Professor português reconhecido no Canadá

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Um professor português de antropologia a lecionar numa universidade canadiana foi reconhecido pela Real Sociedade do Canadá, uma das mais altas distinções científicas atribuídas a jovens investigadores no país.

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açores há 75 anos

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João Silveira shared a post.

#282/365
Há 75 anos atrás…

https://www.facebook.com/pcbpereira/videos/2742493599110253/
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Paulo Pereira

#282/365
Há 75 anos atrás…

o silêncio dos inocentes

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“Não tem interesse apurar se a Alienação Parental é uma síndrome. Esta questão é falaciosa e inútil, perante a enormidade do sofrimento dos pais e avós que perderam para todo o sempre as suas crianças. E perante o sofrimento e a mutilação social e familiar das crianças em causa.”
e repito:
“…perante a enormidade do sofrimento dos pais e avós que perderam para todo o sempre as suas crianças. E perante o sofrimento e a mutilação social e familiar das crianças em causa.”
e repito:
“…perante a enormidade do sofrimento dos pais e avós que perderam para todo o sempre as suas crianças. E perante o sofrimento e a mutilação social e familiar das crianças em causa.”

OBSERVADOR.PT
Não tem interesse apurar se a Alineação Parental é uma síndrome. Esta questão é falaciosa e inútil, perante a enormidade do sofrimento dos pai…

Colonial Australia’s foundation is stained with the profits of British slavery | Paul Daley | World news | The Guardian

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A dive into the hidden histories of Australia’s early settlers shows the country wasn’t just built on the sheep’s back

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ainda o caso das autarquias vs cientistas

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Partilha-se parte do artigo do Diário de Notícias, onde chego à conclusão que não é só a Câmara Municipal da Praia da Vitória, mas é também o Partido Socialista que entende que eu, e a ciência, devem ser levadas a tribunal e a pagar 250 000 euros. Se eu estiver errado, devo pagar, mas se a ciência não estiver feita, quem pagará? Nunca pensei que um partido, históricamente defensor da liberdade, fosse creacionista e chegasse ao ponto de querer que um tribunal julgue se afirmações “têm ou não têm sustentação científica suficiente”. Não lhes basta ter alguma razão ou dúvida, tem que ser suficiente, como se a verdade absoluta alguma vez tivesse existido, mesmos nas ciências mais duras. Se não é ciência que está em causa, onde anda a liberdade de expressão?
A imagem é de uma situação semelhante, de contaminação escondida durante décadas, que ocorreu no Japão e a manifestação ocorreu em Okinawa. E que tal se lessem alguma coisa sobre esse e outros problemas semelhantes que ocorrem, especialmente, nos Estados Unidos.
A postura é exclusivamente socialista, pois o voto de protesto foi aprovado pelo BE, CDS, PCP, PPM e PSD, mas rejeitado pela maioria do PS, o que implica que o Governo também concorda com isso. Não é uma coisa de direita ou esquerda, é uma coisa, até agora, exclusiva dos socialistas açorianos, mas não significa que não cresça para outros níveis.

“A maioria socialista chumbou, por outro lado, um outro voto de protesto apresentado pelo CDS, contra a atitude “persecutória” da Câmara Municipal da Praia da Vitória, na ilha Terceira, que apresentou uma queixa em tribunal contra o investigador Félix Rodrigues, por alegada “difamação” a propósito de denúncias sobre a contaminação de aquíferos na ilha Terceira.

“A cobardia política de Tibério Diniz [autarca socialista da Praia da Vitória] fica bem desmontada na perseguição que faz a um cidadão honrado, da sua terra, um cientista reconhecido, regionalmente, nacionalmente e internacionalmente”, apontou o dirigente centrista Artur Lima, acusando a autarquia de ter uma atitude “pidesca”.

Mas André Bradford, líder parlamentar socialista, entende que a queixa apresentada pelo autarca socialista da Praia da Vitória, não tem nada de persecutório, uma vez que a lei lhe confere essa possibilidade.

“O PS percebe que assiste à Câmara Municipal da Praia da Vitória o direito de exercer a prorrogativa de perguntar ao tribunal se não concorda que as opiniões manifestadas não têm sustentação científica suficiente e prejudicam a imagem do concelho da Praia e os praienses”, esclareceu o dirigente socialista, considerando que “não há aqui nada de pidesco” ou “antidemocrático”.

O voto de protesto do CDS acabou chumbado, apenas com os votos contra do Partido Socialista, apesar do apoio dos restantes partidos com assento parlamentar (PSD, BE, PCP e PPM).”.

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FÉLIX RODRIGUES é incómodo?

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Numa multidão de palavras não faltam trangressões.
Acho estranho que quando não estou presente no Parlamento Açoriano o meu nome possa fazer parte de piadas mais ou menos jocosas nos “à parte”.
Foi o caso do “à parte” do deputado Francisco César que decidiu a meio de uma discussão sobre seca mandar a “boca” da arqueologia.
Ora, a arqueologia desenterra o passado. Eu analiso o que está presente, e se isso me leva para o passado, é apenas resultado do processo de racionalização, talvez porque penso.
De facto se penso, logo existo, tal como Descartes o afirmou.
O que não acho de forma nenhuma adequada é que se possa brincar com o nome de um cidadão comum numa Assembleia representativa do povo, especialmente quando tal nada tem a ver com o assunto em discussão.
A imagem é de uma pedra. Há uns que veêm apenas uma pedra partida. Não há problema nisso, pois toda a gente a vê praticamente da mesma forma. Se eu vejo algo mais é porque consegui acrescentar algo para além do óbvio. Isso não é compatível com visões reducionistas equivalentes aos “à partes” e um objeto não é apenas o que ali está, é também a sua compreensão.
Há física para além do olhar.

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Joao Cabral Esta atitude do deputado quase que pode ser considerada normal, já que é oriunda de uma família que pensa que os Açores são propriedade pessoal, ostentando o respetivo “sangue azul”.
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António Resendes replied2 Replies8 mins
Judite Jorge Caro Professor Félix, levo.

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António Resendes Prof. Félix Rodrigues, não estará a valorizar atos de gente que não tem qualquer valor, que não são nada? Não conheço esse homenzinho ( Francisco César) nem nunca tinha ouvido falar em tal nome. Não será mais um daqueles indivíduos sem qualquer qualificação, sem cultura, e que um dia optou por uma via mais fácil, face à falta de instrução: filiar-se num partido e tentar a sua sorte. Esta assembleia regional é um verdadeiro ninho desse tipo de pessoas.
Para concluir. Se a inveja mantasse, o Prof. Félix Rodrigues já não estaria neste mundo, entre nós.
Abraço
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Ilha de Santa Maria. Ascensão e queda da pequena América – Renascença

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Um aeroporto mudou a vida de uma ilha, fê-la crescer até ao primeiro mundo. Chegou a ser preciso uma carta de chamada para lá entrar, tal como o visto para os EUA. Mas, assim que a II Grande Guerra acabou e a tecnologia da aviação mudou, voltou a ficar perdida no meio do Atlântico.

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presidente Marcelo e a tampinha

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Henrique Levy shared a video.

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A República das tampinhas…🤣

A República das tampinhas…🤣

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Marcelo a fazer coisas

Marcelo juntando tampinhas.

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Marcelo a fazer coisas

Marcelo juntando tampinhas.

Expresso | Estudo revela que os Açores já eram habitados há 1000 anos

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Cientistas portugueses dataram por carbono-14 material vulcânico na ilha Terceira, acumulado durante séculos em sulcos de rodas no solo rochoso

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2 mil anos depois, a rede de estradas romanas continua a gerar riqueza

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D VIOLANTE DO CANTO

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Francisco Miguel Nogueira shared a post to the group: Açores 360.

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Jornal da Praia

21 hrs

JP | EFEMÉRIDE

Há exatos 435 anos, a 17 de agosto de 1583, D. Violante do Canto, ilustre Dama terceirense, embarcou rumo a Madrid por ordem de Filipe II. D. Violante fora uma defensora de D. António Prior do Crato.
D. Violante do Canto nasceu em Angra, em agosto de 1556. Era filha de João da Silva do Canto e de D. Isabel Correia. Foi entregue com um ano de idade ao cuidado de Simoa Monteira, que lhe deu uma formação adequada à sua condição social, que passou também pelo ensino da escrita e da leitura. Ainda jovem e solteira, em 1577, com a morte do pai, tornou-se herdeira de uma grande fortuna e do vínculo instituído por seu avô paterno, Pero Anes do Canto, o primeiro Provedor das Armadas dos Açores. Assim, D. Violante era descendente de uma família fundamental nos primórdios do povoamento insular.
Pero Anes do Canto nasceu em Guimarães, por volta de 1472/73. A tradição afirma que era descendente de Eduardo de Inglaterra, o Príncipe Negro. Em 1510, casou com Joana de Abarca, filha de Margarida Álvares Merens e Pero de Abarca, sobrinha de Maria de Abarca ou Corte Real, mulher de João Vaz Corte Real, 1º capitão-donatário de Angra. Este casamento, que durou apenas catorze meses, deixou descendência, António Pires do Canto, segundo Provedor das Armadas das ilhas. Em 1517, Pero Anes do Canto casou-se com Violante da Silva, filha de Duarte Galvão, cronista-mor do reino e de D. Catarina de Meneses e Vasconcelos, o qual durou apenas 23 meses. Deste casamento nasceu João da Silva do Canto, o pai de D. Violante do Canto.
Pero Anes do Canto deve ter vindo para a Terceira por volta de 1505, primeiro como escrivão do Mestrado de Cristo e do visitador Vasco Afonso. Passou pelo Norte de África, sendo então agraciado como cavaleiro fidalgo da Casa Régia. Iniciou então um processo de construção patrimonial nos Açores que o levou, em 1546, a ser considerado como o mais o poderoso fidalgo dos Açores. Nomeado Provedor das Fortificações, Pero Anes do Canto foi o responsável pelo início da construção da linha de Fortes da Terceira, posteriormente reforçada, e que foi essencial à defesa da ilha durante os séculos seguintes. Combateu ainda piratas e corsários nos mares dos Açores e, por tudo isso, foi nomeado o primeiro Provedor das Armadas e Naus da Índia em todas as ilhas dos Açores. A partir de então, Pero Anes do Canto enfrentaria dificuldades devido à falta de recursos da Coroa nas ilhas, mas não desistindo dos seus objetivos. Pero Anes do Canto morreu em 1556. O seu primogénito, filho do primeiro casamento, António Pires do Canto, tornou-se o segundo Provedor das Armadas. Já João da Silva Canto, que nascera a 10 de março de 1518, prestou serviços à Coroa em Ceuta, entre os anos de 1546 e 1548, pelos quais recebeu a comenda da Ordem de Cristo da igreja de Coja.
João da Silva Canto, quando regressou à Terceira, exerceu as funções de capitão-mor das Armadas nas ilhas, de provedor da fazenda e também das fortificações, chegou a substituir temporariamente o irmão como Provedor das Armadas, cargo que ocupou novamente aquando da morte de António Pires do Canto e por menoridade do sobrinho, Pedro de Castro do Canto. João da Silva do Canto casou-se com D. Isabel Correia, acumulando uma imensa fortuna, com bens móveis e imóveis, espalhados pela Terceira, S. Jorge, Faial e Pico. Da esposa herdou algumas terras em S. Miguel. Além disso, contribuiu para o bem da comunidade e das instituições da época, intervindo no processo de construção da nova Sé de Angra e foi também fundador, doador benemérito e provedor da Misericórdia. João da Silva do Canto cedeu as casas e a igreja onde se fundou o Colégio dos Jesuítas e foi devido à sua ação que se iniciou a construção do cais do Porto das Pipas.
D. Violante do Canto herdou uma grande fortuna em 1577 e quando, em 1580, o Cardeal D. Henrique morreu, D. António foi aclamado Rei, vindo para a Terceira, D. Violante apoiou-o financeiramente, sendo uma das mais importantes incentivadoras à causa do Prior do Crato, sustentado as tropas anglo-francesas estacionadas na ilha. Durante três anos os terceirenses se bateram como defensores da independência de Portugal. Em 1583, a Terceira foi subjugada pelos espanhóis e D. Violante, por ordem de Filipe II partiu a 17 de agosto de 1583 com D. Álvaro de Bazan, rumo a Madrid. À hora do embarque, D. Violante dirigiu-se para o lugar da Prainha, acompanhada por duas damas, cinco aias e vinte e um criados entre outros escudeiros, sendo ali esperada pelas principais autoridades de Angra, num estrado alcatifado e construído de propósito para o embarque. Ao pôr D. Violante o pé na escada do navio ouviu-se uma salva dada pela nau, acompanhada por todos os navios da armada.
Em Espanha, D. Violante foi encerrada em dois mosteiros, em Cadiz e Jaem e posteriormente obrigada a casar a 1 de abril de 1585 com Simão de Sousa de Távora, voltando a Portugal. Morreu em Lisboa, a 17 de novembro de 1599. Os seus bens vinculados foram herdados por Manuel do Canto de Castro, neto de António Pires do Canto, irmão de seu pai, assim nasceu, segundo as crónicas, a Caza maior das ilhas. Os restantes bens foram entregues à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a várias outras instituições pias.
Atualmente a sua casa em Angra do Heroísmo, na rua da Sé, é a sede do Sport Clube do Lusitânia. A Provedoria das Armadas, Solar dos Remédios, hoje alberga as Secretarias Regionais da Saúde e da Solidariedade Social.
Francisco Miguel Nogueira

um país que não honra a história irá desaparecer com ela

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Eva Rebocho shared a post.
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Yesterday at 8:14 AM

ó ê

Giraldo Geraldes, mais conhecido como o Homem sem pavor, foi umas das personagens mais importantes da nossa história e na luta contra os mouros (se hoje temos Évora e o Algarve em parte foi graças a ele).
Seja a história lendária ou não, o que é certo é que existe uma praça com o seu nome em Évora, a existência das muralhas do seu forte e ainda uma estátua que o representa.
Como portuguesa tenho vergonha da falta de orgulho que há por parte do povo português e dos nossos governantes na nossa História. Sim, porque mudar a sua estátua da praça da junta de freguesia de Valverde para o meio do mato, em terreno de caça, sem indicações, não mostra mais nada para além da vergonha e da vontade em esconder a História e o que dela advém. Andei uma hora em pleno mato e zona de caça à procura da dita estátua que por coincidência também ninguém da aldeia conhecia. Mal tratada partida e abandonada, é assim que os portugueses tratam o seu passado!! A nossa história não foi só feita de padres e igrejas como nos querem fazer crer!

(A primeira foto era onde se encontrava a estátua inicialmente, a segunda foi onde eu a encontrei. As outras é do caminho que se tem de percorrer a pé até se dar com o local)

pode ser que assim ela volte ao seu local original e possa ser vista por todos!!!

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Na China, mil anos atrás, as mulheres já jogavam futebol | Esportes | EL PAÍS Brasil

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Várias pinturas do século XII mostram quatro mulheres que dão chutes em uma bola colorida. Em 2004, a FIFA concluiu oficialmente que o país asiático é o berço do futebol

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