ARTE PURA

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A estátua de dois lados de Mefistófeles e Margareta (século XIX) no Museu Salar Jung, na Índia. A escultura é esculpida de um único tronco de madeira sycamore e para ser vista por completo precisa ficar na frente de um espelho.
Sensacional! ❤️
Quer uma dica de livro?

JOSÉ LUIS PEIXOTO EM ESTOCOLMO

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Já estou Estcolmo. Amanhã, dia 17, às 16h30 (hora de Portugal), terei uma conversa com Örjan Sjögren, tradutor sueco de Morreste-me (Du dog från mig). Faremos também algumas leituras desse livro. Seria uma alegria ter a vossa presença na transmissão online desse encontro. Para tal, é necessário inscreverem-se aqui:
Vinte e um anos depois da sua primeira edição, este livro continua o seu caminho.
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TRIO ORIGENS VIOLA DA TERRA

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“Trio Origens”
Participação do grupo “Trio Origens” no “I Festival da Viola da Terra” que decorreu a 14 e 15 de Junho em formato online.
O grupo é constituído por Carolina Constância (Violino), César Carvalho (Violão) e Rafael Carvalho (Viola da Terra)..
Neste link o Concerto completo do dia 15:
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açores património ao abandono

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Certanente só uma região rica se pode dar ao luxo de deixar ao abandono um dos maiores edifícios de Angra do Heroísmo. O antigo hospital.
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a escola é longe?

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CRÓNICA 400. TRANSPORTES ESCOLARES, DIREITOS E DEVERES DOS CIDADÃOS E OUTRAS LÉRIAS 15.6.21

 

Há dias fui confrontado com uma notícia no telejornal da RTP Açores, que a achou suficientemente importante para repetir em jornais seguintes: uma senhora que vive a menos de 1 km duma escola queixa-se de que os seus filhos não têm direito a transporte escolar e a rua é íngreme e os deputados que se deslocam dos seus hotéis a menos de 1 km vão de carro…

Comentei que era patética a queixa, e logo recebi dela uma resposta nos comentários mais apropriada à doca de Leixões ou similar. Que nisto de democracia e educação, o verniz salta depressa ou nem sequer existia e era só a fingir.

Fiquei elucidado e calei-me, nestas situações o melhor é nem comentar mais…logo eu que tinha colocado um vídeo daquelas crianças na China que descem ravinas a pique em escadas periclitantes, atravessam rios e cruzam montanhas para chegar à escola e tem o título satírico do género (“Ó mãe , a escola é longe?”)

https://www.youtube.com/watch?v=chXlhPU8mk0

Dito isto lembrei-me de que onde vivo na Lomba da Maia, as crianças do Fim da Lomba sobem mais de 1,5 km, íngremes, até chegarem à Estrada Regional onde passam os transportes (escolares ou não), chova ou faça sol, e o mesmo para os residentes no arrabalde do Burguete. E isto não é exclusivo desta freguesia rural mas de quase todas as circunvizinhas Porto Formoso, São Brás, Ribeira Funda, Criação Velha, Lomba de São Pedro daqui até ao Nordeste. Muitos pais e mães não têm – como aquela mãe – a alternativa de um táxi nem outros transportes coletivos. Evitarei falar de estratos socioeconómicos desfavorecidos e outros, que não sendo chamados ao caso, podem proporcionar alternativas aos que tenham posses…

Dei comigo a lembrar-me dos meus avós que em 1932 se tiveram de mudar de armas e bagagens da vetusta Alfândega da Fé para Bragança, a 72 km (estamos a 1617 km dali) para a minha mãe poder frequentar o Liceu, sem comboios nem carreiras de camioneta que permitissem comutar entre ambas.

Em 1959 quando eu entrei para o Liceu na chuvosa cidade do Porto apanhava imenas molhas na ida e volta. Quando não apanhava o elétrico nº 8 na Rua do Campo Lindo, ou um nº 7 ou 7/ (ler sete com traço) na Rua de Vale Formoso, ia a pé até à Rua da Constituição (12 minutos) apanhando depois outro carro elétrico da linha 20 até à Praça do Marquês de Pombal (uns dez minutos mais) e aí tomava o nº 15 até Silva Tapada ou 15/ Antas (e só este me levava mesmo até ao Bonfim), só tendo de fazer uns 200 metros a pé até ao Liceu Alexandre Herculano na Avenida Camilo, sem abrigo de caleiras apanhando toda a chuva que caísse. De elétrico a viagem demorava, em média, uma hora, se não houvesse atrasos e a coordenação de horários fosse esmerada, o que era complicado.

Nesse tempo não havia autocarros escolares e apenas um ou outro filho-família endinheirado beneficiava de transporte próprio, o que mesmo assim era uma raridade.

Nas aldeias recônditas do Portugal profundo a situação melhorou mas muitas crianças ainda fazem grandes distâncias, de aldeias sem estrada ou sem transporte escolar, para irem para os mega-agrupamentos escolares recentemente criados.

Nada que se compare às caminhadas de 2 ou 3 horas de madrugada que as crianças na montanha em Timor faziam para irem ter aulas do então Ciclo Preparatório em Bobonaro onde lecionei em 1973 e o clima lá era bem mais agreste.

Serve isto para recordar que há muitos cidadãos que apenas se lembram dos seus direitos (os mesmos que lhes eram negados antes de abril 1974) para irem ter visibilidade na TV com queixas patéticas como a acima descrita. Desejo que a educação daqueles três jovens não seja prejudicada pela falta de transporte e que quando crescerem possam ser deputados, secretários, diretores ou coisa que o valha para terem o transporte privativo que merecem e que em criança não tiveram.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

 

a notícia original na rtp

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No Faial, uma mãe de três crianças, em idade escolar, queixa-se de discriminação por não lhes ser atribuído transporte escolar.
A Secretaria Regional da Educação alega que moram a menos de 1 km da escola e, por isso, não são contemplados – mas a mãe não se conforma e denuncia a atribuição desse transporte a muitas outras crianças da mesma escola da cidade.
https://www.facebook.com/rtpacores/videos/1051037648760500/

TIMOR PODE REABRIR A AVIÕES

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Antonio Sampaio is with Taur Matan Ruak and
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Covid-19: Governo timorense está a estudar a possibilidade de retomar voos comerciais
Díli, 16 jun 2021 (Lusa) – O Governo timorense está a estudar a possibilidade de retomar a normalidade nas ligações aéreas de e para Timor-Leste, pela primeira vez desde março de 2020, segundo membros do executivo.
“O senhor primeiro-ministro já solicitou pareceres técnicos e de saúde sobre a possibilidade de retomar a normalidade nas ligações aéreas”, disse à Lusa o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães.
Na prática, explicou, o Governo está a rever eventuais alterações ao decreto de medidas de implementação do estado de emergência para eliminar a regra que determina a exigência de autorização à entrada de pessoas vindas do estrangeiro.
“No início a intenção original da imposição de tal regra tinha a ver com capacidade interna de quarentena, dos centros de isolamento e do pessoal de saúde, para garantir a não proliferação do vírus. Isto não é difícil de resolver, mas não devemos tomar a decisão, propor ao Conselho de Ministros, sem a proposta técnica dos órgãos competentes”, sublinhou Magalhães.
Pedro Klamar Fuik, número dois da Sala de Situação do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), mostrou-se otimista que a normalização possa já ocorrer a partir de 01 de julho, especialmente dada a melhoria da situação epidemiológica de Díli.
“A situação alterou-se. O confinamento vai ser levantado e muito em breve o Governo vai considerar levantar a cerca e isso significa que as entradas internacionais são mais fáceis de gerir”, explicou à Lusa.
Os dados da covid-19 mostram essa evolução desde o final de maio, com o número de novas infeções detetadas e de casos ativos a cair para níveis de abril, depois do pico registado nas últimas semanas de maio.
“A partir daí, o número está a baixar com intensificação das vacinas, com os casos positivos a auto recuperar, criando-se mais imunidade a nível de Díli”, notou.
Hoje, por exemplo, o CIGC registou 66 novas infeções (em mais de 1.500 testes), com 145 recuperações e o total de ativos a descer para 1.275.
Uma queda impulsionada pela melhoria da situação em Díli, ainda que com algumas preocupações sobre a situação noutros municípios como Baucau ou, hoje, Manatuto.
“É muito provável que a partir de julho a situação se normalize em termos de voos. Isto tem implicação no desenvolvimento económico e o Governo pretende que essa recuperação económica arranque”, explicou Pedro Klamar Fuik.
Desde o início da pandemia, em março de 2020, que Timor-Leste está sem voos comerciais, apesar de acordos pontuais para ligações aéreas com a Austrália, de voos mensais do Programa Alimentar Mundial (PAM) e de autorizações, voo a voo, para outras operações charter.
A situação tem causado grandes problemas a timorenses e estrangeiros que precisam de entrar e sair do país, devido em particular à incerteza sobre ligações futuras.
Oficialmente os voos do PAM terminam com a viagem prevista para hoje, entre Díli e Kuala Lumpur, ainda que o voo tenha que ser adiado depois de problemas no aparelho já quando os passageiros estavam a bordo para partir.
Até ao momento não há indicação de quando os passageiros, que incluem muitos estrangeiros em fim de contrato, vão poder sair de Díli.
O fim dos voos do PAM – têm sobrevivido com financiado de vários parceiros de desenvolvimento – levou vários embaixadores em Díli a reunirem-se com o Governo para pressionar para a regularização dos voos comerciais regulares.
Na prática a questão das ligações aéreas envolve dos processos, o da autorização dos voos em si – competência do Ministério dos Transportes e Comunicações e das autoridades de aviação civil – e a autorização para a entrada de pessoas, competência atualmente conferida ao Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC).
Ainda que imponham limites e regras à entrada e saída de pessoas, as regras do estado de emergência – Timor-Leste está atualmente no 14.º período de 30 dias do estado de exceção – não impedem a realização de voos.
Essa proibição foi determinada por uma decisão, do Ministério dos Transportes e Comunicações e da Autoridade de Aviação Civil de Timor-Leste (AACTL), de março de 2020 que determinou a suspensão temporária, mas por tempo indefinido de todos os voos comerciais de e para Díli, como medida preventiva para reduzir o risco de contágios da covid-19.
ASP // SB
Lusa/Fim
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A dolorosa trajetória recente do país mais católico do mundo depois do Vaticano

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98% da população: a ilha que abraçou em peso a fé católica em pleno século XX, no meio de muito sofrimento

Source: A dolorosa trajetória recente do país mais católico do mundo depois do Vaticano

HDES DUAS URGÊNCIAS PROVISÓRIAS

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HDES vai instalar duas salas de urgências provisórias
O Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, vai instalar duas salas de urgências provisórias, tendo já começado os respectivos trabalhos.
Serão dois pré-fabricados destinados a apoiar o Serviço de Urgência, no âmbito da luta contra a Covid-19, destinados sobretudo aos pacientes a quem são atribuídas as pulseiras Azul e Verde.
Segundo a Administração do HDES, a média de espera das pulseiras Verde (Pouco Urgente) e Azul (Não Urgente) “é relativamente elevada e essa circunstância torna-os mais expostos a outros utentes que possam estar infectados, nomeadamente com o Sars-cov-2, ao partilharem o mesmo espaço”.
Outros dois pavilhões para as Consultas Externas
O tempo entre a entrada e a triagem é de menos de 5 minutos, mas entre a triagem e o atendimento a média de espera é de cerca de 90 minutos no caso das pulseiras Verde e de 150 minutos nas pulseiras Azul.
“As instalações do HDES não estavam preparadas para a separação dos utentes com distanciamento adequado, e na verdade nada foi feito a esse nível desde que a pandemia começou”, reconhece o HDES.
No sentido de evitar ao máximo o contágio nestes casos, o actual Conselho de Administração, presidido pela médica Cristina Fraga, decidiu avançar para a instalação de dois pré-fabricados, de tipo desmontável, com cerca de 100 metros quadrados cada, e uma capacidade em segurança para cerca de 30 utentes em simultâneo.
Seguindo o mesmo princípio, serão criadas instalações próprias para que os utentes possam ser atendidos num dos pavilhões.
Apesar da rapidez de procedimentos que foi imposta, prevê-se que os dois pavilhões possam estar a funcionar dentro de 2 meses.
De seguida serão ainda instalardos mais pavilhões semelhantes destinados a melhorar as condições de espera dos utentes da Consulta Externa, uma vez que o número máximo de utentes que podem estar em simultâneo no interior do HDES foi reduzido para cerca de 1/3 do normal.
(Diário dos Açores de 16/06/2021)
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cocó,reineta e facada.

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Quem nunca ouviu falar
” dos três da vida airada;cocó,reineta ( e não ranheta como vulgarmente se diz) e facada.” Amigos inseparáveis e cúmplices .
Aqui estão eles num desenho de Rafael Bordalo Pinheiro, inserido na revista mensal ilustrada “Branco e Negro” de Dezembro 1897.
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O PLANTADOR DE ABÓBORAS

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O PLANTADOR DE ABÓBORAS
A apresentação vai ser neste sábado pelas 15 horas e será feita pela escritora angolana Ana Paula Tavares com a presença do editor João Paulo Cotrim e da artista plástica Ana Jacinto Nunes. Natália Luiza, a atriz que podemos ver na série ” Vento Norte” na RTP 1, fará a leitura de excertos do livro. Poderá acompanhar em direto através do facebook das Bibliotecas de Oeiras. Tenha um bom dia!
O PLANTADOR DE ABÓBORAS https://www.facebook.com/ana.jacintonunes/videos/3673718359330596/
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Algumas das minhas ilustrações, para o livro “ o Plantador de Abóboras”de Luis Cardoso , editado pela abysmo.

memórias de FRANCISCO MADRUGA

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Na recolha, estudo e catalogação de documentos familiares em torno da figura de meu Pai, apareceu este texto de Casimiro Augusto de Oliveira inserido na revista “O Bi-tó-ró” de Outubro/Novembro/Dezembro de 98 na rubrica “Figuras da nossa terra”.
“O Sargento Luís Maria Madruga
Singrar na vida apoiados por familiares, ou de qualquer outra maneira, por qualquer outra entidade, é louvável sem dúvida, não vemos nisso nada de condenável e são exemplos que observamos frequentemente. Mas partir humildemente de zero e atingir uma posição de relevo por esforço da própria vontade e dedicação é motivo de orgulho e satisfação e impõe essas pessoas à nossa consideração.
Vem isto a propósito duma figura da minha aldeia, que, de criado de servir, atingiu o posto de sargento-ajudante da guarda-fiscal, chegando a comandar alguns Postos daquela Corporação, entre eles o de Mogadouro. Infelizmente uma morte súbita surpreendeu-o em pleno auge da sua carreira, o que causou a maior consternação em todos quantos o conheciam e admiravam as qualidades do seu carácter.
Estou a referir-me ao Sargento Luís Maria Madruga, de quem muitos Mogadourenses ainda se recordam, pois vivem ainda muitos dos seus contemporâneos.
Nasceu na Aldeia de Vale da Madre, há 72 anos em uma humilde família de agricultores. Matriculado na escola primária cerca dos 7 anos, evidenciou logo os seus dotes de inteligência e de aplicação ao estudo. Concluída a instrução primária e como a família era pobre, foi servir como criado de lavoura em casa de lavradores abastados, até que atingiu a idade de cumprir o serviço militar. Aqui dedicou-se a aumentar a sua bagagem literária, matriculou-se em diversos cursos, sempre concluídos com brilho. Assim começou a sua carreira da Guarda Fiscal, atingindo o posto de sargento e comandando diversos postos daquela corporação, sempre muito estimado e respeitado, tanto pelos seus subordinados como por todos quantos contactavam com ele, pois era uma pessoa de trato afável e simpático.
Passou há pouco tempo mais um aniversário da sua morte, mas a memória do sargento Madruga continua viva em todos os que o conhecemos, quer como amigos, entre os quais nos contávamos, como entre os seus admiradores.
Deixou dois filhos que lhes herdaram as qualidades: uma filha que infelizmente a morte surpreendeu muito nova, a Doutora Maria da Conceição Madruga, figura de grande prestígio nos meios intelectuais de Viana do Castelo, onde exerceu diversos cargos de responsabilidade e dirigiu várias organizações.
O outro filho: Francisco Fernandes Madruga, diretor comercial na área editorial tem-se empenhado muito pelo progresso e desenvolvimento desta região de Mogadouro, o que o tem imposto à consideração e estima de todos os conterrâneos.
É pois, com muita saudade que evocamos o nome do sargento Luís Maria Madruga em mais um aniversário da sua morte prematura. Paz à sua alma. E que o teu exemplo, caro amigo, frutifique entre esta juventude atual que, por vezes, vemos tão desmotivada sem interesse pela vida e sem vontade de triunfar.”
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