664. As violações que nos esconderam 28 jun por chrys c

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664. As violações que nos esconderam 28 jun. 2026 (esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/arquivos/413/AnaChronicAcores/2736/664-As-violacoes-que-nos-esconderam-28-jun-2026.pdf)

O relatório negro da imigração: um estudo que confirma o que se sabia: são numerosos os imigrantes que partilham um ódio antieuropeu e atacam ativamente os povos que os acolheram. Concluída a primeira fase do inquérito aos gangues de violadores no Reino Unido, houve diversas revelações que mostram um lado nunca visto da imigração e o que o futuro nos reserva se a Europa continuar neste caminho. O Relatório Casey de 2025 já afirmava a existência de “um número desproporcionado de homens de «origens étnicas asiáticas»” na exploração sexual de crianças em grupo. Este inquérito veio provar a existência de uma perseguição sistemática, racial e religiosa, contra raparigas brancas por parte de muçulmanos de origem paquistanesa. No mínimo 250.000 jovens britânicas foram submetidas a violações repetidas, conversão forçada ao islamismo, entre outros abusos, por parte destas gangues, e a grande maioria dos envolvidos não foi condenada.

Cerca de 87% dos condenados por exploração sexual de menores em grupo são muçulmanos de origem estrangeira, e o Dr. Taj Hargey, imã da Oxford Islamic Congregation, alega que essa proporção pode chegar a 95%. Convido-os a lerem o relatório na íntegra, disponível em português no sítio web “Nunca te Cales”, para compreenderem a verdadeira gravidade da situação.

A realidade é que este relatório, que sofreu várias tentativas de boicote por parte do poder político, veio demonstrar o que já há muito se sabia e que era frequentemente silenciado por acusações de intolerância: há inúmeros imigrantes que partilham um ódio antieuropeu e atacam ativamente os povos que os acolheram. Atendendo aos factos, a Europa precisa de reconhecer a incapacidade de coexistir com todos os tipos de identidades externas e de estabelecer critérios de migração mais rigorosos, centrados nas necessidades migratórias e na compatibilidade dos imigrantes com a civilização europeia. Além disso, não podemos ignorar que existem diversas comunidades antieuropeias no continente, pelo que não basta uma política de imigração mais rígida; é igualmente necessária uma estratégia de remigração. Posto isto, conclui-se que este relatório veio confirmar suspeitas já há muito levantadas e constantemente silenciadas pelo poder político, que mostram a existência de uma política migratória que ameaça o bem-estar europeu, ao permitir a entrada de forças racial e religiosamente motivadas contra nós, e que isso exige ação urgente.

 

Onde estavam os jornalistas, onde estavam as feministas do movimento #MeToo, onde estavam todos os que defendem as crianças. O assédio sexual acontece diariamente nas escolas, nas universidades, na rua, perto ou longe de casa, nos transportes e no trabalho, podendo ser extremamente perturbador na vida quotidiana das mulheres, para além de minar e ameaçar a igualdade entre mulheres e homens e na última década mais de 250 mil jovens foram violadas e sujeitas a “grooming”. A preparação (“grooming”) é o processo deliberado por meio do qual um agressor cria uma relação de confiança e uma ligação emocional com uma criança, um jovem ou um adulto vulnerável, para manipulá-los, explorá-los ou abusá-los. Trata-se de um padrão gradual de controlo coercivo, e não dum evento isolado, que muitas vezes começa com uma amizade, uma relação de mentoria ou atos de bondade, e evolui para a manipulação e o isolamento.

Os principais objetivos do «grooming» são reduzir as inibições da vítima, obter acesso a ela e estabelecer sigilo para evitar a deteção. Os agressores frequentemente visam indivíduos vulneráveis, explorando desequilíbrios de poder relacionados com a idade, a autoridade ou a dependência, e podem também aliciar membros da família ou figuras da comunidade para facilitar o acesso e manter uma reputação positiva.

A sedução pode ocorrer presencialmente ou online e não se limita ao abuso sexual; também é utilizada para exploração criminosa, tráfico ou radicalização. As táticas comuns incluem oferecer presentes, dar atenção excessiva, isolar a vítima da sua rede de apoio e, gradualmente, ultrapassar os limites físicos ou emocionais até que o abuso ocorra. O «grooming» é o ato deliberado de criar uma relação de confiança com uma criança, um adolescente ou um adulto em situação de risco (como, por exemplo, um adulto com deficiência cognitiva), para explorar sexualmente essa pessoa. O «grooming» começa normalmente com uma amizade, uma relação de mentoria ou atos de bondade que, gradualmente, se transformam em manipulação, controlo e abuso ou agressão sexual. Algumas vítimas adolescentes relatam que o processo de «grooming» lhes parecia semelhante ao de se apaixonar. Abre numa nova página

O «grooming» é um processo, não um acontecimento pontual. É perpetrado ao longo de muitas semanas, meses ou anos e, normalmente, estende-se à família e à comunidade da vítima. Os agressores utilizam o «grooming» para criar as suas «condições ideais» para perpetrar o abuso sexual, conquistando, nomeadamente, a confiança de qualquer pessoa que interfira nos crimes que pretendem cometer.

A sedução é uma forma de controlo coercivo, um padrão de comportamento controlador, prevalente tanto na violência doméstica como na violência sexual. No entanto, o termo «controlo coercivo» é mais frequentemente aplicado a vítimas adultas. Talvez esteja mais familiarizado com o termo informal «bombardeamento de amor», que também pode referir-se a certos comportamentos de sedução ou de caráter coercivo.

 

Um país europeu prepara-se para proibir a chamada à oração em áudio, tendo um ministro afirmado que algumas zonas do país arriscam-se a parecer «um subúrbio de Islamabad». Esta medida marca a terceira tentativa de um ministro dinamarquês de impor uma proibição legal, na sequência de esforços frustrados em 2020 e 2025. Reflete a postura intransigente do país em matéria de imigração e integração sob o governo da primeira-ministra Mette Frederiksen. A tradicional chamada muçulmana à oração, transmitida cinco vezes por dia a partir das mesquitas, não tem lugar na Dinamarca, afirmou Morten Bodskov. Nas últimas semanas, multiplicam-se as manifs contra os refugiados e os seus crimes sexuais, embora nalgumas cidades inglesas tenha havido contramanifestações a favor.

 

Tráfico de crianças na plataforma Vinted? Anúncios de brinquedos com preços invulgarmente elevados e referências a idades, alturas ou tamanhos de criança levaram as autoridades francesas a abrir uma investigação. A Vinted afirma não ter encontrado provas de ligação ao tráfico de crianças. A França abriu uma investigação após utilizadores das redes sociais terem dado o alerta para anúncios invulgares na aplicação de revenda em segunda mão Vinted, que suspeitam poderem estar ligados ao tráfico de crianças. O Ministério Público de Nanterre, a oeste de Paris, confirmou à AFP, na noite desta sexta-feira, que foi aberta uma investigação preliminar. Utilizadores da Internet denunciaram anúncios na plataforma que consideraram suspeitos por oferecerem brinquedos ou artigos aparentemente de baixo valor a preços astronómicos, incluindo idades e tamanhos que poderiam corresponder aos de crianças pequenas. Muitos dos anúncios apresentavam preços na ordem dos milhares de euros, acompanhados de descrições que mencionavam idades, alturas ou tamanhos de roupa de crianças.

O caso ganhou força nas redes sociais, em particular no TikTok. “Vejam isto: supostamente, uma figura do Harry Potter à venda por 30 mil euros”, disse um criador de conteúdos num vídeo que soma mais de 112.000 gostos desde meados de junho. Para o autor do vídeo, “o preço levanta muitas questões, tal como os detalhes… uma altura de 1,58 metros, 13 anos”, que, na sua opinião, apontam para “um sistema de códigos ligado a uma atividade de tráfico de crianças”. A Alta Comissária para a Infância de França, Sarah El Hairy, disse na terça-feira que comunicara “a existência de contas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de crianças na Vinted”. O Ministério Público não especificou se alguma destas denúncias se revelou fundada.

 

E dos EUA vem a anedota do ano: «O leite branco é racista», segundo a deputada Maxine Dexter da Câmara dos Representantes. Ela acusou RFK Jr. de lançar uma «mensagem subliminar de supremacia branca» ao defender o leite gordo nas escolas, argumentando que a intolerância à lactose afeta de forma desproporcional as pessoas de cor e que muitas famílias não têm meios para comprar alternativas ao leite.

 

 

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