Paulo Moniz defende reconversão energética das frotas de passageiros – Jornal Açores 9

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O deputado à Assembleia da República Paulo Moniz defendeu ontem que o futuro da mobilidade “aponta para a reconversão energética, também das frotas marítimas e terrestres de passageiros”. O social-democrata questionou o Secretário de Estado dos Assuntos Europeus sobre “os fundos ou apoios comunitários sobre os quais o governo está a trabalhar e a reivindicar”, […]

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Inflação sobe para 7,2% em abril, o valor mais alto em 29 anos

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“Trata-se do valor mais elevado registado desde março de 1993”, observa o Instituto Nacional de Estatística (INE), no relatório divulgado esta sexta-feira.

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Os Protuket do Sião: uma casta militar.

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Os Protuket do Sião: uma casta militar.
No Sião antigo – hoje Tailândia – chamavam-lhes Protuket e germinaram como comunidade a partir da segunda metade do século XVI, primeiro em Ayutthaya e, depois, a partir de 1782, na actual Bangkok.
Tratava-se de uma comunidade autocéfala – isto é, regida por leis próprias e dirigida por autoridades locais – e possuía uma estrutura social centrada na família nuclear, possuindo uma clara especialização económica distinta que os distinguia dos seus vizinhos.
Intérpretes, pilotos e militares (arcabuzeiros e artilheiros), mantinham uma dupla lealdade: lealdade ao soberano local, o Rei do Sião que serviram e em troca garantia-lhes liberdades no contexto do regime social siamês conhecido por Sakdina, mas também lealdade ao Rei de Portugal, padroeiro e protector do cristianismo asiático.
Entre as liberdades e privilégios de que gozavam enquanto minoria religiosa, sobressaiam a autorização para deixar crescer o cabelo, o descanso aos domingos e a dispensa do cumprimento de quaisquer obrigações religiosas destinadas aos budistas.
Sendo servidores do Rei do Sião, apenas lhes era exigido o voto anual de lealdade ao Soberano, cerimónia que decorria nas paróquias perante um ministro ou dignitário da Corte.
Servindo no Tahǎn Khlang – exército de primeira linha – e nas guerras travadas pelo Sião ao longo dos séculos XVIII e XIX – contra birmaneses, laocianos, cambojanos e vietnamitas – as unidades Protuket estiveram sempre na primeira linha de fogo.
Das suas fileiras sairiam oficiais generais com o posto de brigadeiros, sendo o mais conhecido Pascoal Ribeiro de Albergaria, ou antes, Phraya Wisset Songkram que em português se traduzirá por Senhor da Arma Miraculosa.
(Texto de Miguel Castelo-Branco, publicado na página do Facebook de Nova Portugalidade).
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MACRON GANHOU A MARINE LE PEN

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Vive la France!
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Portugal tem hoje a 12ª maior dívida pública do mundo, tal como em 2010, antes do resgate

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Se a previsão do ministro Fernando Medina para o rácio da dívida de 2022 estiver certa, Portugal consegue ficar ao nível de Barbados, a terra-natal de Rihanna, no ranking do FMI. O país continuará a ser dos mais endividados do globo e a ter a companhia de Grécia e Itália.

Source: Portugal tem hoje a 12ª maior dívida pública do mundo, tal como em 2010, antes do resgate

Um 25 de Abril no Estado

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Um 25 de Abril no Estado
Em vésperas do Dia da Liberdade, apetece gritar, como no 25 de Abril de 1974, que nos devíamos mobilizar contra a opressão do Estado.
Ela manifesta-se de várias formas, sempre presente nas nossas vidas e sempre pronta a oprimir a vida dos cidadãos.
O Estado mete-se em tudo, e nós, açorianos, sabemos o quanto custa levar com isto em duplicado: o Estado regional e o nacional.
Ainda se fosse para descomplicar as nossas vidas, era uma intromissão bem-vinda, mas, no geral, é apenas para nos sugar com impostos, taxas e taxinhas, ou para burocratizar as vidas de cada um.
O Estado português tem sido infiel para com o Estado regional, sobretudo nestes últimos anos, com um dos piores primeiros-ministros da história da nossa Autonomia, sob o beneplácito de um Presidente da República, que apenas distribui afectos e esquece as reais necessidades dos cidadãos insulares.
Esta semana assistimos a mais uma vergonha do Estado português nestas ilhas.
A PSP foi “mendigar” à Câmara Municipal do Nordeste para remodelar a esquadra do concelho, e o município lá concedeu a esmola.
É um absurdo os poderes regionais substituirem-se ao Estado português, à semelhança do que já acontece com a Região a subsidiar viaturas e computadores para as forças militarizadas nestas ilhas.
Daqui a pouco estamos a financiar os Tribunais, as Forças Armadas e, com jeitinho, os croquetes do Representante da República.
Esta cultura da pedinchice devia parar.
Nada melhor do que um novo 25 de Abril dentro do próprio Estado.
Mais um enterro do PCP
A cegueira dos últimos tempos do PCP até ofusca o 25 de Abril para o qual este partido contribuiu com o combate dos seus antepassados contra a ditadura.
Agora, o PCP é outra loiça, de gente sem memória, vergada ao ditador da Rússia, que apoia a extremadireita e se tornou no maior carniceiro da História contemporânea.
O PCP português já tinha morrido, mas continua a cavar a sua própria cova cada vez mais funda, tão funda como as profundezas dos mísseis que caem na martirizada Ucrânia.
“No pasarán!”
Se Marie Le Pen vencer hoje as eleições em França, é Putin e seus acólitos da extrema-direita que ganham na Europa. É uma vergonha a tradição antifascista dos comunistas estar aliada a gente desta estirpe, sem respeito pela vida e pelos valores do
povo europeu. A Europa saberá, certamente, acordar, contra a estupidez extremista.
“No pasarán!
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TIMOR IN MEMORIAM

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FLORES AMARGAS (AI FUNAM MORUK )
TRIBUTO AO CASAL TERESA GALHARDO/ SILVÉRIO HENRIQUE DA COSTA JÓNATAS
Em Timor-Leste cumpre-se a cerimónia do sétimo dia depois do funeral, o chamado das Flores Amargas, o dia Ai Funan Morok. Devido ao seu conhecimento de Timor e das suas gentes, Teresa Galhardo foi um elemento fundamental no estabelecimento da ligação entre nós e os timorenses que aqui viviam o exílio da pátria. Reencontrámo-nos no lançamento dos meus dois livros, A Batalha das Lágrimas e Crónicas Timorenses, respetivamente o 1º e 2º volumes de uma obra de 5 volumes intitulada A Pedra e a Folha. Com o casal, o meu contacto veio a dar-se quando empreendi a escrita do 3º volume desta obra , com o título Os Timorenses (1973-1980). Para uma inteira compreensão do período da descolonização que se seguiu à Revolução do 25 de Abril, solicitei a ajuda do Coronel Jónatas que gentilmente se prestou a dar-me todos os esclarecimentos sobre essa conturbada época da nossa história. Durante meses trabalhei assídua e arduamente com o coronel Jónatas, lendo documentos que até então jaziam no fundo dos baús mergulhados no pó do esquecimento público e dos historiadores e que pacientemente, o coronel Jónatas me foi não apenas dando para consulta como se empenhou em debater comigo todos os pontos que a minha ignorância dos factos encontrava obscurecidos. Nesses longos fins de tarde que se prolongavam pela noite dentro, Teresa Galhardo , a nossa Gunga, deu-me igualmente informações preciosas sobre o ambiente vivido nessa distante parcela do império português , quer antes, quer durante a Revolução dos Cravos até à sua saída do território. Muitos personagens do meu livro lhe devem igualmente a possibilidade de uma segunda vida pela sua presença num romance histórico, beneficiando-os de alcançarem a sua posteridade pela sua presença num livro, pois o que é a escrita senão a palavra que dura? Jamais esqueceria os mimos culinários com que nos brindou ao jantar, na pausa do intenso trabalho a que nos tínhamos devotado durante horas. Nas anotações do coronel Jónatas colhi muita informação sobre o carácter e o temperamento de muitas personalidades da História contemporânea timorense, muitos dos seus protagonistas de então são considerados hoje heróis nacionais tombados pela pátria e cuja personalidade não era vislumbrada por quem abordasse este período incandescente do nascimento da nação e da independência, suas tensões e conflitos se não tivesse tido acesso a essas observações do coronel Jónatas. Tendo com os militares de Abril e suas famílias ressurgido as relações entre as pessoas no corpo social, o seu convívio com os líderes timorenses e suas famílias foram-me de uma grande utilidade para a compreensão do clima moral dessa época assim como a das forças sociais que emergiram em Timor. Devo-lhes a minha aproximação à personalidade não só de António Duarte Carvarino e esposa Maria do Céu Pereira, professora de uma filha do casal ,assim como a dos líderes políticos mais relevantes . Todos esses pormenores só podiam ter sido observados e recolhidos por um militar de Abril aberto à sua comunidade de origem e igualmente aberto aos outros homens, aceitando-os na sua nobre missão sem abdicar da lealdade e isenção que devido ao seu alto cargo devia a si mesmo, aos seus familiares e amigos, à hierarquia militar e à sua pátria.Até sempre, querida Gunga.
Joana Ruas
You, Arlindo Mu, José António Cabrita and 22 others
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    José António Cabrita

    Muito obrigado por esta partilha. Uma partilha de estudiosa e escritora, claro que sim; mas, sobretudo a partilha humana e próxima que, por vezes, mas só para os estudiosos avisados, acontece com as suas fontes.
    Permita- me, por favor, está enfatização, que pode parecer desmedida.

CZARISMOS E A HISTÓRIA

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Um pouco de História para perceber o que aconteceu na invasão de Hitler à União Soviética da altura.
Stalin, em 1939 fez um acordo secreto com os nazis para dividirem a Polónia entre a União Soviética e a Alemanha nazi. E assim fizeram, ou seja , a invasão de um estado soberano não lhes repugnou aos dois, isto é, aos alemães nazis/ fascistas e aos soviéticos comunistas.
Em 1941 os alemães fizeram tábua rasa do tratado que tinham feito com os “ amigos” russos e invadiram a União Soviética e os exércitos russos não tinham armas em número e qualidade para enfrentar o poderoso exército nazi. Quem os ajudou, enviando equipamentos para os russos fabricarem as armas e tanques foi , ironia das ironias, os americanos através dos portos da costa do Pacífico porque aí não chegavam os submarinos alemães que no Atlântico desvastavam imensos navios que levavam mantimentos equipamentos para a Inglaterra que estava em guerra com os alemães como todos sabem.
Os “ terríveis” imperialistas americanos estão agora a ajudar a Ucrânia a defender-se dos ataques de Putin, cujas táticas e mentalidade não desmerecem as de Stalin diga-se de passagem. E, já agora, porque é que Stalin não entrou em diálogo com a Alemanha nazi e numa de “ make love not war” esse mesmo Stalin, um facínora, tão ainda reverenciado por muitos pediu auxílio aos americanos para se defender da invasão e subsequente ataque do seu país?
Quando ouço por estas nossas paragens gente a defender que a Ucrânia deve entrar em conversações de paz sem se defender enquanto, a Rússia a desfaz com mísseis e mata a sua população , tudo isto me dá uma enorme raiva e nojo por tais posições cretinas e assassinas.
Luís Botelho, Maria Antónia Fraga and 12 others
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  • José Cordeiro

    … enquanto arrasa o conceito de soberania, destrói o de legítima defesa e manda às urtigas o direito internacional! Só porque o czar sentiu saudades do império e teve tremores de insegurança!

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  • Fernanda Rodrigues

    Tens toda a razão. É mesmo isso!
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ESTRADA LOMBINHA – MAIA VAI REABRIR MAS…

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Filomeno Moreira shared a link to the group: Açores Global.

O Presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, afirmou ontem ao Correio dos Açores que a via de ligação da Lombinha à Maia vai abrir a partir de Maio com toda a segurança enquanto não for adjudicada a obra da sua recuperação, com abertura de passeios, no valor de 1,700 mil euros. Alexandre Gaudêncio sublinha que a primeira fase da obra, correspondente ao reforço dos taludes da via está concluída e custou cerca de 700 mil euros. O autarca compreende que a população e os comerciantes da Maia pretendessem uma maior celeridade no empreendimento mas avança que tem que seguir todos os procedimentos legais.

Via de ligação entre a Lombinha e a Maia vai abrir em Maio “com toda a segurança”, afirma o Presidente da Câmara da Ribeira Grande
CORREIODOSACORES.PT
Via de ligação entre a Lombinha e a Maia vai abrir em Maio “com toda a segurança”, afirma o Presidente da Câmara da Ribeira Grande
Correio dos Açores – A Junta de Freguesia e a população está a reivindicar uma solução para o ramal entre a Lombinha e a Maia e dizem que esta solução depende da Câmara Municipal da Ribeira Grande… Alexandre Gaudêncio (Presidente da Câmara da Ribeira Grande) – O actual elenco da C…
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Agricultores ucranianos já plantaram quase 130.000 hectares de batata – AGRICULTURA E MAR

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Partilhar              As áreas semeadas, em 14 de Abril, das principais culturas de Primavera para a campanha de 2022 no território controlado pela Ucrânia eram de 14.013 mil hectares, ou seja, 2.903,3 mil hectares a menos que no ano passado (16.916,3 mil hectares). De acordo com os dados operacionais das subdivisões estruturais das administrações militares e administrações …

Source: Agricultores ucranianos já plantaram quase 130.000 hectares de batata – AGRICULTURA E MAR

Voos comerciais entre a Austrália e Timor-Leste arrancam depois de décadas de “charters” – Observador

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A pandemia da Covid-19 levou a que o país ficasse durante mais de um ano praticamente sem voos, mesmo de “charters”, com as ligações a serem retomadas de forma gradual desde então.

Source: Voos comerciais entre a Austrália e Timor-Leste arrancam depois de décadas de “charters” – Observador

chuva em dili timor

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Problemas em várias zonas da cidade nomeadamente Metiaut, Caicoli, zona do hospital. A chuva abrandou mas há muita água e lama acumulada em vários sitios. Cuidado por aí
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Rosa Horta Carrascalao, Lino Freitas and 188 others
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ASFALTO PRECISA-SE EM SANTA MARIA

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Não há alguém do governo ou câmara , que se lembre de dar asfalto nesse caminho!! Parece todo o terreno.. e uma vergonha as nossas estradas!! Pagar imposto de selo para andar nessas estradas vergonhosas,por toda a ilha estão assim … 😡🤬🤬
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  • Fernanda Valente

    calma estão em obras vão arranjar as estradas
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  • Ana Pereira

    Uma vergonha, que imagem degradante…!
    Com o Centro de empresas mesmo em frente e o Centro de formação da Sata,que linda imagem levam os formates da Sata!
    Querem as coisas ,mas as áreas envolventes é o que vê!!!!!!!
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  • João Cabral

    Essa estrada foi construída em mil novecentos e Sessenta e oito, pelo então grupo de José da Costa, ainda muitos anos resistiu sem mais nenhuma manutenção, essa estrada tem uma caixa de pedra com mais de quarenta cêntimos, um tapete de cinco cêntimos e…

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    • Jose Antonio Freitas Cabral

      João Cabral vi fazerem esta estrada. Neste tempo amigo João faziasse as coisas como deve ser. Por isso muito aguentou esta estrada. Agora fazem as coisas e dias depois estão arranjando. Ainda à pouco tempo arranjaram a estrada do quartel e já nec…

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      • 3 d
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      • João Cabral

        Jose Antonio Freitas Cabral Não quero ofender ninguém mas já não há quem saiba trabalhar em trabalhos com aquela pequena equipa de manutenção, formada por José da Costa, Henrique Medeiros, o Sr. Luis Reis, José Batista Luís Freitas Sousa, o José Custód…

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      • António Carlos Botelho Sousa

        João Cabral uma grande equipa e com grandes responsáveis que, sem engenharias, fiscalizavam todo o trabalho que não podia ficar mal feito ou aldrabado.
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        • 3 d
      • João Cabral

        António Carlos Botelho Sousa É verdade grandes trabalhadores, e sempre também aconpanhados pelo Senhor Gigante, um grande fiscal, trabalhei como pedreiro na construção da Central eléctrica do Aeroporto, o Senhor Gigante é que foi o fiscal daquela obra …

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  • Jose Dinis Resendes

    Caro amigo João, És um repositório histórico que vale a pena preservar, porque senão muitos ficam com amnésia ou não têm conhecimento de facto. Um grande abraço
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    • 3 d
    • João Cabral

      Jose Dinis Resendes Para fique mais exclrarecido, foi no tempo da DGAC e sobre o Comando do teu Sogro Senhor Fernando Rognes Peres, o mais conpetente chefe que houve nas oficinas gerais do Aeroporto de Santa Maria
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  • Dinarte Rodrigues

    Não deixem todo este património ruir á míngua de cuidados mínimos á que preservar o que de bom temos…🙂
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  • Paula Magalhães

    Realmente vergonhoso!! 😠
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  • Pedro Luz Cambraia

    Era para arranjar depois de concluída a obra da incubadora. Entretanto já passaram dois anos e nad
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  • Hugo Ferreira

    Bergonha!!
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    • 3 d
  • Luís Botelho

    Desde há muito que Santa Maria, no que se refere a necessidades mais prementes, existem duas que merecem uma atenção especial, ou sejam:- A) o abastecimento em condições de ÁGUA, um bem essencial para a vida; e, B) a conservação e/ou reparação da sua R…

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  • Joseph Medeiros

    Eu vou aí todos os anos de férias dois o três meses e vejo as estradas quase sempre da mesma maneira.
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    • 2 d
  • Beverley Braga

    Nós igualmente
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