Helen Reddy: Australian singer of feminist anthem I Am Woman dies – BBC News

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The Australian singer had a string of hits in the 1970s, but is best known for her feminist pop anthem.

Source: Helen Reddy: Australian singer of feminist anthem I Am Woman dies – BBC News

TIBETE A MAIOR BIBLIOTECA

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Bhagavati Helena Figueira is feeling blessed.

Biblioteca encontrada no Tibete com 84.000 rolos e livros intocáveis, contém a história da humanidade há mais de 10.000 anos.

Capelinhos foi há 60 anos

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JP | EFEMÉRIDE
Há exatos 60 anos, às 06h45 do dia 27 de setembro de 1957, a 100 metros a nordeste dos ilhéus dos Capelinhos, começava a erupção do Vulcão dos Capelinhos.
Durante 13 meses, entre 27 de setembro de 1957 e 24 de outubro de 1958, a erupção dos Capelinhos afetou os Açores. Provavelmente esta atividade terá sido uma sobreposição de duas erupções distintas, uma começada a 27 de setembro de 1957, e a segunda, a 14 de maio de 1958. A partir de 25 de outubro, o vulcão entrou em fase de repouso.
Quando o vulcão entrou em erupção, a população ficou em pânico. Havia que se encontrar soluções no estrangeiro, visto como um lugar seguro. Assim, um movimento de emigrantes nos EUA começou a fazer pressão junto dos seus governantes para que se alargasse a quota regular de imigração estabelecida para açorianos.
Foi neste cenário, que os democratas John F. Kennedy, na época, senador pelo estado de Massachusetts, e John Orlando Pastore, senador de Rhode Island, trabalharam juntos para apresentar uma lei que permitisse a entrada de mais açorianos sinistrados. Depois de apresentada em Congresso a 4 de junho de 1958 pelo Senador Pastore, onde foi aprovada, a 2 de setembro de 1958, o Azorean Refugee Act foi promulgado pelo Presidente Eisenhower. Segundo o também chamado Kennedy-Pastore Act eram concedidos 1 500 vistos aos chefes de família, incluindo os seus dependentes, vindos da ilha do Faial e que emigrassem até 30 de junho de 1960. E antes mesmo do fim da data, já os 1 500 vistos tinham sido dados, fazendo, então, com que fosse feita uma nova emenda e alargado o número de vistos a 2 000, a serem usados até junho de 1962.
Segunda esta legislação, os faialenses e os picarotos eram considerados pessoas deslocadas. Embora esta lei fosse chamada Azorean Refugee Act, e, assim, os açorianos eram considerados “refugiados”, o seu estatuto era diferente do descrito na Convenção das Nações Unidas de 1951, pois eram vítimas de catástrofe natural. Não foram incluídos na lista de refugiados típicos, o que permitiu a sua completa aculturação nos EUA.
Francisco Miguel Nogueira
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china diz basta aos eua

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BASTA! – DIZ A CHINA AOS EUA
″Já chega!', diz China aos EUA durante reunião do Conselho de Segurança da ONU
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
″Já chega!’, diz China aos EUA durante reunião do Conselho de Segurança da ONU
“Antes de apontar o dedo aos

NINGUÉM QUER ADOTAR ESTA PROPOSTA CONTRA O ABSENTISMO ELEITORAL?

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18.3. UMA CARTA AO SR. PRESIDENTE DO GOVERNO SOBRE A ABSTENÇÃO. CRÓNICA 267 , 21.6.2019

 

Caro Presidente do GRA, o que vou propor é solução para a abstenção eleitoral Não é fácil ou agradável, mas não é das mais difíceis de implementar. Exige coragem e comprometimento, e pode representar o fim das suas aspirações políticas futuras. É a solução que resulta, após aturado estudo das circunstâncias socioeconómicas da população.

 

Como sabe, a população das nove ilhas desenvolveu ao longo de 44 anos uma complexa teia de subsidiodependência, a todos os níveis da sociedade, a nível individual, empresarial ou coletivo. Nada se faz sem ser à custa de subsídios. Mas a solução para o absurdo elevadíssimo nível de abstenção eleitoral tem uma solução que nem é muto incómoda nem muito burocrática. E temos autonomia para o decidir, em vez de esperarmos por Godot, que nunca chegará (esperar que a República o faça, não dá quaisquer resultados, ninguém está interessado no tema, nem em solucioná-lo).

Nós, açorianos, podemos dar o exemplo, na vanguarda da resolução, imediata, com um custo de aplicação infinitesimal, mostrando que o seu discurso do 10 de junho 2019 não foram meras palavras de circunstância, mas a determinação de um desiderato açoriano: acabar com a abstenção eleitoral.

Primeiro, deve-se introduzir o voto eletrónico para estudantes, expatriados e os que estejam longe do local de recenseamento eleitoral, seja em Portugal, estrangeiro ou noutras ilhas.

Segundo, deve fazer-se uma atualização (limpeza) dos cadernos eleitorais, pois devem existir lá 10 ou 20% de defuntos, a tecnologia existente permite um parto sem dor para tão urgente atualização.

Terceiro e mais importante a criação de um certificado de voto. Após o ato eleitoral deve ser entregue a cada eleitor um certificado de voto, que passaria a ser mais importante do que o cartão de cidadão ou o número fiscal, para atribuição FUTURA de qualquer apoio social, cultural ou de desemprego,

Nem é preciso tornar o voto obrigatório, dado haver muitos que se opõem e às coimas que isso implicaria, bastava tornar obrigatória a apresentação do certificado de voto para receber apoios do estado (a nível regional). Estamos certos de que após a introdução desta medida, a abstenção baixaria para menos de 10%. Claro que haverá sempre uns insatisfeitos a falar de inconstitucionalidade e outras coisas, mas a nossa autonomia exige-o.

 

banca australiana condenada

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stSpo4hnsorfsed

0:19 / 2:08
stSpo5hnsorfsed

Child exploitation, terrorism and money laundering are not words usually associated with your local bank.
But today, Westpac was handed one of the biggest fines in our corporate history for failing to report millions of suspect transactions.
#9News | Nightly at 6.00pm

Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag

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Foi José Hermano Saraiva o primeiro a sugerir que poderíamos ter que reescrever a história do nosso país. D. Garcia II, talvez o primeiro Rei de Portugal.

Source: Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag

Sócrates tinha razão

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É chocante a notícia do cheque de 6,8 milhões de euros por dia, que a Europa nos vai dar a fundo perdido. Foi necessário a Alemanha precisar de dinheiro fresco, para o Banco Central Europeu desatar a oferecer dinheiro a todos os países da União. E a custo zero. Ou seja, dinheiro não tem preço […]

Source: Sócrates tinha razão

EUROATLANTIC AIRWAYS QUER VOAR PARA TIMOR-LESTE

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ão Severino and Timor Lorosae shared a link.
A portuguesa euroAtlântico está a discutir com Timor-Leste a proposta que apresentou sobre a realização de um voo “charter” mensal entre Díl…

OBSERVADOR.PT
A portuguesa euroAtlântico está a discutir com Timor-Leste a proposta que apresentou sobre a realização de um voo “charter” mensal entre Díl…
A portuguesa euroAtlântico está a discutir com Timor-Leste a proposta que apresentou sobre a realização de um voo “charter” mensal entre Díl…
  • EUROATLANTIC AIRWAYS QUER VOAR PARA TIMOR-LESTE

    A EuroAtlantic teve proprietários de grande nível pessoal e profissional, na pessoa do grande empresário Tomaz Metello. Pessoas de bem que sempre foram grandes defensores da portugalidade. Recentemente a companhia foi vendida a um grupo árabe. Esta atitude de voar para Timor-Leste devia merecer os maiores encómios por parte do governo de TL. A EuroAtlantic esteve há uns anos aberta a pertencer a uma sociedade que criaria uma companhia de bandeira de Timor-Leste. Eu participei nessa reunião com os responsáveis máximos da companhia aérea e testemunhei a abertura para se ligarem a TL. Não fosse o comportamento pouco sério do enviado de Timor-Leste às negociações e hoje Timor-Leste já teria a companhia aérea “TimorAirline”. Foi uma pena haver em TL tamanhos vigaristas que fizeram romper o projecto. Até uma alta individualidade que pertenceu ao Governo de Macau foi contactada por uma enviada por um dos vigaristas com o intuito de “embalar” a individualidade no sentido de a mesma entrar como accionista do projecto. No entanto, pelos vistos a EuroAtlantic nunca esqueceu Timor-Leste e aí está a oferecer os seus serviços no estreitamento de relações entre Portugal e Timor-Leste.

a estratégia da pobreza

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Costa Silva o grande estrategista (estratego é curto para tamanha ambição) do relançamento da capacidade nacional de obedecer às ordens da finança europeia numa curta frase definiu a sua estratégia: “Não vamos criar riqueza combatendo os ricos mas alargando a capacidade de criar riqueza no tecido económico “
Já a Cristas nos seus tempos de glória dizia que é preciso combater a pobreza e não a riqueza.
O nosso Almeida Garrett perguntava quantos pobres são necessários para fazer um rico.
Acho que hoje devemos também perguntar para quem é a riqueza que estrategicamente se irá criar e por que razão há cada vez mais pobres ainda mais pobres e cada vez os ricos ficam mais ricos.
E ainda é bom pensarmos em quem cria a riqueza dos ricos se eles próprios, se os pobres que trabalham para enriquecer os ricos.
Já sabemos qual a resposta da estratégia: são os ricos que têm os meios e factores de produção sem os quais não há economia que, digo eu, produz pobres mais pobres e ricos mais ricos.
E então devemos delinear a nossa estratégia(enquanto noção é neutra, também temos direito a uma): trabalhar como a formiguinha e também como a toupeira para que os meios e factores de produção passem para quem trabalha e cria riqueza.
Se a isso Costa Silva chama combater os ricos, paciência.
O capital deles não cria riqueza, produz lucro.
Quem cria riqueza é o pessoal que verga a mola e que ainda não a produziu já está desapossado dela.
E viva a estratégia

açores e o legado

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Daniel Pavão to Açores Global
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Daniel Pavão

Crónica com um desfecho anunciado

Mota Amaral deixou-nos a Autonomia e César o Estatuto e a família para sustentar. Vasco pode deixar-nos como legado uma derrota eleitoral em 2020. E a falência da SATA. E a falência de mais uma dezena de empresas públicas. E uma montanha de trapalhadas governamentais. Enfim, uma reforma da autonomia teria vindo mesmo a calhar. Criou-se uma comissão para engonhar e num congresso socialista anunciou-se um conjunto de ideias que, pouco tempo depois, foram chumbadas à porta fechada na sede. Os relatos da época incluíram saltos à retaguarda com tripla pirueta e posteriores exclusões das listas de deputados. Ao mesmo tempo ia decorrendo (devagarinho e a reboque da opinião pública) a Comissão Eventual para a Reforma da Autonomia. A comissão tinha como objeto a revisão de medidas jurídico-normativas e político-institucionais, do sistema eleitoral, da organização territorial, do reforço autonómico e tinha um ano para apresentar um relatório à ALRAA. Passaram-se mais de três e nada.

Sem surpresa

Alguém consegue (ou conseguiu) idealizar, nem que seja por breves momentos, que o partido que teve 7 dos 13 elementos na Comissão Eventual para a Reforma da Autonomia, quis efetivamente reformar o sistema político açoriano que tantas garantias políticas e eleitorais lhe tem dado? Coloquei esta simples questão a 22 de fevereiro de 2018 e ainda não obtive resposta. Na prática, se fosse para levar a sério o objeto da comissão, tal como descrito e publicado, implicaria colocar em xeque todos os caciques e apparatchiks – que proliferaram desde 1996 – e pôr fim à hegemonia eleitoral e ao domínio (quase) completo do aparelho da administração pública e empresarial da região. Não foi a primeira comissão criada para dar em nada mas, provavelmente, terá sido a primeira que acabou por contratar uma Sociedade de Advogados para fazer o trabalho que ninguém fez.

Cem mil e por ajuste direto
O contrato celebrado entre a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores e a Sociedade prova que durante mais de 3 anos nada mais se fez do que “encher chouriços” e mesmo assim não chegaram ao fumeiro. Quando foi criada, a comissão tinha um objetivo que a meio caminho se desvirtuou e alguém teve a brilhante ideia de contratar uma sociedade de advogados para fazer o trabalho que já deveria estar pronto há demasiado tempo. Isto se não fosse a sério teria piada e, não tendo, é parvoíce. Entretanto, esfumaram-se cem mil euros e continuamos sem conclusões. O Presidente da Comissão Eventual, à data do início dos trabalhos, afirmou e cito:“ (…) Este momento vai-nos exigir essa grandeza” (…) afirmando estar “firmemente convencido e esperançado” (…) que todos estariam à altura do desafio!” Parece que, afinal, a grandeza ficou-se pelo anúncio. Nada que não tenho previsto, escrito e publicado em muitas quintas-feiras.
Nota final
Foram muitos os que caíram no elogio fácil às intenções do Partido Socialista sobre este assunto. Foram demasiados os que elogiaram o próprio presidente do Partido Socialista (e Presidente do Governo) sobre as suas ideias para a reforma da Autonomia. Relembro que oposição também se faz fora dos partidos políticos e todos somos responsáveis pelo atual estado da autonomia. Os deputados do PSD (e não só) deixaram-se iludir pelo canto da sereia habitual. Mas não foram os únicos.

eleitorado josé gabriel ávila

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“O eleitorado está afastado da escolha dos candidatos e não se revê neles”
José Gabriel Ávila, jornalista

Vamos entrar em semanas decisivas a caminho das eleições regionais. O que espera das forças políticas nesta campanha anormal e, dos candidatos já conhecidos, que avaliação faz das listas?

É voz comum que o cidadão está desinteressado da política e dos políticos, e os actos eleitorais e a crescente abstenção são prova disso.

As razões invocadas parece não terem sido interiorizadas pelos partidos que conseguiram representatividade parlamentar, o que denota a dessintonia entre eleitos e eleitores.

Uma ligação muito estreita entre partidos e eleitorado, escutando as suas reivindicações e corrigindo decisões traduz-se num diálogo sempre frutuoso, essencial para a afirmação do poder democrático. Escutar e debater apenas com os militantes dirigentes que, raramente, discordam das cúpulas, sob pena de serem postos de lado, é um dos princípios basilares de uma sociedade democrática, livre e plural.

O eleitorado está afastado da escolha dos candidatos, por isso desconhece a maioria dos candidatos e não se revê neles. É gente muito mais nova do que eu e do que a maioria dos eleitores, pois os idosos não contam e a sua experiência de nada vale!…

Durante a campanha, espero que os partidos não recorram a insultos e a críticas eleitoralistas e vazias, mas que tenham a humildade de se penitenciar de promessas não cumpridas.

Aguardo propostas que visem substituir as caducas doutrinas económicas, o neoliberalismo por uma economia mais justa e equitativa que promova a dignidade humana e a defesa do ambiente, da natureza e dos ecossistemas que nos rodeiam.

Neste enquadramento, espero também sugestões sobre como contrariar o despovoamento e o envelhecimento das ilhas, que melhorias irão ser introduzidas nos cuidados de saúde primários e no acesso a consultas de especialidade, sobretudo nas ilhas sem hospital e qual o calendário de execução, ou seja, um melhor Serviço Regional de Saúde, acessível a todos em igualdade de circunstâncias.

Espera alguma surpresa em termos de resultados eleitorais?

Temo que a abstenção aumente. Se tal suceder pode dar-se o caso de haver necessidade de uma coligação. Sobre esta hipótese teórica mas real, os líderes partidários devem esclarecer o eleitorado sobre com que soluções estão dispostos para viabilizar uma governação estável e profícua.

Em democracia o poder vem do povo. Os partidos são instrumentos e, como tal, devem ser transparentes e facilitar as opções eleitorais. Se o não fizerem, contribuirão para afastar ainda mais os cidadãos do processo político e abrirão portas ao populismo, ao autoritarismo e à ditadura.

Três anos depois dos trabalhos da CEVERA, sabe-se agora que não vão apresentar nenhum resultado em termos de proposta legislativa. Isto é mau para o sistema eleitoral e para a tão badalada reforma da Autonomia? Contribui para uma maior abstenção?

Era de esperar que o prolongamento do trabalho da CEVERA por mais 18 meses além do estipulado inicialmente, coincidisse com o fim da legislatura e com a impossibilidade de revisão do Estatuto.

Após ter lido o longo relatório final, conclui que os partidos preocuparam-se em consensualizar matérias que pouco ou nada dizem ao simples cidadão-eleitor, como sejam: A extinção do cargo de Representante da República, a ostentação conjunta dos Símbolos Nacional e Regional, Provedores, Partidos regionais, Círculo Eleitoral ao Parlamento Europeu, Direitos Autonómicos no domínio do Mar, participação da Região no Tribunal Constitucional, etc.

Matérias que poderiam envolver os eleitores açorianos no processo Autonómico como o direito dos açorianos que residem fora do arquipélago poderem votar, ou a desconcentração administrativa do Governo Regional – reivindicação antiga e necessária –, não mereceram a devida atenção.

Todo o processo resultou apenas no voto em mobilidade, o que é muito pouco para a expectativa criada e o trabalho desenvolvido.

Mais uma vez o parlamento perdeu-se no labirinto da legalidade, salvaguardou interesses partidários e não respondeu, como se esperava, à questão fundacional da Autonomia: a participação cívica no desenvolvimento harmónico do arquipélago.

http://www.diariodosacores.pt/index.php…

Image may contain: José Gabriel Ávila, beard and close-up
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