PORTUGAL QUINHENTISTA

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*** 27 DE JULHO ***
~ O ÚLTIMO LUGAR DE PORTUGAL LIVRE QUINHENTISTA ~
A esquadra do Marquez de Santa Cruz rondava a Ilha estudando os seus pontos de desembarque, até que na manhã de 25 enviou emissários com promessas, os quais não foram recebidos, respondendo a ilha com descargas de seus fortes.
Reunido o conselho a bordo, resolveu o Marquez de Santa Cruz, comandante em chefe, assaltar a terra na madrugada de 27 (1583), o que realizou, fazendo desembarcar uma força de quatro mil homens comandados por D. Francisco de Bobadilha e Agostinho Iniguez, no porto das Môs, sem serem apercebidos pelos de terra. Estabelecendo-se uma luta medonha nos fortins e areias, não podendo obstar a que continuassem a desembarcar tropas que chegaram a atingir o número de 16.000 soldados! Em terra só havia 8.000, na defesa da ilha e, pertencentes a várias nações, não se unificando um plano de defesa, pela deficiência de um homem que tudo mandava, sem competência e sem ânimo – Manuel da Silva, que assim entregou a ilha aos inimigos.
Pela cobardia do Conde Manuel da Silva perdeu D. António a Ilha Terceira em 1583, como perdera já a de S. Miguel, em igual dia de 1582, pela traição de Saint-Soline, vendido aos espanhóis por 64.000 ducados, como afirmam vários historiadores, e cita Camilo Castelo Branco, em crónicas referentes a esta época.
Neste dia caiu a Terceira em mãos dos espanhóis sob reinado de Filipe I, que vingaram cruamente os excessos praticados pelos nossos na vitória da Salga.
In Gervásio Lima, Breviário Açoreano, p. 233, Angra do Heroísmo, Tip. Editora Andrade, 1935
Imagem: MAPA DA ILHA TERCEIRA
Da autoria do monge francês André Thévet (1502-1590),
Publicada pouco depois da conquista de Álvaro de Bazán (1583), algumas curiosidades dela são as anotações relativas ao local do desembarque espanhol, os dez fortes que protegem a Praia, indicações sobre S Roque dos Altares e outras povoações que não aparecem nas outras cartas da época e a multidão de navios que se aproximam da Baía das Mós.
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AÇORES TUDO VIVE COM SUBSÍDIOS

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S
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Mais uma empresa falida a espera de subsídios
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ARTE TIMOR

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As I work at my drawings, day after day, what seemed unattainable before is now gradually becoming possible. Slowly, I’m learning to observe and measure. I don’t stand quite so helpless before nature any longer.
― Vincent van Gogh
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GALIZA HOMENAGEIA ESTRAVIZ

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🇪🇺 GALIZA
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Entrega da Medalla de Ouro da provincia de Ourense a Isaac Alonso Estraviz.
O presidente da Deputación, Manuel Baltar, e o presidente da Xunta de Galicia, Alfonso Rueda, presiden a entrega da Medalla de Ouro da provincia de Ourense ao lexicógrafo Isaac Alonso Estraviz. Lugar: Salón de plenos da Deputación. O acto poderase seguir en directo a través da web da Deputación
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Boaventura Cardoso vence IV Prémio de Literatura Dstangola/Camões com a obra ″Margens e Travessias″

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Com a obra “Margens e Travessias”, Boaventura Cardoso, que já foi vencedor do Prémio Nacional de Cultura e Artes, na edição de 2001, sagrou-se vencedor do prestigiado concurso promovido pelo Dstgroup, em parceria com o Instituto Camões.

Source: Boaventura Cardoso vence IV Prémio de Literatura Dstangola/Camões com a obra ″Margens e Travessias″

Eucaliptos e Alcochete: insensatez por décadas

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Recuemos a Valpaços, 1989. Uma população decidida: “Oliveiras sim, eucaliptos não”. A maior propriedade da região, a Quinta do Ermeiro, passa para as mãos da Soporcel, que ali planta 200 hectares de eucaliptos. E a um domingo, 31 de Março, uma população rural enfrenta 200 GNR, muitos dos quais a cavalo, e avança para arrancar os “fósforos” (como lhe chamam), à mão, um a um. Esta história foi recontada em 2019 por Ricardo J. Rodrigues na revista deste jornal, a Notícias Magazine.

Source: Eucaliptos e Alcochete: insensatez por décadas

Melbourne has lost its status as Australia’s place to be. But there is hope – dressed in denim overalls | Anna Spargo-Ryan | The Guardian

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The vibes that saw Australians flocking to Melbourne for a better way of life have faded thanks to the pandemic

Source: Melbourne has lost its status as Australia’s place to be. But there is hope – dressed in denim overalls | Anna Spargo-Ryan | The Guardian

estátua envergonhada ficou escondida

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Historia Universal.
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SISTER PHRODITE, DAUGHTER OF APRODITE AND HERMES… 🐈
This 3rd-century statue, called “Hermaphrodite” was found in the early 1700s near Rome, Monteporzio, in an area where, according to studies, the village of Lucio Vero was to be found.
She was considered dirty and for decades she was locked in a closet, which is why she was also known as the “Closet Hermaphrodite.”
Even when she arrived in France she had the same luck until, centuries later, she was placed in the same room as a sleeping hermaphrodite at The Louvre.

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JOSÉ DE ALMEIDA PAVÃO

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JOSÉ DE ALMEIDA PAVÃO Jr.
José de Almeida Pavão Júnior, professor, escritor e figura ímpar da cultura açoriana.
Nasceu a 6 de dezembro de 1919 em Ponta Delgada e Faleceu a 20 de setembro de 2003 na mesma cidade, com 83 anos de idade. Completou, em 1937, no Liceu de Ponta Delgada, o seu ensino secundário com o curso complementar de letras. Formou-se em Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa em 1941, onde seguidamente fez, no Liceu Normal de Pedro Nunes, o estágio pedagógico para o magistério Secundário.
Regressou a Ponta Delgada e, em 1943, ingressou no corpo docente do Liceu de Ponta Delgada, tornando-se no ano seguinte professor efetivo, onde permaneceu durante 34 anos, chegando a ser Vice-Reitor e, em 1964, Reitor deste. Foi professor e diretor da Escola do Magistério Primário, assistente e, em 1976, professor auxiliar da Universidade dos Açores. Foi nomeado vogal da Comissão Instaladora da Escola Normal Superior, que veio a ser extinta após a revolução de abril de 1974. Pertenceu também à Comissão Instaladora do Centro Integrado de Formação de Professores da Região dos Açores. Em 1980 doutorou-se em Filologia Romântica, sendo depois nomeado Professor Catedrático de Literatura Portuguesa. Já professor Catedrático, tomou parte num symphosium e em congressos e seminários em Portugal e no estrangeiro.
Na qualidade de cidadão, foi um importante colaborador da administração da Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada e vogal, vice-presidente e presidente do Instituto Cultural durante vários anos, cargo no âmbito do qual foi o coordenador da Revista «Insulana». Em 1983 foi condecorado pelo Presidente da República Ramalho Eanes com o grau de comendador da Ordem de Instrução Pública. Foi bolseiro do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, para investigação da literatura oral catarinense, e fez conferências na Universidade de São Paulo e na de Santa Catarina, tendo, nesta última, atividade docente entre março e abril de 1986 e em julho de 1987, como professor convidado. Acabou por jubilar-se, em 1989, devido a uma doença grave que exigiu tratamentos no estrangeiro, mas, no ano seguinte, aceitou o convite para diretor da Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, cargo que desempenhou até 1995.
Como escritor, tem da sua autoria mais de sessenta publicações que incluem obras de investigação, ensaio, poesia e ficção. O seu interesse crítico pela etnografia e literatura popular reconhece-se pela sua escrita ficcional, na sensibilidade viva com que, a partir de 1968, desenha figuras e ambientes populares em romances, contos e novelas de cariz regionalista. Neles procura criar artisticamente uma imagem do povo micaelense. Destaca-se obras como «O Fundo do Lago» (1978), «Os Xailes Negros» (1973), ou «O Além da Ilha» (1990). Pertencem-lhe dois títulos fundamentais para o conhecimento da cultura popular dos Açores: «Aspectos do Cancioneiro Popular Açoriano» e «Popular e Popularizante», apresentados em provas académicas.
O município de Ponta Delgada atribuiu o seu nome a uma das praças da cidade, onde foi colocado póstumo um busto da autoria de Álvaro França, como homenagem a um exemplar cidadão, professor, investigador, escritor de vasta e valiosa obra literária editada, chefe de família extremoso e colaborador em multifacetadas físicas e administrativas, que sempre revelou o seu persistente e incansável desvelo no serviço da sociedade.
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mundo em sobressalto

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O Presidente do Siri Lanka acaba de fugir perante massas de gente sem comida, electricidade e o mais básico para viver; na Holanda estradas cortadas pelos agricultores multiplicam-se, greves previstas na ferrovia; na Inglaterra a maior greve em 30 anos teve lugar nos caminhos de ferro e os médicos do NHS avisaram que serão os próximos; no Equador está em curso uma revolta contra a inflação. Vários sindicatos por essa Europa fora já impuseram aumentos idênticos aos da inflação e ganharam. Os jornais falam de escândalos, boatos de corredores, amantes, e festas. É a pequena política. A grande política está aí, porém. A história regressa. Quando tantos avisavam, sempre precipitadamente escorregando nos seus desejos, que a terra estava parada e tudo girava à volta de Lagarde, Putin, Biden, Johnson. O mundo do trabalho dá – por agora, ainda, apenas um ténue aviso – de que há quem faça mover o mundo e não tenha poder, e há quem tenha poder e seja um obstáculo à vida de milhões.

MORREU DÉDÉ

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Carlos Martins

A senhora das limpezas enganou-se e desligou-lhe a tomada do ventilador…
Morreu José Eduardo dos Santos
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Morreu José Eduardo dos Santos
O antigo presidente angolano tinha 79 anos.

RTP Notícias

‼Última Hora | O ex-presidente de Angola tinha 79 anos e estava internado numa unidade de cuidados intensivos em Barcelona, Espanha.
Morreu José Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola
RTP.PT
Morreu José Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola
O ex-presidente de Angola tinha 79 a