Unexplained Ancient Electrical Transformer Built in a Stone Discovered in Kosovo Mountains (Video) – Revealed

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Albert Einstein was one of the many believers around the globe that states that UFOs are nothing more than man-made flying machines. He claimed that although it might not seem like something we could make, they are definitely man-made as he himself believed that civilizations that dated back to 20,000 years ago had built similar ones too. This civilization predated humanity and they were far more advanced than us, to say the least. Some believe that this was the ancient Atlantean civilization but that’s beside the point. What really matters here is that this civilization ended up leaving our planet

Source: Unexplained Ancient Electrical Transformer Built in a Stone Discovered in Kosovo Mountains (Video) – Revealed

A ESQUECIDA LÍNGUA MIRANDESA, LUÍS REPRESAS A CANTA

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Como já sabem a Ana Lains tem um novo trabalho discográfico, com características muito especiais, sobre as quais ela vos fala neste vídeo, fazendo novo desafio, desta vez a Luis Represas. para dizer umas palavras e até cantar em mirandês um excerto da canção Feiticeira, desafio que foi aceite.
Já está disponível para aquisição e está em primeiro lugar no TOP das pré-vendas da FNAC e passa a estar disponível também na página da tradisom a partir de amanhã – tradisom.com.
TRADISOM.COM
Tradisom Produções Culturais, Lda – Tradisom Produções Culturais, Lda

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TIMOR AS FILAS DA SEGURANÇA SOCIAL

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REPORTAGEM: Covid-19: As longas filas de quem pede ajuda à Segurança Social timorense
*** António Sampaio, da agência Lusa ***
Díli, 18 mai 2021 (Lusa) – Os funcionários do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) timorense não têm mãos a medir para as centenas de pessoas que se estão a registar para receber os novos apoios socioeconómicos de resposta ao impacto da covid-19.
Desde que as medidas entraram em vigor, na semana passada, diariamente, centenas de trabalhadores e representantes de empresas, amontoam-se à frente do edifício do INSS, ele próprio insuficiente para o crescente volume de trabalho.
“Temos poucos funcionários e há muita gente aqui todos os dias para se registar para os apoios”, explicou à Lusa o presidente do INSS, Longuinhos Armando, olhando para as longas filas no exterior.
Sem distância social, muitos sem máscara, amontoam-se em filas mais ou menos organizadas, sob o olhar de efetivos policiais ali destacados a pedido do INSS, dada a confusão nos primeiros dias.
“Temos muito mais gente que no ano passado”, explicou à Lusa uma funcionária do INSS, recordando o volume de trabalho da primeira ronda de ajuda, há um ano.
Os formulários podem ser enviados eletronicamente, e grande parte das empresas está a fazer isso, mas muitos vão pessoalmente, às vezes sem documentos necessários.
A diretora executiva do INSS, Aida Mota, que se juntou às suas funcionárias no atendimento para acelerar os processos, explicou à Lusa que, em média, o INSS está a receber “cerca de 500 pedidos por dia”.
O agravar da crise económica, o impacto das cheias e o continuar do confinamento obrigatório, traduz-se no desespero de quem procura aceder aos apoios anunciados em março, e que, na melhor das hipóteses só serão pagos no final deste mês ou em junho.
Mesmo em situações normais, sem as medidas de apoio e as elevadas carências que uma crescente fatia da população sente, o INSS já vive uma carência crónica de pessoal.
A instituição tem atualmente cerca de 50 funcionários, mas apenas cinco pessoas para processar mais de 2.000 guias de pagamento e o pagamento de subsídios.
“O nosso plano orçamental para 2021 era aumentar o recrutamento de funcionários para poder reforçar o atendimento em Díli, abrir o atendimento nas regiões e para reforçar a vigilância de incapacidade”, explicou, anteriormente, Longuinhos Armando.
“Reconheço que há dificuldades no atendimento, mas não temos gente suficiente. Fizemos a proposta, mas foi-nos recusado na proposta do Orçamento Geral do Estado para 2021. E se não houver orçamento, não podemos fazer mais”, lamentou.
E se as carências do INSS se notam no trabalho normal, evidenciam-se ainda mais quando, primeiro em 2020, e de novo agora, a instituição esteve na linha da frente para canalizar alguns dos apoios aprovados pelo Governo para resposta à pandemia da covid-19.
Arlindo Sarmento, que tem uma pequena empresa de consultoria, é um dos que estava na fila à espera de apresentar os papéis, confirmando a situação difícil que os empresários e os cidadãos atravessam.
“Tenho uma empresa pequena, mas estamos aflitos porque não temos atividade. E não sabemos bem quanto vamos receber”, explicou à Lusa.
Nas filas há taxistas, condutores de microlets (o transporte público mais usado em Díli e parado devido ao confinamento), microempresários e domésticas.
“Eu estava a trabalhar num café, mas não temos trabalho e estamos com muitas dificuldades para comprar comida e conseguir viver. E com as medidas da covid-19 é muito difícil porque não conseguimos ganhar dinheiro”, disse à Lusa Francisca Magno.
Timor-Leste está a viver o pior momento da pandemia, com números recorde de infeções diárias, de hospitalizações e de mortes, mas paralelamente também cresce o negacionismo e as dúvidas sobre a covid-19.
Especialmente num setor da população que está entre o dilema de ter que decidir se sai diariamente trabalhar para ganhar dinheiro para viver, correndo mais riscos, ou se fica em casa, sem dinheiro, respeitando o confinamento.
“O Governo tem que apoiar o povo. Temos covid-19, mas as pessoas aqui não estão a morrer como nos outros países. Estas medidas só criam problemas ao povo que não consegue viver”, argumenta Edu Fernandes, outro dos que estava hoje no INSS.
“As pessoas não têm dinheiro, não têm apoio suficiente. Só mostra a incapacidade do Governo. O Governo tem que dar liberdade ao povo para que se possa movimentar e buscar a vida”, insiste.
Marcelino Exporto, trabalhador estudante, disse que muita gente não tem dinheiro e está a passar mau bocado.
“É preciso mais apoio. As pessoas têm que vir aqui pedir ajuda, mas depois correm riscos porque estão aqui amontoadas. E é preciso um melhor mecanismo”, frisou.
“As pessoas não podem sair de casa, mas precisam de dinheiro. O Estado tem que ajudar mais. A cesta básica não foi suficiente. Foi para uma ou duas semanas?”, questionou.
Os pedidos prendem-se com um pacote de medidas, com um orçamento de 45,3 milhões de dólares (37,6 milhões de euros), de apoio a empresas e trabalhadores por conta própria cujos rendimentos foram afetados pelas medidas em vigor no estado de emergência.
ASP // SB
Lusa/Fim
Segurança Social Timor-Leste
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evite AVC faça amor regularmente

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Todo o cuidado é pouco! Reduz os enfartes, mas pode dar um de repente…God!
Ao menos que ela entre uns 10 minutos depois…
May be an image of text that says "Fazer amor regularmente, reduz de maneira significativa ο risco de ataque cardíaco... A não ser que a tua mulher entre de repente. @completamente infiel"
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enviado de deus, que deus nos livre

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O DUO OURO NEGRO |
Um dos temas mais desagradáveis de seguir é a subida da extrema-direita nos últimos anos um pouco por toda a Europa. Antes da pandemia eram as políticas de emigracão o principal catalizador dos ódios e agora, quando fizermos dois anos de vida confinada e as hordas de novos pobres comecarem a entrar no beco do desespero, teremos o rastilho que falta para a explosão de ideologias fascistas em Portugal.
Não é fenómeno único. Por terras nórdicas, o “Chega” foi o terceiro partido mais votado nas legislativas de 2018 e agora, três anos passados, o seu líder sugere maior restricão nas fronteiras e políticas mais agressivas contra emigrantes. Segundo ele, “como fez a Dinamarca”.
Pelos países da antiga cortina de ferro, no centro da Europa ou a sul (Espanha, Franca e Itália), o nacionalismo sobe de há alguns anos a esta parte.
Fiquei particularmente enternecido com a notícia de Marine Le Pen, grande amiga do nosso André, de um ligeiro desvio de fundos comunitários no valor de 6,8 milhões de euros. Provavelmente para alguma marquise que precisava de fechar na maison.
O engracado nesta história é que, sempre que um partido fascista se apresenta como anti-regime, limpo, diferente e pronto a “varrer com o sistema”, cedo ou tarde, vem à tona a podridão. E note-se que, em casos como Le Pen, nem são precisas notícias destas. Basta o discurso racista, xenófabo e carregado de ódio para se perceber ao que vem. Honra lhe seja feita…nunca o escondeu.
E o Ventura também não. Primeiro porque se rodeia de gente desta. Depois porque sugere, abertamente num debate presidencial, que cortar mãos a ladrões talvez não seja má ideia. E por fim, porque para lá daquele discurso de ódio, também o Chega tem uma relacão estranha com o seu financiamento, como nos revelou a reportagem da SIC. Venha ele de empresas em paraísos fiscais ou Césares da Flórida.
Há contudo uma diferenca entre Marine Le Pen e o nosso encantador de burros. Le Pen é fascista de corpo e alma, corre-lhe no sangue, vem do berco. Já o pai da Parrachita e neto do Tilly, é fascista por necessidade. Era essa a porta de entrada para a indignacão adormecida de uma parte da populacão.
Antes disso foi o Basta! E meses antes o PSD do Passos. E na semana anterior o cravo na lapela com o nosso Bernardino em Loures. E nos primórdios uma tese de doutoramento que defendia emigrantes. Portanto, a conclusão é simples: se daqui a um ano o voto dos nepaleses valer 5%, o Ventura escala os Himalaias em cuecas e ainda ajuda na apanha das framboesas.
O problema deste vazio ideológico é que, enquanto persegue o seu sonho de poder, vai deixando lastro de estrume pelo caminho. E não no sentido Galamba da coisa. É merda mesmo que se vai acumulando.
É o ódio que vai semeando na populacão, as divisões daí resultantes, a apresentacão de listas com candidatos autárquicos (e no futuro parlamentares) sem um esboco intelectual que se conheca ou uma ideia política que se possa dizer em voz alta. Alguém que envergonha uma democracia que se queria madura mas que, mesmo assim, arrasta meio milhão de votos.
Independentemente de incoerência mostrada, do populismo descontrolado ou da defesa de estado social que, provavelmente, afectaria grande parte dos seus votantes.
E quando for chamado a comentar o roubo da Le Pen, provavelmente dirá que é uma cabala para a fazer baixar nas intencões de voto, tal como “fizeram com o Chega nas presidenciais com a reportagem do Pedro Coelho”.
A parrachita gritará esta história aos fãs, o Tilly usará um dos dias da baixa, que já dura há 5 anos e 7 meses, para fazer um vídeo das verdades e o César enviará mais uns dólares para que metam uns cartazes no Marquês cheio de “verdades”. É assim que funcionam os portugueses de bem.
E o Chega subirá nas intencões de voto. Porquê? Porque há uma fatia de pessoas com pouca escolaridade que acreditam no Ventura e há outra fatia, com formacão académica, que acha que ele é o “único que barafusta”. É curioso constatar que o Coelho do PNR (agora “ergue-te” ou “levanta-te” ou o que é) andou anos e anos com um discurso, por vezes, menos abjecto que o do Ventura e não conseguiu sair dos votos da família e dos amigos.
Já o Ventura, com um discurso fluído e com uma lata que dava para vender gelo a um pinguim, sabe desde os Acores que chegará a um governo de coligacão nacional com o PSD. Afinal, como o próprio já assumiu, foi Deus que o enviou para endireitar Portugal.
A questão que os “portugueses de menos bem” colocarão por esta hora, talvez seja: “por onde andarias tu, pai do carpinteiro, no dia em que o Vieira foi à comissão do BES?”
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NOTA DE RODAPÉ:
Fico em dívida com quem tem a paciência para me ler e ainda mais com quem acha que o que escrevo é digno de ser partilhado. Não querendo por isso ser mal agradecido ou interpretado erradamente, pedia a quem usasse textos meus em debates ou noutros murais, que pelo menos identificasse a autoria dos mesmos.
Nada contra a troca de ideias e partilha de pontos de vista. Mas já que tudo é gratuito, facam pelo menos o obséquio de, quando falarem em playback, digam que a letra é do Paião. Parecendo que não isto ainda dá trabalho.
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Ana Nogueira Santos Loura, Aníbal C. Pires and 90 others
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SANTA MARIA PATRIMÓNIO ABANDONADO

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Para além da questão da antiga “torre de controlo” o abandono a que foi dado ao nosso Aeroporto estende-se a outras áreas e edifícios, como se pode ver pela amostra fotográfica em anexo.
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É urgente tomar medidas, ao menos o nosso grito de revolta para quem de direito!
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