Ligações aéreas de e para os Açores condicionadas pelo nevoeiro – jornalacores9.pt

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As companhias aéreas TAP, Azores Airlines e Sata cancelaram hoje dezenas de voos devido ao nevoeiro que se abateu sobre as ilhas dos Açores, segundo uma consulta da plataforma Ana/Vinci. No aeroporto de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, o mais movimentado dos Açores, foram cancelados voos oriundos do Porto, Madeira, Terceira, Lisboa, Pico, […]

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Óbito/Jorge Barros: Departamento da UAçores lembra obra atenta à memória cultural do país – jornalacores9.pt

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O Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores reagiu hoje à morte do fotógrafo Jorge Barros, lembrando a sua obra “singular, marcada pela atenção à paisagem, às gentes, aos gestos, aos rituais e à memória cultural do país”. Jorge Barros, que testemunhou Portugal ao longo de mais de quatro décadas, morreu na terça-feira, […]

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morreu EDGAR MORIN

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Tal como aconteceu com o nosso sefardita Bento Espinosa, exilado, banido da sua comunidade, excomungado e amaldiçoado com danação eterna, ao ponto de proibirem que o seu corpo recebesse terra no cemitério judaico de Amesterdão, Edgar Morin, em tempos defensor de Israel e aclamado por quantos nele reconheciam um intelectual de primeira plana, é hoje insultado no dia do termo da vida centenária. Morin passou a ser odiado assim que manifestou desgosto moral perante o que considerava a repetição histórica da violência genocida e deu um brado de indignação pelo facto de os descendentes de um povo que foi perseguido e massacrado serem hoje os algozes dos Palestinianos. Ao designar o genocídio de Gaza e a matança indiscriminada de civis, mulheres e crianças como a mais sinistra página do nosso tempo e denunciar a passividade e o silêncio do mundo, Morin foi calado em vida. Não é, pois, de espantar que o seu funeral não convide a grandes exuberâncias carpideiras e que a reserva mental triunfe.

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o refugo vai embora, Êxodo de imigrantes: só na última semana “desapareceram mil motoristas” de Lisboa – SIC Notícias

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Há cada vez mais imigrantes a abandonar Portugal após anos de residência no país. O jornal Expresso destaca esta sexta-feira o caso de vários brasileiros, e não só, que decidiriam regressar ao país de origem ou rumar a Espanha.As causas do êxodo são várias: rendas altas, salários baixos, atrasos da AIMA na renovação de documentos, dificuldades no reconhecimento de competências e xenofobia.Setores como o TVDE são especialmente afetados. A dificuldade de renovação da documentação, que impede os motoristas de trabalhar, levou muitos a abandonar a profissão e o país.“Na última semana, em Lisboa, desapareceram mil motoristas, deixaram de operar na cidade. Estão carros parados”, diz ao Expresso Vítor Soares, da Associação Nacional Movimento TVDE.Economia nacional entraria em risco de colapso sem trabalhadores estrangeiros, alerta relatórioTambém lares de idosos, hotéis e restaurantes dependem fortemente de mão de obra estrangeira. Manuel Lemos, presidente da ­União das Misericórdias Portuguesas, garante que não conseguiria assegurar o funcionamento de instituições de apoio a idosos sem estes trabalhadores.“Há três ou quatro meses que vários provedores, sobretudo no sul do país, e em particular no Algarve, começaram a sentir mais dificuldades de recrutamento, precisamente porque há menos imigrantes. O peso destes trabalhadores neste setor é muito significativo. Há misericór­dias onde são a maioria.”O mesmo relata a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), setor onde, em 2023, os imigrantes representam um em cada três trabalhadores.Segundo os dados mais recentes da Segurança Social, referentes a 2024, cerca de 45 mil trabalhadores estrangeiros deixaram o país nesse ano, o valor mais elevado desde 2015.O relatório "Emprego em Portugal", elaborado pela CoLABOR, uma associação com o selo da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, defende que a economia do país corre o risco real de colapsar caso deixe de contar com os trabalhadores estrangeiros.

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fiquei chocado!Marcelo dá bengaladas e pontapés no rabo em visita a universidade – Vídeo – SÁBADO

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Marcelo Rebelo de Sousa jantou numa cervejaria perto de Coimbra onde estavam alguns estudantes universitários. O Presidente acedeu ao pedido dos estudantes e fez jus à tradição.

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Eduardo Bettencourt Pinto My first photography book

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Êxodo de imigrantes: só na última semana “desapareceram mil motoristas” de Lisboa – SIC Notícias

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A saída de imigrantes do país pode deixar vários setores sem uma grande parte dos trabalhadores.

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ainda o 28 de maio 2026 por CHRYS C

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601. ainda o 28 de maio 2026

 

28 maio

Regresso ao presente (maio 2026), sabemos que os Açores estão permanentemente em crise. Agora é a caranguejola, uma espécie de coligação a 3, que se decompõe dois anos antes do fim do mandato, com intervenientes a venderem a alma à oposição, outros a dizerem que está tudo bem, como se conseguissem projetar um holograma duma realidade que só eles miram.

O naufrágio do navio Titanic — que se afundou em 1912, alegadamente devido a um icebergue — ocorreu dois anos antes do nascimento do meu pai, 11 anos antes do da minha mãe e 37 anos antes do meu. Morreram 1500 almas, bem mais passageiros de menos posses, e não tiveram lugar nos botes salva-vidas disponíveis. Por outro lado, morreram apenas 4 senhoras das 144 que viajavam em 1.ª classe, na 3.ª classe faleceram 89, das 165 que viajavam nessa classe. A tragédia deu origem a várias obras de cinema, como o Titanic de James Cameron, mas não creio que alguém vá fazer um filme, nem sequer um documentário ou uma curta-metragem, sobre o afundamento deste governo, e não haverá, decerto, histórias comoventes de amor inventado entre os 3 parceiros coligados.

Vejamos alguns problemas, pagamentos a fornecedores dos hospitais milhões atrás de milhões pagos tarde e a más horas, a saúde caótica e a degradar-se, em especial depois do incêndio de maio 2024 no HDES, agora agravada pelos bairrismos doentios da ilha Terceira (do Vice-Presidente do governo e do líder da claque da Câmara de Comércio local) que recusam ouvir falar de centro académico clínico na Universidade dos Açores, hospital universitário, hospital central ou de qualquer investimento na ilha de São Miguel. Depois, há a obra de Santa Engrácia na ilha das Flores, o porto, demolido pelo furacão Lorenzo em 2019, que, com sorte, poderá estar concluído em 2030. As estradas regionais estão, em todas as ilhas, a precisar de remendos urgentes, mas, aparentemente, o PRR não chega para tanto; a habitação carente vai ficar muito aquém do necessário; só houve lugar para AL, e as pessoas, em especial os jovens, foram corridas para fora das urbes. Ponta Delgada precisa há muito tempo de um segundo porto, mas quando pensarem em construí-lo, será tarde. O Aeroporto de PDL já há muito deixou de ser suficiente e, mesmo com a retirada da Ryanair, continua insatisfatório. Nisto e em tudo o mais (noutras necessidades de outras ilhas, como a ampliação das pistas do Pico e da Horta) existe uma total falta de visão para o futuro e um bairrismo arraigado ao passado, quando Angra do Heroísmo era heroica e famosa. Todos os Museus precisam de obras, idem para as Bibliotecas Regionais (a de PDL há muito que clama por uma mão de tinta branca, a disfarçar as manchas…). Faltam transportes marítimos de passageiros entre S. Miguel, Santa Maria e as restantes ilhas; o transporte de mercadorias interilhas é uma desgraça, sempre a ser remendado; idem para o transporte aéreo, que tanto prejudica os produtores das ilhas. Agora, a companhia aérea vai dar-se a privados e nós, contribuintes, ficaremos a pagar milhões em prejuízo e deixaremos de ter uma companhia aérea tão fundamental para a nossa insularidade. A Universidade está sempre subfinanciada, mas os Hospitais estão bem piores.

A estrada Furnas-Povoação é uma pista mortal que há anos aguarda atualização; a lancha Espalamaca continua parada no Pico com desculpas de toda a ordem, a apodrecer, após milhares de euros em obras de renovação.

Há centenas de edifícios do Estado (seja da República, do Governo Regional ou mesmo das autarquias) a caírem de podres quando poderiam ser renovados para habitação ou para dinamizar e contrariar o envelhecimento das cidades. Todos os fortes e outras construções militares deixam-se degradar até caírem, como as inúmeras campanhas para salvar o forte de São João Baptista, na Praia Formosa, comprovam. Os restos de Porto Formoso são apenas isso: restos, e em tantas ilhas o cenário se repete, sem respeito nem honra pelos monumentos do passado heroico do arquipélago. Parece haver vergonha da nossa História, mas não há vergonha nenhuma de se aproveitarem dela para benefício pessoal.

 

Ontem, finalmente, fiz o caderno de estudos açorianos dedicado a Dora Gago… Estava há umas 4 semanas à espera e, em breve, segue outro.

Mandei 4 cartas para as autarquias das ilhas de S. Jorge, Pico e Faial, a ver se nos querem lá com a Lusofonia…