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NOTA DO AUTOR: Se notaram uma avalanche de notícias anti-islâmicas, isso deve-se ao meu conhecimento da violação de 250 mil jovens no Reino Unido por muçulmanos, refugiados, candidatos a asilo e outros. Toda a Europa foi apanhada de surpresa pela forma como isto foi silenciado, pior que o caso Epstein, pelo que chegou a altura de nos manifestarmos e alertarmos os que acreditam na fada do dente, no pai natal e no coelho da páscoa, e reagirmos enquanto ainda é tempo, se é que já não é demasiado tarde para a Inglaterra, a França e a Alemanha!
Atenção: antes de me chamarem nomes, continuo a ser de esquerda (social-democrata à moda de Olof Palme, costumava eu dizer) e a acreditar num multiculturalismo de inserção e integração (como aquele que ajudei a construir na Austrália durante os vários anos em que estive integrado nas estruturas do governo que o definiram), mas os partidos de esquerda europeus subverteram tudo e fizeram isto com a entrada indiscriminada de pessoas (quase todas de idade militar) sem documentação nem razão. Em 2022, quase 3,7 milhões de novas autorizações de residência terão sido emitidas nos Estados-membros da União Europeia (UE), excluindo o afluxo da Ucrânia, em comparação com 2,9 milhões em 2021 e 3 milhões em 2019. De acordo com o Eurostat, houve 875.000 novos pedidos de asilo, ainda sem requerentes ucranianos, um aumento de 52% em relação a 2021 e de 38% em relação a 2019. Se incluirmos as pessoas que adquiriram a cidadania europeia, há atualmente 38 milhões de pessoas nascidas fora da UE a viver na Europa, o que representa 8,5% da população. Depois, não se admirem da ascensão da direita.
Para que não continuem a chamar-me nomes, eu não investigo a cor política de quem disse o quê; não me interessa se são de esquerda, direita, extrema-direita ou extrema-esquerda, de centro ou de qualquer mistura. Se cito essas personalidades é por terem dito algo com que me identifico e com o que concordo, total ou parcialmente . Não são incitamentos à violência, nem têm a ver com raça, etnia ou religião. Fui criado como católico apostólico romano, na matriz judaico-cristã comum a Portugal, em 1949. Temos sangue judaico centenário de Cristãos-Novos, envergonhados e escondidos, e, pessoalmente, não acredito no islamismo como religião, mas sim como política de dominação e subjugação de povos e de mulheres.
Considero-os seis séculos de atraso em relação a nós. Sou multicultural e acredito nessa política que ajudei a montar e a legislar na minha Austrália, com base em noções não discriminatórias e em atitudes que não impliquem a assimilação cultural, mas a integração com respeito pelos valores da cultura que recebe imigrantes. É exatamente o oposto disso que temos vindo a assistir nestas últimas décadas com a aceitação maciça de “alegados” refugiados e imigrantes que odeiam as sociedades ocidentais que os acolhem e pagam e que, na sua versão de democracia estão a contribuir ara a sua autodestruição.
Pode acontecer que um qualquer algoritmo da EU, dito de IA, mas que nem é artificial nem inteligente, julgue esta posição em contravenção de uma qualquer norma, tal como os polícias britânicos mais “woke” do que o idealizado, mas posso então ter de mudar de argumentação e chamar a atenção para a minha demência, bem pior do que a do Ricardo Salgado.
seguem adiante dois meses de diário 2026 ChrónicAçores vol. 10 que decerto são mais controversos que os 9 volumes anteriores.