Bois espalham pânico em cortejo etnográfico nos Açores. Eis as imagens – Notícias ao Minuto

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As Grandes Festas do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, ficaram marcadas por um incidente com dois dos bois que participavam no cortejo etnográfico. Os animais assustaram-se e saíram disparados do desfile. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

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multiculturalismo (MAIO-JULHO 2026

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NOTA DO AUTOR: Se notaram uma avalanche de notícias anti-islâmicas, isso deve-se ao meu conhecimento da violação de 250 mil jovens no Reino Unido por muçulmanos, refugiados, candidatos a asilo e outros. Toda a Europa foi apanhada de surpresa pela forma como isto foi silenciado, pior que o caso Epstein, pelo que chegou a altura de nos manifestarmos e alertarmos os que acreditam na fada do dente, no pai natal e no coelho da páscoa, e reagirmos enquanto ainda é tempo, se é que já não é demasiado tarde para a Inglaterra, a França e a Alemanha!

 

Atenção: antes de me chamarem nomes, continuo a ser de esquerda (social-democrata à moda de Olof Palme, costumava eu dizer) e a acreditar num multiculturalismo de inserção e integração (como aquele que ajudei a construir na Austrália durante os vários anos em que estive integrado nas estruturas do governo que o definiram), mas os partidos de esquerda europeus subverteram tudo e fizeram isto com a entrada indiscriminada de pessoas (quase todas de idade militar) sem documentação nem razão. Em 2022, quase 3,7 milhões de novas autorizações de residência terão sido emitidas nos Estados-membros da União Europeia (UE), excluindo o afluxo da Ucrânia, em comparação com 2,9 milhões em 2021 e 3 milhões em 2019. De acordo com o Eurostat, houve 875.000 novos pedidos de asilo, ainda sem requerentes ucranianos, um aumento de 52% em relação a 2021 e de 38% em relação a 2019. Se incluirmos as pessoas que adquiriram a cidadania europeia, há atualmente 38 milhões de pessoas nascidas fora da UE a viver na Europa, o que representa 8,5% da população. Depois, não se admirem da ascensão da direita.

Para que não continuem a chamar-me nomes, eu não investigo a cor política de quem disse o quê; não me interessa se são de esquerda, direita, extrema-direita ou extrema-esquerda, de centro ou de qualquer mistura. Se cito essas personalidades é por terem dito algo com que me identifico e com o que concordo, total ou parcialmente . Não são incitamentos à violência, nem têm a ver com raça, etnia ou religião. Fui criado como católico apostólico romano, na matriz judaico-cristã comum a Portugal, em 1949. Temos sangue judaico centenário de Cristãos-Novos, envergonhados e escondidos, e, pessoalmente, não acredito no islamismo como religião, mas sim como política de dominação e subjugação de povos e de mulheres.

Considero-os seis séculos de atraso em relação a nós. Sou multicultural e acredito nessa política que ajudei a montar e a legislar na minha Austrália, com base em noções não discriminatórias e em atitudes que não impliquem a assimilação cultural, mas a integração com respeito pelos valores da cultura que recebe imigrantes. É exatamente o oposto disso que temos vindo a assistir nestas últimas décadas com a aceitação maciça de “alegados” refugiados e imigrantes que odeiam as sociedades ocidentais que os acolhem e pagam e que, na sua versão de democracia estão a contribuir ara a sua autodestruição.

Pode acontecer que um qualquer algoritmo da EU, dito de IA, mas que nem é artificial nem inteligente, julgue esta posição em contravenção de uma qualquer norma, tal como os polícias britânicos mais “woke” do que o idealizado, mas posso então ter de mudar de argumentação e chamar a atenção para a minha demência, bem pior do que a do Ricardo Salgado.

 

seguem adiante dois meses de diário 2026 ChrónicAçores vol. 10 que decerto são mais controversos que os 9 volumes anteriores.

curiosidades do Egito

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You probably didn’t know about these facts:

1. In Ancient Egypt, both men and women used makeup.

They believed that makeup had healing powers.

2. Children in Ancient Egypt did not wear clothes until they were teenagers.

3. The Egyptians believed that the Earth was flat, circular, and that the Nile River ran right down the middle.

4. During mummification, the brain was extracted through the nostrils.

5. The only organ left in the body after mummification was the heart, as it was believed to contain the spirit.

6. Toilets were found in several ancient tombs.

7. The oldest dress in the world was found in Egypt and is estimated to be about 5,000 years old.

8. Cleopatra, the last pharaoh of Egypt, was actually Greek.

9. The Ancient Egyptians shaved their eyebrows to mourn the deaths of their cats.

10. They slept on pillows made of stone (only for the dead).

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Alan Swindells

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Obras permitem ‘rasgar’ contratos antigos de idosos e incapazes – Política – Correio da Manhã

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Quem tem mais de 65 anos ou incapacidade superior a 60% terá de sair, mas o seu realojamento tem de ser garantido. Nos restantes casos, o pagamento de indemnização é suficiente para o despejo.

Source: Obras permitem ‘rasgar’ contratos antigos de idosos e incapazes – Política – Correio da Manhã

Avião da Ryanair faz aterragem de emergência depois de passageiro ter sido sugado por janela – SIC Notícias

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Uma janela partiu-se em pleno voo, provocando a descompressão da cabina e sugando parcialmente um passageiro para fora do avião.

Source: Avião da Ryanair faz aterragem de emergência depois de passageiro ter sido sugado por janela – SIC Notícias

Governo dos Açores conclui programa funcional para reorganização do HDES – jornalacores9.pt

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O Governo dos Açores concluiu a apreciação da versão final do Programa Funcional para a reparação, reorganização e redimensionamento do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, documento que servirá de base ao processo de modernização da principal unidade hospitalar da região. O anúncio foi feito hoje pelo presidente do Governo Regional, José […]

Source: Governo dos Açores conclui programa funcional para reorganização do HDES – jornalacores9.pt

queremos outra bandeira sem a cruz

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Discurso viral suscita debate sobre a bandeira nacional da Inglaterra

Um discurso do estudioso islâmico Sheikh Asrar Rashid, residente em Birmingham, tornou-se viral, reacendendo as discussões sobre identidade nacional, religião e liberdade de expressão no Reino Unido.

No vídeo amplamente partilhado, Rashid criticou a bandeira da Inglaterra, a Cruz de São Jorge, afirmando que preferiria que a bandeira fosse um desenho branco simples, com apenas a palavra «Inglaterra» inscrita. Argumentou que a cruz tem ligações históricas às Cruzadas, o que alguns muçulmanos consideram censurável.

Durante o discurso, afirmou ainda: «Este é o nosso país, estamos aqui para ficar. Não vamos a lado nenhum», referindo-se ao lugar dos muçulmanos britânicos na sociedade britânica moderna.

Os comentários espalharam-se rapidamente pelas redes sociais, suscitando reações fortes de diferentes lados. Os apoiantes descreveram as observações como uma expressão de opinião pessoal sobre simbolismo histórico e identidade religiosa. Os críticos argumentaram que o discurso apelava à alteração de um dos símbolos nacionais e cristãos mais conhecidos da Inglaterra.

O debate surge no contexto de discussões mais amplas no Reino Unido sobre identidade nacional, imigração, integração e o papel dos símbolos religiosos e culturais na vida pública.

Atualmente, não existe qualquer proposta oficial nem plano governamental para alterar a bandeira nacional da Inglaterra. A discussão continua a fazer parte de um debate público mais amplo, em vez de constituir uma iniciativa política formal.

Qual é a sua opinião? Os símbolos nacionais históricos devem permanecer inalterados, ou é razoável questionar o seu significado na sociedade moderna?

O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

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O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

É fascinante como o “branding” histórico funciona:

Quando um inglês inventa a máquina a vapor, é Inglês.

Quando um francês escreve sobre a liberdade, é Francês.

Mas quando um navegador português mapeia o mundo inteiro, é apenas um genérico “Europeu”.

Está na hora de acabar com esta versão “troféu de participação” da História e apontar o dedo ao crédito que nos foi roubado:

  • Austrália: Os livros dizem que o Capitão Cook a “descobriu” em 1770. Mentira. Os Mapas de Dieppe já mostravam a costa australiana com nomes portugueses 200 anos antes. Cook chegou atrasado a uma festa que Portugal já tinha mapeado.
  • O Nilo: A história oficial dá o crédito ao escocês James Bruce em 1770. Errado. O jesuíta Pedro Páez chegou à nascente do Nilo Azul em 1618, 152 anos antes. Bruce sabia disto e tentou apagar Páez dos registos. Páez nasceu em Castela, mas formou-se em Goa, partiu sob a Coroa portuguesa e operou inteiramente dentro da estrutura imperial portuguesa. O berço não apaga o enquadramento institucional.
  • Canadá: Celebram Cartier, mas esquecem os irmãos Corte-Real. Sabem por que se chama Labrador? Porque foi mapeado e notificado por João Fernandes Lavrador, um navegador português. O nome dele ficou gravado na geografia, embora muitos tenham esquecido o homem.
  • Afonso de Albuquerque: Conquistou Ormuz, Goa e Malaca entre 1507 e 1511, controlando os três nós estratégicos do comércio global numa década. Redefiniu o equilíbrio de poder no Índico por um século. Se fosse inglês, haveria estátuas em cada capital do mundo e trilogias de filmes. É ensinado, quando é, como uma nota de rodapé.
  • Garcia de Orta: Em 1563, publicou em Goa o primeiro tratado científico europeu sobre medicina tropical e botânica asiática, décadas antes de qualquer equivalente inglês, francês ou holandês. A farmacologia moderna tem raízes directas no seu trabalho. Quase ninguém fora de Portugal conhece o nome.
  • Tibete: O primeiro europeu a cruzar os Himalaias e a provar que a China e o Cataio eram o mesmo lugar foi Bento de Góis em 1602.
  • Batalhas “à Hollywood”: Se a Batalha de Diu (1509) fosse americana, havia uma trilogia de filmes. Uma frota portuguesa minúscula aniquilou uma coligação de Otomanos, Egípcios e reis locais, garantindo o controlo do Índico por um século.

Isto só para enumerar uns poucos exemplos…

*O mundo em 1565, segundo Lopo Homem. Reparem na toponímia e nas bandeiras: não é um mapa “europeu”, é um mapa português. Do Labrador à Austrália (Java la Grande), a ciência náutica falava a nossa língua enquanto os outros ainda não tinham saído da costa*

Nota: esta é uma ilustração moderna baseada na cartografia portuguesa do século XVI, não um fac‑símile original.

Transportes públicos passam a ser gratuitos para residentes do Porto – Notícias ao Minuto

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Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto, anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.

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