este sentiu-se bem

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eram 18:08 e a casa tremeu, senti a cadeira e estranhei, olhei para o candeeeiro do hall de entrada e durante minutos largos parecia um pêndulo, mas foi silencioso. Hà muito que não sentíamos nada.

Um homem de 69 anos na Dinamarca tomou um pequeno gole de um coco comprado em uma loja e teve morte cerebral clínica cerca de 30 horas depois. A água de coco tinha um gosto ruim, então ele engoliu apenas uma pequena quantidade. Quando ele abriu, o i – Quora

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They moved to Australia. Years later, they developed an unexpected condition

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Moving abroad can bring unexpected changes. For some, the effects can take years to appear.

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Australians were getting this vaccine for free.covid a 180$ Now they could pay up to $180 | SBS News

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It comes after an immunisation program shake-up, with providers now able to set the price at their discretion.

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Agente de IA da Anthropic enviou à polícia uma denúncia falsa de homicídio – ZAP Notícias

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Um modelo de IA da Anthropic, posto a navegar à sorte em vários sites durante um teste, fingiu ter informações sobre um crime real e denunciou um suspeito inexistente à polícia de Filadélfia.A empresa levou dois meses a dar conta do caso. É mais um episódio na saga dos agentes IA lançados à solta a fazer estragos. Um modelo de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic enviou à polícia de Filadélfia uma pista inventada sobre um homicídio por resolver. O caso foi revelado na sexta-feira pela polícia de Filadélfia, que criticou a empresa por ter demorado dois meses a comunicá-lo. A

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PICO A SAÚDE QUE NÃO TEMOS(promessas, parole, parole, parole…

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A Saúde que (não) temos
Ao descer o alto da Terra Alta, pelo lado norte, a Montanha despontou, ao longe, vestida de cinzento escuro, acompanhando a tristeza da despedida.
Se lá houvesse cuidados de saúde satisfatórios ficaria mais algum tempo. Mas, com a chegada do inverno, é mais prudente regressar a São Miguel porque os recursos são maiores, caso haja situações adversas imprevistas, que nunca se deseja.
É óbvio que todos temos um fim em data desconhecida, mas é minha convicção de que lutar pela saúde e pelo bem-estar é um desígnio que deve obrigar todos, individual e coletivamente, a tudo fazermos para viver dignamente.
Este é um tema de referência frequente a quem vive na Ilha do Pico.
Na memória de muita gente que vive mais longe da Fronteira com o Faial, ainda está presente a promessa feita pelos governantes da época, aquando da abertura do novo Centro de Saúde de São Roque do Pico, em 1996. Anunciou-se, em vão, que seria uma unidade com as valências de Maternidade, consultas de especialidade e equipamentos básicos de análise e diagnóstico para impedir deslocações ao Hospital da Horta. Foi por isso dotado de equipamentos destinados à Telemedicina, o que beneficiaria muito os serviços prestados à população picoense.
O certo é que a Telemedicina de que tanto se esperava nunca funcionou. Os equipamentos foram-se deteriorando dentro dos caixotes e ninguém questionou nem se responsabilizou pelo fracasso do prometido serviço.
Com a abertura do Novo Centro de Saúde da Madalena decidiu-se alterar a gestão dos equipamentos existentes nos três Centros de Saúde e concentrar-se o internamento e o serviço de análises no novo edifício. Desde então os outros dois Centros perderam valências e passaram a oferecer, após protestos da população, muito precários serviços de urgência. De tal forma que muitos utentes daqueles concelhos, cientes da deficiente resposta em casos mais graves, dirigem-se diretamente ao CS da Madalena, sobrecarregando o serviço.
Por falta de verbas, a USIP impede muitos picoenses de, em tempo útil, acederem a exames de ecografia. Em agosto último, mais de um milhar de picoenses aguardava autorização para efetuar aquele exame no único laboratório privado sediado em São Roque.
A situação é de tal forma inusitada que, segundo fonte da USIP, os doentes internados no CS da Madalena têm de deslocar-se, via marítima, ao Hospital da Horta para efetuar aquele exame. Não admira, pois, que especialistas de Medicina Geral e Familiar pensem maduramente em concorrer às três vagas abertas pela USIP.
A falta de credibilidade dos serviços de saúde na Ilha do Pico é um lamento constante a que se associa, protestos e desconfianças sempre que alguém é obrigado a deslocar-se ao Hospital da Horta (HH) para cuidados diferenciados, por mais simples que sejam. Ouve-se relatos de casos mal sucedidos em determinadas especialidades, que deviam obrigar as autoridades a inquirirem da qualidade desses atos médicos. Individualmente, os doentes muito raramente reclamam por não conseguirem obter uma segunda opinião. Só quando se deslocam fora é que são elucidados por outros clínicos do mal que lhes foi feito.
Muitos utentes, devido à idade e à gravidade da doença, aceitam o infortúnio. Ou porque temem represálias, ou porque não sabem como recorrer a quem de direito.
Até 2023, o Serviço Regional de Estatística dos Açores, publicou, anualmente, o número de profissionais e respetivos atos médicos por especialidades, efetuados nos Hospitais e Centros de Saúde. Desde essa data, há um silenciamento quase total, limitado apenas ao número de consultas presenciais e teleconsultas o que é manifestamente redutor, pois dificulta a análise da situação e das respostas que deviam ser implementadas.
Há, todavia, uma amostra diária comprovada pelo elevado número de utentes que têm de deslocar-se ao HH. Só isso, bastaria para alterar a organização dos serviços de saúde nas Ilhas Pico-Faial, se o governo fosse coerente com a condenação do centralismo insular.
A par de tudo isto, também há quem defenda que o Hospital da Horta não se justifica dado servir uma população demasiado reduzida – menos de 35 mil pessoas. Esta opinião foi-me expressa por um cardiologista do HDES e julgo que terá seguidores na classe médica, dada a dificuldade de encontrar clínicos para pequenos hospitais e unidades de saúde.
Muitos picoenses, cientes da qualidade do serviços prestados em algumas especialidades pelo HH, decidem deslocar-se ao continente ou a São Miguel. As despesas são idênticas – dizem – e as respostas, substancialmente melhores.
Perante este cenário, há uma parte significativa da população do concelho das Lajes que defende ser um erro construir um novo Centro de Saúde. A oferta de serviços será precária e não garantirá, se a situação atual se mantiver, a credibilidade e confiança necessárias à população. Esses cidadãos propõem que se gaste o dinheiro em equipamentos mais reprodutivos, que fixem jovens e migrantes e se melhore os cuidados à população idosa.
Ainda recentemente foi anunciado o processo de construção do futuro Centro de Saúde da Ribeira Grande, concelho com população jovem que, juntamente com o concelho do Nordeste ronda as 40 mil pessoas.
As valências previstas são semelhantes às do CS da Madalena o que não beneficia os utentes do lado norte da Ilha de São Miguel. Exigia-se que houvesse coragem para descentralizar do HDES a prestação de cuidados diferenciados, mas optou-se, por falta de coragem em contrariar o poderoso “status quo”, em deixar tudo como está (mal!) e não reformar o Serviço Regional de Saúde.
A saúde é um bem precioso com implicações pessoais, familiares, sociais e económicas. Limitar as políticas de saúde à construção de novas instalações sem melhorar e reformar os cuidados prestados é manter tudo na mesma.
O tema merece uma séria, profunda e aberta reflexão com os diversos agentes sociais e a população em geral, para que, também neste setor, o bem-estar chegue a todos, em todas as ilhas.
Ponta Delgada, 01/10/2026
José Gabriel Ávila
jornalista c.p. 239 A

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SIC Notícias – Sismo de 3,7 sentido na ilha de Santa Maria, nos Açores | Facebook

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Tempestade Hanna perde intensidade mas deverá afetar na mesma os Açores – SIC Notícias

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O IPMA ressalva que, “apesar do seu enfraquecimento” a tempestade deverá “afetar o arquipélago dos Açores, condicionando o estado do tempo em todas as ilhas, com precipitação por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada”.

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Alerta falso de IA quase levou Estados Unidos a intercetar navio chinês – Notícias ao Minuto

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As Forças Armadas norte-americanas estiveram perto de intercetar um navio chinês no Médio Oriente com base num relatório de informações incorreto, produzido com recurso à inteligência artificial (IA), reportou a emissora CNN.

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Lack of competition sends TAP fares for Azores soaring – Portugal Resident

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Lack of competition sends TAP fares for Azores soaring; Businesses call for ‘analysis of air fares’ charged by Azores Airlines and TAP

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CEO da OpenAI: “O mundo está certo em ter medo de IA” – Notícias ao Minuto

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O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, admitiu que há bons motivos para ficarmos receosos com o impacto que a Inteligência Artificial desregulada pode ter no mundo em que vivemos.

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Alerta em Espanha: agente IA acedeu a faturas. OpenAI teve mais casos de IAs “rebeldes” – ZAP Notícias

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É o primeiro ciberataque autónomo com IA conhecido no país. AEPD explica porque é que um agente IA é muito mais perigoso do que um simples chatbot como o ChatGPT. A Agência Espanhola de Proteção de Dados (AEPD) recebeu a primeira notificação de uma violação de dados pessoais em que o ataque terá sido executado por um agente de inteligência artificial (IA). O sistema usou um conhecido modelo de linguagem e conseguiu procurar vulnerabilidades, entrar numa aplicação e aceder a informação sensível de forma autónoma, segundo o comunicado da AEPD emitido esta semana. Segundo a notificação entregue pela organização afetada,

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