandono.

Source: Mãe deixa cinco filhos sozinhos em casa durante vários dias. Situação inédita, dizem autoridades

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