Dupla espanca brutalmente tio e sobrinho por causa de um cigarro em Lisboa e fica em liberdade – Portugal – Correio da Manhã

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Dois homens, de 26 e 24 anos, foram detidos por investigadores da PSP de Lisboa. Vítima, de 69 anos, mantém-se internada.

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onde estavas no “9/11?”

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há uns anos houve umas certas broncas neste dia

Memória desse longínquo dia 11/9/2001. Estava em casa, passava das 14:00 e tinha chegado do Montepio Social onde eu e a Nini lecionávamos nesses dias, vi o primeiro embate e estava a acabar de almoçar quando vi o segundo e pensei este ângulo é diferentes, antes de saber que era o segundo embate. Até hoje tenho demasiadas dúvidas sobre a falência do Pentágono anunciada na véspera (desapareceram uns biliões), o novo seguro das Torres feitas uns dias antes e outras “coincidências” mas acredito que morreu muita gente por causa do petróleo do Iraque a que chamavam então “armas de destruição maciça”. A Nini tinha saído para dar aulas e estava ainda lá a dar aulas quando o dono do Montepio, Jaime Magalhães a chamou para ver na TV. Esse Jaime que morreu 2 ou 3 anos depois era um vigarista que nos ficou a dever meses de vencimento, ia aos AA fazendo-se passar por um, para depois angariar doentes para uma clínica que administrava…

Mas hoje não entendo que a cidade vitimada pelos extremistas muçulmanos tenha um a presidente da câmara de Nova Iorque

SEBASTIÃO EM LIMOGES

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MOSTEIRO DOS AGOSTINHO DE LIMOGES, França, eis onde foi sepultado D. Sebastião.
Reaparecerá num dia de nevoeiro, até nisso enganaram. O texto sob o qual se baseia o aparecimento de D. sebastião fala que ressurgirá da neve.
E assim foi, num dia de muita neve os duques de Bragança dão início à IV Dinastia, revoltam-se contra os Filipes e marcham sobre o poder. E vencem
FRAUDES HISTÓRICAS
DOS DEFENSORES DO
IMPERIALISMO ESPANHOL
SEM ÉTICA NEM REGRAS
A FALSA HISTÓRIA DA MORTE DE DOM SEBASTIÃO NO CAMPO DE BATALHA DE ALCÁCER, INVENTADA E CULTIVADA PARA JUSTIFICAR A USURPAÇÃO DO PODER PELOS FELIPES II, III E IV DE ESPANHA
Confirmar em Grandes Enigmas da História de Portugal, 3º vol., Maria Luísa Martins da Cunha, em Hagiografia de D. Sebastião – de desejado a encoberto, de Manuel J. Gandra, Mafra, 2014: 221-227.
que transcrevemos:
“
…
Felipe II, de Espanha, e o Duque de Alba, no interesse da Espanha, a pretexto de ajudarem D. Sebastião, vieram, de facto, a auxiliar, na batalha contra o exército português, os xerifes marroquinos sob a direcção de Ahmede Almançor, O Dourado, combatendo, a seu lado, em Alcácer-Quibir. Um único rei marroquino não morreu, resultando desse facto, na prática, a unidade de Marrocos.
O desastre que aí resultou para Portugal, permitiu que o Duque de Alba invadisse Portugal e Felipe II impusesse a sua coroa, usurpando o trono português, já que, sabe-se hoje, D. Sebastião escapou vivo da batalha (em que morreram três xerifes mouros), tendo que fugir e, após um sequestro em Itália e diversos episódios rocambolescos, a que não foi indiferente a “caça” que lhe foi dirigida pela Espanha, acabou, finalmente, ao que parece, velho, aos 76 anos, num mosteiro em Limoges (França).
Podemos resumir o Interregno por um excesso de reis. Chamemos-lhe reinado dos três reis (1580-1582, D. Sebastião, no exílio, D. António I e Felipe II, de España), primeiro reinado de dois reis (1582-1598, D. Sebastião, no exílio, e Felipe II, de España), segundo reinado de dois reis (1598-1621, D. Sebastião, no exílio, e Felipe III, de España e terceiro reinado de dois reis (1621-1632, D. Sebastião, no exílio, e Felipe IV, de España) e, regência do Vice-Rei (1632-1640, D. Afonso Furtado de Mendonça), período conspirativo e tumultuoso da pré-Restauração.
Convém relembrar que os reis felipinos destruíram dois impérios, o espanhol e o Português, sendo responsáveis pelo advento dos impérios holandês, inglês e francês.
Durante o Interregno, parte da frota portuguesa foi incorporada na Invencível e, de imediato, devido a temporal, naufragada Armada.
Em resultado disso, o Império Português passou a ser assolado pelos inimigos de Espanha, facto que custou a perda das colónias, esquadras, bens e vidas humanas.
Foi uma pilhagem generalizada, onde, sem dúvida, holandeses, franceses e ingleses foram quem teve parte de leão.
… “
Dom Sebastião foi enterrado, afinal, com 76 anos num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento de frades agostinhos de Limoges, em França.
E a maior desfaçatez e provocação contra nós, Portugueses, contra a qual não reagimos, é ter no túmulo, alegadamente de D. Sebastião, um “coitado” desconhecido, esse sim, de um qualquer homem morto, irreconhecível claro, dessa batalha!
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Muito mais se pode falar, foi D. Sebastião conivente porque com a perda da Batalha de AlCacer Quibir não houe espólio de guerra e assim não teve como pagar aos primos Filipes de Espanha que o tinham financiado?
Muito falta contar ainda. Ou simplesmente trocou a vida de monarca pela boémia passeando-se sobre financiamento e proteção dos primos espanhóis por Itália, França…?
A verdade é que as provas de que não morreu são demasiadas para que o nevoeiro não nos turve mais os olho

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Portuguese names in British ports

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Third in a series on Portuguese companies and investors in Asia — what they built, what survived, and what is still being built today.Portuguese (Goa and Macau) — 459 Europeans and Americans — 476 — Hong Kong census, 1853Part of José d’Almeida’s gravestone is set into the wall that runs around the former cemetery at Fort Canning in Singapore. I have written about him before, as one of a group of Portuguese pioneers whose stones survive there when almost everything else about them has gone.That e

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Luís Neves Code Red – Tiago Freitas – SÁBADO

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O cemitério está pejado de insubstituíveis: alguns têm estátuas, outros avenidas e uns quantos apenas campas discretas. A democracia foi inventada precisamente para sobreviver aos indispensáveis.

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Torre Eiffel “escondeu” mulheres para visita de delegação hindu, mas grupo nega ter feito esse pedido – Mundo – SÁBADO

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Um dos principais símbolos da capital francesa esteve de portas fechadas esta segunda-feira, na sequência de uma greve em protesto pelas instruções ‘inaceitáveis’ da administração do monumento.

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Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi – Pensa960

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Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi (25/04/2026) Os apologistas do Islã costumam usar alguns artifícios para mostrar aos Cristãos que o Islã …

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Sismo nos Açores causa destruição e morte

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Da edição de 2 de setembro de 1926, quinta-feira, n. 207

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LUIS NEVES, MAI, O PREDESTINADO

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May be an image of text that says "OT4 ያት "INVEJA": A JUSTIFICAÇÃO DE LUÍS NEVES PARA TODAS AS POLÉMICAS"

O limite da decência já tinha sido ultrapassado quando Luís Neves ainda andava pela Polícia Judiciária a fazer campanhas políticas, a transformar operações policiais em instrumentos de promoção pessoal e a deixar pelo caminho investigações importantes, destruídas por decisões cujos motivos só ele poderá esclarecer.
Agora foi ultrapassado o limite da falta de vergonha.
Luís Neves não se considera um simples ministro. Considera-se um predestinado. O homem quer ser Presidente da República, imagina-se uma espécie de salvador nacional e fala como se Portugal tivesse recebido um polícia por graça divina. A Polícia Judiciária foi o palco, o Ministério da Administração Interna é apenas mais um degrau e Belém será, na sua cabeça, a recompensa natural por décadas a posar diante das câmaras.
E está predestinado, de facto. Resta saber qual será o destino dessa predestinação: uma reforma dourada, protegida pelos amigos do regime, ou uma cela no Estabelecimento Prisional de Évora.
O homem que afirma que «sem provas não há acusação, há difamação» aproveitou o mesmo discurso para acusar pessoas que não identificou de agirem por inveja e falsidade. Não apresentou nomes. Não apresentou factos. Não apresentou provas. Conhece as pessoas, diz ele, mas haverá «um tempo próprio para tudo».
Para Luís Neves, uma acusação sem provas é difamação quando é dirigida contra si. Quando é ele a acusar, transforma-se misteriosamente em informação reservada de um grande estadista.
Depois veio a explicação sobre os bens apreendidos. Carros, televisores, sofás e equipamento de ginásio foram colocados ao serviço da Polícia Judiciária. Luís Neves diz que aplicou a lei e apresenta o assunto como se tivesse descoberto uma fonte gratuita e inesgotável de património para o Estado.
Não descobriu.
A utilização de património apreendido não é gratuita. A lei admite a utilização operacional provisória de determinados bens, mas exige declaração de utilidade operacional, despacho fundamentado, registo do estado de conservação, comunicação às autoridades competentes, notificação dos interessados e avaliação para eventual indemnização.
O bem apreendido ainda não pertence necessariamente ao Estado. Continua a existir um proprietário e continua a existir a possibilidade de aquele património ter de ser restituído.
Se o titular for absolvido, ou se o bem não vier a ser declarado perdido, o Estado poderá ter de indemnizar a sua utilização e desvalorização. Quem paga não é Luís Neves. Somos nós.
Se o bem for declarado perdido a favor do Estado, também não apareceu dinheiro do céu. Cada quilómetro feito num automóvel, cada ano de utilização de uma televisão e cada desgaste de equipamento reduz o valor de um bem que o Estado poderia vender. Pode haver situações em que a utilização operacional compense essa perda, mas isso tem de ser demonstrado através de critérios objectivos. Não basta o director da PJ declarar que decidiu bem e exigir que o país aplauda.
A pergunta não é apenas se a lei permite utilizar bens apreendidos. A pergunta é quem autorizou cada utilização, com que fundamento, para que finalidade, por quem, durante quanto tempo, com que custos, com que quilometragem, com que depreciação e com que vantagem efectiva para o Estado.
Luís Neves fala em mais de 800 viaturas e outros bens. Muito bem. Então publique-se a lista. Publiquem-se os despachos de utilidade operacional, as avaliações, os registos, os utilizadores, os custos de manutenção, os destinos finais e as indemnizações pagas.
Isso seria transparência.
Subir a um púlpito, proclamar que possui um legado «à prova de bala», chamar invejosos aos críticos e recusar identificar os alegados mentirosos não é transparência. É apenas a arrogância de um homem que passou demasiado tempo a mandar numa polícia e começou a acreditar que também manda na verdade.
Luís Neves acha-se predestinado. Talvez esteja certo. Agora é preciso descobrir para quê.

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açores – Que modelo de desenvolvimento?

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Que modelo de desenvolvimento?
Os Açores têm que definir o seu modelo de desenvolvimento, assente e sustentado em bases científicas, bem estudadas por quem sabe, longe de “modas” e de ciclos. Os políticos muitas vezes não são quem sabe mais, até porque funcionam com facilidade na base de eleitoralismos, ignorando os interesses gerais da sociedade.
Antes as vacas é que “eram”. Deram muito, sim, mas depois caiu-se no exagero, com vacas a mais e leite a mais, num mercado nacional e internacional muito concorrencial. Quando as vacas começaram a dar menos lucros, até já dão prejuízos, foi um tal “correr” para o turismo, com hotéis e unidades afins por todos os lados, sem esquecer que consta que existe muito alojamento ilegal.
Defendem a economia de mercado e não querem o Estado na economia. É um bom princípio, com certeza. O problema é que quando a lavoura e o turismo estão com “as calças na mão”, como agora, cheios de dificuldades porque o mercado está cada vez mais limitado, vão “bater à porta”, muito aflitos, dos organismos estatais. Até parece que o Governo Regional, que também está falido, funciona como uma Câmara do Comércio e Indústria ou como uma Associação Agrícola. Mas o Governo Regional não tem muito para dar, pois não, nem está obrigado a tal.
Enquanto os lavradores e os operadores turísticos ganharam milhões e julgaram que a riqueza era para sempre, não se preocuparam em ajudar sectores económicos e sociais carenciados, de forma que houvesse um desenvolvimento mais equilibrado. Agora aguentem-se e acreditem em melhores dias, se chegarem.
Volto a dizer. Não sabemos qual o modelo de desenvolvimento que se quer para os Açores. “Navegar à vista” ou aplicar medidas avulsas mal fundamentadas não resultam. O presente está difícil e o futuro poderá ser ainda mais preocupante para o arquipélago. Até porque a tendência é para diminuirem os fundos europeus e o Governo nacional tem feito tudo para atrasar a elaboração de uma nova Lei de Finanças Regionais, já que a existente está desactalizada e, como tal, limita as transferências do Orçamento de Estado para a Região Autónoma.

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Guerra e seca tramam Portugal: pão mais caro em outubro — e depois a massa, bolachas, carne, leite e ovos – ZAP Notícias

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Cereais mais caros, por causa da guerra no Mar Negro e da seca na Europa, ameaçam alimentos. Portugal terá possivelmente de procurar cereais noutros mercados O preço do pão deverá começar a subir em Portugal a partir de outubro, pressionado pelo encarecimento do trigo e por outros custos suportados pelas empresas. Mas a subida dos cereais poderá atingir, mais tarde, as massas, bolachas e pastelaria e, de forma indireta, à carne, ao leite e aos ovos. Débora Barbosa, presidente da Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), diz ao Jornal Económico que desde junho, matérias-primas

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