Presidente ucraniano assinou pedido formal de adesão – Açoriano Oriental

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A Ucrânia assinou hoje o pedido formal de adesão à União Europeia!
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  • Dias Costa

    Até que ponto isso irá envolver a EU??? Entrará em guerra também???
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O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou, esta segunda-feira, o pedido formal para a entrada do país na União Europeia (UE).

Source: Presidente ucraniano assinou pedido formal de adesão – Açoriano Oriental

Aliados desligam Rússia do SWIFT e bloqueiam ativos do banco central – ECO

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União Europeia, Reino Unido, EUA e Canadá avançam em conjunto para “isolar a Rússia do sistema financeiro internacional”. Conheça o terceiro pacote de sanções que promete “devastar” a economia russa.

Source: Aliados desligam Rússia do SWIFT e bloqueiam ativos do banco central – ECO

inundações em Díli 1973-2022

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685 dili inundado, 6, fevº 2016

 

maromác zangou-se

as ribeiras transbordantes

em dili nada mudou

tudo alagado como dantes

 

décadas depois

nem os milhões do petróleo

dominam as águas

passados quarenta anos

sem dinheiro para voltar

dominam-me as mágoas

a minha saudade

rima com verdade

chrys c 2016

 

Dili. Loron 23/02/22 Mota boot Loron rua ne’e resulta sobu Escola Secundaria Tecnica Vocacional Hera.

antigamente é que era bom

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“Antigamente é que era bom”, dizem alguns filhos da aristocracia daqui e de lá.
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Porto a escravidão das carqueijeiras

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As carquejeiras. Poucos conhecem, por certo, a história destas mulheres de trabalho escravo, que diariamente, e carregando 50 a 60 quilos de carqueja, subiam, vezes sem conta, a ingrime calçada (210 metros de comprimento e 20 por cento de inclinação), hoje com o seu topónimo mas antes chamada de Corticeira, que vai da marginal do Douro às Fontainhas, percorrendo depois a cidade a distribuir o produto para dar chama, servindo de acendalha, aos fornos das padarias. O tempo passa, mas esta desumana atividade está – quer queiramos, quer não -, registada na história da cidade do Porto dos finais do século XIX ao primeiro quartel do século passado.
Pela Corticeira passaram, de acordo com o blogue “Monumentos Perdidos” – do qual reproduzimos, com a devida vénia, certas imagens –, dezenas e dezenas de mulheres, número que chegou a ser de 90 por dia, isto na década de 40 do século passado, e que em ziguezague, para atenuar a agrura da subida, passavam centenas e centenas de molhos de carqueja, que eram depois distribuídos por certas zonas da Invicta.
O trabalho era tão pesado que a imprensa da época dava também destaque à escravidão a que estavam sujeitas as mulheres que, “com coragem e determinação”, subiam a calçada, mais, por certo, a pensar nos filhos a alimentar, do que na sua própria condição de mulher e trabalhadora, registos que, então, eram praticamente desconhecidos
Mais recentemente, ou seja, desde há três anos, que uma associação, encabeçada por Arminda Santos, tenta perpetuar, homenageando, estas mulheres, com a colocação de uma estátua no local onde o esforço desumano destes seres era mais visível (Fontainhas). O projeto tem vindo a ganhar cada vez mais aderentes, estranhando-se, porém, o silêncio da Câmara Municipal do Porto, que ainda não apoiou, nem deixou de apoiar, esta iniciativa, posição que é demonstrativa de uma urbe que sempre enalteceu, envaidecendo-se, ser capital do trabalho em Portugal e sobre o Trabalho, em cerca cem estátuas na cidade, só ter duas a homenageá-lo.
Artur Arêde and 39 others
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REINO UNIDO A SANITIZAR A LÍNGUA: abaixo esta nova moda

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Associação Educar & Celebrar pretende retirar os sexos no momento da matrícula e prefere uma linguagem neutra.

As palavras foram captadas pelo jornal The Telegraph e pertencem a Elly Barnes, diretora-executiva da associação Educar & Celebrar. O objetivo é chegar à “linguagem certa” ao longo deste ano.

Esta iniciativa no Reino Unido, que é financiada pela União Nacional de Educação, defende uma linguagem neutra e, em breve, vai abrir um debate sobre a generalização de uniformes que não sejam especialmente dirigidos a rapazes ou raparigas.

Em relação às palavras que devem ser utilizadas nas escolas britânicas, Elly tem dito que as crianças deixariam de pronunciar as palavras “senhor” ou “senhora”; passariam a dizer apenas “teacher” – professor(a), em inglês.

Mas os adultos também deveriam mudar o seu vocabulário: “rapaz” ou “rapariga” desapareciam para dar lugar a “estudante”; saem “filho” e “filha” para resistir apenas a “criança”.

E, voltando às crianças, deixariam de chamar a mãe e o pai por “mãe” e “pai”. Só ficaria a palavra “progenitor”.

A associação também entende que, no momento de matricular uma criança na escola, desaparecerá a indicação de que a criança é do sexo masculino ou feminino. Essa secção “ficaria em aberto”.

Quem não concordar com o novo código de conduta durante o acolhimento, não teria autorização para entrar na escola.

A associação Educar & Celebrar já recebeu financiamento do Departamento de Educação local e tem contratos com o governo,

Após a publicação da notícia no The Telegraph, a associação indicou que as escolas e as organizações que trabalham com a associação consideram as sessões “úteis, acolhedoras e informativas”. E o objetivo principal é “transmitir confiança” aos funcionários das escolas, no momento de comunicar com as crianças.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //