O surpreendente e inesperado anúncio da Austrália – JN

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Um fóssil descoberto na região de Jan Juc, na costa marítima sudeste da Austrália, permitiu aos cientistas identificar uma nova espécie de baleia.

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Português em estado delirante tenta invadir o cockpit e obriga avião a voltar para trás

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Um passageiro em estado delirante tentou invadir o cockpit de um voo da Easyjet de França para Portugal, obrigando o avião a regressar ao aeroporto de Lyon, informaram a polícia e a companhia aérea este sábado.

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crónica 605. os médicos também morrem por chrys c

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605. os médicos também morrem 23.8.2025

 

Em agosto faleceu (de doença prolongada, eufemismo para cancro) o Dr Carlos Pavão, diretor de pneumologia do HDES que era médico da minha mulher até ao fim dos dias dela. Tinha falado com ele poucos meses antes sem suspeitar de nada, pelo que confrontado com a sua morte cheguei ao título desta crónica.

Claro que também morrem até porque a indústria farmacêutica, entre outras, não tem interesse económico em resolver a doença.

O cancro (qualquer que seja) dá de comer a muita gente (radioterapia, quimioterapia, medicamentos diversos e onerosos, equipamentos de tratamento sofisticados e caros) e sendo a galinha dos ovos de ouro que é convém não mexer.

Claro que houve melhorias, cancro já não é sinónimo de morte, muitas pessoas escapam às suas garras (o meu, por exemplo, não está recidivo) pois os tratamentos resultam no seu afastamento temporário ou definitivo, mas sempre acompanhado de várias doses de medicamentos diversos.

Ciclicamente lemos notícias sobre a descoberta de um ou outro tratamento com sucesso na luta contra o cancro, mas raramente há seguimento dessa descoberta ou existe uma demora prolongada na sua utilização que os resultados nem se veem.

Todos os cancros são causados por anomalias (mutações) no ADN das células do organismo. O organismo dispõe de defesas contra certas mutações, mas agentes externos – como produtos químicos cancerígenos presentes no fumo do tabaco, ou as radiações e determinadas infeções – podem suplantar essas defesas.

O Cancro do Intestino ou Cancro Colorretal (CCR) é um dos cinco cancros mais frequentes do Aparelho Digestivo a que designamos de Big Five e a principal causa de morte por cancro em Portugal.

Diz a coordenadora do RON (Registo Oncológico Nacional), Maria José Bento “A maior parte dos casos foi diagnosticada na faixa etária entre os 60 e os 74 anos e os homens tiveram mais casos do que as mulheres. Cerca de 55% dos casos de cancro ocorreram nos homens”, referindo que, nos últimos quatro anos, o número tem aumentado, “com exceção do ano de 2020 em que houve um número menor de novos casos de cancro”. O aumento do número de casos de cancro em Portugal prende-se, principalmente, “com o envelhecimento da população”. “O aumento da esperança de vida faz com que haja uma porção maior de pessoas de idade mais velha que sobrevive e o cancro é, sobretudo, uma doença das pessoas mais velhas

Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde, uma em cada cinco pessoas pode desenvolver cancro durante a vida. Em 2022, estima-se que tenham sido detetados 20 milhões de novos casos de cancro e que aproximadamente dez milhões de pessoas tenham morrido devido à doença.

Dados de 2018 revelam que os tipos de cancro que provocam mais mortes na Europa são: cancro do pulmão no sexo masculino (cerca de 267 316 mortes) cancro da mama no sexo feminino (cerca de 137 707 mortes).

Os recursos hospitalares de oncologia têm elevado custo e o número de doentes não para de aumentar: Entre 2001 e 2021, verificou-se um aumento de 15% (de 5.981 em 2001 para 6.863 em 2021) do número total de casos de cancro em adultos jovens. Esta subida, porém, resulta apenas de um aumento de 26% dos casos em mulheres, que passaram de cerca de 3.500 casos em 2001, para mais de 4.400 em 2021.

 

 

 

Calamidade “é slogan”. E casas de emigrantes? “Deviam ter um seguro”

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O Ministro da Economia e da Coesão territorial, Manuel Castro Almeida, disse que o decreto-lei que abrirá a porta a apoios deverá estar em vigor na próxima semana e admitiu que há quem fique de fora de certas medidas, nomeadamente os emigrantes.

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Historian Claims Shipwreck is Not Columbus’s

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In stunning rebuttal to the supposed finding of the Santa Maria by treasure hunter Barry Clifford, historian Manuel Rosa goes into great detail in

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Morreu Eduardo Serra, diretor de fotografia português nomeado para Óscares – Renascença

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Eduardo Serra era o mais internacional dos diretores portugueses de fotografia. Trabalhou em filmes como “Rapariga com Brinco de Pérola” e “As Asas do Amor”.

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sigam o exemplo sueco se querem o meu voto

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Na Suecia “Os deputados andam de transportes públicos, dormem em apartamentos de serviço de 18 metros quadrados quando precisam de ir à capital e lavam a roupa no parlamento.
E o primeiro-ministro lava e passa a sua roupa e trata das limpezas domésticas nos intervalos da governação.
É esta a vida dos políticos na Suécia, país onde o último grande escândalo político está relacionado com a compra de duas viagens de comboio e um pacote de amendoins por um deputado, e onde uma vice primeira-ministra já perdeu o cargo por ter comprado um chocolate com um cartão de crédito do governo.”
“Somos cidadãos comuns”, diz à BBC News Brasil o deputado Per-Arne Håkansson, do partido Social-Democrata, em seu gabinete no Parlamento sueco. Não há sentido em conceder privilégios especiais a parlamentares, uma vez que nossa tarefa é representar os cidadãos e conhecer a realidade em que as pessoas vivem.
Também pode-se dizer que é um privilégio em si representar os cidadãos, uma vez que temos a oportunidade de influenciar os rumos do país”, acrescenta Håkansson.”
“Em países como Noruega e Suécia, carro oficial para políticos é exceção”
“Há cidades cujos prefeitos vão para o gabinete e voltam para casa de bicicleta. Como Londres e Amsterdã. Existem políticos que compartilham o mesmo veículo ou utilizam o deles no dia a dia. A exemplo dos noruegueses e suecos. “
2 dezembro 2018 frases soltas do juiz sueco Göran Lambertz
“Não almoço à custa do dinheiro do contribuinte”
“Não posso compreender um ser humano que tenta obter privilégios com o dinheiro público” ” Luxo pago com o dinheiro do contribuinte é imoral e antiético”
(In net)

Estamos a perder a nossa terra e nem todos se apercebem…

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Maldito turismo!
Eu era um defensor do turismo nos Açores, mas com o que estão a fazer na nossa terra em nome do turismo só posso dizer: maldito turismo!
O Governo Regional e as Câmaras Municipais – como as de Ponta Delgada e da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel – aprovam continuadamente projectos monstruosos de hotéis, de apartamentos turísticos e afins por todos os lados, mesmo onde nunca deveria ser, prejudicando a harmonia das localidades, a beleza das paisagens, o ambiente e os recursos locais. Uma irresponsabilidade total!
O turismo tanto vem como vai. Os exemplos são vários no mundo. Quando o turismo desaparecer ou diminuir nas ilhas açorianas, à procura de destinos mais baratos e mais bem preservados, os hotéis, apartamentos turísticos e afins servirão então para lares de terceira idade, que muita falta fazem.
Existem os PDM, o Plano Regional de Ordenamento Turístico e o Plano de Marketing Turístico, mas de nada servem, porque o Governo Regional e as Câmaras Municipais de um modo geral autorizam tudo o que querem e cedem aos interesses. Os Açores mereciam melhor sorte!

Luiz Fagundes Duarte

Primeiro, destroem São Miguel. Depois, uma a uma, as restantes… E lá nos vem à cabeça a fábula da galinha dos ovos de oiro…
Quem vier por fim, que feche a porta. Ou não será necessário fechá-la, porque já não haverá nada de valor para roubar.

Anonymous participant

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Estamos a perder a nossa terra e nem todos se apercebem…
É estranho viver num lugar onde crescemos e, de repente, sentirmos que já não há espaço para nós.
Os Açores estão a mudar e nem sempre para melhor.

O turismo cresceu, há mais movimento, mais divulgação das ilhas. Mas também há um sentimento cada vez mais presente: o de que estamos a ser deixados para trás.
Hoje, encontrar casa para arrendar a preços justos tornou-se quase impossível. Um T1 por 800, 900 ou até 1000 euros. E se tivermos um animal? Nem vale a pena tentar. Comprar casa então, é um sonho fora de alcance com os salários que temos.
Ao mesmo tempo, quem vem de fora compra propriedades, transforma-as em alojamento local, e os próprios açorianos vão sendo empurrados para os cantos do mercado — ou para fora das suas ilhas.
E o problema não é só a habitação. Até aquilo que sempre foi nosso está a ficar inacessível.

O Ilhéu de Vila Franca fechado. A Poça da Dona Beija a 14 e 16 euros por pessoa. Um simples banho termal virou luxo.

E a Lagoa do Fogo? Cheia de lixo. Promovemos o paraíso lá fora, mas cá dentro falta cuidado, respeito e gestão.
Pior ainda, há cada vez mais pessoas — formadas, licenciadas, com vontade de trabalhar que não conseguem encontrar emprego digno aqui.

O que é que sobra? Emigrar.

E é isso que muitos vão acabar por fazer. Porque viver nos Açores, para os próprios açorianos, está a tornar-se insustentável.
Este desabafo não é contra o turismo. É contra a falta de equilíbrio.

Porque os Açores não são só um destino bonito no mapa.

São a casa de muita gente — e essa casa está a fugir-nos das mãos.
 

May be an image of 6 people, crater and mountain