alexandre o´neill

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♪ ♫ ♫ ♪ … ♫
(…)
Porque não há
Padarias que em vez de pão nos dêem seios
Logo p’la manhã?
(…)
Alexandre O’Neill, in “No Reino da Dinamarca”
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  • Albino Matos

    Para a frente, para cima,
    Despontam, alegres, os teus seios.
    Vitoriosos já,
    Mas não ainda triunfais…

calçada do gigante

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SINGULARIDADES GEOMORFOLÓGICAS DE STA MARIA
Maior extensão de disjunçoes colunares dos Açores!
Escoada lávica espetacular em feição de disjunções prismáticas- autêntica “Calçada do Gigante” (Sul de Sta Maria)

Foto: José Melo

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Maior extensão de disjunçoes colunares dos Açores! Escoada lávica espetacular em feição de disjunções prismáticas- autêntica “Calçada do Gigante” (Sul de Sta Maria)
Foto: José Melo
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Povo chinês em luto por Jiang Zemin | Revista Fórum

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Prédios públicos estão com bandeira nacional da República Popular da China a meio mastro em respeito à morte do ex-presidente, também há salões de luto no país e em embaixadas e consulados no exterior

Source: Povo chinês em luto por Jiang Zemin | Revista Fórum

“A maioria das entidades dos Açores com sistemas próprios de computação não está devidamente preparada para ataques cibernéticos” – Correio dos Açores

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Source: “A maioria das entidades dos Açores com sistemas próprios de computação não está devidamente preparada para ataques cibernéticos” – Correio dos Açores

O FECHO NOTURNO DO Aeroporto de Santa Maria

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✈️ Aeroporto de Santa Maria
https://www.facebook.com/1680548662/videos/pcb.10218566576430551/1449444035545160
0:06 / 9:13
https://www.facebook.com/1680548662/videos/pcb.10218566576430551/5684389731642132
0:10 / 2:07
https://www.facebook.com/1680548662/videos/pcb.10218566576430551/1845497102513754
0:00 / 2:00
✈️📍 Aeroporto de Santa Maria – Sobre a abertura noturna
▶️ “O aeroporto de Santa Maria passou a encerrar das 00:00 às 06:30 da manhã, porque desde 2006, quando a ANA Aeroportos ainda era pública, percebeu que esta operação dava prejuízo e o Governo Socialista de então decidiu assumir parte dos custos. O problema começa a nascer quando a ANA Aeroportos envia faturas ao governo regional de então e este não cumprindo o acordado não pagou a sua parte. “
Para ver:
👇🏼
Audição ao Presidente Executivo da ANA VINCI, Thierry Ligonnière, dividida em 3 rondas.
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MORREU HÁ 10 ANOS

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Hoje assinala-se uma década sem Manuel Ferreira (1916–2012). O jornalista, escritor, biógrafo e historiador, autor de mais de três dezenas de publicações, entre elas o icónico conto açoriano «O Barco e o Sonho», continua bem presente na minha memória, “alto como as estrelas, livre como o vento”.
Estas duas fotografias, da autoria de José António Rodrigues, pertencem ao arquivo da Publiçor e foram recentemente partilhadas comigo pelo major-general José Alfredo Ferreira Almeida, que teve o privilégio de acompanhar o trabalho do pertinaz defensor da autonomia e da açorianidade e com quem tenho vindo a trocar impressões sobre aquele período áureo.
Urbano Bettencourt, Maria João Ruivo and 28 others
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Santos Narciso

O grande jornalista e escritor Manuel Ferreira morreu há dez anos, era 1 de Dezembro de 2012. Recordo-o aqui com aquilo que escrevi no Correio dos Açores no dia 29 de Janeiro de 2016, no centenário do seu nascimento.
Pouco tempo antes da inesperada morte de Mário Mesquita, tínhamos conversado sobre a ideia de uma grande homenagem pública à memória de Manuel Ferreira. Pensava Mário Mesquita constituir uma Comissão para levar a efeito esta homenagem, para a qual me convidava, estando também a pensar na edição de um livro sobre o escritor. Com a morte de Mário Mesquita, nunca mais ouvi falar no projecto.
Fica aqui, em jeito de homenagem, o que escrevi em 2016.
Pedras para o Templo
Não! Não é apenas o título de um dos mais marcantes livros de Manuel Ferreira! Um livro em que ele quis condensar os mais marcantes editoriais que escreveu nos anos sessenta e setenta do século passado, aqui, neste “Correio dos Açores” de que, em dois períodos distintos, foi Chefe de Redacção. Manuel Ferreira, cujo centenário de nascimento está a decorrer este ano, desde o dia 29 de Janeiro, é ele mesmo uma “Pedra para o Templo” desta catedral de sonhos e lutas que é a Autonomia dos Açores.
Os editoriais de Manuel Ferreira não se mediam por parágrafos! Contavam-se por números, escarrapachados, a romano, a duas colunas, de alto abaixo, a abrir a primeira das duas ou quatro páginas que era o “seu jornal”, um lençol de papel, com cheiro de tinta fresca, quando ainda pontificava a tipografia à moda de Gutenberg, prova de galeão e prova repetida de página, batida a soco, húmida de água e suor de horas de composição, letra a letra, com o carinho de quem amassava o pão da opinião e a força da cultura que a tecnologia de hoje remeteu para honras de museu.
Manuel Ferreira quando agarrava num assunto, jamais dele se afastava. Ia até às últimas consequências. Era brusco, severo e de difícil trato, mas para ele, os ideais não se compadeciam com “paninhos quentes”.
Entrei no “Correio dos Açores” em 1973, levado pela mão de Ruy-Guilherme de Morais. Encontrei Manuel Ferreira e Gustavo Moura, todos os dias à noite, porque fechar o jornal antes da meia-noite, era milagre que raramente acontecia. Manuel Ferreira fez com que eu me “enfarinhasse” nas questões políticas e sociais de então, lendo, recortando e arquivando muito daquilo que ele e seus colaboradores escreviam. E posso aqui citar: Engenheiro Costa Matos, Dias de Melo, Branco Camacho, Deodato Magalhães, e tantos outros, para além de Ruy-Guilherme e Gustavo Moura.
Com Manuel Ferreira passei a noite do 25 de Abril no jornal: lembro-me, às tantas da noite, a aflição do Dr. Ernesto Macedo, o último censor, porque o jornal não tinha ido à censura… Manuel Ferreira, com aquele brilho que qualquer triunfo dava ao seu olhar, apenas lhe disse, mais ou menos isto: “ Nem hoje, nem nunca mais; a censura acabou. Você está despedido”.
Mais do que jornalista de casos, Manuel Ferreira era um jornalista de causas e como tal, com a sua inconfundível verve, tornou-se um temível polemista, como eu jamais vi outro. Sem querer ser exaustivo, cito apenas algumas das sua célebres intervenções, durante semanas ou meses, sobre temas quentes da actualidade então, com Agostinho Sá Vieira, Carreiro da Costa, Cândido Pamplona Forjaz, ou mesmo com seu cunhado e outro grande jornalista e homem de cultura que foi Luciano Mota Vieira, com quem debateu ao longo de meses, no início dos ano setenta, a questão de aterrar ou não o portinho da Calheta para o prolongamento da Avenida.
Manuel Ferreira saiu do Correio dos Açores numa época conturbada e de deriva ideológica que, filtrada à distância, talvez tenha sido a causa de o jornal ainda hoje estar vivo. Fiel a Gustavo Moura, foi colaborador do “Açoriano” durante alguns anos, mas, sempre que editava mais um livro, aí estava ele na redacção do Correio dos Açores para o entregar.
O sonho da Autonomia dos Açores, da libertação de amarras e de colonialismo, deve muito a Manuel Ferreira. Ele foi “pedra para o templo”, pela força da palavra, pela garra e pelo indomável amor que nutria por estes calhaus; ele é ainda hoje esteio seguro de que há vozes que não morrem neste brado imenso de quem se considera “alto como as estrelas e livre como o vento”.
Santos Narciso
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  • Roberto Rodrigues

    O retrato incompleto de um Homem de um só temor. o da luta que faia sua .
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  • Miguel Simas

    Caro Narciso parabéns pelo texto. Nunca tinha visto uma fotografia escrita à mão tão bonita! Importas que partilhe?
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Hilarious Photos Taken at the Supermarket

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Hilarious Photos Taken at the Supermarket While most people see shopping as yet another mundane task to tick off the daily routine list, these individuals had another thing coming — and in all honesty, we are all for that approach. If you are going to do something, why not make the best out of it? […]

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Palavra mais longa da língua portuguesa tem 46 letras; Você sabe qual é?

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Você sabe qual é a maior palavra da língua portuguesa registrada em dicionário? pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Registrada em 2001 pelo dicionário Houaiss,…

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