Arquivo da Categoria: sociedade consumidor TRIVIA INSOLITO

luto no automobilismo

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Jorge Cirne, esse carismático navegador 🏁
Dias depois da partida do Joaquim Moutinho, acabou por falecer mais uma figura importante da história dos Ralis em Portugal: Jorge Cirne, um dos mais conceituados navegadores dos anos 70.
De uma constante alegria e simpatia, Jorge Cirne fez a sua primeira prova em 1970, ao lado de Victor Colaço Marques, na quarta edição do Rally TAP.
Depois, em 1971, fez duas provas a navegar Conde Botelho, dando início a uma carreira onde ditou notas a alguns dos melhores pilotos nacionais da época: Francisco Santos, Jorge Alves, Américo Nunes, Mário Silva e Giovanni Salvi foram alguns dos pilotos com os quais fez equipa, em quase meia centena de provas.
Foi ao lado de Mário Silva, em 1980, c/ um Ford Escort RS que conseguiu o seu melhor resultado, o triunfo no Rali James/Póvoa do Varzim.
Até sempre e obgd Jorge Cirne!
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Zé Catalao

Uma geração da história de ouro do nosso automobilismo que vai desaparecendo, mas nunca se há de perde no tempo e será sempre recordado. 🙏👏👏🇵🇹
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Pinhas Piloto

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Perdemos mais um dos grandes nomes do nosso desporto.
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morreu LUÍS AGUILAR (CANADÁ)

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FALECIMENTO DE LUÍS AGUILAR (1951-2023)
Informo todos os nossos amigo(a)s e conhecido(a)s que o nosso querido LUÍS AGUILAR faleceu hoje, dia 23 de Novembro, em Montreal (Canadá) às 10h13.
Dia 8 de junho, caiu na rua e partiu a anca direita. Foi operado. Seguiu-se a ablação da vesícula, que provocou infeção atrás de infeção.
Esta manhã, depois de ter perdido as forças físicas devido a uma hospitalização prolongada de 5 meses e meio, o corpo perdeu a guerra contra a mente/espírito.
O Luís lutou, lutou, lutou. Sou testemunha do quanto ele quis viver ainda, pois estive com ele ao longo de todos os dias.
Meu querido Luís até ao nosso reencontro, o teu sofrimento terminou. Partiste em paz e rodeado de amor. Onde estiveres, eu estarei SEMPRE contigo.
Gratos eternamente, eu e o Luís a quem nos acompanhou e deu-nos forças para lutar contra tanta adversidade.
Vitália de Aguilar
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Há 14 “armadilhas evolutivas” que ditam o fim da Humanidade. 12 já são becos sem saída – ZAP Notícias

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Mergulhada numa policrise global, tecnológica e estrutural, a vida humana está a auto-extinguir-se de 14 diferentes formas, de acordo com novo estudo. Conheça os 14 “becos” — dos quais só dois têm saída. O futuro da Humanidade não está garantido e as alterações climáticas não são as únicas culpadas. Na verdade, enfrentamos uma “policrise” que pode ser fatal para a população global e levar à extinção da vida humana, segundo um novo estudo da Universidade de Estocolmo, na Suécia publicado nas Transações Filosóficas da Royal Society B. Mais especificamente, há 14 “armadilhas evolutivas” que podem apanhar a vida humana, cujo

Source: Há 14 “armadilhas evolutivas” que ditam o fim da Humanidade. 12 já são becos sem saída – ZAP Notícias

jovens imaturos

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A Oeste, nada de novo. A descoberta peca apenas por tardia.
Seria excelente que a atitude da digníssima Coordenadora fizesse “jurisprudência”. De cima para baixo. Das universidades aos jardins de infância.
Ontem já era tarde.
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https://expresso.pt/sociedade/ensino/2023-11-11-Caramba-isto-parece-o-liceu-estao-sempre-irrequietos-universidades-queixam-se-da-imaturidade-dos-alunos-e-da-interferencia-dos-pais-b634e08f
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vão levar os pais para o emprego?

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Eu não queria estar com conversa de velho, mas partilho uma experiência do meu tempo.
Quando entrei na faculdade de Direito de Coimbra, vivia em Vila Flor, Trás-os-Montes. Bem, a minha mãe foi ao Banco, levantou uma quantia, deu-ma e disse:
– Pronto, tens aqui dinheiro suficiente para ires a Coimbra tratar da matrícula e de arranjar um quarto para ficar.
Talvez hoje sejam adolescentes até aos 35 e esteja tudo bem.
May be an image of 2 people and text that says "E jornalexpresso Seguir EDUCAÇÃO "Níveis exagerados de controlo parental traduzem se numa maior imaturidade. Se oS jovens não são treinados para tratar dos próprios assuntos, o que vai acontecer depois do curso? Vão levar os pais para o emprego?" DANIEL SAMPAIO, PSIQUIATRA, SOBRE INTERFERÊNCIA VEZ MAIOR DOS PAIS ΝΑ VIDA UNIVERSITÁRIA DOS ESTUDANTES"
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José Pedro Calheiros

Sou de uma geração que teve de fazer tudo. Podíamos sempre contar com o apoio dos pais. Eles estavam lá, ora aplaudiam, ora criticavam. Crescemos.

MORREU O ENCENADOR CARLOS AVILEZ

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MORREU O ENCENADOR CARLOS AVILEZ
Morreu o encenador e ator Carlos Avilez, fundador do Teatro Experimental de Cascais
O encenador e ator Carlos Avilez, faleceu hoje, aos 88 anos, vítima de paragem cardio-respiratória, no Hospital de Cascais, disse à agência Lusa fonte do Teatro Experimental de Cascais, do qual foi um dos fundadores.
De acordo com a mesma fonte, Carlos Avilez deu entrada na terça-feira no Hospital de Cascais com uma indisposição, e viria a falecer cerca das 02:00 da madrugada de hoje naquela unidade hospitalar.
Carlos Vitor Machado, mais conhecido por Carlos Avilez, nasceu em 1935, como confirma o Teatro Experimental de Cascais, e estreou-se profissionalmente como ator em 1956, na Companhia Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro, onde permaneceu até 1963.
Com uma vida dedicada ao teatro, foi um dos fundadores do Teatro Experimental de Cascais (TEC), que completou 58 anos de existência a 13 de novembro último.
“O TEC está muito consternado com o falecimento desta figura notável do teatro. Ele estava com a saúde fragilizada, mas continuou sempre com muita vontade de trabalhar, porque ainda encenou a peça ‘Electra’, que estreou a 18 de novembro”, segundo a mesma fonte.
Esta última peça encenada por Avilez, a partir da trilogia “Electra e os fantasmas”, de Eugene O’Neill – a 177.ª produção do Teatro Experimental de Cascais — estreou-se no auditório Academia Artes do Estoril, no Monte Estoril, Cascais, a 18 de novembro, e ficará em cena até 17 de dezembro.
Carlos Avilez foi presidente do Instituto de Artes Cénicas, diretor do Teatro Nacional S. João, no Porto, e diretor do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, tendo fundado a Escola Profissional de Teatro de Cascais, a cuja direção pertencia, integrando, também, o corpo docente.
Em 1964, dirigiu o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC), trabalhou com o ator Raúl Solnado no Teatro Villaret, em Lisboa, e em 1970 foi diretor artístico e responsável pelo dia consagrado a Portugal na Expo’70 em Osaka, no Japão.
Em 1979 foi nomeado, juntamente com Amélia Rey Colaço, diretor da Companhia Nacional de Teatro I – Teatro Popular, então sediada no Teatro São Luiz, em Lisboa.
Trabalhou em França com Peter Brook e na Polónia com Jerzi Grotowsky, e, além de teatro, encenou várias óperas entre as quais “Carmen”, “Contos de Hoffmann”, “As Variedades de Proteu”, “O Capote”, “Inês de Castro”, “O Barbeiro de Sevilha” e “Madame Butterfly”.
Foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique em 1995 e com as Medalhas de Mérito Municipal da Câmara Municipal de Cascais, de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e da Associação 25 de Abril.
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Elvira Fernandes

Nas artes, como na vida, de vez em quando recebemos uma boa notícia, mas todos os dias recebemos uma má notícia!
Os meus pêsames à família e a todos os que trabalhavam com ele.

Mulher que descolorava o cabelo e usava muita maquilhagem decidiu cortar com tudo. E o resultado é brutal – Beleza – MAGG

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Uma rapariga inglesa de 22 anos chocou o TikTok depois de mostrar a diferença que teve o seu aspeto físico quando abdicou das muitas camadas de maquilhagem e da descoloração do cabelo.

Source: Mulher que descolorava o cabelo e usava muita maquilhagem decidiu cortar com tudo. E o resultado é brutal – Beleza – MAGG

Faleceu o poeta e ensaísta Manuel Gusmão (1945-2023).

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Faleceu o poeta e ensaísta Manuel Gusmão (1945-2023).
Foi meu professor de Literatura Francesa. Excelente professor.
RIP
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Isa Severino

Que grande perda! Um intelectual, professor, poeta, investigador e humanista.

morreu Paula Ribas

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Morreu a cantora Paula Ribas, conhecida pela “rainha do Twist” na década de 1960
Lisboa, 07 nov 2023 (Lusa) – A cantora Paula Ribas, 91 anos, que foi apelidada como a “rainha do twist”, morreu hoje, no hospital de Cascais, onde se encontrava internada, disse à agência Lusa o seu marido, o músico Luís N’Gambi
A cantora Paula Ribas fez sucesso na década de 1960, em Portugal, com êxitos como “Vamos Dançar o Twist”, de que foi dita “rainha”, e em 1970 rumou ao Brasil, onde permaneceu 20 anos.
Paula Ribas, de seu nome de batismo Ilídia Dias Ribas, nasceu em Faro, em 23 de fevereiro de 1942, e estreou-se em 1952 no programa radiofónico “Ouvindo as Estrelas”.
Sobrinha da atriz Virgínia (1850-1922), tinha estudado piano e solfejo no Conservatório Nacional, onde foi aluna de Campos Coelho e de Marieta Amstad.
O compositor Carlos Nóbrega e Sousa, amigo da família, levou-a a trocar a música clássica pela ligeira e, aos 17 anos, participou num concurso de novos talentos da então Emissora Nacional.
A cantora foi construindo a carreira com temas como “Isto é Lisboa”, “Ai Algarve”, “É Assim a Madeira” é “Ruas da Minha Cidade”.
Em 1965 assinou contrato com a discográfica Alvorada e gravou várias versões dos grandes sucessos internacionais, adaptados por António José, que trabalhou posteriormente com Marco Paulo.
No teatro foi a ”atração nacional” na revista “E Viva o Velho” (1966) da qual fizeram parte, entre outros, António Mourão (1935-2013), Camilo de Oliveira (1924-2016) e Io Appolloni, Luísa Durão (1899–1977) e Costinha (1896-1976).
Nesta revista interpretou o êxito “Maria Lisboa”, de Eduardo Damas e Manuel Paião. Na revista seguinte “Ri-te, Ri-te” destacou-se com a canção “Quatro Estações”, de José Mesquita.
No cinema protagonizou, com António Calvário, o filme “O Amor Desceu de Paraquedas” (1968), de Constantino Esteves, e “Férias em Portugal”, ao lado de Dalida (1933-1987) e Alberto Cortez, filme que nunca foi exibido em público. Também com Madalena Iglésias, António Silva e Tonicha, entrou em “Sarilho de Fraldas” (1967), de Constantino Esteves.
Ribas assinou contrato com a discográfica espanhola Belter, que representou nos festivais de canção de Benidorm, Málaga, Las Palmas e Orense, em Espanha.
Nos começos da década de 1970, Paula Ribas viajou para S. Paulo, no Brasil, onde foi atração do programa “Caravela da Saudade”, da TV Tupi.
Ribas estreou-se no Brasil já com 20 álbuns e atuações em 17 países, com gravações, cantando em várias línguas.
Em 1970, participou no Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro, com “Canção da Paz Para Todos Nós”, de Francisco Nicholson e Jorge Costa Pinto.
Voltou ao Brasil em 1972, quando fixou residência em S. Paulo, tendo sido contratada pelo restaurante Avril au Portugal.
Em 1974 gravou o LP “Fados Brasileiros”, com composições e poemas de Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Chico Buarque, Caco Velho, Chico Alves, Caetano Veloso e Dorival Caymmi, entre outros, ao qual se seguiu “Portugal Hoje”, composto apenas por versões de temas de José Afonso, em colaboração com o músico Luis N’Gambi, com quem tinha casado em Angola.
A cantora liderou o elenco do musical “Brasil em Três Tempos”, que esteve em cena durante 18 meses, no Hotel Nacional, no Rio de Janeiro, seguindo em digressão pelo Brasil com o espetáculo “Navegar É Preciso”, que deu origem a um álbum homónimo.
Em 1981, gravou o disco “Tudo Isto É Fado”, também com Luís N’Gambi, com quem fez ainda o álbum antológico “Angola – Folclore e Canções Tradicionais”, para demonstrar as afinidades musicais entre os ritmos do samba e do semba.
Em Portugal com a discográfica Discossete gravou os dois álbuns que incluem sucessos como “Amar Você”, “Eu e Você” e “Chuvas de Verão”.
Em janeiro de 2015, Paula Ribas e Luís N’Gambi foram homenageados em Lisboa, no Chapitô, com a participação do poeta Ricardo Maria Louro.
A cantora regressou a Portugal em 1989, e até recentemente atuava todas as semanas no Restaurante da Nini, em Lisboa.
NL // MAG
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Carlos Camara

Rest in Peace

Jorge Máximo Heitor

Morreu hoje Ilídia Dias Ribas (Faro, 23 de fevereiro de 1942), mais conhecida pelo seu nome artístico, Paula Ribas.
Sempre a recordarei como a intérprete da versão portuguesa de “As crianças do Pireu”. E vi-a num Serão para Trabalhadores, no Liceu Camões, há uns 63 anos.
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Sérgio and 5 others

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