a loucura chegou áà música????

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os milhões nunca prometidos

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Há tanto Açoriano que votou anos em Vasco Cordeiro a sentir-se tão enganado. Tudo isto era por demais evidente. Uma grande e comprida farsa que o PS/A levou a cena durante muitos anos, e, não nos esqueçamos, com os Açorianos a aplaudirem de pé.
República nunca prometeu atribuir 720 ME aos Açores
ACORIANOORIENTAL.PT
República nunca prometeu atribuir 720 ME aos Açores
Governo da República informou que estimava atribuir 649 milhões de euros aos Açores, com referência a preços constantes de 2018. Antigo Governo Regional avaliou a medida em 720 milhões, mas apenas chegaram 580 milhões no Plano de Recuperação.
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as relheiras de Malta

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The islands of Malta and Gozo in the Maltese archipelago are scarred with hundreds, if not thousands, of parallel lines seemingly cut deep into the stone. These ancient grooves have puzzled experts for centuries. Some of the strange tracks deliberately plunge off cliffs or continue off land and into the ocean. Who made these enigmatic tracks, and why?
Prehistoric Lines Across Malta Defy Explanation: The Cart Ruts of Misrah Ghar il-Kbir
ANCIENT-ORIGINS.NET
Prehistoric Lines Across Malta Defy Explanation: The Cart Ruts of Misrah Ghar il-Kbir
The islands of Malta and Gozo in the Maltese archipelago
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osvaldo cabral, solidários?

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Solidários?
Ao voto de protesto contra o Governo da República, aprovado ontem no parlamento açoriano, devido à falta de compromisso no caso do furacão Lorenzo, devia ser acrescentada a falta de solidariedade às Regiões Autónomas no processo de vacinação.
Não se percebe qual o critério adoptado pelo Governo de António Costa relativamente aos 2% de doses de vacinas para os dois arquipélagos, quando o mesmo vem agora anunciar que para os PALOP serão 5% das doses recebidas.
É, mais uma vez, a prova do sentido de solidariedade e prioridade que se instalou no Terreiro do Paço para com as populações insulares!
Já aqui tínhamos defendido, por mais de uma vez, que as duas regiões, no meio do Atlântico, eram uma oportunidade para o país demonstrar ao mundo como poderíamos ser território-teste para a imunidade de grupo.
Não seria nenhum favor, como muito bem vem agora reconhecer a Comissão Europeia, dizendo que as ultraperiferias merecem discriminação positiva, como manda o Tratado Europeu.
O problema é que a Comissão Europeia, ela própria imersa em enorme trapalhada com a péssima negociação que fez com os laboratórios, empurra a responsabilidade para os estados-membros.
Ora, de Portugal, como já percebemos, não podemos esperar coisa melhor.
Atolados entre líderes nacionais e europeus de elevada mediocridade, só nos resta rezar para que tudo dê certo no meio da enorme confusão em que se encontra o processo de vacinação no país e na Europa.
É, por isso, que o voto de ontem no parlamento açoriano é importante, mas insuficiente.
Sem voz na Europa (e no país), devíamos ser mais ousados.
Como foram os nossos antepassados perante outras afrontas…
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 26/02/2021)

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evite 10 coisas na escócia

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Município da Madalena abate araucária no centro da Vila por razões de segurança | Azores High Rádio

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a queda de malaca

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Para os membros da seita dos Politicamente Corretos que têm a cabecinha parada no tempo e que acreditam que os povos todos do mundo viviam num Éden imaculado, sem violência nem cobiça, até chegarem lá os pérfidos portugueses…
Fall of the Malacca Sultanate | How 1000 Portuguese Soldiers Toppled an Empire
YOUTUBE.COM
Fall of the Malacca Sultanate | How 1000 Portuguese Soldiers Toppled an Empire
Malaysian history often centers around the Malacca Sultanate. The Malacca Sultanate was a diverse and prosperous merchant empire with extensive trade networ…
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fabulosa islândia

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As rochas de basalto, Islândia
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  • Fabuleux – un endroit merveilleux…
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ATESTADOS DE IMBECILIDADE

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Crónica televisiva de Waldemar Abreu, “Jornal de Barcelos” de 24/02/2021.
………………………………….
«ATESTADOS DE IMBECILIDADE
Há cerca de um mês, ali por meados de Janeiro, a minha sogra, já com uma idade avançada, teve um ligeiro achaque. Nada de especial, nada de grandes cuidados. Mas, à tabela, decidimos ligar para a linha Saúde 24. Confirmaram, do lado de lá, que a coisa não era grave, dispensava idas ao centro de saúde ou ao hospital. Gente atenta e simpática. À despedida, uma recomendação, veemente: “Não a deixem ver noticiários!”
Sim, na realidade a coisa tende a enfartar. Agora dá-lhes para as mutações do vírus. Nada de certezas, tudo especulações, mas aquela tropa não tem quaisquer dúvidas em abrir os noticiários com conversa que, até ver, carece de confirmação científica.
Liga-se a pantalha à hora dos telejornais e a conversa é sempre a mesma. Pela centésima vez, a crise da restauração. Há dias dei por um conhecido empresário da restauração no Norte do País a reclamar apoio do Governo para a comparticipação com as despesas de alcool gel e de máscaras. Não tarda vamos vê-los a pedirem subsídios para lhes lavarem o rabo com água de rosas. Com jeitinho, lá chegaremos!
A restauração já cansa. Mas, depois, temos, pela enésima vez, a crise no sector empresarial, a crise na aviação e a crise na indústria aeronáutica. E por aí fora. Quase tudo baseado em inquéritos efectuados pelas associações do sector que ninguém tem o cuidado de confirmar, no terreno. Mamam e impingem-nos aquilo com a maior das facilidades. E sem se rirem
Muitíssimo presente, também, a actividade no sector funerário, com especial destaque para a RTP 1. Primeiro dão-nos conta do número de mortes nos hospitais, já sem capacidade de armazenagem, depois são as funerárias, sem esquecer as morgues, que também já não aguentam. E claro, o número de mortes actual, sem paralelo nos últimos cem anos.
Temos de recuar aos tempos da troika para identificarmos falta de imaginação e acefalismo do mesmo calibre. Agora são as mortes, as mutações, as vacinas, as dificuldades do SNS. Na altura eram noticiários de hora e meia em que só se falava de economia, uma tristeza que devia ser objecto, urgente, de estudo, para nos dar a exacta medida da incapacidade editorial das TV. A EDP dava um espirro e era abertura de telejornais, a banca dava um peido e vomitavam-nos aquilo, o Passos Coelho, esse coveiro do País, pretendia carregar na malta da ferrugem com mais 6,7 por cento na TSU e era o máximo. Mas darem o homem, no minuto seguinte, a cantar e rir no Coliseu dos Recreios, isso já era demais para eles.
As TV’ já não tinham tomates para tanto… Sem esquecer, claro, aquelas vergonhosas conferências de imprensa de uns tecnocratas estrangeiros de segunda que nos diziam como é que iriamos ser entalados e as tv’s se regalavam a transmitir em directo. Era bom que esse grande formador de especialistas em aeródromos regressasse. Para agregar a direita, Ventura incluido, obviamente. E, já agora, para agregar a esquerda…
Voltemos ao início e à recomendação da linha Saúde 24: “Não a deixem ver noticiários!” A mim isto soa-me a atestado de imbecilidade passado a responsáveis editoriais das tv’s a que temos direito. E estou certo que este atestado é passado centenas de vezes ao dia aos utentes da linha Saúde 24.
No Jornal da Noite (SIC) do passado dia 10 de Fevereiro, longo trabalho dedicado aos resgates de um cão e de um veado. Imaginei-me a ver o “Dr. Pol”, ou um qualquer daqueles programas dedicados à vida selvagem que passam, ao domingo, na SIC ou na RTP1, ao final da manhã. E dei comigo a pensar se não haverá alguém, na SIC, que se dê ao trabalho de conferir alguma dignidade àquele noticiário. Será que já lá nem existe um Conselho de Redacção?»
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A HERANÇA LUSA EM CASAMANSA

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132 anos após Portugal deixar Casamansa, há 48 mil senegaleses a aprender português
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
132 anos após Portugal deixar Casamansa, há 48 mil senegaleses a aprender português
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António Barreto sobre revisionismo

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António Barreto sobre revisionismo (LER AQUI https://blog.lusofonias.net/2021/02/21/cronica-383-vamos-destruir-esses-monumentos-todos/)
.
Partilha do artigo publicado por Mtv24 Redação em 1 de Outubro de 2020 | 21:08
Uma profecia feita com a lucidez e o realismo de António Barreto. A LER com atenção, pois é deveras preocupante e já se encontra em desenvolvimento.
“Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objetivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objetos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitetos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos eretos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebatizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.”
António Barreto
Serão criadas comissões de correção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
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ESTRANHO CRÓNICA 385 nos céus um objeto não identificado

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CRÓNICA 385 nos céus um objeto não identificado 24.2.2021

Em 17.6.2016 escrevi:

. Comecemos por um evento surreal ontem à noite quando o meu filho João ao fechar as portadas das janelas me alertou para um objeto brilhante de cor alaranjada na direção sul, 5 a 10º abaixo da lua quase cheia…ele e a mãe tinham visto dois objetos similares, um dos quais desapareceu com uma velocidade astronómica sem se saber para onde. O outro, caraterizado por emitir luz para os lados e para baixo, em tom laranja ali permaneceu, depois desapareceu e tornou a voltar antes de desaparecer para o resto da noite. Cheguei a esta avançada idade de seis capicuas sem jamais ter observado algo semelhante, embora tenha lido e visto documentários sobre o tema centenas de vezes. Estou consciente das reproduções de eventos similares desde as civilizações mais antigas, mas nunca tinha sido privilegiado com uma visão pessoal do fenómeno UFO OVNI. Foi a primeira, sem explicação lógica, racional ou científica. Aceitemos como diz o povo “eles andem aí”.

 

Era uma noite calma e fria (9 ºC) estava no pátio perto da meia noite de dia 24.2.2021 a imaginar as 3 naves que aterraram em Marte nestes dias e mandam imagens de um planeta onde os iluminados pensam que a Humanidade irá viver no futuro quando tiverem concluído a atual fase de destruição da Terra como planeta habitável. Evoquei uma conversa nos idos de 20 julho 1069 quando Neil Armstrong alunou no nosso satélite natural, sendo o primeiro humano conhecido a fazê-lo e um aldeão na Eucísia me comentava que estava farto de olhar para a Lua e não via nada, por isso devia ser mentira que tivéssemos ido à Lua.

Ontem no pátio (a minha sala de chuto noturna) a tomar a minha dose de nicotina, antes de me deitar, quando olhava os céus em busca de Marte, vi algo estranho mesmo aqui por cima de casa, um objeto multicolorido a pairar a enorme altitude sem se mover (ontem dia 24.2.2021) entre as 24 e 00.20. estive longos minutos a certificar-me que estava imobilizado e não era um avião de longo curso. As estrelas têm luz , normalmente intermitente mas fixa, os aviões piscam as suas luzes multicolores e pode acompanhar-se o seu movimento ao cruzarem os céus na noite, esta estava a elevada altitude, fixa, pairando, com as luzes intermitentes numa cadência de cores sem nexo, ora azul, ora amarelado, ora vermelho, mas sempre com luz. Já vi – pelo menos uma vez – a ISS (estação espacial internacional) e vi-a mover-se lentamente (parecia mais lenta que um avião) e esta não se parecia nada com a ISS. Permaneci alguns minutos com a cabeça encostada ao pilar e um olho fechado a tentar descortinar se haveria movimento, vim abrir a janela da frente de casa e a coisa mantinha-se no seu pisca-pisca imóvel lá nas alturas. Assados vinte minutos subi à falsa a investigar melhor e peguei na máquina fotográfica, pressenti que podia ser um momento invulgar, foquei o zoom e obtive estas três imagens num mesmo minuto. A última é com o zoom no máximo. Não sei o que era mas não esperei tempo suficiente para a ver desaparecer a uma velocidade impossível como acontecera em 2016, fiquei sem saber se seria um satélite. Os cometas e asteroides não emitem estas luzes nem pairam. Mistérios que não chegaram para me tirarem o sono

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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aqui por cima de casa, objeto multicolorido a pairar a enorme altitude sem se mover ontem entre as 24 e 00.20 ISS?
Ana Franco, Artur Arêde and 8 others
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TIMOR FÁBRICA DA HEINEKEN EM RISCO DE FECHAR

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ENTREVISTA: Heineken em Timor-Leste em risco de fechar após anos de perdas – diretor
*** António Sampaio, da agência Lusa ***
Díli, 25 fev 2021 (Lusa) – Dois anos consecutivos de perdas, apesar de ajustes na produção e custos, deixaram em risco a unidade da Heineken em Timor-Leste, que poderá encerrar se as condições económicas do país não melhorarem, disse o responsável.
“Não, não temos tido retorno. Temos estado a perder dinheiro de forma consistente desde a abertura. Tivemos perdas grandes em 2019, e mais reduzidas em 2020, devido ao ajustamento que fizemos”, disse em entrevista à Lusa, Prasantha Manjuka, diretor da Heineken, empresa holandesa e segunda maior produtora de cerveja do mundo, sem precisar números.
“Sim, há um risco de fecho. Se as coisas não melhorarem, há a possibilidade de que a unidade feche”, considerou.
No intuito de responder à pressão económica do mercado, a empresa levou a cabo uma ampla reestruturação, procurando criar um modelo “mais sustentável de negócio, a trabalhar com menor volume”.
Transferir conhecimento de trabalhadores internacionais para locais, alterar processos, reduzir volume e deixar, por exemplo, de importar garrafas – que não são produzidas localmente – para se concentrar apenas em latas.
Em 2020, apesar de a fábrica estar fechada quase três meses, a empresa conseguiu manter e pagar aos trabalhadores, mas este ano foi reduziu funcionários.
Depois de nos anos anterior ter dispensado metade da força internacional, Manjuka explica que foi feito um acordo mútuo com 14 trabalhadores timorenses, a quem foi paga “uma compensação acima da definida na lei” para o despedimento. Mais seis estão a trabalhar com horários reduzidos.
“E se a situação continuar, teremos que tomar mais decisões difíceis”, admitiu.
De cerca de 125 funcionários permanentes, a Heineken tem hoje “menos de 100”, medidas consistentes com a situação local, mas também com a situação global do grupo.
Com mais de 250 marcas à venda em 170 países e com mais 165 cervejarias a funcionar em 70 países o grupo diz ser a “cervejeira mais internacional do mundo”. Mas a covid-19 teve um impacto significativo e o grupo registou no ano passado o primeiro ano de perdas desde o seu nascimento, em meados do século passado.
“A Heineken está em grandes mudanças a nível global e está a ajustar-se e isso coloca mais pressão sobre unidades como esta que estão a perder dinheiro. A economia mundial não vai mudar já. A empresa não continuará a manter um projeto que perde”, disse.
A Heineken é apenas mais uma das empresas afetada pela crise económica que em Timor-Leste se arrasta desde 2017 e que a pandemia da covid-19 só veio agravar, com centenas de empresas a pararem atividade ou a fecharem portas.
Prasantha Manjuka explicou que a empresa viveu a contração no mercado, que “deixou de ter a dimensão necessária” em termos de volume: se em 2016 a unidade produzia cerca de sete milhões de litros, a produção caiu agora para menos de quatro milhões.
“A fábrica foi criada para um certo volume, mas a economia, desde 2017 até agora, tem estado em queda. O consumo depende de as pessoas terem dinheiro. Sabemos que os timorenses consomem, mas o mercado de 2016 desceu 45%”, disse, estimando que o volume caiu de 8,5 milhões de litros de cerveja por ano, em 2015, para cerca de quatro milhões em 2020.
Além das marcas já estabelecidas – Bintang, Tiger e ABC – a Heineken tentou lançar dois produtos locais, o sumo Amigo e a cerveja Liurai, feita com cassava e que, no início chegou a implicar a compra a produtores locais de 600 mil quilos de pó de cassava. Agora é quase residual.
“No caso do Amigo, o produto era bom, mas não conseguimos competir com produtos equivalentes importados, muito baratos, da Indonésia, onde a produção é em escala e mais rentável. Tornou-se inviável e tivemos de parar”, explicou.
“A Liurai foi bem acolhida, mas tivemos que reduzir”, disse, salientando que, neste caso, a queda de procura deveu-se tanto à economia em geral, como à importação nos últimos anos de produtos vendidos como cerveja, mas com elevado grau alcoólico, que chega aos 20%, mas que continua a ser taxada da mesma forma que cerveja com teor mais reduzido.
“A Heineken manteve a Liurai nos 7,8% de teor alcoólico, mas depois estava a competir com produtos importados vendidos como cerveja, mas com um teor alcoólico quatro vezes maior”, disse.
“Consegue-se vender ‘cerveja’ com 20% de álcool em Timor-Leste, por 2.25 dólares porque a taxa é um nível fixo e não muda para as cervejas, independentemente do seu conteúdo alcoólico”, explicou.
“As pessoas olham para o valor e conseguem comprar algo com quatro vezes mais álcool por apenas 25 cêntimos mais”, sublinhou.
O Governo está a levar a cabo ajustes nesta questão tributária, aplicando diferentes níveis de impostos de acordo com o teor alcoólico dos produtos e isso tem que ser reforçado.
“Tem que haver diferentes níveis de impostos para as cervejas, de acordo com o teor que tem. Algo com 20% não pode ser considerada cerveja, especialmente porque em alguns dos casos nem está clara quem é a empresa que produz este tipo de bebidas”, afirmou.
Em 2015, quando o projeto – um investimento de quase 40 milhões de dólares (32,8 milhões de euros) – estava a arrancar, os responsáveis da Heineken mostravam-se otimistas sobre Timor-Leste.
A unidade fabril, inaugurada em janeiro de 2018, foi o primeiro grande investimento internacional timorense e o primeiro e até agora único projeto de grande dimensão no setor industrial no país.
“Na altura havia a previsão de novos projetos, falava-se do Greater Sunrise, da expetativa de crescimento do turismo. Era um ambiente promissor e as previsões da altura tornavam este investimento atrativo”, considerou.
“Olhamos não só para a população do país, mas para as perspetivas de crescimento em áreas como o turismo. Não foi errado, nesse contexto, investir nesta unidade”, disse, explicando que o objetivo foi sempre o mercado nacional”.
Hoje, a realidade é outra, e o futuro da primeira grande unidade fabril de Timor-Leste é incerto.
“O Governo tem dado alguns apoios à empresa, em termos de soluções temporárias. Mas não são suficientes para suster um negócio a longo prazo. É preciso fazer mais a nível macroeconómico, para que o dinheiro flua na economia”, disse.
ASP // JMC
Lusa/Fim
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  • Alarmante ver uma empresa como Heineken um dos grandes investimentos extrangeiros offshore em Timor-Leste esta em vias de falencia e nao ajude Timor-Leste em atrair investimento extrangeiro no país.
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ISRAEL VÁ AO BAR MAS VACINE-SE

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Insólitos de uma pandemia.
Israel, o país com maior taxa de imunização (40% da população já vacinada com pelo menos uma dose), decidiu, em parceria com as autoridades locais, abrir alguns bares que funcionam como centros de vacinação (para atrair a população sobretudo mais jovem), numa altura em que «há também cada vez mais israelitas que demonstram dúvidas sobre a eficácia da vacinação para combater a pandemia».
Bares transformam-se em locais de vacinação e oferecem bebidas aos vacinados
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Fantasma da Opera Legendado – YouTube

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