turismo presidencial para quê?????já cá tem o vice-rei…Presidente da República visita São Jorge no domingo – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores confirmou hoje que o Presidente da República desloca-se no domingo à ilha de São Jorge, onde se regista uma crise sísmica desde 19 de março. Após o briefing diário das autoridades regionais e locais, José Manuel Bolieiro adiantou que Marcelo Rebelo de Sousa deverá chegar à ilha do Grupo […]

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Acordo histórico entre UE e EUA para reduzir dependência europeia do gás russo

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O acordo foi anunciado pela presidente da Comissão Europeia e pelo Presidente dos Estados Unidos. São 15 mil milhões de metros cúbicos que passam a chegar da América. Ainda assim, longe do gás necessário para esmagar em definitivo a dependência da Rússia.

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S JORGE A CATÁSTROFE DE 1808

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Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina em São Jorge
Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina
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Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de m

VASCO CORDEIRO O ANUNCIADOR, PEDRO GOMES

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O ANUNCIADOR
1. O Presidente do PS/Açores, Dr. Vasco Cordeiro, ainda não encontrou o registo de líder da oposição nos Açores, comportando-se – como venho escrevendo – como um Presidente do Governo no exílio, oscilando em intervenções públicas em registo de Presidente do Governo Regional ou de anúncio de desgraças ou problemas resultantes da acção do Governo Regional, que ele já não chefia.
A postura do Dr. Vasco Cordeiro deixa o seu partido desconfortável, quando o debate político interpretado por um grande partido como o PS impõe outra conduta, outra altitude e, sobretudo, outra serenidade. Vasco Cordeiro é o candidato natural à sua sucessão como Presidente do PS/Açores, no próximo congresso socialista, mas o seu estilo de liderança na oposição – para ele inédito, pois foi sempre foi líder no poder –agrava a instabilidade interna no PS, que já não é apenas um rumor entre os opositores políticos.
2. Durante a pandemia, que o actual Governo Regional foi obrigado a enfrentar, com a necessidade de contenção da propagação da SARS-COV-2, da protecção da saúde pública, no respeito pelas liberdades individuais, na preservação da capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde (SRS), no processo de vacinação global de toda a população dos Açores, a postura do PS contrastou com a do PSD, quando este partido estava na oposição. O tipo de intervenções, a falta de serenidade nas propostas formuladas, a linguagem do PS e dos seus principais dirigentes – Vasco Cordeiro e Tiago Lopes – que se pronunciaram sobre as questões da saúde, relacionadas com a pandemia, transformaram o debate sobre o combate à pandemia numa arena política, de confronto partidário, em que o principal alvo era o Secretário Regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses, que tem feito um trabalho notável na difícil pasta da saúde.
Vasco Cordeiro usou a pandemia como território de luta partidária, ao contrário do Presidente PSD, enquanto líder da oposição, que fez do consenso alargado uma estratégia para a defesa dos Açores.
3. Num momento de incerteza, provocada pela guerra da Ucrânia, que projecta as suas consequências por todo o mundo, atingindo as pequenas e periféricas economias, como a nossa, o líder do PS volta a ser o anunciador da desgraça futura que, na opinião dele, resulta da incapacidade do Governo Regional em dar resposta ao aumento do preço dos combustíveis. Vasco Cordeiro defendeu, na segunda-feira, que a Região adopte uma política de redução do Imposto sobre os produtos Petrolíferos (ISP), que se traduziria numa descida de 21 e 32 cêntimos no preço da gasolina e do gasóleo, respectivamente. Claro que todos desejam a diminuição do preço dos combustíveis, a começar pelo Presidente do Governo Regional que já afirmou que a Região iria manter o diferencial de preços em relação aos preços praticados no Continente português, ainda que, com prudência, não tenha adiantado valores.
O Dr. Vasco Cordeiro tem um problema de coerência: o PS, sob a sua liderança opôs-se à redução fiscal que o Governo Regional e os partidos que apoiam o Governo no parlamento adoptaram, em plena pandemia, anunciando que seria uma tragédia para as finanças públicas regionais, o que não se verificou. Agora, rasga as vestes e torna-se adepto numa redução do ISP, proposta à pressa, sem ponderação da evolução dos preços nos mercados internacionais durante esta semana.
O líder do PS transformou-se num anunciador de desgraças.
(Publicado a 23 de Março de 2022, no Açoriano Oriental)
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O PIOR DA POLÍTICA, OSVALDO CABRAL

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O pior da política é a falta de credibilidade.
PS e PSD têm dado uma imagem muito má na defesa de posições contraditórias, conforme estão no governo ou na oposição.
É penoso assistir, nos últimos tempos, aos desafios lançados pelo PS ao actual governo de coligação, onde pedem tudo, quando no governo defendiam o seu contrário.
Da mesma maneira que é surpreendente ver o PSD a rejeitar propostas que defendiam quando estavam na oposição.
O último exemplo tem a ver com o preço dos combustíveis e a defesa da redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
O PS até tem razão quando apresenta números factuais, nomeadamente ao sublinhar que o preço da gasolina subiu 29% desde o início de 2021, o gasóleo rodoviário aumentou 42%, o gasóleo agrícola 77% e o gasóleo pescas 113%.
E tem razão quando avança que o actual governo, desde que tomou posse, tem vindo a arrecadar crescentes milhões com o ISP.
O problema é que o PS não tem credibilidade para falar destas e de outras reivindicações, roçando mesmo o exagero populista a proposta para que o ISP seja reduzido ao mínimo, coisa que nem os seus camaradas de Lisboa querem mexer, preferindo baixar o IVA.
Em plena pandemia, quando empresas e cidadãos enfrentavam a crise económica em cima da sanitária, o governo de Vasco Cordeiro não quis baixar o ISP para os valores mais baixos que agora defende e nunca se coibiu de arrecadar os crescentes milhões do imposto, não cumprindo, muitas vezes, o prometido diferencial de 10% dos preços cobrados no Continente.
Chegou ao cúmulo de, em 2018, ter cobrado ilegalmente, no ISP do gasóleo, acima dos 40 cêntimos por litro, nos meses de Janeiro até Outubro, o mesmo acontecendo com a gasolina no primeiro trimestre daquele ano.
Desde que tomou posse, em 2012, os governos de Vasco Cordeiro aumentaram as receitas do ISP de 40 para 60 milhões de euros anuais, sensivelmente o mesmo valor que é hoje arrecadado pelo actual governo.
Tem razão, também, o PSD, ao acusar o PS de, entre 2016 e 2020, o governo do PS ter cobrado, durante 30 meses, o ISP do gasóleo acima do valor previsto na lei, recusando sempre baixar o valor do ISP.
Mas também não tem credibilidade para, agora, defender o contrário, quando na oposição fazia propostas para baixar o referido valor.
O PSD chegou mesmo, em Fevereiro de 2019, a requerer um debate de urgência no parlamento para obrigar o governo do PS a baixar o ISP, coisa que, agora, tem relutância em fazer.
O mais certo é que vai acabar por o fazer, porque a crise assim obriga.
O ISP é uma mina para qualquer governo, sobretudo quando as receitas são escassas e as contas públicas têm uma trajectória de desequilíbrio.
Quando foi preciso baixar impostos, a oposição votou, incompreensivelmente, contra.
Pedir, agora, o melhor dos mundos, quando, lá fora, não se assiste a este exagero, é cavar mais o fosso da credibilidade.
É preciso manter o diferencial dos preços em relação ao Continente, para que o nosso sector produtivo seja competitivo, como também é preciso evitar os exageros eleitoralistas que são tentadores em momentos de crise.
Este governo já devia ter criado uma espécie de gabinete de crise, envolvendo os parceiros sociais, para que não haja tentações de especulação e açambarcamento, ao mesmo tempo que deve ser dada uma atenção muito especial às famílias mais necessitadas neste momento de crise.
Quem é pobre, corre o risco de ficar ainda mais pobre com os cenários sombrios que se avizinham na economia.
Como na vida, a política precisa de bom senso.
Coisa rara por estas paragens.
****
SATA NO PIOR – Ao que parece a SATA prepara-se para fechar os seus escritórios junto da enorme comunidade açoriana na costa leste dos EUA, nas cidades de Fall River e New Bedford, sem ainda se conhecer o famigerado e secreto plano de reestruturação.
É outro exagero incompreensível, como se fossem os emigrantes açorianos os culpados pela crise da empresa.
Reduzir os recursos ou fazer um esforço para se melhorarem os objectivos da operação naquelas paragens, que até dá lucro, seria o mais sensato.
O escritório da SATA junto da nossa comunidade da diáspora não é, apenas, um instrumento da empresa.
É, acima de tudo, um símbolo da presença física da Região Autónoma nos EUA, uma espécie de embaixada com muitos anos e História, em que os viajantes açorianos recorrem sempre que surja alguma dificuldade ou dúvida.
Com o encerramento deste escritório, é a Região Autónoma que perde notoriedade e, mais do que isso, perde a confiança e proximidade junto de milhares de açorianos, que ficam sem interlocutor.
Mais um erro crasso que este governo faz que não vê.
(Osvaldo José Vieira Cabral – Diário dos Açores de 23/03/2022)
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OSVALDO CABRAL, A TEMPESTADE PERFEITA

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A tempestade perfeita
O que vem por aí fora é o que se pode chamar de tempestade perfeita.
O impacto que os efeitos da crise vai trazer à economia açoriana será mais duro do que a crise pandémica.
Serão os aumentos dos preços em catadupa, a falta de muita matéria prima, o racionamento, a especulação, o açambarcamento, a inflação e a mais do que previsível subida das taxas de juro.
Nada que não fosse esperado numa região frágil como a nossa, isolada no Atlântico e dependente do exterior em transportes e em produtos de bens alimentares.
Podíamos ter reduzido esta dependência?
Claro que sim! E não faltou quem avisasse ao longo dos últimos anos.
Há, seguramente, mais de duas décadas que se ouve falar nesta região de criar uma reserva alimentar perante a impossibilidade de uma autossuficiência e uma teimosa monocultura da vaca.
Se há coisa em que falhamos em toda a linha ao longo de toda a governação autonómica foi no planeamento para uma emergência alimentar e energética.
No passado demos exemplos com enormes áreas de terrenos para sementeiras diversificadas, como o milho, o trigo, o centeio e por aí fora, mas não fomos suficientemente competentes para manter uma reserva de emergência.
Os sucessivos governos ignoraram os avisos e fomentaram, com base na subsidiação, as importações e a monocultura.
Só há poucos meses é que, perante uma crise que já se instalara no sector agrícola na União Europeia, os governos dos Açores e da Madeira enviaram uma carta conjunta, assinada pelos respectivos presidentes, à ministra da Agricultura, pedindo respostas urgentes para o aumento dos custos de produção do sector agrícola e pecuário.
Na carta, os executivos regionais lembram que a necessidade de ter em consideração as RUP foi reconhecida, por iniciativa de Portugal e Espanha, nas conclusões do Conselho da Agricultura de dezembro de 2021 sobre o Plano de Contingência “para garantir o abastecimento alimentar e a segurança alimentar em tempos de crise”.
Como se vê, só quando o fogo entra em casa é que acordamos para a desgraça.
O mesmo aconteceu com os combustíveis, área em que poderíamos estar hoje a dar cartas no país e na Europa, não fosse a subserviência dos nossos governantes aos seus líderes de Lisboa.
Ainda na semana passada ouvi esta coisa espantosa de Vasco Cordeiro, no parlamento açoriano, questionando o governo se “já tem alguns contactos em curso quanto ao Porto da Praia da Vitória e ao Gás Natural Liquefeito?”!
Então não foram os seus governos, conjuntamente com os seus camaradas da República, que prometeram, há anos, instalar o GNL na Praia da Vitória?
O famoso PREIT (Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira), criado em 2015, já prometia “definir o Porto da Praia da Vitória como o porto abastecedor nacional de GNL, para as travessias transatlânticas e consequente candidatura nacional do mesmo ao Programa European Connecting Facility”.
Onde é que ele está?
De 2105 para cá o que foi feito?
Claro, não fizeram absolutamente nada, como continuaram a fomentar a propaganda com mais promessas por parte da República e o ‘amouchar’ da região perante o incumprimento nacional, nesta tradicional curvatura espinhal que fazemos aos senhores de Lisboa, pondo os interesses partidários acima dos interesses do povo açoriano.
Dois anos depois, a 20 de Novembro de 2017, a senhora Ministra do Mar foi ao porto da Praia da Vitória dizer que aquela infraestrutura era fundamental para a estratégia nacional ligada ao abastecimento com gás natural liquefeito (GNL).
“Esse porto é fundamental para a execução de uma estratégia nacional que tem a ver com o seu posicionamento logístico a nível do Atlântico ligado com o abastecimento do gás natural liquefeito”, afirmou então Ana Paula Vitorino, a mesma que nos ‘engavetou’ com a Lei do Mar, perante o silêncio comprometedor dos seus camaradas açorianos.
Todos eles assistiram à senhora ministra a prometer um ‘road show’, que já tinha começado na China, englobando os portos açorianos, porque a Praia da Vitória é “um dos pontos fulcrais para a estratégia de abastecimento internacional do gás natural liquefeito que engloba os portos dos Açores, Sines, Lisboa e Leixões, não excluindo outros”.
Tudo benzido pelas nossas autoridades regionais, que até diziam mais: “é pretensão criar no Porto da Praia da Vitória um ‘bunkering’ deste combustível que será efetuado por investimento privado com recurso simultâneo aos fundos comunitários e instrumentos disponibilizados pelo Banco Europeu de Investimento. Com a criação deste entreposto, prevê-se a intersecção no fixo de carga transatlântica e criação de economias de escala através da etilização do GNL por outras entidades, nomeadamente do setor energético”.
Onde é que está tudo isso?
Eis como, em quase uma década, andamos a prometer tanta coisa que nos podia, agora no presente, atenuar a tempestade perfeita que vamos enfrentar.
Sobre isso o julgamento está feito. E não esquece.
O que é preciso, agora, é que olhemos para os mais carenciados, os que vão sofrer mais com esta crise inesperada e para a qual os políticos foram incompetentes em nos preparar.
Que sirva de lição.
Março 2022
Osvaldo Cabral
Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
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Ribeira Grande assinala os 500 anos do nascimento de Gaspar Fructuoso – Jornal Açores 9

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A Câmara Municipal da Ribeira Grande apresentou, no final da passada semana, o programa de comemorações dos 500 anos do nascimento do Dr. Gaspar Fructuoso, que conta com a colaboração da Universidade dos Açores e com o alto patrocínio da Presidência do Governo dos Açores. O vasto programa elaborado para os próximos meses terá o […]

Source: Ribeira Grande assinala os 500 anos do nascimento de Gaspar Fructuoso – Jornal Açores 9

CHINA NA ONU

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Yesterday China’s UN ambassador condemned the war in Ukraine and stated the integrity of a nation’s independence must be respected. While implicitly recognizing the independence of Ukraine against Putin’s claim that it is part of Russia’s territory, he suggested the need for safe air corridors to supply humanitarian help to the populations suffering the Russian bombardment. There are cities in the south of Ukraine where the population is without food, water and electricity for more than ten days. Russia has agreed to allow safe corridors for the wounded and women and children to leave several cities flattened to the ground only to shell them with artillery and missiles. Thousands of Ukrainian civilians have been killed. Many have died for lack of medical assistance since the invaders intentionally destroyed the hospitals.
There seems to be a lot of confusion in the media about China’s position. The ambassador’s comments clearly expressed opposition to the Russian argument to invade Ukraine and the indiscriminate attack of civilian populations. His statement is at odds with the alleged position of his government. While China denied giving any help to Russia, the assertion that no such request was received is inconsistent with the American intelligence claim, as reported in the media, that Beijing is pondering Putin’s call for economic and immediate military help. Russia needs anti-aircraft missiles and parts for its planes. His forces are for the most part frozen where the Ukrainian military stopped them, with moral problems and abysmal logistical incompetence that deprive them of food and ammunition.
A meeting of representatives of China and the United States in Rome about Beijing’s intentions lasted seven hours, without any accord. Spokesmen for the Biden administration voiced on TV the threat that China will face “significant consequences” if it violates the sanctions imposed on Russia, which most members of the United Nations General Assembly support.
With the political assistance of China, the only country from which Putin may obtain any relief in coping with the long-term consequences of isolation by the world community, Putin would be under perhaps unbearable pressure not to interfere with an attempt by NATO and other countries to immediately fly humanitarian help such as food, medicine, and medical assistance for the victims.
According to some observers, this equivalent to a no-fly zone could be a prelude to a cease-fire. However, it is doubtful that after producing the crumbling of Russia’s economy and power for several generations to come, and unable to rebuild its war machinery, the dictator would be able to keep his oppressive and corrupt regime. Observers and Russian sources see evidence of growing militant discontent of the educated classes throughout the country as thousands of Russians have protested against the war and hundreds are reported to be jailed every day.
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O dia do novo amanhã ADRIANO MOREIRA

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A crise brutal que a Rússia provocou faz lembrar uma consideração de Teilhard de Chardin: “É uma coisa terrível ter nascido, quer dizer, de se encontrar irrevogavelmente conduzido, sem o ter querido, por uma corrente de energia formidável que parece querer destruir tudo aquilo que contém em si” (Hymne de l’Univers). O mundo está em processo de mudança. Claro que sempre esteve, mas atingiu um ponto crítico. Maior quantidade e maior velocidade em todos os escalões do processo. Nunca fomos tantos ao redor da Terra, nunca soubemos tanto uns dos outros, nunca dependemos tanto de cada um e cada um de tantos. Mas, também, nunca as vizinhanças foram tão ocasionais e episódicas nem tão grave a falta de equação entre as instituições e a vida.

Source: O dia do novo amanhã

EUA E PETRÓLEO RUSSO

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The move marks one of President Biden’s toughest actions against Vladimir Putin as his brutal invasion of Ukraine stretches on.
In major escalation, Biden to ban imports of Russian oil
MOTHERJONES.COM
In major escalation, Biden to ban imports of Russian oil
The move is one of Biden’s toughest actions against Vladimir Putin as his brutal invasion of Ukraine stretches on.
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QUE NÃO RESTEM DÚVIDAS: OS DONOS DA GUERRA

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O promotor da guerra biológica, e o promotor da guerra nuclear.
The best friends.
Até combinaram o dia da invasão á Ucrânia.
O dia seguinte do fim das olimpíadas sanguíneas.
O meu juízo
DELITODEOPINIAO.BLOGS.SAPO.PT
O meu juízo
(Evgenia Novozhenina/Reuters) “Se havia quem tivesse dúvidas relativam

Diplomatas dos EUA e China conversaram sobre guerra na Ucrânia – SIC Notícias

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Washington pressionou Pequim, mais uma vez, a ser mais crítica da Rússia.

Source: Diplomatas dos EUA e China conversaram sobre guerra na Ucrânia – SIC Notícias

SANÇÕES CONTRA A RÚSSIA

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⚡️⚡️⚡️Even more sanctions for Russia
Here is how world companies reacted to the war in Ukraine:
• Apple Pay — a complete blockage for Russian Federation;
• Apple — complete exit from the market;
• Adidas — stopped cooperating with the Russian national football team;
• Audi — exit from the market;
• AMD — a ban on the supply of microchips and soon a ban on the supply of video cards;
• Amazon — a full block of all retail will be for dessert;
• Adobe — turned off their services;
• British Petroleum – withdrew 20% of shares from Rosneft;
• BMW — closes factories, blocks the supply of cars and spare parts;
• Bolt — € 5 million in assistance to Ukraine;
• Chevrolet — leave the Russian market;
• Cannes Festival — block of the Russian delegation;
• Cadillac — leaving the market;
• Carlsberg — export restrictions;
• CEX IO — crypto-platform ban users of the Russian Federation;
• Cinema 4D — the application does not work;
• Coca-Cola — out of the market;
• Danone — exit the market together with its subsidiary Prostokvashino;
• Dell — exit the market;
• Dropbox — stops working in a few days;
• DHL — leaves the market;
• Eurovision — disqualification;
• Ericsson — exit from the market;
• Exxon Mobil — recall all specialists from Russian oil companies;
• Etsy — block of all balances on Russian accounts;
• Facebook — a ban on Russian media accounts;
• FedEx — complete ban on supplies;
• Formula 1 — cancellation of the Grand Prix in Sochi;
• Ford — closes all stores;
• FIFA — disqualification of the national team for the World Cup and a ban on holding any international matches in Russia;
• Google Pay — partial block;
• Google — $15 million in humanitarian aid to Ukraine;
• Google Maps — a block of information for Russians;
• Get Contact — mass distribution of truthful news;
• General Motors — stops exports;
• HP — leave the market;
• Harley Davidson — termination of supply;
• Instagram —blocking propaganda;
• Intel — ban on the supply of microchips;
• Jaguar — leaves the market;
• Jooble — removed the job search service;
• KUNA — impossibility of mining crypts for Russians;
• Lenovo — exit from the market;
• LinkedIn — preparing for full exit from the country;
• IOC — cancellation of all competitions;
• MasterCard — suspension of card production, disconnection of several sanctioned banks;
• Maersk — stop deliveries to / from Russia;
• Mercedes — exit from the market;
• Megogo — delete all Russian movies;
• Metro — 10,000 employees per exit;
• Mitsubishi — employees of 141 service centers — for exit;
• Microsoft Office — “a wide range of activities is being discussed”;
• Mobile World Congress — the Russian delegation was not accredited;
• NFT — block of funds of users of Russia and Belarus, transfer of their money to Ukraine;
• NHL — a complete block for players from Russia;
• Netflix — a block for Russian subscriptions, stop production of Russian TV series;
• Nike — closing of all stores;
• Nintendo — a ban on purchases in rubles;
• Nestle — closes all 6 factories in Russia;
• OnlyFans — closure in Russia;
• Paysera — blocking;
• PayPal — freezing accounts for withdrawals.
• Paramount — block of film distribution;
• Parimatch — revoked the franchise; • PlayStation — cannot be paid;
• Porsche — exit from the Russian Federation;
• Renault — exit from the Russian Federation;
• Samsung Pay — blocking the service;
• Snapchat — a block of applications in Russia and Belarus, $ 15 million in assistance to Ukraine;
• Scania — exit from the Russian market;
• Shell — termination of the contract with Gazprom;
• Spotify — subscription cannot be paid;
• Sony — a block of film distribution.
Thanks! 👏
Source: Anti-Corruption Action Center
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