a politização das festas religiosas sucede à religiosição das festas pagãs tradicionais

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Chrys Chrystello

a politização das festas religiosas sucede à religiosição das festas pagãs tradicionais
  • Festas mais genuínas
    As festas em honra do Divino Espírito Santo são muito antigas e muito tradicionais em todas as ilhas dos Açores, com algumas diferenças e variantes de umas ilhas para as outras. Sempre foram festas religiosas e profanas, organizadas pelo povo. A colaboração das paróquias – digamos assim – era discreta. No entanto, havia sacerdotes que discordavam dessas festas, alegando que tinham muito mais de profano do que religioso. Assiste-se nos dias de hoje a uma situação que merece alguma reflexão: a municipalização e politização das festas em honra do Divino Espírito Santo em vários concelhos açorianos. Há sacerdotes que colaboram, outros resguardam-se. Não tenho mais nada a dizer, a não ser que tenho saudades das antigas festas em honra do Divino Espírito Santo, mais modestas, é certo, mas mais genuínas.
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    Crisóstomo Ponte

    Tudo o que seja para dar na vista, os vaidosos estão lá caídos.
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TIMOR A RECONSTRUIR ESTRADAS

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IGEADI Timor Leste, normaliza estrada kotu trosu same nebe hetan hetan estragus husi desastre naturais iha Suco Aitutu Aldeia Betulala
#Media IGEADI

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easyJet deixa passageiros durante hora e meia na pista do aeroporto

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Ontem não foi um dia fácil para os passageiros da easyJet que embarcaram no Porto rumo ao Funchal num voo com saída prevista para o meio-dia.

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açores paraíso esquecido

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Só agora vi!
É um retrato duro de digerir.
É real, rigoroso e factual. Não é surpreendente, para quem nasceu e foi criado nas ilhas, ainda que continue muito chocante.
Os Açores são só isto? Não. Um não redondo. Mas estes múltiplos indicadores de “subdesenvolvimento humano” envergonham os Açores, Portugal e sucessivos governos, há décadas.
Felizmente há muita gente de valor a refletir sobre estas questões e a trabalhar no terreno em prol da mudança.
Quem me conhece sabe que digo, volta e meia, “nem só de lagoas vive o Homem”. De igual forma sempre disse que “somos um balão de ensaio do bom e do mau”, temos tudo o que os outros grandes centros têm: tráfico de estupefacientes, consumo de drogas, alcoolismo, prostituição, gravidez na adolescência, abandono escolar…
É preciso mais instrução, mais emprego, mais acesso a literacia em saúde, mais polícias, mais magistrados… Creio que os Açores precisam de TUDO, exceto serem o Paraíso Esquecido.
Parabéns, Sandra Salvado, Marques de Almeida e Vanessa Brízido.
https://www.rtp.pt/play/p11145/e702025/linha-da-frente
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O SNS já rebentou, segue-se a Educação

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Dois terços das crianças do 2.º ano erraram ou nem sequer conseguiram responder ao que lhes perguntavam. Até podem saber juntar as letras e ver ali palavras, mas pouco entendem do que estão a ler e as dificuldades que têm para se exprimir por escrito são dramáticas. É apenas a ponta de um imensamente destrutivo icebergue, que representa (também) os estragos de dois anos de covid numa área fundamental para o futuro do país. E que nem toda a boa vontade dos professores pôde impedir, entre escolhos antigos e a flagrante falta de meios para tentar evitar novo naufrágio: os computadores que ainda vão chegar, a internet que não é certa, o desprezo a que quem ensina foi votado por um governo que ainda finge acreditar que atribuir mais uns milhões no orçamento (que nunca chegam) resolve problemas. Mas poucochinhos, que as contas têm de se manter certas e os tempos não estão para brincar, como ainda ontem avisou Christine Lagarde.

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Maria João Ruivo irá escrever no Jardim da Escola da Escola Secundária Antero de Quental

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📒 ✍️ 🏃‍♀️ Maria João Ruivo irá escrever no Jardim da Escola da Escola Secundária Antero de Quental, deixando-se inspirar por este que um é dos maiores poetas, escritores e ensaístas de Portugal. 🧡
🖊 Marque na sua agenda: 21 de Julho às 20:00h.
Maria João Machado Ruivo Amaral Sousa nasceu em São Miguel – Açores, em 1965. Completou os estudos secundários no Liceu Antero de Quental, onde lecciona Português há trinta e cinco anos, tendo-se licenciado, em 1989, em Português/ Inglês. Tem algumas publicações dispersas em jornais da região (crónica, conto e escrita memorialística) e em revistas como a Insulana (Instituto Cultural de Ponta Delgada). Tem colaborado, igualmente, em diversas edições colectivas (autores da Macaronésia e autores luso-brasileiros, entre outros). Colaborou recentemente no livro “Teoria da Educação e Formação de Professores – Conceções, perspetivas e práticas”, coordenado por Emanuel Oliveira Medeiros. Em 2011, publicou o Livro de Homenagem a seu Pai – “Fernando Aires – Era uma Vez o seu Tempo” – numa coordenação conjunta com Onésimo Almeida e Leonor Simas Almeida. Coordenou, ainda, a reedição da obra diarística integral, da autoria de Fernando Aires, “Era uma Vez o Tempo”, que veio a lume em Dezembro de 2015, com a chancela da editora Opera Omnia. Em 2017, publicou o 1º volume do seu próprio diário “Um Punhado de Areia nas Mãos I” (2017) e “Um Punhado de Areia nas Mãos II” (2022).
ℹ️ A Maratona Literária de Ponta Delgada é um evento Letras Lavadas em co-realização com a Câmara Municipal de Ponta Delgada.
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Ex-adjunta nomeada chefe de gabinete da secretária da Educação do governo açoriano – Jornal Açores 9

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A secretária da Educação e Assuntos Culturais do Governo dos Açores nomeou hoje para chefe de gabinete a ex-adjunta Ana Cláudia Veríssimo, após a demissão do anterior titular do cargo, alvo de uma queixa por ameaça. Segundo a nomeação, publicada hoje em Jornal Oficial da região, Ana Cláudia Veríssimo, até aqui adjunta da secretária da […]

Source: Ex-adjunta nomeada chefe de gabinete da secretária da Educação do governo açoriano – Jornal Açores 9

austrália, timor, petróleo

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Camberra mexe nas leis para facilitar conversão de poço Bayu-Undan no Mar de Timor
Díli, 07 jul 2023 (Lusa) – A Austrália anunciou hoje alterações legislativas para facilitar a viabilidade comercial da conversão do poço Bayu-Undan, localizado em águas de Timor-Leste, numa estrutura de captura e armazenamento de carbono.
“Apresentámos recentemente um projeto de lei ao nosso Parlamento para dar efeito às alterações ao Protocolo de Londres, permitindo-nos cumprir as nossas obrigações internacionais em matéria de carbono e facilitar a consideração comercial de Bayu-Undan”, disse a ministra dos Negócios Estrangeiros australiana, Penny Wong, de visita a Díli.
“O nosso apoio à resiliência económica de Timor é também a razão pela qual apoiamos fortemente as suas ambições de converter o campo de Bayu-Undan. Continuaremos a trabalhar convosco nestes e noutros projetos para apoiar a vossa resiliência económica e soberania”, considerou.
Penny Wong falava num discurso no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Díli, no âmbito de uma curta visita a Timor-Leste, a segunda ao país desde que assumiu funções, no ano passado, e a primeira de um responsável australiano desde a tomada de posse do IX Governo, liderado por Xanana Gusmão.
Wong lembrou que o Bayu-Undan representou um contributo significativo para Timor-Leste, uma vez que as receitas do campo, agora quase esgotado, formam o grosso do Fundo Petrolífero e dos gastos públicos. Nesse sentido, Camberra quer apoiar a conversão o poço num projeto comercial de captura e armazenamento de carbono.
No discurso, Penny Wong reconheceu também a importância do projeto do Greater Sunrise para a soberania e a resiliência económica de Timor-Leste, afirmando que Camberra compreende a vontade timorense de um gasoduto para o país.
“Entendemos que, para manter a vossa soberania, precisam de ser economicamente resilientes. A chave dessa ambição serão as escolhas soberanas que Timor-Leste fizer agora”, disse.
“A Austrália tem estado a ouvir atentamente para compreender as vossas ambições para o Greater Sunrise. Posso assegurar-vos que o compromisso de Timor-Leste com o processamento em terra e com o projeto Tasi Mane da costa sul é claramente compreendido”, admitiu.
A petrolífera timorense TIMOR GAP detém a maioria do consórcio o Greater Sunrise, projeto que tem estado parado por desacordos relativamente ao modelo de desenvolvimento, com Timor-Leste a insistir num gasoduto para o país.
“A tecnologia está a evoluir e o consórcio está a analisar de novo as opções. É por isso que o seu estudo sobre as opções para o Greater Sunrise deve avançar o mais rapidamente possível”, defendeu.
“A Austrália tem apenas uma ambição para o Greater Sunrise: ver o campo desenvolvido o mais rapidamente possível para apoiar o desenvolvimento de Timor-Leste”, afirmou, sublinhando o direito fundamental dos timorenses “a decidir o seu próprio futuro”.
A governante australiana disse que “o Greater Sunrise tem de ser uma solução viável e economicamente sólida”, salientando que Camberra vai “ouvir atentamente os interesses e prioridades” de Timor-Leste, o que implica “apoiar o crescimento sustentável da economia e proporcionar a maior riqueza e segurança para o povo”.
E ao mesmo tempo, “evitar os riscos de empréstimos insustentáveis que prejudicaram outros países. É por isso que a Austrália está tão profundamente empenhada em trabalhar com Timor-Leste para concretizar o desenvolvimento do Greater Sunrise”, disse.
A ministra referiu-se ao passado de todo este longo processo e a ações de anteriores Governos australianos, que “agiram de formas que os timorenses, e muitos australianos, consideraram dececionantes”.
Aplaudiu a decisão de Timor-Leste avançar para uma conciliação obrigatória, ao abrigo da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, e admitiu que Camberra não devia, como fez no início do processo, ter contestado formalmente a competência da Comissão de Conciliação, “quando era necessária uma abordagem mais ampla e compreensiva que refletisse a relação única” entre os dois países.
Essa postura não refletiu “o espírito da amizade” entre os dois países, com a questão das fronteiras “a envenenar” as relações bilaterais, sendo a situação resolvida, em 2018 com o acordo permanente que marca a linha fronteiriça, disse.
“Este Tratado foi um recomeço histórico na nossa relação bilateral e uma oportunidade para novos começos. Por fim, acordou fronteiras marítimas permanentes, há muito desejadas por Timor-Leste, numa base justa e equitativa e coerente com o direito internacional”, afirmou.
“A Austrália olhou para esta questão de forma demasiado restrita e sem considerar devidamente a sua importância” no contexto do caminho de Timor-Leste para a soberania.
ASP // EJ
Lusa/Fim
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Pereira Lino

ADORO TIMOR, ESTIVE LÁ DOIS ANOS,

pico visto da ponta da ilha

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Ponta da ilha do Pico,com o seu farol ,Ponta mais oriental da ilha,daqui á vila da Madalena que fica por detrás da ilha são 50 km ,desta ponta não se vê a montanha que dá o nome à ilha, desta ilha se vê as 5 ilhas do grupo central,ilha do Pico, grupo central, Açores.
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Joana Mota

Por fim uma fotografia desse lado nunca tinha visto deste angulo!!!
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Astrofísico açoriano dá nome a asteroide

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Astrofísico açoriano dá nome a asteroide

“32599 Pedromachado” é o nome dado ao asteróide 2001 QN160, em honra do investigador natural da ilha de São Miguel, Pedro Machado, revelou ontem a União Astronómica Internacional

Desde ontem, há um corpo celeste no céu que tem um nome açoriano: o asteroide 32599 passou a ser chamado de “Pedromachado”, em honra do astrofísico micaelense Pedro Machado, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA1) e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa).
O nome foi atribuído pela União Astronómica Internacional, por indicação do Grupo de Trabalho para a Nomenclatura de pequenos corpos, durante a Conferência de Asteroides, Cometas e Meteoros, que decorreu em Flagstaff, no estado norte-americano do Arizona.
Com quase três quilómetros de diâmetro, o “Pedromachado” demora quatro anos e meio a dar uma volta ao Sol. O asteroide orbita o Sol entre os planetas Marte e Júpiter, na região conhecida como Cintura de Asteroides. Foi descoberto em 2001 através do programa Lowell Observatory Near-Earth-Object Search, da NASA e do Observatório Lowell, para a deteção de objetos espaciais em órbitas próximas da Terra.
“É uma honra inesperada e uma grande satisfação ver o meu nome na lista de novas nomeações de asteroides. Estou muito grato por este reconhecimento do meu trabalho pela comunidade científica”, afirma Pedro Machado, citado em nota de imprensa.
O astrofísico açoriano torna-se o terceiro português a ver o seu nome no espaço, depois dos investigadores do IA1, Nuno Peixinho (Universidade de Coimbra) e Pedro Lacerda (Instituto Pedro Nunes), que viram igualmente o seu trabalho reconhecido com a atribuição dos seus nomes aos asteroides 40210 Peixinho e 10694 Lacerda.
  • Nuno Martins Neves
in, Açoriano Oriental, 07 de Julho / 2023
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