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Neblinas e nevoeiros estão a reduzir a visibilidade na região
Source: Massa de ar quente e húmida condiciona operações aéreas nos Açores – CNN Portugal

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Neblinas e nevoeiros estão a reduzir a visibilidade na região
Source: Massa de ar quente e húmida condiciona operações aéreas nos Açores – CNN Portugal

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Um robô humanoide supostamente perdeu o controle e agarrou uma estudante durante um evento universitário em Xi’an, na província de Shaanxi, no noroeste da China. O vídeo capturando o momento chamou atenção nas redes sociais. Os internautas já foram aos comentários debater se aquilo não foi um ato humano com segundas intenções. O caso aconteceu dura…
Source: Robô agarra estudante em apresentação na China e vídeo gera debate
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A trabalhadora terá sido presa com fita-cola a uma cadeira e impedida de se levantar, até que terminasse uma tarefe que não teria executado por “ter estado a enviar emails”. O director do Serviço de Gestão de Recursos Humanos da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) é acusado de ter prendido uma trabalhadora a uma cadeira com fita-cola para a obrigar a concluir uma tarefa. O caso, avançado pelo jornal Público, terá ocorrido há cerca de duas semanas no Hospital de São Francisco Xavier e foi denunciado pela Ordem dos Enfermeiros à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS). Segundo
Source: Director de RH de hospital acusado de prender trabalhadora a uma cadeira – ZAP Notícias

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Acabo de ler a melhor explicação sobre o nosso nevoeiro: Catarina Valadão – A região autónoma do nevoeiro
Há fenómenos meteorológicos e depois há o nevoeiro açoriano. O nevoeiro açoriano não é uma condição atmosférica. É um regime político. Instala-se, toma posse do território e governa sem oposição durante dias. Celebra a sua autonomia. A certa altura deixa de haver céu. Deixa de haver horizonte. Deixa de haver ilha. Há apenas uma espécie de fumaça branca onde se suspeita que depois dela existam vacas, montanhas e aeroportos. Os aeroportos, aliás, transformam-se numa experiência filosófica. Já não são infraestruturas de transporte. São centros de reflexão sobre a fragilidade da condição humana.
Ao segundo dia de espera, o passageiro começa a perder as referências temporais. Pergunta que dia é hoje. Ninguém sabe. Pergunta quando parte o voo. Ninguém sabe. Pergunta se existe voo. Ninguém sabe. O painel informativo converte-se numa obra de arte conceptual. Durante horas apresenta a mesma mensagem: “atrasado”, “divergido” ou “aguarde novas informações”. Os passageiros espalham-se pelo terminal como sobreviventes de uma expedição polar. Há quem ocupe estrategicamente três cadeiras. Há quem construa uma pequena fortaleza com malas de cabine. Há quem já tenha desenvolvido relações familiares profundas com o vendedor da loja Duty Free. Ao terceiro dia, começam a surgir comunidades organizadas. Há o grupo dos pessimistas, o grupo dos que juram ter visto uma aberta no nevoeiro e o grupo dos que acreditam que o aeroporto é agora a sua residência fiscal. O mais extraordinário é que as condições do aeroporto evoluem exatamente à mesma velocidade que as condições meteorológicas: nenhuma.
Fora não se vê um palmo à frente do nariz. Dentro também não se vislumbra uma solução. Os bancos continuam concebidos para impedir qualquer forma de conforto humano. As informações continuam vagas. Os carregadores continuam ocupados por aparelhos ligados desde a administração do primeiro presidente do governo regional. E todos aguardam. Os Açores conseguiram inventar uma experiência turística única: o campismo aeroportuário involuntário. É possível conhecer melhor o terminal do que a ilha. Observa-se mais o ecrã das partidas do que a paisagem. Colecionam-se mais vales de refeição do que fotografias. E depois do vale utilizado vem o anúncio final: “o seu voo foi cancelado”. De seguida chegam as mensagens das companhias aéreas, verdadeiras obras-primas da literatura minimalista: “Entre em contacto com a sua companhia” ou “Aguarde por novas informações”. Como se o passageiro ainda não estivesse precisamente a tentar contactar a companhia há horas, enquanto aguarda por informações desde a última era geológica. Nessa fase, resta apenas rezar para que a solução proposta não seja um voo dali a três dias ou, melhor ainda, uma recolocação noutro voo marcado para um dia em que a previsão anuncia, com entusiasmo, mais nevoeiro. Ao fim de vários dias, quando finalmente o nevoeiro se levanta, ninguém festeja a viagem. A viagem tornou-se secundária. Celebra-se apenas a descoberta de que o mundo continua a existir para lá das portas automáticas do aeroporto. E, por um breve instante, todos os sobreviventes olham para o céu azul com a mesma emoção de um náufrago que avista terra firme. Até ao próximo banco de aeroporto. Nota: Ao quinto dia ainda não vejo o céu azul… Mas, pelas minhas contas, já teria dado para ressuscitar um morto. Talvez D. Sebastião…
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As companhias aéreas TAP, Azores Airlines e Sata cancelaram hoje dezenas de voos devido ao nevoeiro que se abateu sobre as ilhas dos Açores, segundo uma consulta da plataforma Ana/Vinci. No aeroporto de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, o mais movimentado dos Açores, foram cancelados voos oriundos do Porto, Madeira, Terceira, Lisboa, Pico, […]
Source: Ligações aéreas de e para os Açores condicionadas pelo nevoeiro – jornalacores9.pt

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O Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores reagiu hoje à morte do fotógrafo Jorge Barros, lembrando a sua obra “singular, marcada pela atenção à paisagem, às gentes, aos gestos, aos rituais e à memória cultural do país”. Jorge Barros, que testemunhou Portugal ao longo de mais de quatro décadas, morreu na terça-feira, […]

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Há cada vez mais imigrantes a abandonar Portugal após anos de residência no país. O jornal Expresso destaca esta sexta-feira o caso de vários brasileiros, e não só, que decidiriam regressar ao país de origem ou rumar a Espanha.As causas do êxodo são várias: rendas altas, salários baixos, atrasos da AIMA na renovação de documentos, dificuldades no reconhecimento de competências e xenofobia.Setores como o TVDE são especialmente afetados. A dificuldade de renovação da documentação, que impede os motoristas de trabalhar, levou muitos a abandonar a profissão e o país.“Na última semana, em Lisboa, desapareceram mil motoristas, deixaram de operar na cidade. Estão carros parados”, diz ao Expresso Vítor Soares, da Associação Nacional Movimento TVDE.Economia nacional entraria em risco de colapso sem trabalhadores estrangeiros, alerta relatórioTambém lares de idosos, hotéis e restaurantes dependem fortemente de mão de obra estrangeira. Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas, garante que não conseguiria assegurar o funcionamento de instituições de apoio a idosos sem estes trabalhadores.“Há três ou quatro meses que vários provedores, sobretudo no sul do país, e em particular no Algarve, começaram a sentir mais dificuldades de recrutamento, precisamente porque há menos imigrantes. O peso destes trabalhadores neste setor é muito significativo. Há misericórdias onde são a maioria.”O mesmo relata a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), setor onde, em 2023, os imigrantes representam um em cada três trabalhadores.Segundo os dados mais recentes da Segurança Social, referentes a 2024, cerca de 45 mil trabalhadores estrangeiros deixaram o país nesse ano, o valor mais elevado desde 2015.O relatório "Emprego em Portugal", elaborado pela CoLABOR, uma associação com o selo da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, defende que a economia do país corre o risco real de colapsar caso deixe de contar com os trabalhadores estrangeiros.
Source: Êxodo de imigrantes: só na última semana "desapareceram mil motoristas" de Lisboa – SIC Notícias
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