DHS secretary: Ilhan Omar married her brother, and consequences are coming | Blaze Media

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‘Something’s going to happen.’

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Morreu Helena Afonso, filha de Zeca Afonso. Tinha 72 anos – Notícias ao Minuto

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Helena Afonso, filha do cantor e compositor Zeca Afonso, morreu aos 72 anos. A notícia foi divulgada pela Associação José Afonso, que expressou uma profunda tristeza pela sua partida.

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onde estavas no “9/11?”

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há uns anos houve umas certas broncas neste dia

Memória desse longínquo dia 11/9/2001. Estava em casa, passava das 14:00 e tinha chegado do Montepio Social onde eu e a Nini lecionávamos nesses dias, vi o primeiro embate e estava a acabar de almoçar quando vi o segundo e pensei este ângulo é diferentes, antes de saber que era o segundo embate. Até hoje tenho demasiadas dúvidas sobre a falência do Pentágono anunciada na véspera (desapareceram uns biliões), o novo seguro das Torres feitas uns dias antes e outras “coincidências” mas acredito que morreu muita gente por causa do petróleo do Iraque a que chamavam então “armas de destruição maciça”. A Nini tinha saído para dar aulas e estava ainda lá a dar aulas quando o dono do Montepio, Jaime Magalhães a chamou para ver na TV. Esse Jaime que morreu 2 ou 3 anos depois era um vigarista que nos ficou a dever meses de vencimento, ia aos AA fazendo-se passar por um, para depois angariar doentes para uma clínica que administrava…

Mas hoje não entendo que a cidade vitimada pelos extremistas muçulmanos tenha um a presidente da câmara de Nova Iorque

«Armas de destruição maciça» (e não “massiva”) – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

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<p style=”text-align: justify;”>Tem-se verificado o uso da expressão «armas de destruição maciça» enquanto penso que a expressão correcta deveria ser «armas de destruição massiva».</p> <p style=”text-align: justify;”>O que acha?</p>

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suicídio açores

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256 likes, 8 comments – rtpacores on September 10, 2026: “Os Açores registam a mais elevada taxa de mortalidade por suicídio do país. A Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras, na ilha Terceira, lançou uma campanha para combater o fenómeno, alertar para sinais de risco e valorizar a vida. ℹ acores.rtp.pt #prevencaodosuicidio #suicidio”.

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https://www.instagram.com/p/DdHRYQRlQIo/

Governo avança com fusão do 1.º e 2.º ciclos: “Vai ser um projeto-piloto” – Notícias ao Minuto

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“Não vai ser uma mudança tão abrupta como existe neste momento entre o 4.º e o 5.º ano, em que passamos da monodocência para vários professores”, explicou o ministro Fernando Alexandre, que adianta também que a decisão vai obrigar a reduzir a carga horária dos professores até ao 4.º ano.

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SEBASTIÃO EM LIMOGES

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MOSTEIRO DOS AGOSTINHO DE LIMOGES, França, eis onde foi sepultado D. Sebastião.
Reaparecerá num dia de nevoeiro, até nisso enganaram. O texto sob o qual se baseia o aparecimento de D. sebastião fala que ressurgirá da neve.
E assim foi, num dia de muita neve os duques de Bragança dão início à IV Dinastia, revoltam-se contra os Filipes e marcham sobre o poder. E vencem
FRAUDES HISTÓRICAS
DOS DEFENSORES DO
IMPERIALISMO ESPANHOL
SEM ÉTICA NEM REGRAS
A FALSA HISTÓRIA DA MORTE DE DOM SEBASTIÃO NO CAMPO DE BATALHA DE ALCÁCER, INVENTADA E CULTIVADA PARA JUSTIFICAR A USURPAÇÃO DO PODER PELOS FELIPES II, III E IV DE ESPANHA
Confirmar em Grandes Enigmas da História de Portugal, 3º vol., Maria Luísa Martins da Cunha, em Hagiografia de D. Sebastião – de desejado a encoberto, de Manuel J. Gandra, Mafra, 2014: 221-227.
que transcrevemos:
Felipe II, de Espanha, e o Duque de Alba, no interesse da Espanha, a pretexto de ajudarem D. Sebastião, vieram, de facto, a auxiliar, na batalha contra o exército português, os xerifes marroquinos sob a direcção de Ahmede Almançor, O Dourado, combatendo, a seu lado, em Alcácer-Quibir. Um único rei marroquino não morreu, resultando desse facto, na prática, a unidade de Marrocos.
O desastre que aí resultou para Portugal, permitiu que o Duque de Alba invadisse Portugal e Felipe II impusesse a sua coroa, usurpando o trono português, já que, sabe-se hoje, D. Sebastião escapou vivo da batalha (em que morreram três xerifes mouros), tendo que fugir e, após um sequestro em Itália e diversos episódios rocambolescos, a que não foi indiferente a “caça” que lhe foi dirigida pela Espanha, acabou, finalmente, ao que parece, velho, aos 76 anos, num mosteiro em Limoges (França).
Podemos resumir o Interregno por um excesso de reis. Chamemos-lhe reinado dos três reis (1580-1582, D. Sebastião, no exílio, D. António I e Felipe II, de España), primeiro reinado de dois reis (1582-1598, D. Sebastião, no exílio, e Felipe II, de España), segundo reinado de dois reis (1598-1621, D. Sebastião, no exílio, e Felipe III, de España e terceiro reinado de dois reis (1621-1632, D. Sebastião, no exílio, e Felipe IV, de España) e, regência do Vice-Rei (1632-1640, D. Afonso Furtado de Mendonça), período conspirativo e tumultuoso da pré-Restauração.
Convém relembrar que os reis felipinos destruíram dois impérios, o espanhol e o Português, sendo responsáveis pelo advento dos impérios holandês, inglês e francês.
Durante o Interregno, parte da frota portuguesa foi incorporada na Invencível e, de imediato, devido a temporal, naufragada Armada.
Em resultado disso, o Império Português passou a ser assolado pelos inimigos de Espanha, facto que custou a perda das colónias, esquadras, bens e vidas humanas.
Foi uma pilhagem generalizada, onde, sem dúvida, holandeses, franceses e ingleses foram quem teve parte de leão.
… “
Dom Sebastião foi enterrado, afinal, com 76 anos num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento de frades agostinhos de Limoges, em França.
E a maior desfaçatez e provocação contra nós, Portugueses, contra a qual não reagimos, é ter no túmulo, alegadamente de D. Sebastião, um “coitado” desconhecido, esse sim, de um qualquer homem morto, irreconhecível claro, dessa batalha!
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Muito mais se pode falar, foi D. Sebastião conivente porque com a perda da Batalha de AlCacer Quibir não houe espólio de guerra e assim não teve como pagar aos primos Filipes de Espanha que o tinham financiado?
Muito falta contar ainda. Ou simplesmente trocou a vida de monarca pela boémia passeando-se sobre financiamento e proteção dos primos espanhóis por Itália, França…?
A verdade é que as provas de que não morreu são demasiadas para que o nevoeiro não nos turve mais os olho

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