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Source: PÁGINA GLOBAL: NOVA ONDA DE HOSTILIDADES VARREU A SÍRIA
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“Referencial Ensino de Português Língua Estrangeira na China” procura ser um guia orientador “vivo e dinâmico” Por Gonçalo Lobo Pinheiro O estudo científico, da autoria de Maria José Grosso, Jing Zhang, Catarina Gaspar e Madalena Teixeira, tem a chancela da Universidade de Macau e o Centro Científico e Cultural de Macau e procura ser “uma […]
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Díli, 13 jan 2022 (Lusa) – A diplomata timorense Milena Pires diz à Lusa que se vai candidatar à Presidência da República em resposta aos muitos apelos a que haja “um rosto jovem” na política do país, e que o faz com sentido de “responsabilidade e dever cívico”. “Precisamos de caras novas, ideias novas e […]
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Macau, China, 13 jan 2022 (Lusa) – O presidente do município de Zhuhai, Huang Zhihao, prometeu trabalhar com a região vizinha de Macau para criar, ainda este ano, um centro científico e tecnológico sino-lusófono. Segundo o jornal local de língua chinesa Ou Mun Iat Pou, o responsável confirmou que o futuro Centro de Intercâmbio em […]
Source: Zhuhai quer criar centro sino-lusófono científico e tecnológico – Observatório da Língua Portuguesa
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A livraria Lello lançou na quinta-feira, na Expo Dubai, “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, e “A Mensagem”, de Fernando Pessoa, em árabe, garantindo que está disponível para publicar mais obras nesta língua, apostando na internacionalização da literatura nacional. “Esta ideia já começou em 2019, quando fomos convidados para participar no Pavilhão de Portugal, como […]
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Os timorenses lutaram durante 24 anos (1975-1999) contra a violenta ocupação indonésia e o esforço educativo para os indonesiar. Esta pesquisa, um estudo de caso sobre o Externato de São José (ESJ) para compreender o propósito de manter o ensino em língua portuguesa (LP), quando esta foi proibida e perseguida por atrasar a integração efetiva na […]
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Apaixonada que sou por Goa, sempre que aparece um novo livro cuja temática seja Goa, tenho que me apoderar dele. Neste caso até foi mais interessante, pois fiquei a saber do livro A Última Dança em Goa antes mesmo de ser publicado. O autor do livro – Joaquim Correia, contactou-me pois tinha encontrado na Hemeroteca […]
Source: A Primeira Dança em Goa – Observatório da Língua Portuguesa
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Electric cars – the biggest scam the world has ever seen?Did anyone think of this?“If all cars were electric…And if we were stuck in a three hour traffic jam in the cold of a snowstorm, the batteries would completely die.Because there is basically no heating in the electric car.And the fact that I am stuck on the street all night, no battery, no heating, no window wiper, no radio, no GPS, the battery has been dead a long time ago.You can try to call the ambulance and protect women and children, but they can’t come to help because all roads are closed and probably all police cars will be electric.And when the roads are closed by thousands of parked cars, no one will be able to progress. How to charge batteries on site?The same problem is that there are kilometers of traffic jams during the summer holidays.It would not be possible to turn on the air conditioning in an electric car for a short period of time. Your batteries would die in an instant!Of course, no politician or journalist is talking about it, but this will happen.
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joao cumplicidades_mpeg1video_50
Quando além da doença crónica da mulher sou confrontado em poucos dias, com a morte da minha mãe, dois primos e um colega de liceu vitimados pelo bicho apenas resta uma solução como a do Marquês do Pombal “Sepultar os mortos e cuidar dos vivos”. Agradeço a dádiva de ter beneficiado de 97 anos e dez meses de vida de quem me trouxe ao mundo, e que – ironicamente – dizia em tenros anos “ninguém me pediu para ser nascido”, e mais recentemente acrescentava “já que nasci, o melhor é não me queixar enquanto estou vivo”.
Em tempo de crise, o melhor é lembrar as cumplicidades com o filho mais novo Por isso perdi-me a revisitar fotos de há 24 anos e a sorrir aos momentos felizes que retratavam mesmo que nem todos estejam cá connosco para as recordarmos juntos…
Não me queixo apenas constato, desabafo e reajo com imagens de momentos de dias felizes com o mais novo, o resto é passado, ele é futuro e eu (entretanto) passei para a linha da frente.
A isto tudo assisto, ao desabar do mundo, da civilização ocidental, ao avanço da pandemia e do medo; à destruição de vidas e planos e a esta enorme impotência que a todos assola, sem respostas nem soluções para a mortandade, esta e as outras todas que deixaram de ser importantes, sejam elas o cancro ou a fome e guerra.
Assisto pouco mais do que mudo e calado – enquanto vou digerindo lentamente as vicissitudes da vida e da morte com a minha perspetiva oriental de que a morte não é senão uma fase da vida. Assim como à infância se sucede a juventude e a adolescência, a vida adulta, a madura e a terceira idade, a estas normalmente, segue-se a morte que é um estádio diferente, quando o eu se desliga das vestes terrenas, o corpo. Sem lágrimas, nem culto dos mortos, esse novo estádio pode ser encarado de várias óticas que normalmente são estigma na vida do mundo ocidental.
Também se não professam aqui crenças de 72 virgens nos céus islâmicos. Aceito-a apenas como uma etapa natural e não um fim, em si. Tanta memória e recordação que borbulharam à tona dos sentimentos, trazendo-me, de volta, à realidade da efémera passagem por esta vida e acreditem, devo sentir-me grato por ter vivido 71 outonos tão ricos e variados como os que passei em Timor, Macau, Bali, Austrália, Bragança e Açores e tantos os sítios que visitei e pelos quais me apaixonei, 26 deles na companhia da minha mulher que sempre me serviu de muralha protetora e catapulta de sonhos concretizados e com a presença deste quarto filho em 24 anos de lutas, desgostos, desilusões, alegrias e vitórias que juntos compartilhamos.
É isto o ciclo vital e não adianta derramar lágrimas como disse António Gedeão
olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
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Source: Nova estratégia para as regiões ultraperiféricas deve combater despovoamento – Açores 9 Europa
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Os aeroportos portugueses movimentaram 24,8 milhões de passageiros em 2021, um valor superior em 39% a 2020, mas inferior em 58% em relação a 2019, antes da pandemia, segundo a Vinci, dona da ANA – Aeroportos de Portugal. Assim, segundo um comunicado, “em Portugal, o tráfego nos aeroportos regressou no quarto trimestre de 2021 a […]
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