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QUANDO O CHEGA DISSE CHEGA NOS AÇORES

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A direção nacional do Chega decidiu retirar confiança política ao deputado Carlos Furtado. A partir de hoje, logo que ratificado por toda direção nacional do partido no termos dos estatutos, o deputado Carlos Furtado deixará de representar o Chega nos Açores”, afirmou Ventura em conferência de imprensa em Ponta Delgada.
André Ventura disse ainda esperar que Carlos Furtado, que esta manhã esteve na Assembleia Legislativa Regional dos Açores, na Horta, ilha do Faial, renuncie ao mandato de deputado, manifestando intenção reunir com o presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro (PSD/CDS-PP/PPM), para avaliar a solução governativa regional.
O líder nacional do Chega criticou ainda a “excessiva subserviência” do partido ao PSD nos Açores nos últimos meses.
O Chega/Açores elegeu dois deputados na Assembleia Legislativa Regional: Carlos Furtado e José Pacheco.
O Governo dos Açores, de coligação no PSD/CDS-PP/PPM, é suportado no parlamento pelos partidos que integram o executivo e pela Iniciativa Liberal e pelo Chega.
Carlos Furtado disse na terça-feira, na presença de André Ventura, não ter condições para continuar a liderar partido na região, referindo estar sob uma “grande carga emocional”.
Hoje, André Ventura disse que aceitou o pedido de demissão do deputado e líder regional do partido.
Furtado afirmou, na terça-feira, estar a acusar “muito cansaço”, uma vez que os “últimos meses” têm sido “extremamente desgastantes”.
“Neste momento não posso, de forma nenhuma, envolver mais pessoas no projeto do Chega, enquanto não perceber que existem condições para essas pessoas estarem no partido sem serem enxovalhadas”, apontou.
Num balanço da atividade parlamentar regional, Carlos Furtado assumiu que o trabalho do partido tem ficado “aquém das próprias expectativas”.
“Reconheço que gostaria de fazer melhor. Tenho a certeza que o povo açoriano ambicionava mais do Chega”, apontou.
Após as intervenções, estava marcado um “jantar-comício” num restaurante do concelho da Lagoa para as 20:30, destinado à “apresentação de candidatos autárquicos” do Chega na região, com a presença de André Ventura, segundo a nota de imprensa enviada pela assessoria de comunicação nacional do partido.
Segundo constatou a agência Lusa, André Ventura esteve no restaurante, mas abandonou o local não tendo regressado pelo menos até às 22h10.
Àquela hora, quando a Lusa abandonou o restaurante, não tinha sido anunciado nenhum candidato às eleições autárquicas e o líder do Chega/Açores, Carlos Furtado, jantava com um grupo de cerca de 15 pessoas.
A 03 de junho, foi anunciado que a direção regional dos Açores do Chega deliberou que a atividade parlamentar do partido “fica coordenada inequivocamente” por Carlos Furtado, líder do partido e da bancada parlamentar, “o único deputado mandatado para representar o partido”.
Carlos Furtado foi reeleito presidente do Chega/Açores a 01 de maio, para um mandato de três anos.
As eleições para a liderança do Chega/Açores surgiram depois de, a 14 de março, ter sido tornado público que Carlos Furtado apresentara a sua demissão por causa de divergências com o deputado regional José Pacheco.
"Carlos Furtado deixa de representar o Chega no parlamento açoriano"
ACORIANOORIENTAL.PT
“Carlos Furtado deixa de representar o Chega no parlamento açoriano”
O líder do Chega, André Ventura, anunciou, esta quarta-feira, que retirou a confiança política ao presidente da direção regional nos Açores, Carlos Furtado, avançando que o também deputado deixa de representar o partido na Assembleia Regional.
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Göbekli Tepe E A LIGAÇÃO A UM ANIMAL QUE SÓ VIVEU NA AUSTRÁLIA 10 MIL ANOS ANTES

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THE INCREDIBLE MYSTERY OF THE MIHIRUNGS AT GOBEKLI TEPE
Drawing No. 1 represents what Australian Aborigines called ‘mihirungs’, a bird of the Dromornithidae family, similar to the ostrich and emu, which lived only in Sundaland and Sahuland, or as we say today, Australia. It could reach 3 metres in height and 500 kilograms in weight. They are described as ‘giant carnivorous geese’, who lived between 35,000,000 and 20,000 years ago.
Drawing 2 represents a painting of two “mihirungs” found in Arnhem Land, northern Australia. According to several scholars this painting is at least 40,000 years old, and was made by an ancient Australian population, probably Aborigines.
Drawing No. 3 is located in Göbekli Tepe, Turkey. It is pillar No. 33 of the stone circle ‘D’. At the top of the pillar there are four birds that look very much like mihirungs. This stele is at least 12,000 years old.
Drawing No. 4 is a detail of the Vulture Stele in Göbekli Tepe. It shows a small headless man next to an enormous bird. In size and shape the bird looks very much like a “mihirungs”. This stele is also 12,000 years old.
How is it possible that in Göbekli Tepe, i.e., in present-day Turkey, people knew of a bird that only lived in Australia, and which had been extinct for at least 10,000 years by the time these stelae were engraved? Had there been cultural contact between the peoples of Sundaland and the civilisation of Göbekli Tepe? And who were the ‘headless men’ depicted in the last stele riding a ‘mihirungs’?
This mystery is explained in the book:
12,794 Years ago – The visitors of Göbekli Tepe
No photo description available.
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oliver stone desmonta a tese da morte de JFKENNEDY

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QUEM E PORQUÊ MATOU JOHN KENNEDY?
JÁ É MAIS QUE TEMPO DE SABERMOS O QUE DE FACTO SE PASSOU
“É mais importante sabermos por que Kennedy foi assassinado do que por quem. E foi por seu desejo de paz. Hoje, por que queremos inimigos? Por que mantemos uma política hostil contra Rússia, China, Irã ou Cuba? Precisamos de relações estáveis com esses países, porque a ameaça principal que sofremos atualmente é o aquecimento global. E é um problema mundial que exige soluções mundiais. Os países, as pessoas, estão acima de presidentes ou ditadores”.
Oliver Stone desmonta a versão oficial do assassinato de JFK com novos documentos antes sigilosos
BRASIL.ELPAIS.COM
Oliver Stone desmonta a versão oficial do assassinato de JFK com novos documentos antes sigilosos
Cineasta apresenta em Cannes um esplêndido documentário com material do Governo norte-americano e que joga por terra os mitos da ‘bala mágica’ e de Lee Harvey Oswald como único franco-atirador
Arlindo Mano, Joana Ruas and 216 others
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    Joana Ruas

    Devemos a Oliver Stone a reposição e valorização da vida intelectual no seu esforço de reposição da verdade .

manipulação HDES ATAQUES INFORMÁTICOS E OUTRAS ANORMALIDADES

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A tentativa de linchamento da nova presidente do HDES continua, de forma vergonhosa, usando a RTP-Açores (e o Açoriano Oriental, embora esse seja privado) como testa de ferro!!! Nunca vi disto. Ainda alertei os jornalistas para o buraco em que se estavam a meter, mas está visto o que a casa gasta. Está muito bem feito, refira-se, de profissional, brincando com as palavras ao seu bel prazer. Isto só acontece porque a Drªa Cristina atreveu-se a mexer com alguns interesses instalados, obviamente! Se estivesse quietinha como todos os outros, nada acontecia. Ousou pensar nos utentes — os milhares que estão presos nas listas de espera — e a RTP-A faz o trabalhinho. Vergonhoso! Há muito tempo que não via uma manipulação destas!!! Credo! Estamos mesmo entregues aos bichos! Oxalá o povão não se deixe comer!!! Refira-se que é o primeiro “abaixo-assinado” que é publicado pelos OCS regionais, desde sempre, sem uma única cara, nem um nome!!! Bravo! Bons cobardes — e a RTP-A a servir o tacho! Impressionante!!! Imaginar que eu também pago para isso existir está a dar-me uma espécie de vómito!
May be an image of text that says "MANIPULAÇÃO! AÇÃO! RTP AÇORES www.rtp.pt/acores VERGONHA!!!"
You, Paula Cabral, Eduardo Fernandes and 98 others
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  • Cristiano Toste

    Estilo CM ao nível RAA
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    Cristiano Toste replied
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  • Manuel Moniz

    Esses cabrões querem continuar a sugar o hospital, deixando os pobres a arder nas listas de espera para ganharem fortunas! E a RTP-A a alinhar no jogo!!! Que vergonha!!!
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    • 18 h
  • Manuel Moniz

    O texto é escrito por um profissional, joga joga e leva aágua ao seu moinho. Até a página do Facebook (a reportagem mais patética que já vi no universo, só mesmo aqui) é usada a talho de foice! Impressionante!!! Nunca imaginei! Merece mesmo um processo…

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    • 18 h
  • Ana Paula Santos

    Se é abaixo assinado tem de estar assinado por alguém . Algo está mal explicado 🙂
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    • 18 h

    Manuel Moniz replied
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  • José Francisco Carreiro Machado

    Vamos fazer barulho eliminar esses pelintras partir tudo levantar de novo o esplendor de Portugal 🇵🇹, só se ouve falar em comilões, ladroagem, gatunos. Quando quiserem ir há rua estou presente.
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    • 18 h

    Manuel Moniz replied
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  • Cidália Pacheco

    Coragem dra Cristina Fraga não recue,. Não tem tarefa fácil mas contamos consigo. Um bem haja.🦉🦉🦉🍀🍀🍀💚💚💚
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    • 18 h
  • Rubens Pavao

    Os resquícios socialistas ainda perduram… e a RTP-A está sempre alerta!
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    • 17 h
  • Manuel Moniz

    A “esperta” da jornalista ainda aproveitou a minha mensagem de alerta para corrigir de “conselho de médicos” para “comissão médica”, que para mim era uma prova de como esta estava a ser manipulada e de como eles se estão no fundo a marimbar para ela. Q…

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    • 17 h

    César Couto replied
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  • Pedro Pontes

    Que bom, o programa da RTP Açores, Conselho de Redação estar de férias, senão a dupla Tomé/Gusmão, tinha trapo para rasgar.
    Grandes dois aziados.
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    • 17 h
  • Aires Gonçalo

    Cada vez estou mais convencido que se trata de uma manobra política dos “Ressabiados” que foram parar à Oposição, provando do veneno que criaram em Portugal, mas que ficaram mais desnorteados que os que foram para o poder.
    Como não têm o intermitente…

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    • 17 h
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    Álvaro Pimentel replied
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  • Artur Neto

    Sobrescrevo totalmente o teu comentário, meu caro Manuel Moniz. Interesses instalados no HDES há muito, dá nisso. A Drª. Cristina Fraga dá a cara, tenta mudar as “coisas” agora esses PELINTRAS dessa COISA de Comissão Médica sem nome, tipo cobardes…
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    • 17 h
  • Joao Tavares

    Sempre disse que a Dr. Cristina Fraga era competente e não de deixava vender ao poder político e interesses associados. Mas ela não pode contra esses energúmenos que estão no poder. É pena. Nunca isso há de ir para a frente.
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    • 17 h
  • Manuel Moniz

    Nos próximos dias serão conhecidos os resultados do primeiro semestre no HDES. Os números são impressionantes. Sabem o que estava no site do HDES como prioridades da instituição, eram 12 pontos ou assim, em primeiro lugar? A concretização dos seus func…

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    • 16 h
  • Manuel Moniz

    E as pessoas sentem. Quando perceberam que no “caos” o HDES assegurou praticamente 90% (no geral) do que era normal (tudo publicado na newsletter, posso arranjar cópia em pdf), compreenderam como o CA tinha estado mesmo bem na minimização dos danos pub…

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    • 16 h
  • Manuel Moniz

    Agora, imaginem quem é que lançou pela primeira vez — desde o início, diga-se — a ideia que o HDES tinha caído num “Caos”? RDP e RTP. Porquê, se quando perguntavam aos órgãos próprios do hospital, este lhes respondia que estava tudo a funcionar sem g…

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    • 16 h

    Octávio Lima replied
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  • Luís Pacheco Medeiros Almeida

    Tens razão! Uma vergonha, mas como sempre a verdade está a vir à tona.
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    • 16 h

    Luís Pacheco Medeiros Almeida replied
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    9 h
  • Dalida Costa

    “Numa altura em que “devíamos estar todos solidários” os gajos vão fazer guerras internas em público, depois de terem lançado o “caos” no HDES?”
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    • 16 h

    Manuel Moniz replied
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  • Manuel Moniz

    Sobre a RTP-A, só a concluir. Há uma especialista no HDES. A mesma que levou com a primeira carta à direção porque tinha desrespeitado o Código Deontológico (o que, entendamo-nos bem, estamos a falar de um hospital, com mais de 2 mil funcionários, que …

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    • 16 h
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    Dalida Costa replied
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  • Manuel Moniz

    Sobre o HDES, o que tenho visto é que o pessoal está em expectativa. Há muita injustiça ali dentro, e toda a gente sabe. É a tal maioria silenciosa, estão a ver tudo, não dizem nada. Mas já perceberam que há coisas a melhorar, vê-se. E no fundo, é huma…

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    • 16 h
  • Poema: O Poema Pouco Original do Medo - Alexandre O'Neill - Poesia / Poemas no Citador
    CITADOR.PT
    Poema: O Poema Pouco Original do Medo – Alexandre O’Neill – Poesia / Poemas no Citador

    Poema: O Poema Pouco Original do Medo – Alexandre O’Neill – Poesia / Poemas no Citador

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    • 15 h
  • Rui Miranda

    Manuel isto é uma novela das 19:00 que se prolonga á muitos anos bola cá bola lá e a novela nunca acaba são situações tristes
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    • 15 h

    Rui Miranda replied
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  • Manuel Moniz

    Entretanto fizeram-me reparar nisto “Os médicos”, “os profissionais de saúde”… “Os”? “Os” significa todos, acho eu, ou tendencialmente todos!!! “Alguns” significa alguns”. “Uns”, significa… já perceberam o filme! Ela falou com todos os médicos do H…

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    May be an image of text that says "RTP Açores 3h Há uma posição de força dos médicos do Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, contra a presidente do Conselho de Administração. Seis meses depois de ter sido nomeada, OS médicos acusam Cristina Fraga de despotismo, de dirigir o hospital com mão de ferro ultrapassando as suas próprias competências. Num documento a que a RTP Açores teve acesso, OS profissionais de saúde exigem a convocação da comissão médica do Hospital. #HDES #despotismo #pontadelgada"
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    • 14 h

    Octávio Lima replied
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    2 h
  • Helena Duarte

    Boa Manuel, a defender uma causa justa.
    É muita gente reles. Escumalha.
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    • 11 h
  • Ana Simas

    Ora aqui está o trabalho que a RTPA devia ter feito, antes de ter avançado com a peça, se jornalistas isentos tivesse. Mas não, estão ainda ao serviço de interesses políticos/partidários, e neste caso particular, económicos. O interesse do doente não …

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    RTP AÇORES MANIPULAÇÃO EM ATAQUE AO HDES
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    RTP AÇORES MANIPULAÇÃO EM ATAQUE AO HDES

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    • 8 h
  • Sonia Borges de Sousa

    Manuel Moniz, há que compreender o que se está a passar? A pagina é oficial e é gerida pelo HDES ou é uma pagina pessoal com o nome da instituição?
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    • 7 h

    Sonia Borges de Sousa replied
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    6 h
  • Aires Gonçalo

    Manuel: Ontem ao fim do dia e a sair duma tasca aos tombos disse o Asdrubal: “Isso é tudo de prepósito, para entregarem o hospital aos privados, há anos que andam a mexer-se!…” Será?
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    • 6 h
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    • Manuel Moniz

      Aires Gonçalo são várias coisas, tanto quanto consigo perceber, e claramente que inclui interesses privados — que não são de per si um pecado, mas apenas quando não pretendam prejudicar a cobertura regional de Saúde. Somos uma região bastante pobre, c…

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      • 5 h
  • Dalida Costa

    Se nos EUA morrem aos montes sem assistência, com o sistema que tem, imagino o Genúcio que seria, nesta pequena terra onde o acesso à saúde é o que é – torná-lo privado apenas, trará danos colaterais mais devastadores a vários níveis, do que uma pandem…

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    • 5 h
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  • Dalida Costa

    eu sei…não há opção de governação que nos salve desta sede de poder e ganância, que lute pela defesa dos direitos humanos, básicos como os cuidados de saúde e emprego, pelos que já tivemos e estamos a ter. Sinceramente, não vislumbro solução e travão…

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  • João Bagnari

    Manel! Eu, por imposição própria, estou desde o fim de 2020 em abstinência de comentar sobre politica e Futebois. Mas não posso deixar de te dizer que vivemos na mesma terra, vemos as mesmas coisa… e por aí adiante.!
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    Manuel Moniz replied
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    2 h
  • Artur Neto

    Essa gente estava mal habituada, ou seja, os/as anteriores presidentes do conselho de administração do HDES, por mais “boas” pessoas e competentes que fossem, não passavam de “fantoches” ou seja, faz que anda mas não anda, faz que manda mas não manda e…

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    • 2 h
  • Manuel Moniz

    Já agora que este post é o repositório deste assunto. Aqui vai a explicação do “Caos”, feita por quem de direito! Tudo na mesma linha, em resposta aos profetas da desgraça alheia:
    Do ponto de vista informativo, a semana que passou ficou marcada por um episódio, que obrigou o CA a emitir um desmentido formal junto dos OCS.
    As informações prestadas falam por si, e quando a realidade e os factos desmentem as palavras, dispensam-se críticas.
    Há quase 1 ano e meio atrás o Mundo deparou-se com um novo vírus. Em reacção, quase todo o mundo fez um lockdown, com custos para a saúde humana que ainda desconhecemos. Todas as consultas que não foram feitas, todos os exames complementares que não foram realizados, todas as cirurgias que foram adiadas… qual o peso de tudo isto na morbilidade e mortalidade humana?
    A postura deste CA, perante um ataque informático de contornos que estão em esclarecimento, um potencial fenómeno de elevado impacto nos nossos serviços, não poderia ser o de fazer uma espécie de lockdown e adiar o máximo possível, toda a actividade.
    Não o poderíamos fazer!
    Todo o médico no início da sua actividade profissional jura, como herdeiro de Hipocrates, “a Saúde do meu Doente será a minha primeira preocupação”. E é isso que todos os açorianos que servimos esperam de nós!
    Por isso, nada mais nos restava que minimizar publicamente os efeitos do ataque informático, garantindo sempre que o HDES continuava a prestar os cuidados assistenciais, porque esta é a atitude mais responsável, esta é a atitude que melhor permitiria que os que servimos continuassem a confiar em nós, e não adiassem deslocações ao HDES, em consultas, exames, cirurgias. Bem sabemos como, tantas vezes, cada dia conta… Obviamente que o ataque ao sistema informático originou algumas rupturas pontuais, que exigiram um reforço do trabalho dos nossos colaboradores. Mas o facto, incontestável, é que a segurança dos utentes esteve sempre, como sempre está, nas prioridades de todos os profissionais desta casa, que tudo fizeram para a garantir. Nem podemos aceitar que se ataquem pilares desta instituição, como são os assistentes operacionais, alegando-se que possam extraviar resultados analíticos. É um ataque ao bom nome desta valorosa classe, desnecessário e injusto.
    Saliento: alinhar numa mensagem de “caos” perante os nossos utentes é irresponsável, uma vez que isso poderia levar a que muitos utentes com actos médicos já marcados pudessem sentir-se desmotivados, aumentando assim o número de faltas, que já de si é naturalmente elevado – e de forma desnecessária, com aumento do risco para os próprios utentes e criando potencialmente mais problemas, para o HDES e todo o SRS, no futuro.
    Não houve caos. Repito as vezes que forem necessárias.
    Houve uma situação muito complicada – que ainda decorre parcialmente – que exigiu de todos um esforço redobrado, um empenho total e uma nova solidariedade entre todos. Não entender isto e alinhar por uma estratégia desleal de critica fácil, alarmismo gratuito e calúnia danosa para o bom nome de todos, em tempo de dificuldades acrescidas, é surpreendente e lamentável.
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Covid-19: Cem doentes com risco de reações alérgicas vacinados em hospital de Lisboa – Última Hora – SÁBADO

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Estes doentes são encaminhados essencialmente pelos centros de saúde ou pelos centros de vacinação. Reações são raras.

Source: Covid-19: Cem doentes com risco de reações alérgicas vacinados em hospital de Lisboa – Última Hora – SÁBADO

não conheço ninguém que me ceda 8 milhões mas…..Granadeiro alega confiança com Salgado para receber oito milhões

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Granadeiro justificou ter recebido oito milhões da ES Enterprises, sem a existência de um contrato com base na “confiança” com Salgado.

Source: Granadeiro alega confiança com Salgado para receber oito milhões

birmãnia myanmar mais de 900 mortos e milhares de presos

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BIRMÂNIA – BALANÇO DO GOLPE 5 MESES DEPOIS
MAIS DE 900 MORTOS E MILHARES DE PESSOAS PRESAS
By Ishaan Tharoor /Washington Post
with Claire Parker
Myanmar’s coup fueled a covid surge
A man sits on empty oxygen canisters outside a factory in Mandalay, Myanmar, on July 13. (AFP via Getty Images)
A man sits on empty oxygen canisters outside a factory in Mandalay, Myanmar, on July 13. (AFP via Getty Images)
More than five months since taking power via a coup, Myanmar’s military junta is pushing its country to the brink. Nearly 900 civilians have been killed as security forces crack down on dissent, while thousands more have been detained. Clashes between the army and ethnic minority militias in the country’s east, punctuated by regime airstrikes, have displaced more than 100,000 civilians, while the junta has raided villages in the country’s heartland in battles with newly formed rebel outfits.
Amid worker strikes and boycotts of public sector companies controlled by the military, Myanmar’s economy is facing at least a 10 percent GDP contraction in 2021, while the United Nations projects that half the country’s 54 million people will fall into poverty in coming months.
And then there’s the pandemic. In 2020, Myanmar, like many other countries in Asia, appeared to dodge the worst of the spread of the coronavirus. But now it’s in the grip of a full-blown surge as the more virulent delta variant sweeps through Southeast Asia.
Since registering just a few dozen daily cases in May, Myanmar’s official count crossed 5,000 daily cases for the first time Monday. The seven-day rolling average rose from 1.18 cases per 100,000 people on June 25 to 6.08 cases per 100,000 people on July 9, according to statistics compiled by Johns Hopkins University. Between about one-quarter and one-third of all coronavirus tests are resulting positive, a sign of a far-reaching outbreak. Meanwhile, only a small fraction of the country’s population has received a dose of a coronavirus vaccine.
“The recent rise of COVID-19 in Myanmar is truly alarming,” Joy Singhal of the International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies told Reuters. “The very high rate of positive cases during the past few weeks points to much more widespread infections. This is fast becoming critical as many people still have limited access to hospitals and healthcare.”
According to reports, the country’s state-run coronavirus treatment facilities are at capacity. Hospital beds and oxygen are in short supply. Patients who are deemed either too sick to be saved or not sick enough are being turned away. In scenes that played out earlier this year in neighboring India — and that are also taking place in countries like Thailand and Indonesia — lines of people in desperate search of oxygen supplies formed in the major cities of Yangon and Mandalay.
The coup has made the situation worse. The civil disobedience movement against the junta drew many doctors and medical workers, many of whom now shun staffing government hospitals or have been persecuted by military authorities. Critics of the regime say it has also disrupted efforts to counter the pandemic put in place earlier by the civilian government led by Aung San Suu Kyi, who alongside myriad other political allies is now in detention.
“No wise person with a good heart and a sincere desire for truth would want to work under the junta’s rule,” Zeyar Tun, founder of the civic action group Clean Yangon, told the Associated Press. “Under Suu Kyi, the government and volunteers worked together to control the disease, but it is difficult to predict what the future holds under military rule.”
“My trust in this junta healthcare system is 0%,” an ailing 23-year-old covid patient living in western Myanmar told Reuters. “The quarantine centre has nobody to provide care. There will be nobody to help in case of emergency.”
The military’s security interests appear to take precedent over those of public health. “The curfew imposed by the military also has made matters worse,” noted a South China Morning Post report. “Volunteers claim the military has been unwilling to help, instead leaving the public to fend for themselves.”
“Our ambulance was stopped on the way by soldiers at midnight and [they] warned we should have come out earlier if it was an emergency,” a 24-year-old volunteer from Yangon told the Hong Kong-based daily.
Yet the junta seems impervious to public anguish or foreign concern. This week, it emerged that the regime is pursuing four additional charges against Suu Kyi, the popular civilian leader now mired in a thicket of politically motivated cases trumped up by the junta. Sanctions from a handful of Western governments have failed to change the behavior of the country’s notoriously bunkered top brass, which has long dominated the country and appears to be steadily reversing the moderate steps taken toward political liberalization over the past decade.
Frustrated by the events, Myanmar’s pro-democracy activists are resorting to more extreme measures, with new “self-defense” units popping up in various parts of the country and carrying out violent attacks on local security forces. They have little chance of defeating the regime on their own but have still taken up arms.
“That the opposition has embraced such a radical and risky course reflects profound frustration at the failure of the outside world to act decisively against the coup,” noted The Washington Post’s editorial board. “While the United States and the European Union have adopted some sanctions, China and Russia have blocked action by the U.N. Security Council, and the response of Asian countries, including India and Japan, has been weak.”
As the world fiddles, warned Myanmar historian and commentator Thant Myint-U, the country is on the verge of becoming a failed state. Beyond the political anarchy and the junta’s repressive tactics, the economy is cratering: Tourism, the agricultural sector and the country’s lucrative garment industry are all in disarray, while a banking crisis provoked by the coup has depleted cash in circulation and scared away outside investors.
“As the stalemate continues, the economy will crumble, extreme poverty will skyrocket, the health-care system will collapse, and armed violence will intensify, sending waves of refugees into neighboring China, India, and Thailand,” he wrote in the latest issue of Foreign Affairs.
He added: “Myanmar will become a failed state, and new forces will appear to take advantage of that failure: to grow the country’s multibillion-dollar-a-year methamphetamine business, to cut down the forests that are home to some of the world’s most precious zones of biodiversity, and to expand wildlife-trafficking networks, including the very ones possibly responsible for the start of the COVID-19 pandemic in neighboring China. The pandemic itself will fester unabated.”
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DEPUTADO DO CHEGA PASSA A INDEPENDENTE

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Carlos Furtado vai passar a deputado independente
Carlos Furtado vai perder a confiança política do Chega, ser expulso do partido e vai passar a deputado independente.
(notícia em actualização)
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Espaço mais fácil que escalada do Pico para presidente do Clube dos Exploradores – Jornal Açores 9

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“Esta foi, definitivamente, a subida mais difícil em que já participei. Ainda bem que não sabia que ia ser tão difícil, se não teria questionado se devia ter vindo”, confessou à Lusa o norte-americano que lidera a sociedade fundada em 1904 nos Estados Unidos. “Já fiz muitas viagens, mas na maior parte delas estava dentro […]

Source: Espaço mais fácil que escalada do Pico para presidente do Clube dos Exploradores – Jornal Açores 9

Artur Alonso Novelhe: “É preciso estabelecer um aberto diálogo permanente, para evitar um contínuo confronto”

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O escritor e colaborador do PGL, Artur Alonso Novelhe, vem de publicar o livro “Mudar o Mundo”, editado em Lisboa polo MIL/ DG Edições.

Source: Artur Alonso Novelhe: “É preciso estabelecer um aberto diálogo permanente, para evitar um contínuo confronto”

7 cidades uma viagem no tempo

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Recuando 122 anos… 😄
“[…] Às Sete-Cidades, a excursão pode fazer-se num dia, ida e volta.
Toma-se uma carruagem que nos leva em duas horas, por 17 quilómetros de estrada litoral até ao lugar chamado Lomba da Cruz onde os viajantes montarão burros para subir, acompanhado pelos condutores, ao alto da montanha por um atalho acidentado, poréns sem perigo algum, de pastagens e matos, no que se gasta cerca de uma hora.
Os burros devem ser alugados ao passar pelas Feteiras, povoado que se encontra a três quilómetros da Lomba da Cruz […].”
Em breve, no “Correio dos Açores” de domingo ✌
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O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

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ArtigosRelacionados Os 10 casos mais caricatos da história de Portugal Jul 13, 2021 12 factos estranhos da história de Portugal que não lhe ensinaram na escola Jul 12, 2021 Kristang: 500 anos depois ainda se fala português e se dança o Vira na Malásia Jul 12, 2021 Caravelas, Naus e Galeões Portugueses: o choque tecnológico […]

Source: O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

candidaturas culturazores 2021

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esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/administrator/index.php?option=com_dropfiles

 

O que é Cultura? - Blog Descomplica

Crónica 405 candidaturas culturazores 2021

A origem da palavra cultura vem do termo em latim colere, que significa cuidar, cultivar e crescer. Trata-se do conjunto de conhecimentos, valores, símbolos, tradições, ideias, costumes e práticas que se tornam caraterísticas de um grupo, seja ele familiar, social, étnico, religioso e assim por diante. Esse conhecimento nem sempre é formal — ninguém precisou fazer um curso para aprender a cultura do seu próprio povo. Ela foi transmitida para as gerações seguintes no quotidiano: na conversa, nas atividades diárias, nas festas e comemorações, no exemplo das outras pessoas. De uma forma completamente diferente do que muitos pensam, não existem pessoas com mais ou menos cultura, ou mesmo culturas inferiores ou superiores. Toda sociedade possui um conjunto único de valores, que foi construído através de sua história e deve ser compreendido e respeitado.

Vão abrir as candidaturas a apoios culturais no arquipélago em 2021 em moldes inovadores, refletindo um maior ajustamento à realidade e às necessidades populares. Será privilegiada a cultura de massa para promover o consumismo entre os indivíduos, sendo um comportamento típico do capitalismo, que foi expandido de maneira drástica a partir dos séculos XIX e XX. Frequentemente, a “cultura” é sinónimo de identidade. Isso ocorre em casos como o da “Kultur” de Herder, ou seja, de afirmação do modo de vida do seu povo em contraposição ao que é considerado dominante. Logo, nesse sentido a “cultura” é um motivo de orgulho e de autoestima para o grupo.

Pretende-se conceder o máximo apoio a atividades como:

Touradas à corda com sessões de poesia popular

Ferrar touros com música clássica

Matança tradicional do porco ao som de filarmónicas

Romarias em cada ilha acompanhadas de leitura de “Mau tempo no canal”

Realização de concursos literários nos lares da terceira idade

Campeonatos de cartas nos centro de dia

Cantigas ao desafio nos ATL

Sessões de folclore com a participação de todas as escolas da região

Concurso de origami promovido pelas escolas profissionais

Passeios guiados às catacumbas da direção regional para apreciação dos projetos indeferidos

São definitivamente excluídos todos os projetos que se relacionem com as exposições em museus, bibliotecas, congressos e simpósios, a pintura, escultura, o balé, o teatro, o cinema, a ópera, a língua, linguística e literatura ou outras manifestações de cultura dita erudita. por esse motivo todas as ONG, associações culturais sem fins lucrativos, entidades de utilidade pública declarada e outras ficam excluídas

Os projetos selecionados serão nomeados para participarem no Orçamento Participativo da Região ou para serem plantados numa horta comunitária

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

Crónica 405 candidaturas culturazores 2021

A origem da palavra cultura vem do termo em latim colere, que significa cuidar, cultivar e crescer. Trata-se do conjunto de conhecimentos, valores, símbolos, tradições, ideias, costumes e práticas que se tornam caraterísticas de um grupo, seja ele familiar, social, étnico, religioso e assim por diante. Esse conhecimento nem sempre é formal — ninguém precisou fazer um curso para aprender a cultura do seu próprio povo. Ela foi transmitida para as gerações seguintes no quotidiano: na conversa, nas atividades diárias, nas festas e comemorações, no exemplo das outras pessoas. De uma forma completamente diferente do que muitos pensam, não existem pessoas com mais ou menos cultura, ou mesmo culturas inferiores ou superiores. Toda sociedade possui um conjunto único de valores, que foi construído através de sua história e deve ser compreendido e respeitado.

Vão abrir as candidaturas a apoios culturais no arquipélago em 2021 em moldes inovadores, refletindo um maior ajustamento à realidade e às necessidades populares. Será privilegiada a cultura de massa para promover o consumismo entre os indivíduos, sendo um comportamento típico do capitalismo, que foi expandido de maneira drástica a partir dos séculos XIX e XX. Frequentemente, a “cultura” é sinónimo de identidade. Isso ocorre em casos como o da “Kultur” de Herder, ou seja, de afirmação do modo de vida do seu povo em contraposição ao que é considerado dominante. Logo, nesse sentido a “cultura” é um motivo de orgulho e de autoestima para o grupo.

Pretende-se conceder o máximo apoio a atividades como:

Touradas à corda com sessões de poesia popular

Ferrar touros com música clássica

Matança tradicional do porco ao som de filarmónicas

Romarias em cada ilha acompanhadas de leitura de “Mau tempo no canal”

Realização de concursos literários nos lares da terceira idade

Campeonatos de cartas nos centro de dia

Cantigas ao desafio nos ATL

Sessões de folclore com a participação de todas as escolas da região

Concurso de origami promovido pelas escolas profissionais

Passeios guiados às catacumbas da direção regional para apreciação dos projetos indeferidos

São definitivamente excluídos todos os projetos que se relacionem com as exposições em museus, bibliotecas, congressos e simpósios, a pintura, escultura, o balé, o teatro, o cinema, a ópera, a língua, linguística e literatura ou outras manifestações de cultura dita erudita. por esse motivo todas as ONG, associações culturais sem fins lucrativos, entidades de utilidade pública declarada e outras ficam excluídas

Os projetos selecionados serão nomeados para participarem no Orçamento Participativo da Região ou para serem plantados numa horta comunitária

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

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