APELO A XANANA para se retirar da vida pública

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A ERA DOS EXTREMOS
Em Bilbau, numa conferência que teve a participação de Ramos-Horta, o prémio nobel da paz, conheci dois jornalistas indonésios do Jornal ” Tempo”, sendo que um deles me perguntou se eu tinha algo para mandar para Xanana Gusmão que se encontrava detido na prisão de Cipinang. Como levava comigo ” A era dos extremos” do historiador Eric Hobsbawn que me fora emprestado pela minha amiga Luísa Tiago de Oliveira e, de imediato, passei o livro para as suas mãos. Achava que era a melhor prenda que lhe podia oferecer. Acredito que o portador fez chegar o livro ao seu destino uma vez que era um dos seus visitadores. Ainda hoje não tive qualquer resposta. Se Xanana o leu gostaria de lhe lembrar que é tempo de se retirar da vida pública para escrever o livro da sua vida. Terá mais utilidade para Timor e para a humanidade do que qualquer outra coisa que possa fazer daqui para a frente. E tem sido um desastre, nos últimos tempos, Maun Bo´ot.
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CRIMES QUE ENVERGONHAM O PAÍS

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Visão | Padre Max, 45 anos depois: a extrema-direita matou-o, mas ninguém foi julgado por isso
VISAO.SAPO.PT
Visão | Padre Max, 45 anos depois: a extrema-direita matou-o, mas ninguém foi julgado por isso

Jornal de Leiria – IPA, o primeiro carro português de produção, proibidO pelo governo de Salazar,vai regressar a Porto de Mós

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IPA300: o coupé made in Porto de Mós, cuja produção em série foi proibida pelo governo de Salazar, vai ficar em exposição no edifício da antiga central termoeléctrica.

Source: Jornal de Leiria – IPA, o primeiro carro português de produção, vai regressar a Porto de Mós

TIMOR A POUSADA DE BALIBÓ

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10grstScponsosmred

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Pousada Balibo nia parte furak balu# promove Ita nia fatin furak hanesan tourism lokal hodi hasae rendemento komunidade.
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NOVA IORQUE 1900 DIA DE LAVAR ROUPA

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NOVA IORQUE – 1900
SÁBADO É DIA DE LAVAR A ROUPA
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  • Lucila Meira

    Nunca tinha visto isso em Nova Iorque, muito menos que havia um dia próprio.

Fenómeno La Niña pode piorar situação difícil pós-cheias em Timor-Leste – Plataforma Media

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tenta se reerguer da temporada considerada recorde de cheias que afetaram mais de 30 mil famílias.

Source: Fenómeno La Niña pode piorar situação difícil pós-cheias em Timor-Leste – Plataforma Media

CHINA SOB ÁGUA

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Floods in China’s Henan province and it’s capital Zhengzhou seem worse even than what happened in Germany last week. Yesterday Zhengzhou had 200mm of rain in one hour. In Germany, they had 154mm in 24 hours
This is a result of the heatwaves that have been happening around the world. Sudden heatwave means high evaporation in a short period of time, which means more water in the air which means a humongous downpour elsewhere in the planet.
Global warming
Crazy footage coming from the region https://i.imgur.com/ivHGIhf.gifv
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Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos

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Já foram propriedade privada, até que o Estado português as comprou por precaução
Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos
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Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos

TIMOR ATAÚRO DESTINO TURÍSTICO SEM APOIO DO GOVERNO

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NOTA DO EDITOR DO BLOGUE, um país rico e cheio de recursos que nunca aprendeu a investir onde devia, o Ataúro é mais um exemplo do desleixo ou incompetência de vários governos Chrys C

Antonio Sampaio shared a memory.

54 m
Pouco ou nada mudou… antes pelo contrário, no último ano em Ataúro

1 Year Ago

REPORTAGEM: As dificuldades de Ataúro, o destino turístico com mais potencial de Timor-Leste
*** António Sampaio, da Agência Lusa ***
Beloi, Timor-Leste, 21 jul 2020 (Lusa) – Ataúro, porventura o local com mais potencial turístico em Timor-Leste, é também um símbolo das dificuldades do setor, onde se acumulam carências estruturais que vão desde a falta de infraestruturas básicas ao isolamento.
Residentes e operadores lamentam-se das sucessivas promessas, por cumprir, de fornecimento elétrico permanente, de melhoria no acesso a água, de estradas, transportes regulares ou de soluções para as dificuldades do isolamento, quando se tem de lidar com a enorme burocracia timorense ou simplesmente ter acesso a dinheiro.
A uma hora de ‘water taxi’ de Díli – e a duas e meia no Ferry Nakroma -, a pequena ilha de 14.000 habitantes é já um destino favorito entre a comunidade do mergulho de todo o mundo, com os recifes de corais que a circundam a serem considerados dos mais biodiversos do mundo.
“Aqui a 300 metros já há locais fantásticos para ‘snorkel’ e um pouco mais à frente para mergulho”, conta Vorkel, o proprietário do Ataúro Dive Resort que acolhe a Lusa, numa viagem organizada no quadro da #HauNiaTimorLeste, uma ação de promoção do turismo doméstico, do programa “Tourism For All”, da USAid.
Mesmo quem não mergulhe – vários locais são já zonas protegidas e são por isso ainda mais especiais – pode deliciar-se a ver baleias, golfinhos e usufruir de uma água cristalina.
Ou simplesmente fazer pouco ou nada, a olhar para o mar, deitado nas redes do Ataúro Dive Resort, ou de bruços na pequena piscina do Beloi Hotel, no alto da montanha mais próxima da vila que lhe dá nome.
Numa ilha que no total deve ter 20 carros – e alguns tuk-tuks –, os sons do mar são os dominantes, num ambiente que convida ao descanso e ao lazer.
E se a natureza idílica e algo rudimentar e pouco desenvolvida da ilha fazem parte do seu atrativo, o mesmo não se pode dizer das dificuldades que os habitantes locais, os operadores turísticos e finalmente os visitantes continuam a enfrentar.
A começar logo pela partida em Díli, onde continua por construir um pontão para acesso a barcos de recreio.
No passado, antes da crise do aumento explosivo de preços das viagens aéreas para Timor-Leste, especialmente em 2019, e dos efeitos da covid-19 – o país está praticamente fechado desde final de março –, Ataúro era o principal destino de quem visitava o país.
Visitantes da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos marcavam viagens praticamente só para vir mergulhar em Ataúro, e viajantes de mochila às costas (‘backpackers’) aproveitavam ofertas de alojamento a vários preços, com várias pensões, ‘homestays’ (alojamento local) e pequenos hotéis.
Porém, primeiro o aumento dos custos das viagens – especialmente as provenientes da Indonésia – e agora, a covid-19, reduziram ao mínimo as chegadas de visitantes.
Vorkel, alemão, e a mulher, Sapharahn, do Quénia – onde se conheceram – iniciaram o projeto do Ataúro Dive Resort há cinco anos: a primeira cabana serviu de casa e de escritório para acolher grupos de mergulhadores.
A pouco e pouco foram ampliando o espaço e hoje têm vários ‘bungalows’ virados para o mar.
A ilha, onde só há fornecimento elétrico 12 a 13 horas por dia, está sem luz há mais de duas semanas. No início do ano foram mais de dois meses e meio sem luz, supostamente porque o gerador que alimenta a ilha está estragado.
O ‘resort’ vive com um sistema solar e um gerador próprio que liga algumas horas por dia, para manter os frios e outras necessidades.
O mercado local é escasso em produtos, tanto pelas dificuldades que agricultores sentem em transportar fruta e verduras em estradas sem condições, como pelo ainda escasso fornecimento de Díli.
No início do ano, Vorkel esteve na Alemanha a apresentar Ataúro num evento de mergulho: teve marcações suficientes para dois meses, que agora teme, devido ao isolamento do país, sejam canceladas em breve.
Tem havido marcações de turismo doméstico – que aumentaram nas últimas semanas –, mas este ainda é escasso, especialmente por causa da falta de transportes mais regulares que permitiriam estadias mais curtas.
As ligações de barco, que antes eram praticamente diárias, estão agora reduzidas a uma por semana, ao sábado, no ferry que faz a ligação entre Díli e Ataúro e entre a capital e o enclave de Oecusse-Ambeno.
Outras alternativas – como o WaterTaxi da Compass – são mais caras, especialmente para turistas timorenses.
José Marques, responsável da Empreza Diak – uma organização não-governamental que trabalha com 250 pessoas em vários pontos da ilha no fabrico de artesanato e no apoio à sua comercialização – queixa-se praticamente do mesmo.
“Faltam estradas, faltam condições para escoar o produto de mercado”, explica à Lusa, notando que ainda é precisa mais formação para a comunidade local.
As estradas entre as várias localidades da ilha estão, em muitos casos, em bastante mau estado, não havendo um único quilómetro alcatroado, o que torna a movimentação difícil e morosa.
A ilha só tem um banco e, por isso, obter dinheiro é complicado, com a fraca internet a dificultar o acesso a pagamentos por cartão.
Por resolver continua, por exemplo, o que fazer com o lixo da ilha, ou com o muito que chega nas correntes – as praias estão muito sujas com lixo, predominantemente plástico, transportado pelas correntes.
Soma-se a burocracia de quem tem constantemente de se deslocar a Díli para tratar de renovar licenças, pagar impostos – o que só pode ser feito no banco na capital – ou para tratar de vistos ou outra documentação.
A complexidade e a demora do sistema nem sequer garante que tudo se consiga tratar rapidamente, o que prolonga a viagem e os seus custos.
*** A Lusa viajou a convite do programa Tourism for All da USAID ***
ASP // PTA
Lusa/Fim
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Alberto Borges, Jan-Patrick Fischer and 5 others
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VIRA-CASACAS, DO PS PARA O CHEGA VAI O PULO DE UA MELGA…

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A consciência política e social é uma coisa muito volátil…para certos vira-casacas
A Presidente da Câmara de Azambuja, eleita pelo PS, é agora candidata pelo Chega e o seu 1º objetivo é acabar com as …. melgas!
Tal como ela, há vira-casacas desde o CDS, passando pelo PS até aos anarquistas. Mudam de pensamento como mudam de casaco. Assim se vê a sua formação cultural.
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  • Fernando Dias

    eu sou uma vitimas das melgas.
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    • Viriato Porto

      Fernando Dias De acordo com vários estudos, as pessoas cujo tipo sanguíneo é O têm mais de 80% de probabilidades de serem picadas do que as que têm outro tipo de sangue. Sendo que quem tem o tipo de sangue A é quem está mais salvaguardado.
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How Australia helped Indonesia occupy East Timor

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In case you missed Philiip Adams interview with Dr Peter Job on his recent book, here is the link.
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
ABC.NET.AU
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
A new book uncovers how the Whitlam and Fraser governments initially pushed Indonesia to intervene in East Timor and then campaigned to cover up the worst abuses of the occupation.
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