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Scientists hope the scrappy predators’ reintroduction can balance ecosystems ravaged by invasive species.
Source: Tasmanian devils return to mainland Australia for first time in 3,000 years
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Scientists hope the scrappy predators’ reintroduction can balance ecosystems ravaged by invasive species.
Source: Tasmanian devils return to mainland Australia for first time in 3,000 years
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The Australian singer had a string of hits in the 1970s, but is best known for her feminist pop anthem.
Source: Helen Reddy: Australian singer of feminist anthem I Am Woman dies – BBC News
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Biblioteca encontrada no Tibete com 84.000 rolos e livros intocáveis, contém a história da humanidade há mais de 10.000 anos.
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Caro Presidente do GRA, o que vou propor é solução para a abstenção eleitoral Não é fácil ou agradável, mas não é das mais difíceis de implementar. Exige coragem e comprometimento, e pode representar o fim das suas aspirações políticas futuras. É a solução que resulta, após aturado estudo das circunstâncias socioeconómicas da população.
Como sabe, a população das nove ilhas desenvolveu ao longo de 44 anos uma complexa teia de subsidiodependência, a todos os níveis da sociedade, a nível individual, empresarial ou coletivo. Nada se faz sem ser à custa de subsídios. Mas a solução para o absurdo elevadíssimo nível de abstenção eleitoral tem uma solução que nem é muto incómoda nem muito burocrática. E temos autonomia para o decidir, em vez de esperarmos por Godot, que nunca chegará (esperar que a República o faça, não dá quaisquer resultados, ninguém está interessado no tema, nem em solucioná-lo).
Nós, açorianos, podemos dar o exemplo, na vanguarda da resolução, imediata, com um custo de aplicação infinitesimal, mostrando que o seu discurso do 10 de junho 2019 não foram meras palavras de circunstância, mas a determinação de um desiderato açoriano: acabar com a abstenção eleitoral.
Primeiro, deve-se introduzir o voto eletrónico para estudantes, expatriados e os que estejam longe do local de recenseamento eleitoral, seja em Portugal, estrangeiro ou noutras ilhas.
Segundo, deve fazer-se uma atualização (limpeza) dos cadernos eleitorais, pois devem existir lá 10 ou 20% de defuntos, a tecnologia existente permite um parto sem dor para tão urgente atualização.
Terceiro e mais importante a criação de um certificado de voto. Após o ato eleitoral deve ser entregue a cada eleitor um certificado de voto, que passaria a ser mais importante do que o cartão de cidadão ou o número fiscal, para atribuição FUTURA de qualquer apoio social, cultural ou de desemprego,
Nem é preciso tornar o voto obrigatório, dado haver muitos que se opõem e às coimas que isso implicaria, bastava tornar obrigatória a apresentação do certificado de voto para receber apoios do estado (a nível regional). Estamos certos de que após a introdução desta medida, a abstenção baixaria para menos de 10%. Claro que haverá sempre uns insatisfeitos a falar de inconstitucionalidade e outras coisas, mas a nossa autonomia exige-o.
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Foi José Hermano Saraiva o primeiro a sugerir que poderíamos ter que reescrever a história do nosso país. D. Garcia II, talvez o primeiro Rei de Portugal.
Source: Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag
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É chocante a notícia do cheque de 6,8 milhões de euros por dia, que a Europa nos vai dar a fundo perdido. Foi necessário a Alemanha precisar de dinheiro fresco, para o Banco Central Europeu desatar a oferecer dinheiro a todos os países da União. E a custo zero. Ou seja, dinheiro não tem preço […]
Source: Sócrates tinha razão
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EUROATLANTIC AIRWAYS QUER VOAR PARA TIMOR-LESTE
A EuroAtlantic teve proprietários de grande nível pessoal e profissional, na pessoa do grande empresário Tomaz Metello. Pessoas de bem que sempre foram grandes defensores da portugalidade. Recentemente a companhia foi vendida a um grupo árabe. Esta atitude de voar para Timor-Leste devia merecer os maiores encómios por parte do governo de TL. A EuroAtlantic esteve há uns anos aberta a pertencer a uma sociedade que criaria uma companhia de bandeira de Timor-Leste. Eu participei nessa reunião com os responsáveis máximos da companhia aérea e testemunhei a abertura para se ligarem a TL. Não fosse o comportamento pouco sério do enviado de Timor-Leste às negociações e hoje Timor-Leste já teria a companhia aérea “TimorAirline”. Foi uma pena haver em TL tamanhos vigaristas que fizeram romper o projecto. Até uma alta individualidade que pertenceu ao Governo de Macau foi contactada por uma enviada por um dos vigaristas com o intuito de “embalar” a individualidade no sentido de a mesma entrar como accionista do projecto. No entanto, pelos vistos a EuroAtlantic nunca esqueceu Timor-Leste e aí está a oferecer os seus serviços no estreitamento de relações entre Portugal e Timor-Leste.
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Costa Silva o grande estrategista (estratego é curto para tamanha ambição) do relançamento da capacidade nacional de obedecer às ordens da finança europeia numa curta frase definiu a sua estratégia: “Não vamos criar riqueza combatendo os ricos mas alargando a capacidade de criar riqueza no tecido económico “
Já a Cristas nos seus tempos de glória dizia que é preciso combater a pobreza e não a riqueza.
O nosso Almeida Garrett perguntava quantos pobres são necessários para fazer um rico.
Acho que hoje devemos também perguntar para quem é a riqueza que estrategicamente se irá criar e por que razão há cada vez mais pobres ainda mais pobres e cada vez os ricos ficam mais ricos.
E ainda é bom pensarmos em quem cria a riqueza dos ricos se eles próprios, se os pobres que trabalham para enriquecer os ricos.
Já sabemos qual a resposta da estratégia: são os ricos que têm os meios e factores de produção sem os quais não há economia que, digo eu, produz pobres mais pobres e ricos mais ricos.
E então devemos delinear a nossa estratégia(enquanto noção é neutra, também temos direito a uma): trabalhar como a formiguinha e também como a toupeira para que os meios e factores de produção passem para quem trabalha e cria riqueza.
Se a isso Costa Silva chama combater os ricos, paciência.
O capital deles não cria riqueza, produz lucro.
Quem cria riqueza é o pessoal que verga a mola e que ainda não a produziu já está desapossado dela.
E viva a estratégia
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Crónica com um desfecho anunciado
Mota Amaral deixou-nos a Autonomia e César o Estatuto e a família para sustentar. Vasco pode deixar-nos como legado uma derrota eleitoral em 2020. E a falência da SATA. E a falência de mais uma dezena de empresas públicas. E uma montanha de trapalhadas governamentais. Enfim, uma reforma da autonomia teria vindo mesmo a calhar. Criou-se uma comissão para engonhar e num congresso socialista anunciou-se um conjunto de ideias que, pouco tempo depois, foram chumbadas à porta fechada na sede. Os relatos da época incluíram saltos à retaguarda com tripla pirueta e posteriores exclusões das listas de deputados. Ao mesmo tempo ia decorrendo (devagarinho e a reboque da opinião pública) a Comissão Eventual para a Reforma da Autonomia. A comissão tinha como objeto a revisão de medidas jurídico-normativas e político-institucionais, do sistema eleitoral, da organização territorial, do reforço autonómico e tinha um ano para apresentar um relatório à ALRAA. Passaram-se mais de três e nada.
Sem surpresa
Alguém consegue (ou conseguiu) idealizar, nem que seja por breves momentos, que o partido que teve 7 dos 13 elementos na Comissão Eventual para a Reforma da Autonomia, quis efetivamente reformar o sistema político açoriano que tantas garantias políticas e eleitorais lhe tem dado? Coloquei esta simples questão a 22 de fevereiro de 2018 e ainda não obtive resposta. Na prática, se fosse para levar a sério o objeto da comissão, tal como descrito e publicado, implicaria colocar em xeque todos os caciques e apparatchiks – que proliferaram desde 1996 – e pôr fim à hegemonia eleitoral e ao domínio (quase) completo do aparelho da administração pública e empresarial da região. Não foi a primeira comissão criada para dar em nada mas, provavelmente, terá sido a primeira que acabou por contratar uma Sociedade de Advogados para fazer o trabalho que ninguém fez.
Cem mil e por ajuste direto
O contrato celebrado entre a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores e a Sociedade prova que durante mais de 3 anos nada mais se fez do que “encher chouriços” e mesmo assim não chegaram ao fumeiro. Quando foi criada, a comissão tinha um objetivo que a meio caminho se desvirtuou e alguém teve a brilhante ideia de contratar uma sociedade de advogados para fazer o trabalho que já deveria estar pronto há demasiado tempo. Isto se não fosse a sério teria piada e, não tendo, é parvoíce. Entretanto, esfumaram-se cem mil euros e continuamos sem conclusões. O Presidente da Comissão Eventual, à data do início dos trabalhos, afirmou e cito:“ (…) Este momento vai-nos exigir essa grandeza” (…) afirmando estar “firmemente convencido e esperançado” (…) que todos estariam à altura do desafio!” Parece que, afinal, a grandeza ficou-se pelo anúncio. Nada que não tenho previsto, escrito e publicado em muitas quintas-feiras.
Nota final
Foram muitos os que caíram no elogio fácil às intenções do Partido Socialista sobre este assunto. Foram demasiados os que elogiaram o próprio presidente do Partido Socialista (e Presidente do Governo) sobre as suas ideias para a reforma da Autonomia. Relembro que oposição também se faz fora dos partidos políticos e todos somos responsáveis pelo atual estado da autonomia. Os deputados do PSD (e não só) deixaram-se iludir pelo canto da sereia habitual. Mas não foram os únicos.