Combustíveis nos Açores descem 2,3 cêntimos devido a redução do ISP

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O preço da gasolina e do gasóleo nos Açores baixa 2,3 cêntimos por litro na segunda-feira, na sequência de uma redução do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (IPS), lê-se num despacho publicado hoje em Jornal Oficial.

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Supremo Tribunal mantém condenação a nove anos de prisão dos três inspetores do SEF

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Em decisão conhecida esta tarde, o Supremo Tribunal de Justiça não aceitou o recurso dos três inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, condenados pelo Tribunal da Relação de Lisboa a nove anos de prisão cada um pela morte do cidadão ucraniano Ihor Homeniuk, mantendo as penas.

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Cimeira ibérica será “momento ideal” para anunciar alta velocidade para a Galiza – Observador

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Pedro Nuno Santos quer anunciar projetos de alta velocidade ferroviária que ligarão Portugal à Galiza na próxima cimeira ibérica, que decorre no último trimestre do ano no Minho.

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Voice to the parliament: Anthony Albanese reveals referendum question, Constitution wording

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In the most significant speech on Indigenous affairs by a prime minister since the 2008 National Apology, Albanese will make the case for his referendum campaign.

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Espanha trava novos horários de comboios de Portugal para Badajoz (e Madrid) – ECO

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CP contava pôr Lisboa a nove horas de comboio de Madrid a partir de 31 de julho. Empresa que gere linhas em Espanha ainda não arranjou condições para alterações de horários.

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carta aberta a J M Bolieiro – de um professor

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Sérgio Cordeiro

Curioso texto de alguém que a par dos seus camaradas de partido, destruíram a escola profissional das capelas numa gestão medíocre e incompetente. Bravo
CARTA ABERTA A JOSÉ MANUEL BOLIEIRO
Caro presidente do governo regional, escrevo-lhe na qualidade de açoriano de coração desde a época 2008/2009. Não obstante o pouco tempo que tem disponível para leitura de jornais, gradativamente aumentado pelas dificuldades na manutenção diária da solução de governo tripartida, bem sei que algum do extenso pessoal do seu gabinete essa função deve ter atribuída. Entre os seus ilustres assessores e a panóplia de técnicos especialistas, espero ousadamente que algum tenha a incumbência de o manter informado das informações, das opiniões e das questões que vão perpassando estas ilhas que vossa excelência decidiu comandar a partir de fins de 2020. E se o vosso exemplo perdurar, e assim alguém tiver no palácio que leia os jornais desta e de outras terras, e deles o informe na medida correta, deixe-me que lhe diga humildemente que o mesmo deveria ordenar aos seus subordinados. Consta, por essas direções regionais fora, que aqueles que são nomeados para representarem o topo da administração pública regional, deixam acumular os diários nas portarias, em cima das mesas das repartições e sempre longe da sua vista. Bem sei, senhor presidente do governo regional dos Açores, que alegará que eles estão lá para trabalhar, empreender e colocar essas ilhas a mexer, mas todos sabemos que não é verdade. Eles (e elas) estão lá, antes de mais e sobretudo, para não levantar grandes ondas, mantendo o poder regional sobre a sua alçada, mesmo que a mediocridade tenha passado a ser a regra. Tendo algum técnico especialista ou assessor desses corredores a que já tão depressa e tão bem se habituaram, tido tempo de lhe transmitir estas poucas e pobres ideias, mesmo tendo-o feito de forma depreciativa, zangada e, eventualmente, magoada pela injustiça que provocará nos corações de quem julga qualquer crítica como calúnia, pelo esforço de quem tão abnegadamente tem trabalhado pelo povo destas ilhas, deixe-me que lhe lembre que do muito que edificou nestes meses, a criação da comissão que iria escolher os melhores, os mais competentes e os mais dedicados – à causa pública, não confunda com o partido – para os lugares dirigentes da administração pública regional, continua em lista de espera. A CReSAP regional, que tão bem Passos Coelho criou e António José Seguro apoiou. E veja-se como a vida é injusta para os que querem ser justos: precisamente aquele diploma que não admitiria, permita-me consigo ser honesto, senhor presidente, colocar ao seu dispor os menos aptos, os mais serventuários da causa partidária, aqueles cujo único mérito é a ostentação de um cartão de militante do partido do qual é presidente, coisa que não se afigura necessária aos currículos profissionais dos nomeados, continua longe das vossas sempre elevadas coagitações. E não me interprete mal: ser militante de um partido é um orgulho, a luta e assunção de uma causa, e nunca sinónimo de cadastro. Sei bem o que isso é. Mas só começa a ser cadastro quando, perante a competência e o mérito, o senhor presidente escolhe sempre o militante. Numa recente visita à região, o senhor André Ventura e o seu representante nesta terra, que muito convictamente tem apoiado vossa excelência e a sua nobre causa, vieram lembrá-lo da crónica opção que tem prosseguido de nomeação pela filiação partidária, em muitos casos escolhendo os seus incompetentes ou sem habilitações adequadas para o exercício de funções dirigentes na nossa administração pública, em detrimento de gente que por não passear pelos corredores do poder nem a eles ter acesso, e sabendo que nem vale a pena ir a jogo na bolsa pública de emprego pelo enviesamento antecipado dos critérios e habilitações exigidas, se mantém à margem, a ver a caravana passar. Veja-se que o senhor Pacheco, que está iminentemente do seu lado, recebe denúncias sobre pessoas que são colocadas na administração pública não por mérito, mas por terem filiação partidária. Este representante do povo no hemiciclo regional, seu companheiro de arranjo parlamentar, nem precisava de o dizer. A terra é pequena e os currículos também. Por fim, senhor presidente, que esta carta já vai longa e o especialista que a lê deve ter de cuidar das flores palacianas, não se esqueça da tal comissão, que muito ajudará a que isto possa vir a melhorar qualquer coisa. Um bem-haja Correio dos Açores, 29 de Julho de 2022Fernando Marta Professor
May be an image of text that says ".C. CYMBRON, S.A."
Chrys Chrystello
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portugal atrasado pelas mentes dos que o governam

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FOTO DA SEMANA
26 de julho de 2022, terça-feira, 15:35 horas. Dia de semana na estação ferroviária de Beja. A cerca de 35 minutos do comboio que seguirá para Lisboa (ou melhor, que fará a ligação com o Intercidades de Évora para a capital do País), a bilheteira está fechada. Apesar de o horário exposto assegurar o contrário. O motivo? A única funcionária responsável pela venda de bilhetes está de férias. Como tal, a bilheteira, de uma cidade como Beja, está encerrada. Falta de funcionários, asseguram os poucos que ainda se encontram por ali, numa das duas únicas estações com bilheteira a funcionar no Alentejo (Beja e Évora). Já para não falar nas avarias que decorreram na semana anterior e que levaram a atrasos de cerca de duas horas, com os passageiros a desesperar. Ou o calor infernal que se vive por estes dias, muitas vezes, no interior das carruagens. Queremos aeroporto, mas o caminho, de ferro, a percorrer ainda é longo e penoso!
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  • Paulo Sequeira

    O dinheiro do zé contribuinte seja organizado por Lisboa ou por Bruxelas não dá para tudo e se o gastamos a asfaltar o País até mesmo onde já ninguém quer viver faltou para a rede ferroviária.
    E continuamos a apostar no carro elétrico em vez de ligar as principais cidades por comboios que não precisam de baterias de lítio nem de asfalto para circular com muito mais segurança e a velocidades muito maiores.
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  • Carl Marx

    Tristeza. Dizia-se no meu tempo: Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem! Infelizmente continua-se a pensar assim…
  • Gonçalo Castro Coelho

    Temos o que merecemos.
  • Carla Moleiro

    Beja tem sido “esquecida”…. Tanto pelos vários governos dos últimos anos, como pelos vários autarcas que se “sentam” na câmara municipal. Desde um aeroporto que apenas se construiu, porque aviões só os da base aérea ali ao lado, comboios cada vez men…

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  • Olivia C Huvermann Pimenta

    ….Hoje em dia não querem trabalhar…..
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AGROPECUÁRIA COPIEM A IRLANDA

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Há um país na Europa que mudou o seu modelo de produção que hoje é um sucesso que é a Irlanda.
Este país é o que mais se assemelha aos Açores.
Nós tínhamos muito a aprender com o modelo de produção deste pais ,mas sem qualquer duvida que temos melhores condições nos Açores.
Tinhamos que saber porque mudou e se valeu a pena.
Temos que copiar os bons exemplos, não o que muitos copiaram e deu no que esta dar.
Não acreditamos nas potencialidades que temos cá dentro nos Açores.
1 – Sempre apostaram na experimentação direcionada para o rendimento dos produtores, em todas as vertentes: solos, variedades de azevéns, adubações, qualidade das silagens, épocas de corte, etc.
2 Têm um serviço de extensão rural altamente credível por parte dos produtores. Não compram nenhum produto sem antes consultar os serviços de extensão rural.
3 – Antes da abolição das quotas leiteiras produziam em quantidade com 250 a 300 gramas de ração por litro de vaca. A Holstein- Frísia tipo americano era a raça adotada. Cedo se aperceberam que com este tipo de vaca os produtores iriam à falência por um lado devido ao aumento da produção europeia e por outro porque não são produtores de matérias-primas para o fabrico das rações.
3 – Decidiram recuperar a raça Frísia irlandesa que produz 6000 a 6500 litros de leite por vaca, ( animais de menor porte) e iniciar o seu melhoramento genético baseado sobretudo na produção e fertilidade. Este aspecto é muito importante atendendo a que têm que estar esbabuladas em dezembro e janeiro preferencialmente secas. Os partos são concentradíssimos. O pico da lactação da manada tem que coincidir com o pico da produção de erva.
4 – Em geral, a alimentação é somente pastagem, reservando-se a ração para o período de estabulação se o inverno se prolongar e a silagem ter de ser racionada.
5 – Todo o leite e lacticínios das diferentes cooperativas são comercializados por uma única empresa a nível nacional e internacional ( maior poder negocial).
6 – Apostam tudo na pastagem de azevém perene com trevo branco. Raramente se produz milho e quando o fazem é com o solo coberto de plástico para aumentarem a temperatura.
7 – Os Açores têm condições para produzir qualquer tipo de pastagem e forragens. Deveríamos pois, ser muito mais eficientes a produzir leite e carne com recursos que os irlandeses não têm. Mas para isso, entre outras coisas teríamos de ter vacas menos dependentes das rações, tal como eles fizeram.
Estas fotos são de explorações na Irlanda.
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  • José Viana

    Os bons exemplos devem ser seguidos com as devidas adaptações à nossa realidade e à realidade de cada exploração.

    Parabéns

    por esta tão bem relatada adaptação da República da Irlanda aos desafios pós abolição das quotas leiteiras.

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