TAP. Costa afirma que Lufthansa é bem-vinda e Scholz salienta estratégia complementar

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O primeiro-ministro afirmou hoje que a companhia de aviação alemã Lufthansa é bem-vinda ao futuro processo de privatização da TAP e o chanceler germânico defendeu que as duas empresas podem complementar-se em termos estratégicos.

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Poderosas pontes chinesas tem chocado cientistas e engenheiros americanos

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Os americanos gostam de coisas grandes, incluindo construções enormes e pontes icônicas, como a Golden Gate em San Francisco. Engenheiros têm construído pontes massivas que impressionam pela audácia e engenhosidade.Com ajuda de tecnologia avançada, S

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Ho Iat Seng visita Portugal para intensificar cooperação

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O chefe do executivo de Macau, Ho Iat Seng, realiza uma visita a Portugal até ao próximo sábado, estando previstos encontros com o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.

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NO HDES HÁ FUNCIONARIAS ZELOSAS A OBRIGAR TODA A GENTE A ANDAR ÁS VOLTAS…

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Funcionário inapto
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Chrys Chrystello

andam lá umas funcionárias zelosas a obrigar toda a gente a dar voltas e sair do edificio, como comprovei esta manhã em vários serviços na zona de entrada da consulta externa, na zona de acesso á pneumologia e imagiologia, etc…
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Leões saem de jaula e causam o pânico em espetáculo de circo – Mundo – Correio da Manhã

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Vídeos publicados na rede social twitter mostram o momento em que os leões saem da jaula e causam o pânico.

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MEMÓRIA DO TUP, ESTREEI EM 1969 ABRIL

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UNIVERSIDADE E TUP (TEATRO UNIVERSITÁRIO)

 

Embora as notas de admissão à Faculdade fossem excelentes, a mudança de tipo de ensino fora (de novo) traumatizante pois custou-me imenso a adaptar ao novo ritmo e às exigências de trabalho. Sentia que era apenas mais um número e não uma pessoa como estava habituado a ser tratado no liceu. Aqui cada um era deixado à sua sorte e que se desenrascasse. Comecei com atividades extracurriculares tais como o Teatro, do qual tinha já dois anos de experiência liceal.

O espetro da tropa havia-se tornado numa realidade só adiada pela frequência universitária. Era só uma questão de tempo até se concretizar. Foi conseguindo

 

sucessivos adiamentos na incorporação militar com documentos da frequência universitária até ao fim do curso. Foi uma época interessante.

Não podíamos ter nessa época associações de estudantes, mas um pequeno interstício legal permitia que criássemos uma Pró-Associação de Estudantes e foi isso que eu e outros fizemos, sob o olhar condescendente das várias entidades repressivas da época. A principal atividade e fonte de receitas era a de copiar sebentas de matérias para os alunos do curso, depois começamos a organizar convívios (Faculdade de Economia do Porto) no final do ano em pleno Palácio de Cristal (hoje Pavilhão Rosa Mota) onde tínhamos um ou dois grupos de música pop, um Manuel Freire (para os mais intelectuais) e uma Maria da Fé para os mais popularuchos. Não havia liberdade, não havia democracia, mas havia seres pensantes e conseguíamos agradar a todos. (Hoje só há pimbas).

Tornara-me politicamente ativo, após 1967, ao frequentar o TUP (Teatro Universitário). Ali organizava-se concertos secretos com o Zeca Afonso. Paredes-meias com o Quartel-General da GNR onde pensavam que se estava a ensaiar uma peça. Também o fazíamos. Como cenarista o famoso Mestre José Rodrigues. Nos ensaios o poeta Mário Viegas e a atriz (futura locutora e vereadora da Cultura da Câmara Municipal do Porto) Manuela Melo. A minha estreia pelo TUP (Teatro Universitário do Porto) ocorreu a 22 de abril de 1969 (com a ausência habitual dos meus pais que jamais me incentivavam em qualquer das minhas atividades extracurriculares). Tivemos uma digressão à Covilhã e outra a Coimbra onde presenciamos os incidentes estudantis com a PIDE a abater um estudante e o chefe da PIDE (um tal senhor Figueiredo) na primeira fila a ver se eram todos subversivos (só alguns, diria eu dissimulando-me na sombra para não ser descoberto).

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Nesse período tive o prazer de ouvir o Mário Viegas dizer poemas meus numa sessão no TUP. Um dos textos que ele lera constava do meu primeiro volume de poesia publicado (edição de autor, Crónica do Quotidiano Inútil, maio 1972). Foi uma grande honra pois pressentia-se que o Mário Viegas iria longe (faleceu em 1996) na sua arte de declamação que o levou a altos voos, vários discos, programas na rádio e TV.MANUELA MELO

Foi também nesta fase que comecei a saber melhor o que custa trabalhar pois empregara-me em “part-time” na Crediverbo. Vendi Enciclopédias Verbo e outros livros entre novembro 1970 e março 1971, com algum sucesso financeiro.

 

IN CHRONICAÇORES VOL 5 LIAMES E EPIFANIAS AUTOBIOGRÁFICAS ED LETRAS LAVADAS

salários 9º ano e licenciados AÇORES

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“2.414€ brutos: salário médio de quem tem licenciatura. 1.126€ brutos: salário de quem fez até ao 9.º ano”
Estudar faz bem….à carteira e não só. Estude!
2.414€ brutos: salário médio de quem tem licenciatura. 1.126€ brutos: salário de quem fez até ao 9.º ano
CNNPORTUGAL.IOL.PT
2.414€ brutos: salário médio de quem tem licenciatura. 1.126€ brutos: salário de quem fez até ao 9.º ano

Registo Civil de Tomar deixou de fazer casamentos | Tomar na Rede

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A conservatória do Registo Civil de Tomar deixou de celebrar casamentos, segundo um aviso afixado à porta do serviço que funciona no antigo palácio Alvaiázere.

Source: Registo Civil de Tomar deixou de fazer casamentos | Tomar na Rede

Portugal em tribunal por falhar pagamento atempado às empresas

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A Comissão Europeia decidiu instaurar ações contra Portugal junto do Tribunal da Justiça da União Europeia (TJUE) por incumprimento no pagamento atempado às empresas pela entrega de bens e serviços.

Source: Portugal em tribunal por falhar pagamento atempado às empresas

Osvaldo José Vieira Cabral Um período negro da nossa Autonomia

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Um período negro da nossa Autonomia
O setor empresarial público dos Açores foi, ao longo das duas últimas décadas, um autêntico sorvedouro de recursos e, porventura, uma das principais causas do nosso retrocesso na convergência para a Europa e o país.
Foram demasiadas ineficiências para não terem impacto no nosso desenvolvimento, como se vai comprovando, todos os anos, com os índices de desenvolvimento divulgados pelo INE e Eurostat.
O despesismo da gestão ruinosa em todas as empresas públicas é um dos períodos mais negros da nossa Autonomia, na medida em que representa um fraco desenvolvimento do nosso nível de vida e um brutal endividamento que deixamos como herança aos nossos filhos e netos.
Parte da fatura da SATA já está definida com os cerca de 450 milhões de apoios autorizados pela Comissão Europeia, constituindo uma das maiores fatias do bolo negro que os governantes e gestores públicos nos deixaram, sem que ninguém seja responsabilidade por tanto desmando, para além, claro, do julgamento político e eleitoral que os cidadãos já fizeram.
Mas, a fatura poderá ser ainda maior, dado o passivo que ainda permanece na SATA e que, ao que parece, vai engrossar com as contas do ano passado, apesar da lenga-lenga da “maior receita de sempre”.
A história da SINAGA e da Santa Catarina também já foi contada e sobrecarregou o endividamento da Região com mais umas tantas dezenas de milhões de euros, graças aos negócios desastrados efectuados pelas tutelas de ambas ao longo de tantos anos.
Como se isto não bastasse, segundo relatórios agora solicitados pelo actual governo, ainda são precisos mais de 100 milhões de euros para sanear três entidades públicas: a Portos dos Açores (cerca de 70 milhões, a Lotaçor com cerca de 25 milhões e a Ilhas de Valor, com montante indeterminado – pasme-se! – que vai sendo absorvido em sucessivos contratos programas).
A análise feita a estas empresas, depois de lidos os referidos relatórios de auditorias, é um filme de terror tal é a confusão entre “negócios” que não são negócio e encomendas políticas incompreensíveis.
Os auditores nem conseguiram saber, com rigor, o que se está a passar com as contas das Portas do Mar, onde parece reinar o caos já há alguns anos, com ausência de contratos escritos, falta de boa cobrança e “descontos de tarifários não compreensíveis”.
Enfim, o regabofe que é padrão em quase todos as empresas públicas, quando se trata de gerir dinheiro pago com os nossos impostos.
Estas empresas são expoentes de má gestão e falta de rigor no registo de atividades e algumas das conclusões deviam seguir de imediato para o Ministério Público.
Confundem-se amiúde serviços públicos e serviços comerciais com sucessivos “calotes” deixados pelo mandatário do acionista Região – o Governo.
Optar pela medida radical do endividamento zero quando a casa ainda não está limpa é retomar a estratégia do passado, remetendo para as empresas públicas o ónus de aguentar com os desmandos dos governos.
Ao ritmo dos resultados registados por estas empresas o seu saneamento levaria 50 anos num caso e mais de 100 no outro.
Bela herança para as gerações vindouras!
Todos sabemos que uma casa que não está limpa não é funcional e o sector empresarial público da região precisa de uma limpeza geral, de cima até abaixo, desde os seus métodos, a sua gestão e os seus gestores.
Mas a história não acaba aqui.
Os hospitais públicos continuam a ser uma preocupação, tal é o nível de subfinanciamento a que estão relegados e com tendência de agravamento, novamente.
Com os dados que se conhecem de 2022 (1º e 3º trimestre) as dívidas dos hospitais públicos aos fornecedores agravaram-se de 111 para 120 milhões de euros.
Não se augura nada de melhor para o quarto trimestre de 2022 e muito menos para o primeiro trimestre de 2023.
Assim, o governo vai não só agravando as empresas públicas aos poucos como também vai penalizando as empresas privadas, distorcendo de forma incompreensível os mercados e provocando estrangulamentos na economia.
Não é por acaso que estamos no fundo da tabela das economias menos desenvolvidas, ao nível das regiões do leste e em que até já fomos ultrapassados pelas regiões mais pobres da Grécia.
É imprescindível criar uma espécie de grupo de trabalho que reorganize todo o sector empresarial público da região, que nos livre daquilo que é supérfluo e que faça uma limpeza nas respectivas contas e nos métodos, reorganize recursos e que se acabe com as nomeações da clientela partidária, muitos sem mérito para os lugares que ocupam e que vivem dos cargos como se fossem donos das respectivas empresas.
Prolongar este período negro da nossa Autonomia é manter a nossa região nas trevas do desenvolvimento.
A forma como gerimos, durante estes anos todos, os enormes recursos financeiros que a Europa e o país nos colocaram à disposição, é um falhanço dos principais protagonistas políticos que tinham à sua responsabilidade levar a nossa região para outros patamares.
No fundo, é um falhanço, também, de todos nós cidadãos, que os escolhemos de quatro em quatro anos.
Que sirva de lição.
Abril 2023
Osvaldo Cabral
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Pilar Melo Antunes

Mais do mesmo. Até parece que alguma coisa mudou ou vai mudar. Daqui a 5 anos estaremos a fazer as mesmas coisas e a divergir. Não há futuro e o presente é insuportável, são muitos os que sofrem, para que alguns brinquem ao poder
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