Justiça egípcia condena à morte apresentadora de TV Sarah Khalifa por tráfico de droga

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No Egito, um tribunal condenou à morte 12 pessoas, incluindo a conhecida apresentadora Sarah Khalifa, num caso de fabrico e tráfico de droga em larga escala. View on euronews

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Morreu Nuno Cardoso, um homem livre do Porto – ZAP Notícias

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Presidiu à autarquia entre 1999 e 2002. Fez sempre da autonomia do Porto uma bandeira de toda a vida pública. Numa das últimas campanhas, resumiu-a numa frase: “Lisboa centralista não quer um homem livre no Porto”. Tinha 64 anos. O antigo presidente da Câmara Municipal do Porto Nuno Cardoso morreu esta noite, aos 64 anos, no Hospital de Santo António, no Porto, vítima de doença prolongada. A morte do antigo presidente da Câmara Municipal do Porto foi avançada pelo Jornal de Notícias e confirmada por fonte próxima do ex-autarca. Nuno Magalhães da Silva Cardoso nasceu no Peso da Régua, a

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o progresso a chegar ao Corvo Polícia Marítima apreende cocaína na orla marítima do Corvo – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

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Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi – Pensa960

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Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi (25/04/2026) Os apologistas do Islã costumam usar alguns artifícios para mostrar aos Cristãos que o Islã …

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90 anos NORBERTO ÁVILA

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Norberto Ávila (Angra do Heroísmo, 1936 – Lisboa, 2022) foi provavelmente o dramaturgo português mais traduzido e levado a palco em Portugal e no estrangeiro: foi autor de 30 peças de teatro, a que se somam um de poesia, três romances e um livro de contos. Foi também condecorado pelo Presidente da República e pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores. No entanto, quem sabe quem foi este homem sereno e afável?
Morreu sozinho, e pouco tempo depois os seus papéis apareceram à venda na «net», não se sabendo quem os surripiou. Paulo Enes da Silveira, seu amigo, comprou aqueles que conseguiu, e deles resgatou um conjunto de contos inéditos que reuniu e publicou sob o título NEVOEIRO E OUTROS CONTOS (Companhia das Ilhas, 2025).
Em jeito de comemoração dos 90 anos do nascimento do escritor, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo acatou a proposta de Paulo Enes da Silveira e organizou uma sessão de apresentação pública daquele livro póstumo, que se realizará no próximo dia 9 de Setembro no Salão Nobre dos Paços de Concelho.
É para ela que aqui deixo o convite e demais informações úteis. Norberto Ávila gostaria muito de ver a casa cheia…

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The worst places on Earth for your flight to declare an emergency – AOL

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A trip to the Azores can be just the ticket – though this does tend to hinge on it being your planned destination. That wasn’t the case for the 222 passengers aboard SWISS LX9, whose flight from Chicago to Zurich last week had to make an emergency landing on Terceira, one of the Azores islands, after a chemical smell was reported onboard.

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Sismo nos Açores causa destruição e morte

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Da edição de 2 de setembro de 1926, quinta-feira, n. 207

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A QUEBRA DO TURISMO NOS AÇORES

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Esta gente ainda não percebeu que a causa principal da queda do turismo nos Açores, se deve à sua ganancia aos preços pornograficos que praticam???Esta gente ainda não percebeu que a causa principal da queda do turismo nos Açores, se deve à sua ganancia aos preços pornograficos que praticam???May be an image of newsagent and text

LUIS NEVES, MAI, O PREDESTINADO

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O limite da decência já tinha sido ultrapassado quando Luís Neves ainda andava pela Polícia Judiciária a fazer campanhas políticas, a transformar operações policiais em instrumentos de promoção pessoal e a deixar pelo caminho investigações importantes, destruídas por decisões cujos motivos só ele poderá esclarecer.
Agora foi ultrapassado o limite da falta de vergonha.
Luís Neves não se considera um simples ministro. Considera-se um predestinado. O homem quer ser Presidente da República, imagina-se uma espécie de salvador nacional e fala como se Portugal tivesse recebido um polícia por graça divina. A Polícia Judiciária foi o palco, o Ministério da Administração Interna é apenas mais um degrau e Belém será, na sua cabeça, a recompensa natural por décadas a posar diante das câmaras.
E está predestinado, de facto. Resta saber qual será o destino dessa predestinação: uma reforma dourada, protegida pelos amigos do regime, ou uma cela no Estabelecimento Prisional de Évora.
O homem que afirma que «sem provas não há acusação, há difamação» aproveitou o mesmo discurso para acusar pessoas que não identificou de agirem por inveja e falsidade. Não apresentou nomes. Não apresentou factos. Não apresentou provas. Conhece as pessoas, diz ele, mas haverá «um tempo próprio para tudo».
Para Luís Neves, uma acusação sem provas é difamação quando é dirigida contra si. Quando é ele a acusar, transforma-se misteriosamente em informação reservada de um grande estadista.
Depois veio a explicação sobre os bens apreendidos. Carros, televisores, sofás e equipamento de ginásio foram colocados ao serviço da Polícia Judiciária. Luís Neves diz que aplicou a lei e apresenta o assunto como se tivesse descoberto uma fonte gratuita e inesgotável de património para o Estado.
Não descobriu.
A utilização de património apreendido não é gratuita. A lei admite a utilização operacional provisória de determinados bens, mas exige declaração de utilidade operacional, despacho fundamentado, registo do estado de conservação, comunicação às autoridades competentes, notificação dos interessados e avaliação para eventual indemnização.
O bem apreendido ainda não pertence necessariamente ao Estado. Continua a existir um proprietário e continua a existir a possibilidade de aquele património ter de ser restituído.
Se o titular for absolvido, ou se o bem não vier a ser declarado perdido, o Estado poderá ter de indemnizar a sua utilização e desvalorização. Quem paga não é Luís Neves. Somos nós.
Se o bem for declarado perdido a favor do Estado, também não apareceu dinheiro do céu. Cada quilómetro feito num automóvel, cada ano de utilização de uma televisão e cada desgaste de equipamento reduz o valor de um bem que o Estado poderia vender. Pode haver situações em que a utilização operacional compense essa perda, mas isso tem de ser demonstrado através de critérios objectivos. Não basta o director da PJ declarar que decidiu bem e exigir que o país aplauda.
A pergunta não é apenas se a lei permite utilizar bens apreendidos. A pergunta é quem autorizou cada utilização, com que fundamento, para que finalidade, por quem, durante quanto tempo, com que custos, com que quilometragem, com que depreciação e com que vantagem efectiva para o Estado.
Luís Neves fala em mais de 800 viaturas e outros bens. Muito bem. Então publique-se a lista. Publiquem-se os despachos de utilidade operacional, as avaliações, os registos, os utilizadores, os custos de manutenção, os destinos finais e as indemnizações pagas.
Isso seria transparência.
Subir a um púlpito, proclamar que possui um legado «à prova de bala», chamar invejosos aos críticos e recusar identificar os alegados mentirosos não é transparência. É apenas a arrogância de um homem que passou demasiado tempo a mandar numa polícia e começou a acreditar que também manda na verdade.
Luís Neves acha-se predestinado. Talvez esteja certo. Agora é preciso descobrir para quê.

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