Faleceu o poeta e ensaísta Manuel Gusmão (1945-2023).

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Faleceu o poeta e ensaísta Manuel Gusmão (1945-2023).
Foi meu professor de Literatura Francesa. Excelente professor.
RIP
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Isa Severino

Que grande perda! Um intelectual, professor, poeta, investigador e humanista.

morreu Paula Ribas

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Morreu a cantora Paula Ribas, conhecida pela “rainha do Twist” na década de 1960
Lisboa, 07 nov 2023 (Lusa) – A cantora Paula Ribas, 91 anos, que foi apelidada como a “rainha do twist”, morreu hoje, no hospital de Cascais, onde se encontrava internada, disse à agência Lusa o seu marido, o músico Luís N’Gambi
A cantora Paula Ribas fez sucesso na década de 1960, em Portugal, com êxitos como “Vamos Dançar o Twist”, de que foi dita “rainha”, e em 1970 rumou ao Brasil, onde permaneceu 20 anos.
Paula Ribas, de seu nome de batismo Ilídia Dias Ribas, nasceu em Faro, em 23 de fevereiro de 1942, e estreou-se em 1952 no programa radiofónico “Ouvindo as Estrelas”.
Sobrinha da atriz Virgínia (1850-1922), tinha estudado piano e solfejo no Conservatório Nacional, onde foi aluna de Campos Coelho e de Marieta Amstad.
O compositor Carlos Nóbrega e Sousa, amigo da família, levou-a a trocar a música clássica pela ligeira e, aos 17 anos, participou num concurso de novos talentos da então Emissora Nacional.
A cantora foi construindo a carreira com temas como “Isto é Lisboa”, “Ai Algarve”, “É Assim a Madeira” é “Ruas da Minha Cidade”.
Em 1965 assinou contrato com a discográfica Alvorada e gravou várias versões dos grandes sucessos internacionais, adaptados por António José, que trabalhou posteriormente com Marco Paulo.
No teatro foi a ”atração nacional” na revista “E Viva o Velho” (1966) da qual fizeram parte, entre outros, António Mourão (1935-2013), Camilo de Oliveira (1924-2016) e Io Appolloni, Luísa Durão (1899–1977) e Costinha (1896-1976).
Nesta revista interpretou o êxito “Maria Lisboa”, de Eduardo Damas e Manuel Paião. Na revista seguinte “Ri-te, Ri-te” destacou-se com a canção “Quatro Estações”, de José Mesquita.
No cinema protagonizou, com António Calvário, o filme “O Amor Desceu de Paraquedas” (1968), de Constantino Esteves, e “Férias em Portugal”, ao lado de Dalida (1933-1987) e Alberto Cortez, filme que nunca foi exibido em público. Também com Madalena Iglésias, António Silva e Tonicha, entrou em “Sarilho de Fraldas” (1967), de Constantino Esteves.
Ribas assinou contrato com a discográfica espanhola Belter, que representou nos festivais de canção de Benidorm, Málaga, Las Palmas e Orense, em Espanha.
Nos começos da década de 1970, Paula Ribas viajou para S. Paulo, no Brasil, onde foi atração do programa “Caravela da Saudade”, da TV Tupi.
Ribas estreou-se no Brasil já com 20 álbuns e atuações em 17 países, com gravações, cantando em várias línguas.
Em 1970, participou no Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro, com “Canção da Paz Para Todos Nós”, de Francisco Nicholson e Jorge Costa Pinto.
Voltou ao Brasil em 1972, quando fixou residência em S. Paulo, tendo sido contratada pelo restaurante Avril au Portugal.
Em 1974 gravou o LP “Fados Brasileiros”, com composições e poemas de Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Chico Buarque, Caco Velho, Chico Alves, Caetano Veloso e Dorival Caymmi, entre outros, ao qual se seguiu “Portugal Hoje”, composto apenas por versões de temas de José Afonso, em colaboração com o músico Luis N’Gambi, com quem tinha casado em Angola.
A cantora liderou o elenco do musical “Brasil em Três Tempos”, que esteve em cena durante 18 meses, no Hotel Nacional, no Rio de Janeiro, seguindo em digressão pelo Brasil com o espetáculo “Navegar É Preciso”, que deu origem a um álbum homónimo.
Em 1981, gravou o disco “Tudo Isto É Fado”, também com Luís N’Gambi, com quem fez ainda o álbum antológico “Angola – Folclore e Canções Tradicionais”, para demonstrar as afinidades musicais entre os ritmos do samba e do semba.
Em Portugal com a discográfica Discossete gravou os dois álbuns que incluem sucessos como “Amar Você”, “Eu e Você” e “Chuvas de Verão”.
Em janeiro de 2015, Paula Ribas e Luís N’Gambi foram homenageados em Lisboa, no Chapitô, com a participação do poeta Ricardo Maria Louro.
A cantora regressou a Portugal em 1989, e até recentemente atuava todas as semanas no Restaurante da Nini, em Lisboa.
NL // MAG
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Carlos Camara

Rest in Peace

Jorge Máximo Heitor

Morreu hoje Ilídia Dias Ribas (Faro, 23 de fevereiro de 1942), mais conhecida pelo seu nome artístico, Paula Ribas.
Sempre a recordarei como a intérprete da versão portuguesa de “As crianças do Pireu”. E vi-a num Serão para Trabalhadores, no Liceu Camões, há uns 63 anos.
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Visão | Fotógrafo português Nuno Calvet morre aos 91 anos

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O fotógrafo Nuno Calvet, autor, entre outros, do livro “Foto-Grafias”, com o poeta Ary dos Santos, morreu no sábado em Viana do Alentejo, aos 91 anos, disse hoje à Lusa fonte da família

Source: Visão | Fotógrafo português Nuno Calvet morre aos 91 anos

UMA GERAÇÃO DE PAIS ÓRFÃOS DE FILHOS (part2)

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【A CAUSA DAS COISAS】
UMA GERAÇÃO DE PAIS ÓRFÃOS DE FILHOS (part2)
Pais órfãos que não se negam a prestar ajuda financeira, dentro das suas posses.
Pais mais velhos que sustentam os netos nas escolas e pagam viagens de estudo fora do país.
Pais que cedem seus créditos consignados para filhos contraírem dívidas em seus honrados nomes, que lhes antecipam herança. Mas que não têm assento à vida familiar dos mais jovens, seus próprios filhos e netos, em razão – talvez, não diretamente de seu desinteresse, nem de sua falta de tempo – mas da crença de que seus pais se bastam.
Este estilo de vida, nos dias comuns, que não inclui conversa amena e exclui a “presença a troco de nada, só para ficar junto”, dificulta ou mesmo impede, a partilha de valores e interesses por parte dos membros de uma família na actualidade, resulta de uma cultura baseada na afirmação das individualidades e na política familiar focada nos mais jovens, nos que tomam decisões ego-centradas e na alta velocidade: tudo muito veloz, tudo fugaz, tudo incerto e instável.
O universo de relacionamento nas sociedades ditas modernas, provoca a insegurança permanente e monta uma armadilha, em que redes sociais são ilusoriamente suficientes, para gerar controle e sentimento de pertença. Não passam porém de falsidades, que mascaram as distâncias interpessoais que se acentuam e que esvaziam de afecto, mesmo aquelas que são primordiais: entre pais e filhos e entre irmãos.
O desespero calado dos pais abandonados, órfãos de quem lhes asseguraria conforto emocional e quiçá material, não faz parte de uma genuína renúncia da parte destes pais, que “não querem incomodar ninguém”, uma falsa racionalidade – e é para isso que se prestam as racionalizações – que abala a saúde, a segurança pessoal, o senso de pertença. É do medo de perder o pouco que seus filhos lhes concedem em termos de atenção e presença afectuosa. O primado da “falta de tempo”, torna muito difícil viver um dia a dia, em que a pessoa está sujeita ao pânico de não ter com quem contar.
Muitos filhos e netos adultos, ficam irritados por precisarem acompanhar os pais ou os avós idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões. Desde os poucos minutos dos sinais luminosos para se atravessar uma rua, até as grandes filas nos supermercados, a dificuldade de caminhar por calçadas quebradas e a hesitação ao digitar uma senha de computador, qualquer coisa que tire o adulto de seu tempo de trabalho e do seu lazer, ao acompanhar os pais, é causa de irritação. Inclusive por que o próprio lazer, igualmente, é executado com horário marcado e em espaço determinado.
Nas salas de espera veem-se os idosos calados e seus filhos entretidos nos seus jornais, revistas, tablets e telemóveis, preocupados com aquilo que se passa na realidade virtual. Vive-se uma vida velocíssima, em que quase todo o tempo do simples existir deve ser vertido para tempo útil, entendendo-se tempo útil como aquele que também é investido nas redes sociais. Enquanto isso, para os mais velhos o relógio gira mais lento, à medida que percebem, eles próprios, irem passando pelo tempo. O tempo para estar parado, o tempo da fruição está limitado.
Os adultos correm para diminuir suas ansiosas marchas em aulas de meditação. Os mais velhos têm tempo sobrante para escutar os outros, ou para lerem seus livros, tudo aquilo que possa requerer reflexão. Ou somente uma leve distração. Os idosos devoram artigos, revistas e informações sobre o seu trabalho, em suas hiper especializações. Têm que estar a par de tudo “just in time” – o que não significa exactamente saber, posto que existe grande diferença entre saber e tomar conhecimento. Já, os mais velhos querem mais é se livrar do excesso de conhecimento e manter suas mentes mais abertas e em repouso. Ou, então, focadas naquilo que realmente lhes faz bem como pessoa.
Restam poucos interesses em comum a compartilhar.
Idosos precisam de tempo para fazer nada e, simplesmente recordar.
Idosos apreciam a prosa de uma conversa compassada.
Adultos têm necessidade de dizer e de contar.
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Turista lituana morre afogada após ser arrastada por onda na zona das piscinas de Ponta Delgada – Portugal – Correio da Manhã

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Alerta foi dado por volta das 14h00.

Source: Turista lituana morre afogada após ser arrastada por onda na zona das piscinas de Ponta Delgada – Portugal – Correio da Manhã

A vida, a fama e os vícios de Matthew Perry, o eterno Chandler Bing de Friends – Cultura – Correio da Manhã

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Matthew Perry foi encontrado morto no sábado em casa em Los Angeles. Comunidade internacional relembra legado e génio cómico do ator.

Source: A vida, a fama e os vícios de Matthew Perry, o eterno Chandler Bing de Friends – Cultura – Correio da Manhã

perigos na cidade (ponta delgada)

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Passadeira da Avenida do Príncipe do Mónaco, em Ponta Delgada.
Passadeira bastante usada em via de tráfego automóvel intenso.
Eu uso esta passadeira algumas 4 vezes por dia. De todas as vezes, paro na berma e só cruzo a estrada quando vejo que a viatura que se aproxima efetivamente para, sendo uma via de 3 faixas, faço nova paragem ao chegar junto da nova faixa e só volto a avançar se não vem carro nenhum na próxima faixa ou se vejo que o mesmo para. De uma destas vezes, estando a chegar à zona de separação de duas faixas, vejo uma viatura se aproximar com velocidade de mais para quem faria intenções de parar. Parei, como faria de qualquer modo e efetivamente, estando eu em cima da passadeira, a viatura passou pela minha frente como se não tivesse ninguém na passadeira. Não sei se por acaso ou já para apanhar alguma coisa, invisível na paragem de autocarro próxima, estava um agente da PSP que de imediato saltou para a estrada, mandou parar a viatura e autuou o condutor.
A semana passada morreu uma pessoa atropelada nesta passadeira.
Vejo lombas em locais que me ponho a pensar qual a lógica daquela lomba, talvez fosse altura de nesta via e nos dois sentidos, colocar uma lomba, lomba que efetivamente obrigue a abrandar, pois em algumas lombas as viaturas passam como se lá não estivesse lomba alguma e até até, à lomba acrescentar um semáforo para uso da passadeira. Esta passadeira, dado o uso e o tráfego, é uma armadilha!!
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João Martins Botelho, Artur Neto and 299 others

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Amelia Botelho Botelho

E se as pessoas fossem responsáveis!
As lombas não resolvem os problemas e na irresponsabilidade trazem muitos mais.
Contudo, quem conduz corre sempre riscos e pode causar muito mal.
Quem anda a pé corre muitos riscos….

Quatro benefícios de dormir nu – ZAP Notícias

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Dormir sem roupa pode mudar a sua experiência noturna para melhor, polindo a sua higiene, saúde e aparência e bem-estar. Esta noite, de acordo com o que a ciência recomenda, deve dormir sem roupa. Apesar de não afastar todos os seus problemas, ir para a cama ‘descascado’ tem benefícios para a sua saúde e bem-estar. Além de ter menos roupa para lavar, dormir nu traz, segundo o Popular Science, quatro vantagens que vai querer conhecer. Ler também: Tem dificuldades em adormecer? Só demora dois minutos com este truque militar Um truque simples é eficaz no combate às insónias 1. Pele

Source: Quatro benefícios de dormir nu – ZAP Notícias