Atlânticoline com resultados positivos de 1 ME em 2022

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Atlânticoline com resultados positivos de 1 ME em 2022
Ponta Delgada, Açores, 19 abr 2023 (Lusa) – A empresa pública açoriana de transportes marítimos, a Atlânticoline fechou 2022 com um resultado positivo de 1.090.813 euros, tendo registado um aumento de passageiros e viaturas transportados em 13,2% e 6,7%, respetivamente, foi hoje revelado.
Em comunicado, a empresa anuncia que o resultado positivo nas contas da empresa em 2022 foi “praticamente idêntico ao de 2021”.
Esse resultado positivo em 2022, pelo “terceiro ano consecutivo”, segundo a empresa, “beneficiou da não docagem prevista do navio Mestre Feijó em outubro”, o que “implicaria um investimento avultado”, mas que só vai ocorrer em 2023.
A Atlânticoline assinala que “os resultados negativos acumulados ao longo de vários anos”, ainda “ascendem a praticamente 3 milhões de euros”, afirmando que é “essencial manter este desempenho positivo para a consolidação do equilíbrio financeiro da empresa”.
Em termos operacionais, a empresa apresentou, em 2022, “um desempenho muito positivo, com o aumento de passageiros e viaturas transportados em 13,2% e 6,7%, respetivamente”, informa.
Segundo a empresa pública açoriana de transportes marítimos, “esta variação permitiu aumentar os rendimentos em relação ao ano anterior em 300 mil euros nos passageiros e em 50 mil euros nas viaturas”.
No que concerne aos gastos, refere “o aumento nos combustíveis em 78%”, totalizando “2,9 milhões de euros”.
Já o aumento nos gastos de pessoal, “está diretamente ligado ao novo acordo salarial” alcançado em março de 2022, bem como ao aumento do quadro de pessoal resultante do curso de marinheiro/maquinista que a Escola do Mar dos Açores realizou em 2022, o que permitiu “completar o número de efetivos necessários às tripulações dos navios” e “resolver uma parte do problema de trabalho extraordinário”.
Quanto aos gastos financeiros, a Atlânticoline adianta que “continuam a decrescer de forma acentuada”, devido ao pagamento, em 2021, pelo Governo dos Açores (PSD/CDS/PP/PPM) “dos mais de 7,2 milhões de euros em dívida, deixando a empresa de utilizar as contas correntes caucionadas que mantinha ativas”.
APE // ACG
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liberdade por josé soares

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Liberdadeares

 

Transparência José Soares, jornalista

 

Liberdade

 

 

Que nada nos defina, que nada nos sujeite.

Que a Liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser Livre.

(Simone de Beauvoir)

 

 

Com o aproximar de meio-século – em 2024 – que comemora o golpe militar de 25 d’abril de 1974, teremos já mais tempo de vivência em regime livre do que aquele que tivemos em ditadura.

Apesar de tudo o que de mal nos possa ter acontecido, ou das inúmeras queixas que legitimamente possamos ter aqui e ali sobre atuações do atual regime, não restam dúvidas para ninguém que só o facto de nos podermos queixar seria, já em si mesmo, sinónimo de Liberdade.

Mas o golpe militar que trouxe o povo, em massa, espontaneamente para as ruas para apoiar os militares, transformou esse momento. E embora a estratégia tenha ainda perdurado sob controlo dos militares durante meses, o povo passou a chamar-lhe revolução. E dias depois, pelo ato simbólico da florista que meteu um cravo na boca da espingarda G3 do soldado na baixa de Lisboa, o romantismo passou a adjetivar-lhe Revolução dos Cravos. E assim ficou conhecida para os anais da História. É assim conhecida em várias línguas e países e é assim que gostamos de lhe chamar. Faz parte da índole cultural.

A partir desta semana, entramos no ano comemorativo 1974 – 2024, de sublime importância para todos e todas. Enquanto jovem em idade adulta, vivi emocionado esses momentos. Ao atravessar o tempo – ou ser atravessado por ele – só posso deixar um testemunho aos que não assistiram a tal bendito dia, porque ainda não eram nascidos.

A Liberdade é essencial à própria condição do ser humano.

Em Liberdade de Pensamento, as produções artísticas foram imensas: Artistas plásticos, produções literárias, no cinema e teatro, na rádio e televisão e muito, muito mais.

Liberdade de ação política. Eleições livres, com o Povo a depositar o seu voto nas urnas livremente. A disputa partidária debatida de forma aberta na rádio ou televisão.

O divórcio autorizado. O casamento entre pessoas do mesmo género. A existência, abertamente e sem medos de várias confissões religiosas.

As mulheres poderem viajar com o seu próprio passaporte sem autorização dos maridos. Ou terem a Liberdade de pedirem divórcio. Ou poderem queixar-se de maus tratos do marido e a Justiça agir.

Admirar-se-ão os mais jovens com algumas restrições que hoje são vulgares. A isso e a muito mais, chamamos LIBERDADE.

A ditadura que durante 48 anos forçou o país ao silêncio ensurdecedor, provocou os maiores surtos de ignorância, analfabetismo, pobreza e doenças, insularidades completamente abandonadas à sua sorte e tudo aquilo a que a História se encarrega de contar.

Nestes cinquenta anos de Liberdade, outros acontecimentos de relevo se juntam, como os 50 anos do Partido Socialista. Os partidos políticos foram outra conquista da Liberdade. E nessa Liberdade, despontaram nomes ilustres. Líderes políticos como Mário Soares, cuja personalidade foi moldada – não nas jotinhas – mas nas prisões de Salazar.

Nos Açores, abril de 1974 foi o início de nova Era, como se as Ilhas Atlânticas fossem descobertas pela segunda vez. Abandonadas à sua sorte durante séculos, puderam ganhar desde então os seus governantes próprios que, in loco podiam responder às necessidades do povo e da própria Terra. Os Açores, bem ou mal, governam-se no mínimo dos mínimos. Persistem ainda os centralismos egocêntricos de São Bento, mas em paralelo existe a Liberdade de reivindicar mais e mais.

O primeiro presidente do Governo Açoriano, foi João Bosco Soares da Mota Amaral, que completou, há dias, os seus magníficos 80 anos em Liberdade, com os seus correligionários e amigos.

Nada pode ser mais prejudicial a um povo ou uma pessoa, do que a falta de liberdade. As prisões e os castigos prisionais são prova disso mesmo.

Todos temos de preservar e defender, a qualquer custo, este bem incontestável.

Que ninguém nos tente retirar o espírito individual ou a alma coletiva.

LIBERDADE, SEMPRE.

“A Liberdade é contagiante. É por isso que os déspotas a temem tanto.”

 

MARCELO HOMENAGEIA

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PR atribui ao chefe do Governo de Macau Grã-Cruz da Ordem do Infante D.Henrique
Lisboa, 20 abr 2023 (Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, agraciou hoje o chefe do Governo de Macau, Ho Iat Seng, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e desejou-lhe que consiga ser reeleito no próximo ano.
Marcelo atribuiu ao chefe do executivo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) um símbolo da Ordem que se destina a distinguir “quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua história e dos seus valores”.
Ho Iat Seng agradeceu ao Presidente português e sublinhou, nos momentos de cumprimentos que antecederam a reunião, após a qual não houve declarações à imprensa, que esta é a sua primeira visita ao exterior após a pandemia de covid-19 e, embora houvesse muitas propostas, “tinha de ser a Portugal”.
Foi nesse momento que Marcelo felicitou o chefe do Governo de Macau pelo lugar que desempenha e lhe desejou que venha a ser reeleito em 2024.
O chefe do executivo de Macau está em visita a Portugal até sábado e foi recebido esta tarde pelo chefe de Estado português no Palácio de Belém, onde se deslocou acompanhado pelo secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong, e o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário.
Ho Iat Seng e a comitiva seguiram depois para um encontro com o primeiro-ministro, António Costa, e da sua agenda de hoje consta ainda um encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.
A acompanhar Ho Iat Seng na primeira deslocação ao exterior após a pandemia de covid-19 está uma comitiva de 50 empresários locais, liderada pelo secretário para a Economia e Finanças, que irá visitar várias empresas em Portugal.
ANP // VM
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Mineração do mar dos Açores proibida até 01 de janeiro de 2050

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Mineração do mar dos Açores proibida até 01 de janeiro de 2050
Horta, Açores, 20 abr 2023 (Lusa) – A eventual mineração do mar profundo ao largo dos Açores ficará proibida nos próximos 27 anos, até 01 de janeiro de 2050, de acordo com uma moratória hoje aprovada por unanimidade e aclamação no parlamento açoriano.
“Saudamos a aprovação unânime, pela Assembleia Legislativa dos Açores, da moratória à mineração no mar dos Açores”, realçou Vera Pires, deputada do Bloco de Esquerda, uma das proponentes da iniciativa, realçando que esta votação representa uma posição “coesa, forte, pioneira no país e relevante na Europa e no Mundo”.
A proposta, apresentada em conjunto pelo BE e o PAN, lembra que “cerca de 99% do mar dos Açores é concebido como mar profundo, alcançando uma profundidade média de três mil metros”, onde existem vários campos hidrotermais, considerados “habitats singulares da Terra” com “comunidade únicas” e ecossistemas que é necessário preservar.
Pedro Neves, deputado do PAN, entende que, mais do que as dúvidas jurídicas sobre quem tem a gestão do mar dos Açores, o importante “foi a aprovação de uma posição uníssona da Assembleia dos Açores, para todo o mundo”.
Nuno Barata, deputado da Iniciativa Liberal, aproveitou a discussão da proposta, para tecer duras críticas ao Governo da República, que acusa de pretender “saquear” o mar dos Açores.
“Um qualquer contrato assinado com um minerador predador pode resolver problemas da economia daqui ou de acolá, desta ou daquela empresa, deste ou daquele ministro, mas não resolve os problemas dos açorianos”, advertiu o parlamentar liberal, que se opõe “ao processo que Portugal está a tentar implementar para saquear o poder do mar dos Açores”.
O secretário regional do Mar e das Pescas, Manuel São João, rejeitou também que o mar profundo ao redor dos Açores possa vir a ser explorado de forma comercial, pelo menos enquanto não existir mais informação científica sobre os impactos dessa atividade.
“A nossa posição é de que, enquanto não existirem estudos científicos e competência e capacidade técnica que assegurem que o risco é inferior ao benefício, não se avança com a mineração”, insistiu o governante.
A versão inicial da proposta conjunto do PE e do PAN incluía alguns artigos relacionados com a criação de novas áreas marinhas protegidas no mar dos Açores, mas os proponentes acabaram por retirar essa referência ao diploma, para tentar obter o apoio da bancada socialista, que se opõe à forma como o processo a decorrer.
“Isto está a ser feito em cima do joelho, de uma forma precipitada, sem planos de gestão e sem ouvir os pescadores”, apontou Mário Tomé, deputado do PS, que entende que a defesa dos ecossistemas marinhos deve ser feita “com as populações piscatórias e não contra elas”.
O presidente do Governo Regional, o social-democrata José Manuel Bolieiro, entende que a versão inicial da proposta não devia ter sido alterada e que devia ter recebido, igualmente, o apoio unânime de todo o parlamento.
“A pertinência da redação na sua versão inicial era positiva e já merecia este consenso”, frisou o chefe do executivo, lamentando que tenha existido “um défice à causa, por parte daqueles que ameaçavam não estar ao lado da proposta inicial”.
Gustavo Alves, deputado do PPM, elogiou o consenso alcançado em torno desta matéria, embora tenha dito que preferia que a moratória não ficasse dependente de uma data, mas de um objetivo concreto.
“A nossa vontade seria uma moratória condicionada aos desenvolvimentos científicos, não tendo um espaço temporal, mas o que mais importa aqui é manter o nosso mar com os seus recursos intactos”, frisou.
Salomé Matos, do PSD, realçou a importância que a decisão unânime do parlamento terá para o futuro dos ecossistemas marinhos, considerando que “é um forte sinal para a Europa e para o mundo, de que é mais aquilo que nos unes do que aquilo que nos separa”.
RF // ACG
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LISBOA PROGROM DE 1506

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May be an image of ‎3 people, the Western Wall and ‎text that says '‎1506- 1506-2006 EM MEMÓRIA DOS MILHARES DE JUDEUS VÍTIMAS DA INTOLERANCIA DO FANATISMO RELIGIOSO ASSASSINADOS NO MASSACRE INICIADO A 19 DE ABRIL DE 1506 VESTE LARGO 5266-5766 (אובטיזיים)‎'‎‎

Hoje, em 1506, começou um massacre de judeus em Lisboa, quando uma multidão da Igreja de São Domingos atacou e matou pessoas da congregação que suspeitavam ser judeus. A violência terminou num motim antissemita por toda a cidade, que matou pelo menos 4.000 “cristãos-novos”, o nome dado aos judeus que haviam sido forçados a converter-se ao cristianismo.
Quando o rei soube do massacre, ordenou que este fosse interrompido e puniu todos os que nele participaram. Hoje há um Monumento em Lisboa em memória dos que se perderam. A base tem um verso do Livro de Job Etched gravado nela: “Ó terra não ocultes o meu sangue, não ocultes o meu clamor”.

Miguel Esteves Cardoso vence primeiro prémio literário da carreira – NiT

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Miguel Esteves Cardoso venceu o Grande Prémio da Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores, com o livro “Independente Demente”, editado pela Bertrand no ano passado, que reunia as crónicas do autor no jornal “O Independente”. Segundo escreveu o editor da obra, Rui Couceiro, trata-se do primeiro prémio literário alguma vez conquistado por … Continued

Source: Miguel Esteves Cardoso vence primeiro prémio literário da carreira – NiT

foquetão não-tripulado explode

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Parem é com esses milhões gastos quando tanta desgraça acontece na Terra e que de nada serve essas coisas agora. Querem descobrir coisas fora, quando tanto tem aqui na Terra para se descobrir, resolver.

https://sol.sapo.pt/…/foguetao-da-spacex-explode…

Foguetão da SpaceX explode minutos após o lançamento
SOL.SAPO.PT
Foguetão da SpaceX explode minutos após o lançamento
Segunda tentativa falhada. Na segunda-feira, um problema técnico impediu a descol