COMEM-VOS A CABEÇA POR PARVOS

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Bom dia!
GATO: Vocês humanos são considerados verdadeiros parvos por quem vos Governa. Todos os Governantes de cá e de lá apostam no apoio às famílias e aposentados, quer nos bens essenciais, na habitação ou na saúde.
A realidade é que nos bens essenciais apostaram num IVA 0% em alguns alimentos, mas a verdade é que tal medida pouco ou nada significa pois o IVA era de 4% ou seja quase nulo ou insignificante, apostaram na habitação, só que poucas são as casas disponíveis e as a construir estarão sujeitas a preços proibitivos e a juros de empréstimos que nem a classe média poderá suportar, por cá neste caso o previsto são poucas ou nenhumas casas e as que surgiram estarão como lá somente para quem tem muito dinheiro em carteira.
No caso dos idosos, foi-lhes dado uma meia pensão em 2022 para colmatar a subida da inflação, mas com tal medida puseram na gaveta o Decreto-Lei sobre a valorização das pensões em função da inflação assim em janeiro de 2023 o aumento foi zero, e não bastando o Governo prepara-se para uma subida de 3,75% a partir de Julho o que é manifestamente insuficiente para uma inflação média da ordem dos 8 a 10%, pior o Decreto-Lei continua na Gaveta e o aumento para 2024, de acordo com a Lei devia situar-se nos 10%, mas com este apoio intercalar lá o aumento de janeiro de 2024 continuará na gaveta e aumento…nicles. Com tudo isto os pensionistas estão a serem comidos por tolos e cada vez mais a perderem poder de compra.
No que diz respeito à saúde, basta ver o que se está a passar nos serviços de Urgências tanto lá como cá, no aumento das listas de espera para cirurgias, por cá já estão pior que no tempo do Governo Socialista, ainda por cá diminui-se drasticamente os orçamentos dos Hospitais e Centros de Saúde, mantendo-se em funcionamento equipamentos obsoletos essenciais, como a Ressonância Magnética, Aparelhos de Raio X, TAC e Ecografias entre outros, e isto só no HDES, o preço dos medicamentos têm subido drasticamente e a falta de muitos, alguns de necessidade diária para doenças crónicas, o que tem sido um martírio para muitos doentes.
Eu GATO que me prezo não consigo perceber, como vocês humanos aguentam com tanta estupidez e injustiça. Que o Vosso Deus vos perdoe!
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Alexandrina Bettencourt

Bom dia☀️ O gato é muito verdadeiro…
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vasco cordeiro na ucrânia

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Ucrânia: Vasco Cordeiro transmitiu a Zelensky em Kiev apoio do poder local europeu
Redação, 20 abr 2023 (Lusa) – O presidente do Comité das Regiões, Vasco Cordeiro, encontrou-se hoje em Kiev com o Presidente da Ucrânia e transmitiu-lhe que, mais do que “razões geopolíticas ou estratégicas”, o país está lutar pelos valores da União Europeia (UE).
“Já várias vezes foi dito que a Ucrânia está a lutar pela Europa. Eu acho que não se tratam apenas de razões geopolíticas ou estratégicas. É, acima de tudo, sobre valores, sobre princípios”, sustentou Vasco Cordeiro, depois de um encontro com Volodymyr Zelensky, na capital ucraniana, numa intervenção enviada à Lusa.
A deslocação a Kiev do presidente do Comité das Regiões ocorreu no âmbito da apresentação de uma aliança europeia de municípios e regiões para a reconstrução do país.
De acordo com uma nota enviada à Lusa, a delegação do Comité das Regiões foi convidada à viajar até Kiev pelas autoridades ucranianas, na sequência da Cimeira Internacional dos Municípios e Regiões.
O presidente do Comité das Regiões acrescentou que as cidades e regiões de toda a UE “e de todo o mundo podem não ter o poder de trazer armas e munições” – aquilo que a Ucrânia tem incessantemente pedido a todos os países que estão desde 24 de fevereiro de 2022 a apoiá-la contra a invasão da Federação Russa.
Contudo, sustentou Vasco Cordeiro, há um “papel que as comunidades locais e regionais estão a desempenhar, e podem desempenhar, não só acolhendo as pessoas que tiverem de abandonar” o país na sequência da invasão russa, “mas também reforçando as parcerias que são necessárias para enfrentar esta difícil situação e resolver os problemas que persistem”.
Por isso, prometeu a disponibilidade do Comité da Regiões para ajudar a consolidar “a existência de um governo local e regional democrático, devidamente financiado e respeitado”.
“A Ucrânia será, tal como outros países candidatos, um membro de pleno direito da União Europeia. Nesse contexto, muitas áreas podem ser usadas para expressar esta parceria, mas uma delas é exatamente o aspeto do desenvolvimento de capacidades. A oportunidade de fortalecer o governo local na Ucrânia”, completou.
A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14,6 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 8,1 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Neste momento, pelo menos 18 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.
A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.
A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 8.534 civis mortos e 14.370 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.
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Eduardo Moniz

Queres se mostrar antes preocupasse com as misérias que está nos Açores com esta inflação gananciosa
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molete

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Só quem é do Porto sabe o que é um Molete!

É voz corrente ouvir, entre as gentes do Porto, em geral, e entre as de Valongo, em particular, que a palavra molete será um neologismo português, com base no estrangeirismo francês Mollet, que entrou para o nosso vocabulário por alturas do ataque do General francês Soult à cidade do Porto, em 1809. Mais: seria, sem dúvida, interessante e até mesmo romântico acreditar que havia um militar de alta patente, de seu nome Molet, grande apreciador de pão, que não dispensava, ao pequeno-almoço, o saboroso pão, o que teria levado os valonguenses, quando, pela manhãzinha, colocavam as cestas nas carroças que iam abastecer o Porto, a dizer algo como isto:
– Lá vai o pão para o Molete, num aportuguesamento do nome francês. E que, assim, os pequenos pães de Valongo começaram a chamar-se simplesmente moletes.
E, como quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto, outros vão mais longe na fantasia, afirmando que o tal Molet teria mesmo trazido de Paris o seu próprio padeiro, que fazia um excelente pão, a que os tripeiros rapidamente chamaram moletes. Uma outra versão, igualmente efabulada, coloca o suposto militar, sitiado com as suas tropas por terras de Valongo, confrontado com um sério período de crise, em que é forçado a proceder a racionamento de mantimentos. Então, numa atitude extrema, ordena aos seus responsáveis pela distribuição de víveres que procedam ao corte em quatro partes do pão, na altura algo parecido com as actuais sêmeas (um pão bastante grande), em quatro partes, dando assim origem a pequenos pãezinhos, evidentemente, os moletes.
No entanto, a verdade é que não conseguimos descortinar quaisquer registos da existência desse tal militar de alta patente chamado Mollet. E a tese de que a palavra terá tido origem em Portugal, no início do século XIX também cai por terra quando se consulta o “Elucidário das Palavras, Termos e Frases que em Portugal antigamente se usaram”, de Frei Santa Rosa de Viterbo, datado de 1865, que regista o uso da palavra já em 1512 em associação ao pão, como adjectivo, ou seja, descrevendo as suas qualidades.
Certo, certo é que molete deriva do francês molette, não do nome, que tem significados completamente diferentes, mas sim do adjectivo, o adjectivo mollet, no feminino mollette, diminutivo de mole, agradável. À letra, em português, “molzinho”, pão molzinho, tenrinho.
Mas ainda em relação à ficção de Molet, poder-se-á colocar a hipótese da criação da palavra molete, enquanto nome, ser efectivamente uma invenção das gentes do Porto, com base na substantivação do adjectivo francês já existente. E é bem possível que tenham sido os franceses, em terras de Valongo em contacto com os valonguenses, durante a invasão napoleónica de Soult, a dar origem ao molete, quando, ao descreverem as famosas qualidades dos nossos pequenos pães, o apelidavam de pain mollet, molzinho. Daí ao aportuguesamento da palavra poderá ter sido um pequeno passo, sabendo-se que existe uma enorme tendência para simplificar a designação das coisas. De pão mollet para simplesmente molete!
Mas que o molete, nome masculino, singular, comum e concreto é nosso património exclusivo disso não há dúvida e, já agora, para terminar, também é bem provável que o mollete espanhol, cujo significado é exactamente o mesmo, tenha sido inspirado no molete do Porto.
João Carlos Brito, Falar à Moda do Porto

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profissões desaparecidas

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O “DEITA-GATOS”
Gatear tudo que fosse loiça partida em cacos, era tarefa do “deita-gatos”, um servidor ambulante, em tempos de privação e, em muitos casos, de verdadeira pobreza, de que apenas os idosos do presente, guardam recordação e para quem a Revolução dos Cravos tem importante e grato significado.
Foram tempos em que, praticamente, tudo era aproveitado, dos frascos e garrafas às latas, caixas e caixotes. Os consertos nas roupas, no calçado, na telefonia (a televisão estava a décadas de aparecer), nos ainda poucos electrodomésticos e no que quer que fosse prolongavam-lhes a vida ao limite da utilização.
Na sociedade de consumismo desenfreado que é a nossa, ninguém se lembra hoje de mandar pôr uma vareta nova numa sombrinha, colocar um pingo de solda numa panela, a que o uso de anos abrira um buraquinho no fundo, ou juntar os cacos de um prato que caiu ao chão.
Nesse prolongar de vida de muitas peças de barro e de faiança, dois tipos de loiça de casa muito frequentes nesses anos, tinha papel importante o deita-gatos também ele, quase sempre o “amola-tesouras” e muitas vezes, “funileiro à porta”.
O nosso homem começava por unir os cacos e, por cada “gato” (um pedaço de arame terminado por duas pequenas garras) a colocar, marcar os dois pontos onde fazer um furo com a ajuda de um broquim primitivo, como os que se mostram na figura. Juntos e colados todos os cacos era a vez de, com a arte que a experiência sempre dá, introduzir as garras dos “gatos” e fixá-los de modo a ficarem bem apertados.
Ainda guardo, mas agora com o significado de antiguidades, pratos e travessas da Real Fábrica de Loiça de Sacavém, mandadas gatear pela minha mãe e pela mãe dela.
(António Galopim de Carvalho)
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Jose Tolentino Chaves

Muito importante, cheguei a ver alguns poucos desses, mais eram amoladores.
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nasceu antero nesta data

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Nasceu, Antero de Quental, a 18 de Abril de 1842 na cidade de Ponta Delgada e na mesma capital da ilha de S. Miguel faleceu a 11 de Setembro de 1891, suicidando-se com dois tiros de revólver, sentado num banco, próximo do muro do convento do Senhor Santo Cristo dos Milagres, acima do qual, gravada, se encontrava, e ainda lá está, uma âncora atravessada pela palavra Esperança.
O simbolismo de tudo isto!
Observe-se, outrossim, que Antero veio ao mundo entre duas revoluções francesas, a de Julho de 1830 e a de Fevereiro de 1848, revoluções essas de repercussão europeia, pois que a primeira apressou a queda das monarquias absolutas, e a segunda contribuiu para o advento e difusão das doutrinas socialistas. Esta circunstância merece ser aqui registada pela influência que ambas vieram exercer depois no espírito de Antero.
Precoces as tendências literárias no Poeta Ilhéu, improvisando na sua meninice, em descantes e festas campesinas, cantigas de sabor popular. Sobretudo é já em Coimbra, quando estava a frequentar a faculdade de Direito, que o Maior Açoriano começa a dar largas à sua imaginação poética, se deixa conduzir pelas “asas da fantasia”, fazendo e publicando em revistas e jornais, poemas ao gosto da época, que era ainda romântica.
De facto as primícias poéticas de Antero acusam a leitura repetida dos bardos de então; sem dúvida, notória é a influência deles nos termos e na estrutura formal dessas suas primeiras poesias.
Depressa, porém, o lírico neoplatonizante da Beatrice se libertou de tal escola literária, ao momento chefiada pelo velho Castilho e seguida, servilmente, pelos seus sequazes, como Pinheiro Chagas e outros.
Entusiasmo pelas as correntes sócio-políticas que nessa altura começavam a triunfar em quase toda a Europa, Antero decide-se a renunciar a todo o seu passado romanesco e tradicionalista destruindo, em grande parte, os poemas que o reflectiam, e torna-se daí por diante arauto da chamada “Poesia nova”. As Odes Modernas (de 1865 mas prontas a entrar no prelo desde 1863) exemplificação eloquentemente a nova posição poética de Antero.
Abrimos aqui um breve parêntesis: mais tarde, em 1872, como rebate de consciência, reunirá o Poeta micaelense em volume os versos que não destruiu, dando-lhe o título de Primaveras Românticas.
E retomemos o fio interrompido…Atraído pelo Socialismo proudhoniano, embora leitor também de Marx, Antero participa activamente em todas as manifestações operárias, desempenhando em muitas delas o papel principal, além de se arvorar em defensor da criação de uma Federação Ibérica e de uma “Força Democrática”, à semelhança da “Aliança” de Bakounine.
Propriamente, no campo das Letras, insurge,-se contra os processos rotineiros de Castilho (a Questão Coimbrã, 1865); e querendo aproximar Portugal da Europa moderna e progressiva, organiza, em Lisboa, com outros seus companheiros, as “Conferências do Casino” (1871), que foram logo suspensas por ordem governamental.
Entretanto vai poetando e filosofando, ao mesmo tempo que escreve artigos políticos e frequenta o Cenáculo…
Esgotado, adoece gravemente; consulta especialista; viaja; tem crises de pessimismo agónico.
Envelhece, enfim, precocemente: era a consequência fatal de um esforço que ultrapassava as suas forças; por outro lado, provinha de tantas e amargas desilusões, a última das quais derivada do “Ultimato Inglês” (11 de Janeiro de 1890), que o arranca da sua Tebaida de Vila do Conde, e onde o Poeta se havia refugiado desde 1881, preparando aí cuidadosamente a edição definitiva dos seus Sonetos (1886) – essa obra prima da Literatura nacional e europeia, pois que poeta algum até ali tinha conseguido com profunda originalidade e beleza formal intelectualizar as suas emoções e expressar emocionalmente os seus pensamentos filosóficos.
Independente do juízo que porventura possamos formular a respeito do conteúdo desses Sonetos, temos que reconhcer que nunca a viz lírica de um poeta se ergueu tão alta e atingiu acento tão puro como em Antero de Quental.
Escreveu Unamuno: ” En España no tenemos nada que se le parezca…Hay sonetos suyos que vivirán cuanto viva la memória de las gentes, porque habrán de ser traducidos, más tarde o más temprano, a todas las lenguas de hombres atormentados por la mirada de la esfinge)”
Sirva de prova este soneto lapidar:
NOCTURNO
Espírito que passas, quando o vento
Adormece no mar e surge a lua,
Filho esquivo da noite que flutua,
Tu só entendes bem o meu tormento…
Como um canto longínquo – triste e lento –
Que voga e subtilmente se insinua,
Sobre o meu coração, que tumultua,
Tu vertes pouco a pouco o esquecimento…
A ti confio o sonho em que me leva
Um instinto de luz rompendo a treva,
Buscando, entre visões, o eterno Bem.
E tu entendes o meu mal sem nome,
A febre de Ideal, que me consome,
Tu só, Génio da Noite, e mais ninguém!
O prosador, por seu turno, escreverá, páginas admiráveis, e tão magistrais como aquelas que se encontram no seu ensaio Tendências Gerais da Filosofia na segunda metade do século XIX; igualmente o critico literário, o polemista e o epistológrafo.
Acima de tudo, salientaremos o homem, eminentemente superior, o homem moral, coerente sempre, mesmo nas suas próprias contradições; em suma, o homem que soube aliar o pensamento à acção, as suas ideias aos seus actos. Assim o afirma um dos seus íntimos, Luís de Magalhães: “Entre o seu pensamento, as suas palavras e a suas obras, houve sempre a conecção da mais inalterável coerência”.
É este, portanto, o Antero que importa melhor conhecer e amar, agora que os homens se deixam vencer facilmente por um prato de lentilhas…
Ruy Galvão de Carvalho, in Antologia Poética de Antero de Quental
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“Há um afastamento cada vez maior da Vodafone” nos Açores | Telecomunicações | PÚBLICO

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Falta de concorrência na rede fixa, onde só estão a Meo e a Nos, obriga açorianos a pagar preços “muito altos” pelas telecomunicações.

Source: “Há um afastamento cada vez maior da Vodafone” nos Açores | Telecomunicações | PÚBLICO

do assédio

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【A CAUSA DAS COISAS】
Em boa verdade não é nada problemático arranjar provas de assédio e abuso, diz-me uma jovem (26) amiga que começa a dar os primeiros passos no mundo da academia porque – pelas suas próprias palavras – é uma mulher tão filha da puta como o homem mais filho da puta. E conta como procede:
– Nunca recusei um convite para um encontro nocturno em casa de um professor ou orientador, para debatermos alguns aspectos de um trabalho em mãos. Se me põem a mão no joelho, ou me afagam o rosto, ou sugerem um intervalo para descansarmos uma minutos na cama tudo bem; são situações que eu consigo controlar, se quiser, antes que resvalem para o inadmissível e intolerável. De qualquer maneira, nunca me encontro sozinha com nenhum homem – de facto, com mulheres também não – que tenha algum ascendente sobre mim, em que não leve o meu discreto aparelho de gravação áudio que deixo ligado desde que se fecha a porta atrás de mim.
Nunca tive problemas; nunca fiz, nem fizeram comigo, algo que eu não tivesse querido. Se alguém tivesse ultrapassado algum limite inaceitável para mim, logo no dia seguinte eu ia à reitoria, à PJ, às televisões, onde fosse preciso, com material muito credível para denunciar o abusador. Nunca aconteceu. Só não compreendo como é que essa cambada de balzaquianas da Academia se deixam endrominar por aqueles jarretas nojentos.
São completamente imbecis, ou são apenas ingénuas, ou querem fruta e depois arrependem-se; mas depois não conseguem fundamentar as suas queixas e acusações e estão logo fodidas. E é bem feito. Nós só temos é que saber utilizar do que podemos dispor para nos protegermos… E sermos tão ou mais filhas da puta para eles do que eles são para nós.
Este depoimento é absolutamente verdadeiro mas, evidentemente, é-me impossível revelar a identidade da depoente.

Em boa verdade não é nada problemático arranjar provas de assédio e abuso, diz-me uma jovem (26) amiga que começa a dar os primeiros passos no mundo da academia…

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Artur Arêde

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Medida do IVA zero de cabaz de alimentos entra hoje em vigor – Jornal Açores 9

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A medida que isenta de IVA um cabaz de 46 alimentos considerados essenciais entra hoje em vigor, dispondo o retalho alimentar de 15 dias para refletir esta isenção nos preços de venda ao público. A lista de produtos alimentares que passarão a estar isentos de IVA – na sequência de um pacto tripartido assinado entre […]

Source: Medida do IVA zero de cabaz de alimentos entra hoje em vigor – Jornal Açores 9

Piscina de cruzeiro transborda durante viagem e assusta passageiros; veja o momento! | Viagem | Casa e Jardim

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Navio balançou após ser atingido por onda, o que fez a água descer como uma cachoeira e inundar lojas e restaurantes

Source: Piscina de cruzeiro transborda durante viagem e assusta passageiros; veja o momento! | Viagem | Casa e Jardim