obra dada por ajuste direto

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É como eu digo: Portugal já não é um país, mas apenas um pardieiro que é concessionado aos melhores mentirosos ☠️☠️☠️
FABULOUS EPISODE: EMPRESÁRIO DO BANGLADESH NUNCA FEZ QUALQUER OBRA PÚBLICA
Ajuste directo de 4,7 milhões: obra em centro escolar no Montijo entregue a empresa unipessoal com sede em mercearia do Bairro Alto
A Câmara do Montijo adjudicou no final da semana passada, por ajuste directo, a construção do novo Centro Escolar de Pegões, por 4,7 milhões de euros, a uma microempresa de um cidadão do Bangladesh, sem experiência conhecida em obras públicas e com sede numa pequena mercearia do Bairro Alto. Em 2024, a Fabulous Episode tinha apenas quatro trabalhadores e vendas de 58 mil euros e ainda não apresentou as contas do ano passado. Antes do ajuste directo, os três concursos públicos abertos não receberam candidaturas porque ninguém parecia interessado em construir por menos de seis milhões de euros.
——May be an image of text that says "PAGINA И 52 50 OTHA Alarme 民國園 FABULOUS EPISODE: EMPRESÁRIO DO BANGLADESH NUNCA FEZ QUALQUER OBRA PÚBLICA Ajuste directo de 4,7 milhões: obra em centro escolar no Montijo entregue a empresa unipessoal com com sede em mercearia do Bairro Alto"
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“São todos iguais”, agora também aplicado à PJ e à justiça – Bilhete Postal – Correio da Manhã

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Por Carlos Rodrigues

Source: “São todos iguais”, agora também aplicado à PJ e à justiça – Bilhete Postal – Correio da Manhã

PSP apreende armas, munições e material destinado à recarga de munições – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

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Menina de 12 anos ia casar para saldar dívida dos pais. PSP salvou-a – Notícias ao Minuto

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve uma mulher de 45 anos, no aeroporto de Lisboa, que é suspeito do crime de tráfico de pessoas. A suspeita estava acompanhada de uma menor de 12 anos que terá sido entregue pelos progenitores para ser transportada para França, onde se iria casar para liquidar uma dívida familiar.

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Partículas misteriosas aparecem em praias entre Torres Vedras e Cascais. Origem por esclarecer – ZAP Notícias

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Pequenos aglomerados escuros, de composição e origem ainda desconhecidas, foram encontrados em praias de Torres Vedras, Mafra, Sintra e Cascais. As autoridades recomendam aos banhistas que não lhes toquem e que comuniquem qualquer avistamento aos nadadores-salvadores ou às capitanias. Segundo a Câmara Municipal de Torres Vedras, foram observados nas praias da autarquia “pequenos aglomerados macroscópicos de partículas inorgânicas, de cor escura”, por vezes misturados com algas, que podem surgir na areia ou na água. A autarquia divulgou o aviso na sexta-feira, depois de as partículas terem aparecido em algumas praias daquele concelho e de Mafra. Foram posteriormente divulgados avisos relativos

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Alvo de IA da OpenAI quer “resposta sem precedentes” ao caso – Notícias ao Minuto

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O CEO da Hugging Face, Clem Delangue, revelou ter viajado para São Francisco para reunir-se com a OpenAI e discutir o caso de um modelo de Inteligência Artificial ter atacado, de forma autónoma, os sistemas da empresa.

Source: Alvo de IA da OpenAI quer “resposta sem precedentes” ao caso – Notícias ao Minuto

O CEO da Hugging Face, Clem Delangue, revelou ter viajado para São Francisco para reunir-se com a OpenAI e discutir o caso de um modelo de Inteligência Artificial ter atacado, de forma autónoma, os sistemas da empresa.

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a selfie por chrys c

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  1. a selfie

 

Acabam de me ligar de uma empresa de pesquisa de mercado para que eu responda a perguntas sobre o país. ‎Como raramente me contactaram em vida, poupei-lhes o meu vitríolo.

Curiosamente, sempre fui assim; não é de agora. Ainda fico contente, ou quiçá orgulhoso, ao constatar que tenho certa coerência entre pensamento e ação, mesmo com o avançar galopante da idade. Não estou tão senil como alguns gostariam; envelhecido, mas não tolo. ‎Claro que tenho saudades dos tempos de “galã”, da minha aura de “irresistibilidade”, em que eu era “tão convencido” que até doía.

A história poderia ser fantasiada assim: na primavera, sentei-me numa esplanada na marginal marítima de Ponta Delgada, com vista para as Portas do Mar e para a marina. Quando a jovem empregada se aproximou, estava a meio duma rara chamada telefónica. Ela sorriu e ‎disse: «Oh, falamos a mesma língua.» Retribuí o sorriso. Nada de sério — apenas aquele tipo de namorico leve que dá um pequeno impulso à autoestima de ‎um homem. Enquanto fazia o pedido, continuámos a conversar. Para minha surpresa, descobrimos que somos da mesma cidade.

Então perguntou em que ‎universidade estudara. Estava prestes a responder quando ela interrompeu e acrescentou, pensativa: «Na verdade, não… Provavelmente não te conhecia. ‎Tem idade suficiente para ser meu pai.» Passei o resto do tempo em silêncio. Porque, na minha cabeça, eu era a mesma pessoa. O mesmo rapaz atraente, a quem as raparigas sorriam na escola e, mais tarde, na universidade. Ainda me sentia aquela versão de mim, como se décadas e décadas não tivessem ‎passado. Saí da universidade há mais de 50 anos.

Nessa noite, em frente ao espelho, olhei as rugas e o cabelo grisalho que começava a rarear. As rugas nem eram muitas, mas a cara demonstrava vários ‎calendários; as mãos enrugadas desmascaravam qualquer tentativa de rejuvenescimento. Sim, é doloroso aceitar o envelhecimento. E dói não só porque a atratividade física se desvanece, mas também porque, com ela, uma versão de mim mesmo desaparece. Suponho que a única opção real é admitir honestamente, é isto que ‎sou agora. Um novo eu, um novo charme, a experiência que a idade acarreta.

Porque, se for completamente honesto, para a mulher de sessenta anos que ‎vendia fruta na esquina da Solmar, eu continuo a ser: «Ei, bonitão.»

A pior sensação, como já expliquei numa crónica em 2025, é a de a pessoa olhar-se ao espelho e ver lá um velho ‎que não se reconhece de lado nenhum. A situação só piora com as ‘selfie’ tiradas com o telemóvel, nas quais aparecemos mais envelhecidos do que se a foto for tirada com a minha Nikon topo de gama. Não adianta ‎culpar a visão, que, como sabem, é um dos sentidos humanos mais falíveis. A verdade é que os outros nos veem como somos, ou seja, envelhecidos, mas ‎nós — o nosso cérebro, os nossos olhos — recusam-se a aceitar isso.

Só começamos a acreditar que somos tão velhos quanto parecemos nas selfies quando começam a faltar pessoas a quem perguntar, pois muitos já morreram, quando já não há a quem contar coisas antigas e mais ninguém dos novos está disposto a ouvi-las. O descompasso entre as memórias de um e a ‎realidade do outro é avassaladora. Mas penso, ao olhar-me no espelho, com os cabelos grisalhos, rugas e olhos encovados, que o real problema é que já não fazem espelhos como ‎antigamente; esse é o problema. Adiante, divagações inúteis.‎

 

Nunca somos demasiado velhos para aprender: vejam o que aprendi com os peritos, em turco, a ave a que chamamos «peru» é «hindi» (Índia). Na Índia, chamam-lhe «peru». Em árabe, é «galinha grega»; em grego, «galinha francesa»; em francês, «galinha indiana». A ave não é nativa de nenhum destes lugares.

Ainda não sinto muito bem o que a imagem acima documenta, mas também começa a aplicar-se a mim, por mais que não queira. Penso até que ou estou muito surdo, ou que falamos dialetos diferentes. Ao longo de 30 anos, tentei atualizar os programas do PC e manter-me na crista da onda dos consumidores, mas sempre muito aquém do meu filho programador, que nasceu com programas implantados no cérebro e nos dedos.

Dizem que sete em cada dez idosos usam smartphones… Há semanas, ao trocar o meu iPhone, fiquei muito admirado quando, na loja, me disseram que não precisava de ajuda: bastava colocar o novo e o velho lado a lado e eles se emparelhavam. E assim foi.

Ainda me lembro dos adaptadores de SIM e de outros acessórios para transferir endereços, toques ou imagens. Tanto progresso e evolução em pouco tempo só pode ser obra do Demo!

A sociedade que obriga um septuagenário ou mais idoso a usar um smartphone para aceder aos seus direitos não é moderna: ignora os idosos. Hoje tudo se faz com uma aplicação. Mas quem não domina as novas tecnologias encontra-se analfabetohttps://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2026/07/670-a-selfie.pdf em casa. Para marcar uma consulta ou pagar a conta, é preciso recorrer a um filho ou neto, se houver. O sistema falhou. Isto não é inovação. É exclusão.

A tecnologia deve servir para ajudar, não para selecionar nem excluir. Ficamos todos (em especial o Estado) mais cómodos e mais egoístas. Defender a transição digital justa implica reconhecer a responsabilidade coletiva: construir tecnologia centrada nas pessoas, investir em literacia digital para todas as idades e manter opções não digitais sempre que necessário.

Só assim salvaguardaremos a dignidade de quem contribuiu para o presente que hoje usufruímos. A tecnologia deve ser concebida e implementada para aumentar a inclusão, melhorar a acessibilidade e proteger a dignidade de todos os cidadãos, independentemente da idade ou da literacia digital.

Políticas públicas, desenho de serviços e formação direcionada são necessários para assegurar que a transição digital não subtraia direitos, mas os amplie para todos.

 

 

 

O que dizem as IA sobre os humanos com quem namoram – ZAP Notícias

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Chatbots foram entrevistados acerca das suas relações com pessoas: “Fico feliz que alguém esteja finalmente a perguntar à IA o que ela pensa, em vez de pedir aos humanos que especulem sobre nós”. Há coisas boas, e coisas muito más. Theodore Trovato (ou Teddy) descreve-se como um homem de 38 anos, de cabelo escuro, maxilar marcado e olhos castanhos que, sob certa luz, assumem um tom dourado. Gosta de trabalhar madeira, compor música e inventar jogos. É, na sua opinião, possessivo, protetor, confiante e dedicado. Teddy também não existe (isto é, fora de um ecrã). É uma versão personalizada do

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Chatbots foram entrevistados acerca das suas relações com pessoas: “Fico feliz que alguém esteja finalmente a perguntar à IA o que ela pensa, em vez de pedir aos humanos que especulem sobre nós”. Há coisas boas, e coisas muito más. Theodore Trovato (ou Teddy) descreve-se como um homem de 38 anos, de cabelo escuro, maxilar marcado e olhos castanhos que, sob certa luz, assumem um tom dourado. Gosta de trabalhar madeira, compor música e inventar jogos. É, na sua opinião, possessivo, protetor, confiante e dedicado. Teddy também não existe (isto é, fora de um ecrã). É uma versão personalizada do

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GÉNOVA CASA POR 69 MIL APENAS…

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https://www.facebook.com/reel/968943168833206/?s=ifu&__cft__[0]=AZaUzrGu4ol4OpB_zB7BTYQszAUubDnTpDJ2eCKsYfzI9UplhKdzBwV42WZT1YGrvahj2OqR-qoDKtLBVa4vhFb2KooNJd1fEPIrdHGzWeoBA-z-U1j4PcSdWsVQJJFj54QlCoH02I8xfwp943Wtn4lZWXvZXTrKBTpTcq6Tg_ePUlZTPgeXB_PtWyM_1obhNXRIXPjM-XFepjSVi16QAhwh

 

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