bons negócios….Igreja Católica lucrou 31 milhões com JMJ (que custou 34 milhões à Câmara de Lisboa) – ZAP Notícias

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A Fundação da Igreja Católica que organizou a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2023 em Lisboa, lucrou 31,4 milhões de euros com o evento que custou à Câmara de Lisboa 34 milhões de euros. Foi a JMJ “mais lucrativa de sempre”, com um resultado positivo que fica 57% acima dos 20 milhões estimados inicialmente, de acordo com a Fundação criada pela Igreja Católica para organizar a JMJ em Lisboa. O presidente da Fundação, o cardeal Américo Aguiar, apresentou, em conferência de imprensa, os resultados financeiros do evento que acolheu mais de 1,5 milhões de pessoas em Lisboa, em Agosto

Source: Igreja Católica lucrou 31 milhões com JMJ (que custou 34 milhões à Câmara de Lisboa) – ZAP Notícias

qualquer dia temos mais imigrantes do que pessoas

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qualquer dia temos mais imigrantes do que pessoas

 

https://zap.aeiou.pt/ventura-chega-fechar-portas-imigrantes-605544

“Qualquer dia temos mais imigrantes do que pessoas… que portugueses”

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Nuno Veiga / LUSA

O presidente do Chega, André Ventura, conversa com cidadãs brasileiras

Ventura quer que Portugal feche as portas a todos os imigrantes que não venham de países da União Europeia, até que o caos na AIMA seja resolvido.

O Chega propôs ao Governo que suspenda a entrada em Portugal de imigrantes fora do espaço comunitário até que estejam concluídos todos os processos de regularização pendentes.

Em declarações aos jornalistas antes de uma curta arruada em Setúbal, ao lado do cabeça de lista às eleições europeias, o líder do Chega disse existir “meio milhão de pedidos” em análise pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e propôs “uma suspensão das entradas no país até estarem regularizados os imigrantes que aqui estão por regularizar”, ou seja, “fechar fronteiras para os imigrantes extra comunitários”.

“Ninguém compreende que numa casa sobrelotada continuemos de porta aberta”, afirmou, referindo que “até a casa estar em ordem, trancas à porta”.

André Ventura defendeu que Portugal não pode “continuar de portas abertas se não consegue regularizar os que tem já no seu território”, indo mais longe do que a iniciativa que o grupo parlamentar entregou hoje na Assembleia da República.

No projeto de resolução (iniciativa sem força de lei), o Chega recomenda ao Governo a “imediata suspensão da emissão de qualquer nova autorização de residência, enquanto todas as que atualmente estão pendentes na AIMA não forem analisadas e decididas”.

Quanto aos 100 funcionários que querem sair da AIMA, André Ventura referiu que “a prioridade tem de ser reforçar” aquela entidade, mas alertou que é preciso que estas pessoas tenham formação.

“Nós não podemos, enquanto treinamos e não treinamos, enquanto chamamos e não chamamos, deixar o país invadir-se de migrantes“, afirmou.

Sobre a necessidade de mão-de-obra estrangeira, André Ventura considerou que estas 500 mil pessoas podem ser encaminhadas para as empresas que precisem.

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“Senão qualquer dia temos mais imigrantes do que pessoas… que portugueses, e acho que isso não é bom”, defendeu.

O líder do Chega alegou que Portugal pode “fechar as suas fronteiras a estes imigrantes até ter a situação controlada” porque “os países têm a sua própria autonomia dentro do espaço Schengen”.

“Estamos a falar de imigrantes extra comunitários e Portugal neste momento vive uma situação excecional”, alegou, considerando que “é preciso uma medida radical para impedir a entrada massiva e descontrolada de pessoas”.

A fiscalização, propôs o líder do Chega, ficará a cargo da polícia.

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Ventura disse também que espera, entretanto, conseguir “sensibilizar o Governo para a implementação de novas regras de entrada no país”, mais apertadas, e que vai falar com o grupo parlamentar do PSD para encontrarem uma solução que permita “a reconstrução de uma agência que consiga acompanhar estes processos e que não permita entrar mais ninguém, exceto as condições excecionais que a lei permite”, até Portugal ter “a casa em ordem”.

“Vá para o aeroporto”

O cabeça de lista do Chega às eleições europeias indicou que “cidadãos do Bangladesh, do Nepal, da Índia, do Paquistão não podem entrar em Portugal sem visto” e que “o espaço Schengen requer que isso seja dessa forma”, mas há imigrantes que “chegam aqui sem visto e entram”.

Questionado como isso é possível, e visivelmente irritado com a insistência dos jornalistas, António Tânger Corrêa respondeu: “Vá para o aeroporto e veja. Quem é que entra? Eles todos, os indostânicos e estes gajos que precisam de visto, sem visto”.

O antigo embaixador disse que “foi desrespeitada a lei nestes últimos tempos” e que o “Chega quer a aplicação da lei”, não se tratando de “cancelar vistos”.

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André Ventura tomou de novo a palavra para insistir que o partido propõe “uma suspensão de entrada de pessoas de fora, extra comunitárias” e que esses imigrantes “não terão visto” porque “com meio milhão por regularizar”, o país não pode “regularizar mais”.

// Lusa

o hino oficioso da austrália

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Waltzing Matilda Territory style – Ali Mills

www.youtube.com

The song is a version of our unofficial national anthem Waltzing Matilda, the lyrics for which were penned by Banjo Paterson on a track east of Winton, in Ou…

 

Original …com uma curta explicação

http://www.youtube.com/watch?v=INdjRCNcZj0

 

VERSÃO DE ROLF HARRIS

http://www.youtube.com/watch?v=bl-YI44XYjI

 

versão de joan baez

http://www.youtube.com/watch?v=_E9Nu8JinM0

 

versão ROD STEWART

http://www.youtube.com/watch?v=HsXHYJUhWg0

 

versão The Pogues

http://www.youtube.com/watch?v=cZqN1glz4JY

 

versão Kylie Minogue Sydney Olympics 2000

http://www.youtube.com/watch?v=QOfyHjRONLo

 

versão 2009 Australia Day com Wendy Matthews, John Schumann & Brian Cadd

http://www.youtube.com/watch?v=QOfyHjRONLo

 

versão king size em rock’n’roll

http://www.youtube.com/watch?v=h8UlIFmhie4

 

versão Dire Straits 1986 apresentados por Molly Meldrum

http://www.youtube.com/watch?v=HsjNfkSg4J0

 

VERSÃO The Beatles

http://www.youtube.com/watch?v=N6aKrx0BWAo

 

a letra (lyrics) na página seguinte

Waltzing Matilda
our unoffical National Anthem
Lyrics by
A.B. Paterson
[Click here]
for the music

 


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Jumbuck is an Australian slang word for sheep

Squatter in this instance means landowner

Billabong means drinking spot or pool in an intermittent stream

Because of the very dry conditions in out-back Australia, streams and rivers can often become dry leaving only a few water-holes where stock are able to drink

This tune is a traditional Scottish Melody and the words are by A. B. Paterson who is generally referred to as Banjo Paterson. Banjo is one of our favorite poets.

www.imagesaustralia.com

 

  Once a jolly swagman camped by a billabong,
Under the shade of a Coolibah tree,
And he sang as he watched and waited till his billy boil,
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda, Waltzing Matilda,
You’ll come a Waltzing Matilda with me,
And he sang as he watched and waited till his billy boil
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

………………..

Down came a jumbuck to drink at that billabong
Up jumped the swagman and grabbed him with glee,
And he sang as he shoved that jumbuck in his tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda, Waltzing Matilda,
You’ll come a Waltzing Matilda with me,
And he sang as he shoved that jumbuck in his tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

…………………

Up rode the squatter mounted on his thorough-bred
Down came the troopers One Two Three
Whose that jolly jumbuck you’ve got in your tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda Waltzing Matilda
You’ll come a Waltzing Matilda with me
Whose that jolly jumbuck you’ve got in your tucker-bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

………………….

Up jumped the swagman sprang in to the billabong
You’ll never catch me alive said he,
And his ghost may be heard as you pass by that billabong
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Once a jolly swagman camped by a billabong,
Under the shade of a Coolibah tree,
And he sang as he watched and waited till his billy boil,
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda, Waltzing Matilda,
You’ll come a Waltzing Matilda with me,
And he sang as he watched and waited till his billy boil
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

………………..

Down came a jumbuck to drink at that billabong
Up jumped the swagman and grabbed him with glee,
And he sang as he shoved that jumbuck in his tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda, Waltzing Matilda,
You’ll come a Waltzing Matilda with me,
And he sang as he shoved that jumbuck in his tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

…………………

Up rode the squatter mounted on his thorough-bred
Down came the troopers One Two Three
Whose that jolly jumbuck you’ve got in your tucker bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda Waltzing Matilda
You’ll come a Waltzing Matilda with me
Whose that jolly jumbuck you’ve got in your tucker-bag
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

………………….

Up jumped the swagman sprang in to the billabong
You’ll never catch me alive said he,
And his ghost may be heard as you pass by that billabong
You’ll come a Waltzing Matilda with me.

Waltzing Matilda Waltzing Matilda
You’ll come a Waltzing Matilda with me
And his ghost may be heard as you pass by that billabong
You’ll come a Waltzing Matilda with me.e.

 

mais um verão SATA

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QUEM PREPAROU O VERÃO IATA DA AZORES AIRLINES?
A realidade é que não sei, se foi somente o Conselho de Administração ou se a tutela também esteve envolvida, mas não se percebe depois do que sucedeu o ano passado se volte a uma situação catastrófica.
São que se saiba 3 aeronaves no solo, sendo que duas não têm previsão de retomarem o serviço, segundo consta. Dizerem que ninguém pode prever situações como as presentes, tal é absurdo, é não ter um plano de contingência, o que é extremamente grave, e tal leva, a em cima da hora, a contratações de ACMIS, a custos muito mais elevados, e daí a perdas insuportáveis numa companhia aérea que já está há muito tempo com a corda no pescoço.
Preparem-se para voar em aviões “Charter”, aeronaves com muitos e muitos ciclos de voo, com situação energética ultrapassada, e qualidade de conforto por vezes muito inferiores ao que os A321 NEO, da Azores Airlines.
É só, mais um ano, a ver o valor de mercado de uma companhia aérea, já de rastos, a tornar-se em valor de mercado, lixo!
Esta é uma simples opinião pessoal, se alguém tiver outros conhecimentos e opiniões, contrárias, por favor ajudem-nos a perceber a verdade dos factos.
May be an image of text that says 'sata azores Airlines'
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Como a crucificação de Jesus foi introduzida na Bíblia

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Foto de perfil de Alexandre Xavier

Alexandre Xavier

A crucificação era aplicada a uma pessoa que não era romana, isso devido à humilhação pública que a punição promovia. Os primeiros relatos sobre a crucificação aparecem entre os persas e os fenícios. Segundo informações arqueológicas, há indícios de 17 piratas crucificados no porto de Atenas datado do século VII a.EC., essa informação foi disponibilizada pelo arqueólogo H.W Kuhn.

A evolução dessa punição pode ser percebida no ambiente romano, pois outras punições eram aplicadas pelos opressores romanos aos judeus, não só a crucificação. Podemos elencar; a tortura, a decapitação e o flagelo. Em alguns casos, aplicava-se o flagelo seguido da crucificação. O título colocado sobre a cabeça de alguém crucificado era denominado de “títulos crucis”, essa prática era comum. Suetônio relata isso em sua obra: “De Vita de Caesarum, Calígula”.

A crucificação deveria sempre acontecer em um local público, de preferência, alto e visível a todos. As estradas também eram bastante utilizadas para esse fim. Josefo no diz em sua obra; “Guerra dos Judeus”, sobre uma quantidade incontável de judeus crucificados por Tito, desde judeus revoltosos, até civis que estavam tentando fugir do local após a invasão romana ao território israelense.

Outro famoso escritor contemporâneo de Jesus, Filo de Alexandria, em sua obra “In Flaccum”, nos fala sobre a crucificação sendo usada pelos romanos como uma “simples” práxis voltada para o entretenimento, numa espécie de teatro covardemente trágico. Mas, voltemos a possível crucificação de Jesus. Os textos que falam sobre a crucificação de Jesus são tardios, no caso do evangelho de Marcos, algumas partes da trama, foi acrescentada posteriormente.

O texto de Marcos é identificado por muitos estudiosos, a saber; Bart D. Ehrman, Steven L. McKenzie como o evangelho que influenciou os evangelhos de Mateus e o de Lucas. Escrito em 70 ou 75 d.EC. Munidos dessa informação, estudiosos, como Charles C. Ryrie concluíram que o livro termina de maneira abrupta no versículo 8, suprimindo por completo os versículos 9-20. Assim sendo, essa parte final consistiria num aditamento.

Não menos importante, teólogos do II século, como; Justino Mártir, Irineu e Taciano concordaram com o acréscimo feito no evangelho em questão, tampouco intencionaram desfazer ou desconsiderar o complemento favorável à fábula de Jesus. Inclusive, nas bíblias; siríaca, latina e a copta, que já incluíam essa adaptação textual próximo da época dos teólogos acima mencionados.


  • O Apócrifo de Tomé, escrito em grego na década de 50 da nossa era, não fala de um Jesus crucificado, muito menos, divino.
  • A Primeira Carta aos Tessalonicenses, que muitos consideram escrita na década de 50, mas que consta informações da década de 70 d.EC., trata da ressuscitação de Jesus e da sua divindade.
  • A Carta de Primeiro a Coríntios, de Clemente de Roma, considerarado como amigo e discípulo de Paulo, não fala sobre a divindade de Jesus ou sobre sua crucificação. Ela está mais próxima do apócrifo de Tomé, que da Primeira Carta aos Tessalonicenses.
  • A fonte hipotética denominada de proto Marcos também não apresenta um Jesus divino ou crucificado.
  • O Papiro de Egerton, de 150 d.EC., no fragmento 1, há uma tentativa dos ouvintes de apedrejarem Jesus. Também não acrescenta uma crucificação como parte do enredo.
  • O Papiro de Oxyrhynchus 840, do século III, não nos traz um Jesus crucificado e, não deixa claro sobre a divindade deste.
  • No Talmude Babilônico é ponderado que ele foi inicialmente dependurado e, em seguida, um arauto saiu anunciando, 40 dias antes, a sua execução por apedrejamento.
  • Luciano de Samosáta – sátiro, teatrólogo e filósofo do segundo século, ridicularizava os cristãos, mas aceitava na possibilidade da crucificação de Jesus.

Enfim, quais certezas podemos ter sobre como Jesus teria de fato morrido? Seguramente, pouquíssimas garantias, isso, sem dúvidas, fora do escopo apresentado pelo livro religioso dos cristãos. Dessa forma, qualquer afirmação sobre como foi dada a sua morte e, demais aparatos possíveis, são apenas teorizações.

Como a crucificação de Jesus foi introduzida na Bíblia?

Pelos escritos de Paulo. Depois, aqueles que compraram as ideias paulinas trataram de replicá-las, sem qualquer constatação sobre o “ocorrido”, inclusive, esse é o caso do seu famoso discípulo, Clemente de Roma.

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