língua portuguesa em timor e mª helena ançã

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Olá a todos.
Para quem se interessa pelas questões relacionadas com o português em Timor-Leste, acaba de sair um capítulo de livro, em que eu falo sobre a evolução da língua portuguesa neste país.
Para os interessados, o livro está aqui: https://ria.ua.pt/…/1/Cadernos%20Didaticos_10_RIA.pdf

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Ator de origem açoriana destaca-se no Canadá – Açoriano Oriental

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O Teatro Micaelense acolhe de 9 a 11 de junho uma Mostra de Cinema Canadiano, com destaque para o filme de abertura, onde um dos atores principais, Gabriel d’Almeida Freitas, tem origem açoriana e vai estar esta quinta-feira no Teatro, às 21 horas, para apresentar o filme “Matthias e Maxime”

Source: Ator de origem açoriana destaca-se no Canadá – Açoriano Oriental

LAJES O DESASTRE DO C 130 EM 1984

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1984, Lajes, Ilha Terceira
Acidente aéreo na Base das Lajes de um C-130 Norte-Americano.
VÍDEO RELACIONADO: https://youtu.be/L5mmNFjYFfo
Fonte: htt pultimas-curiosidades.blogspot.pt201111acidente-na-base-das-lajes-c-130.html
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aos amigos de Timor: morreu a Sissi (Iracema Santos Clara)

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soube agora que faleceu em fevereiro a amiga Sissi, Iracema Santos Clara, professora de muitos e amiga de lonaga data. Fui em setº 1973 com o marido de avião para Timor, como recordava no livro de 1999 Timor Leste 1973-75 o dossier secreto:

a última mensagem dela fora na passagem de ano “Abraço grande. Que o ano que começa lhe traga saúde, alegria e o amor dos que lhe são queridos.”

 

em 2019 escrevia-me assim:

Olá amigo!

Comecei a entrar nos seus poemas que são irmãos da ilha bela. Estou a gostar muito. Levou-me a voar no sentido de não tocar o chão e levou-me a correr atrás dos termos cujos significados não conhecia…apenas ia adivinhando. Vou construindo um glossário.
Parabéns, poeta. Felicitações, amigo.

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… Dispus-me a partir, para alívio dos restantes e do Sr. Neves, da Air France, que temia perder o voo. O Capitão Manuel Alberto Botelho dos Santos Clara viajava em primeira classe (um dos poucos militares com quem me dei após o SMO, que sempre respeitei e de quem fiquei amigo. Não o vejo desde 1988 embora me corresponda com a Sissi (Iracema, mulher dele falecida em fevº 2022 mas só o soube em junho 2022, e com quem me correspondi ao longo de décadas), os restantes oficiais na classe económica. Eu aspirava a voos mais altos com a habitual descontração, e palavras bem sussurradas em Francês, aliadas ao charme latino, consegui que uma simpática hospedeira me levasse ao bar no 1º andar do Boeing 747 onde passei a viagem a beber champanhe, na companhia dela que passou mais tempo comigo no luxuoso conforto do que nas funções dela, para espanto do Santos Clara que estranhava a minha presença….

Deixando para trás locais que só a memória despalavrada pode recordar, eis Díli, seis horas depois, viagem fulminantemente rápida. Pareciam 400 mas foram só 212 km. Ao entrar, por Bécora, a leste, chineses e timorenses partilham a promiscuidade da falta de estruturas urbanas. Uma avenida, demasiado larga, espalha a poeira pesada sobre o colmo das palapas.

Messe de Oficiais, meio-dia. Ia alto o sol. Eu e o Capitão Santos Clara de blazer azul. As calças, brancas, ficaram cor de duna. Díli é uma planície, espraia-se pela enseada, baía majestosa à sombra imponente da vizinha Ataúro. Um porto incipiente abriga a anacrónica lancha Tibar (mais tempo em doca seca do que na água), onde flutua a esfarrapada bandeira portuguesa que ninguém substituiu. Na direção da Areia Branca, destroços naufragados à superfície, de barcaças japonesas da 2ª Guerra. A marginal termina a oeste, no bairro do Farol, vivendas construídas depois da Guerra, para chefes de departamento e escalões superiores do exército colonial. Díli, 16 km de asfalto esparsamente distribuídos na capital. Três casas sobreviveram à devastação nipónica. No aeródromo, em dia de São Avião, um Land Rover limpa a pista dos pachorrentos búfalos, vacas balinesas e porcos. A artéria comercial atravessa Díli de ocidente a oriente, espinha dorsal da capital. …

 

 

Bobonaro: …

O Comandante de Setor, Jorge Gouvea Falcão (faleceu março 2020) era uma joia de pessoa, casado com uma chinesa, a Lotus de Jade Tchum, coadjuvado pelo civilizado Cap. Pereira Coutinho. O Cap. Careano era um parvo, substituído pelo Santos Clara que tinha ido comigo. Com o bonacheirão Cap. Páscoa tive poucos contactos….

 

o ministro chinês em timor e os jornalistas

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Proibição de perguntas de jornalistas a MNE chinês gera críticas em Timor-Leste
Díli, 01 jun 2022 (Lusa) – O presidente do Conselho de Imprensa de Timor-Leste, Virgílio Guterres, considerou hoje “inaceitável” as limitações à atuação jornalística na cobertura da visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês ao país, no fim de semana.
“Num Estado democrático como Timor-Leste não poder haver perguntas é inaceitável. Pode haver limites para situações extraordinárias onde não pode haver cobertura, mas dizer explicitamente que não pode haver perguntas está contra os princípios da liberdade de imprensa”, afirmou.
“Em particular porque o MNE chinês vem assinar acordos sobre assuntos de interesse nacional, do interesse da população e, inclusive, apoio aos media timorenses. Não pode haver segredos sobre estes assuntos”, sublinhou.
O Governo chinês exigiu ao Governo timorense que não houvesse qualquer pergunta de jornalistas ao ministro Wang Yi.
“Esta é a informação geral para os media: não estão admitidas declarações aos media, não haverá qualquer declaração ou entrevista. Foi a delegação chinesa que exigiu isso”, confirmou à Lusa Crisogno de Araújo, diretor nacional de Comunicação Social e Promoção do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação timorense.
Detalhes dessa decisão, que vai ser cumprida à risca pelas autoridades timorenses, estão também referidas num dos documentos da agenda detalhada da visita.
Marcos da Costa, diretor para Assuntos da Ásia Sul, Central e Extremo-Oriente, explicou à Lusa que a delegação chinesa justificou a decisão de proibir perguntas dos jornalistas ou de excluir da agenda qualquer momento de declarações com “falta de tempo” e com a “pandemia da covid-19”.
“Não é a visita que manda, mas temos que considerar todas as condições”, disse à Lusa, explicando que “não há qualquer problema em entrevistas com as autoridades timorenses” e que haverá um comunicado conjunto dos dois países.
Os bloqueios chineses ao trabalho dos media têm marcado até agora toda a viagem de Wang Yi pelas nações insulares do Pacífico Sul, com jornalistas a denunciarem casos em que foram fisicamente impedidos até de filmar encontros ou eventos.
Até agora e desde o início da visita de 10 dias a 10 países, refere o jornal The Guardian, “não foi permitido fazer nem uma única pergunta de um jornalista do Pacífico a Wang Yi”.
Lice Movono, jornalista do Fiji, disse que durante a passagem de Wang Yi por aquele país testemunhou “múltiplas tentativas de oficiais chineses limitarem o trabalho e a cobertura dos jornalistas”.
A agenda da visita, a que a Lusa teve acesso, prevê que Wang Yi – que viaja com uma delegação de 24 pessoas, incluindo nove jornalistas e fotógrafos – passe pouco mais de 24 horas em Díli, onde é esperado cerca das 15:30 de sexta-feira, reunindo-se depois bilateralmente com a sua homóloga timorense, Adaljiza Magno.
Ainda na sexta-feira está prevista a cerimónia de assinatura de vários acordos entre os dois países a que se segue uma “reunião de cortesia” com o primeiro-ministro Taur Matan Ruak.
No sábado estão previstos três “encontros de cortesia”, com o Presidente da República, José Ramos-Horta e com os líderes dos dois maiores partidos, Mari Alkatiri (Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) e Xanana Gusmão (Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT).
Em antecipação da visita o Conselho de Ministros timorense analisou hoje um conjunto de acordos que vão ser assinados por vários ministros e pelo chefe da diplomacia chinesa durante os dois dias de estada em Timor-Leste.
Em concreto, o Conselho de Ministros autorizou o ministro dos Transportes e Comunicações, José Agustinho da Silva, a negociar um Acordo de Serviços Aéreos com o Governo da China e o ministro coordenador dos Assuntos Económicos a assinar um “acordo de cooperação económica”.
“Trata-se de um acordo de compromisso do Governo chinês que dará um apoio a Timor-Leste de 100 milhões de rembimbi [14 milhões de euros] para que possam ser usados em projetos nas áreas de agricultura e saúde”, referiu Marcos da Costa.
“Se os fundos forem utilizados haverá depois acordos específicos em cada caso”, notou.
O Governo deu ainda poder à ministra da Saúde, Odete Maria Freitas Belo, para assinar um acordo na área da Saúde e ao ministro dos Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Francisco Jerónimo poderes para assinar dois acordos, um “com a Administração da Rádio e Televisão Nacional da República Popular da China” e outro referente à “continuação do processo de digitalização” da Rádio e Televisão de Timor-Leste (RTTL) e do processo de instalação da televisão digital terrestre (TDT).
O acordo com a televisão chinesa abrange autorização para a transmissão de programas da China na grelha de programação da RTTL.
Wang não conseguiu obter consenso sobre um acordo multilateral de cooperação económica e no âmbito da segurança durante uma reunião nas Fiji com os homólogos das Ilhas Salomão, Kiribati, Samoa, Fiji, Tonga, Vanuatu, Papua Nova Guiné, Ilhas Cook, Niuê e os Estados Federados de Micronésia.
O acordo multilateral, designado de Visão de Desenvolvimento Conjunto China – Países Insulares do Pacífico, seria um importante pacto geopolítico, e suscitou preocupação na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.
No entanto, o governante chinês celebrou diversos acordos bilaterais com os países que visitou.
As aproximações da China ao Pacifico e a Timor-Leste têm causado crescente preocupação entre o corpo diplomático acreditado em Díli, sendo a relação com Pequim uma das perguntas mais colocadas ao novo Presidente da República, José Ramos-Horta.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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  • Eduardo Da Costa

    Está visita vai dar dor da cabeça, os chineses estão procurar fazer os ninos nos país onde que ele poderiam ser construir políticos mais fácil.

AÇORES 117 MILHÕES E A AMNÉSIA DO GOVERNO DA REPÚBLICA

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ã ó
Não é incomum que algumas altas figuras com responsabilidades políticas e económicas invoquem perda de memória ou desconhecimento dos assuntos para evitar responder às comissões de inquérito parlamentares para as quais são convocados.
O melhor antídoto para este tipo de situações é relembrar o que foi dito, quando e por quem. Por exemplo, a propósito dos 117 ME das Agendas Mobilizadoras que alguns agora dizem desconhecer.
No dia 10 de setembro de 2020, o então Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, anunciou que os Açores conseguiram “um reforço de 117,5 ME do atual PO Açores 2020, disponibilizado no âmbito do Fundo de Recuperação Europeu através do novo instrumento financeiro REACT-EU (…)”. Entretanto mudou o governo. Avancemos em modo rápido no tempo.
A 20 de outubro de 2021, após duras críticas ao processo das Agendas Mobilizadoras, o Presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, anunciou o fim das ditas.
Ainda nesse mês é aprovada a comissão de inquérito às Agendas no âmbito da qual os diversos protagonistas no processo têm vindo a ser ouvidos.
Importa reter o valor de 117, 5 milhões. O mesmo valor que no dia 17 de maio de 2022 o presidente do IAPMEI afirmou desconhecer embora ressalvando que “questões de natureza mais política e estratégica são tratadas um nível acima do IAPMEI”. Muito bem. Vamos então subir um nível acima, o nível ministerial.
Ainda no dia 17, o ex-ministro do Planeamento Nelson de Souza afirmou não ter dado a garantia de que a Região beneficiaria de 117 ME ao abrigo das Agendas, como anunciado pelo Governo dos Açores, mas acrescentou que essa verba continuaria disponível no âmbito de outros avisos. Subimos de nível de responsabilidade e a coisa clarifica-se…ou não?.
Continuemos ao nível dos ministros.
A 25 de maio de 2022 o ex-ministro da economia Siza Vieira afirmou não terem sido definidas “verbas específicas” para os Açores nas Agendas Mobilizadoras do PRR. E depois acrescenta a frase-chave “pelo menos eu não tive conhecimento disso”. Afinal?
Recuemos ao dia 18 de maio. O presidente do governo açoriano reafirma que tem uma carta assinada por Nelson de Souza (na altura ministro) a atri-buir aos Açores 5% do PRR nacional: 580 ME geridos pela Região e 117 milhões disponibilizados através do acesso a candidaturas nacionais. E acrescenta que esse valor “não será esgotado por outras candidaturas que não as dos Açores e de empresas açorianas”.
Chegados aqui, a conclusão atirar é a de que Cordeiro e Bolieiro tiveram garantias da República de uma verba de 117 ME para projetos açorianos. O resto são problemas de memória.
(Paulo Simões – Açoriano Oriental de 29/05/2022)
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Urban adventurers take a tour inside abandoned $65million Australian shopping complex | Daily Mail Online

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An urban explorer has provided a rare glimpse into the centrally located $65 million shopping centre that now has been abandoned in Sydney’s south west for ten years, as many cry for a fix-up.

Source: Urban adventurers take a tour inside abandoned $65million Australian shopping complex | Daily Mail Online

hospitais devem milhões à eda

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21 m

Hospitais da Região devem 17 milhões à EDA e a dívida não pára de aumentar
Está a aumentar mais de 2 milhões e meio de euros ao ano a dívida dos hospitais da Região à EDA, que já ascende aos 17,5 milhões.
Os números dispararam em seis anos. Passaram de 1,5 milhões de euros para 17,5 milhões, a dívida actual dos 3 hospitais à EDA. Um milhão e meio é o valor de 2015 e 17,5 milhões de euros o acumulado a 31 de Dezembro de 2021.
O hospital de Angra é, dos três, o que tem a maior dívida. É superior a 8 milhões de euros. O hospital de Ponta Delgada deve à EDA mais de 7 milhões e hospital da Horta, 2 milhões.
Os números são oficiais. São veiculados pelo governo em resposta ao requerimento do Bloco de Esquerda.
A EDA, a esta dívida de 17,5 milhões, aplica juros de mora elevados. Uma taxa de 7%. O presidente da empresa, Nuno Pimentel já fez saber que não abdica mas o parlamento recomendou ao governo a sua negociação. A secretária Berta Cabral responde que está já pedido um parecer jurídico para avançar com estas negociações com a EDA.
(Jornal das 08h30 da Antena 1 Açores de 27/05/2022)
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Dívida externa líquida cai para 77,9% do PIB no 1.º trimestre. Valor mais baixo de 2009 – Observador

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Banco de Portugal disse esta quarta-feira que, no 1º trimestre do ano, a dívida externa líquida portuguesa recuou para 77,9% do Produto Interno Bruto, registando assim o valor mais baixo desde 2009.

Source: Dívida externa líquida cai para 77,9% do PIB no 1.º trimestre. Valor mais baixo de 2009 – Observador

a fuga aérea de Goa

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do FÓRUM ELOS

 

Subject:

[Forum Elos]40. Daring Escape by the Civvies Valmiki Faleiro Goa

From:

Margarida Castro <margaridadsc@yahoo.com>

Date:

22/05/2022, 10:45 pm

 

Valmiki Faleiro -As a working journalist, he was Staff Reporter with the WEST COAST TIMES. He also covered Goa for national publications like THE CURRENT WEEKLY, the FREE PRESS
[Forum Elos] Valmiki Faleiro Inline image

40. Daring Escape by the Civvies

The IAF’s bombing of Dabolim had succeeded in creating only some craters in the runway. Facing uncertain future, Portuguese officials in Goa anxiously sought to send their wives and children to safety – after the evacuation by commercial flights and by the overloaded ship Índia on 12 December 1961.

There were two operational civilian aircraft at Dabolim. As darkness fell, some of the runway craters were quickly patched.

Governor General/C-in-C Major General Vassalo e Silva permitted the Lockheed Martin Super Constellation of the Portuguese national airline Transportes Aéreos Portugueses (TAP) and the Douglas DC-4 Skymaster of the local airline Transportes Aéreos da Índia Portuguesa (TAIP) to take off from Dabolim, despite commencement of hostilities and Goa being surrounded from land, sea and air.

The two aircraft were readied with the wives and children of Portuguese officials, important documents of state, and the gold pawned by Goans with the Banco Nacional Ultramarino. All dispensable stuff onboard – including extra seats – was offloaded to reduce aircraft weight.

With lights switched off and throttles at the minimum to avoid visual and sound detection, the two aircraft had their tryst with destiny – first making a daringly short but a highly risky take-off over just 700 metres of the bombed runway in complete darkness and using only a part of the engine power around that midnight (18/19 December 1961), and then dodging enemy radars all the way to the point of destination.

The first to take off was the TAP’s Super Constellation piloted by Captain Manuel Correia Reis and his navigation and engineer cockpit crew (the same aircraft that ferried the sausages and female paratroopers just the previous night). The Super Constellation’s loud engines drew shots-in-the-dark from Indian warships arrayed offshore in the general direction of Dabolim.

In quick succession, TAIP’s DC-4 Skymaster piloted by Major Austen Goodman Solano de Almeida, a Portuguese Air Force pilot from the Lages Air Force Base in Azores, Portugal, on deputation with the local airline as its director of operations, took off in complete darkness and least sound. [Portuguese army (Exército) and air force (Força Aérea) ranks are common land military ranks; only their navy (Marinha) has traditional naval ranks.]

The two aircraft were headed for Karachi, the nearest friendly airport, at a distance of about 1,300 kilometres (700 nautical miles) by the normal aerial route. But times were not normal and instead of flying northwards along the coast, the two aircraft sped out west, seaward.

Before they got out of Indian airspace, they were spotted by IAF radars. The two aircraft split in different directions as a diversionary tactic. An IAF Vampire NF54 Night Fighter was scrambled from Poona to intercept the Skymaster flown by Major AG Solano de Almeida, but could not make contact.

Both the civilian aircraft flew a circuitous and longer route at a very low altitude (“almost at tree-top level”) to avoid radar detection all the way to Karachi. On arrival, the crew received a standing ovation for having undertaken such a daring mission.

Major Solano de Almeida, later a Lieutenant Colonel, was married to a girl living in Goa, Celeste Vidigal, and post retirement flew Boeing 737s with Air Malta in the 1980s. He lived in Lisbon, close to the house of a friend of this author, António Palhinha Machado.

Other than Air Vice Marshal Erhlich Wilmot Pinto and Group Captain Trevor Joseph Fernandes already mentioned before, air force Goans who participated in Op Vijay-1 were Wing Commander Vishwanath Balkrishna Sawardekar of Sanvordem and “Top Gun” Wing Commander Mervyn (“Osprey”) Jude Pinto of Socorro, Porvorim, but their specific roles in the ops are not available. Flight Sergeant (later Wing Commander) Remegius (“Remy”) Victor Paul of Tivim flew in Liberator bombers of 6 Squadron from Poona. Other Goans did connected duties elsewhere – for instance, Wing Commander Raul da Silva Rodrigues of Cavelossim, a fighter pilot, was posted at Dum Dum to guard the borders with East Pakistan (now Bangladesh) – as it was feared that Pakistan would intervene militarily in favour of Portugal.

Air Ops went smoothly over Goa, save two aberrations, both involving ground forces of the 50 Para Brigade.

Afternoon of 18 December 1961, Tactical HQ Southern Command lost contact with Brigadier Sagat Singh perhaps due to the unexpectedly swift advance of his 50 Para Bde. Tactical HQ sent an IAF Harvard of 122 Squadron from Sambra, Belgaum to literally ‘drop’ a message to the Brigadier. The aircraft did not have the IAF markings painted on the underside. Unable to identify the aircraft as friend or foe, troops of 2 Sikh LI fired with small arms at the Harvard, puncturing two holes in the aircraft’s belly.

In the second case, IAF repaid the compliment when four Vampires scrambled to attack Portuguese armoured recce vehicles, instead “put in a set piece rocket attack” on artillery vehicles of 50 Para’s 17 Para Field Regiment near Piliem – fortunately, with no casualties (quoted words are of Major General VK Singh, author of History of the Corps of Signals). Captain George A Newton rushed to his radio relay set, opened communications with Belgaum, and frantically radioed: “Request the IAF to cease and desist”.

Later, All India Radio (AIR) sought the Army’s help to salvage the equipment of Emissora de Goa, the Portuguese broadcasting station. On directions of the Military Governor, Captain George A Newton was made available to AIR. From 25 to 29 December 1961, he and the AIR engineers rigged up a 5 Kilowatt transmitter at Bambolim (Singh, History of the Corps of Signals, Volume III, Chapter 3).

Around the time, two powerful Phillips radio transmitters bought by Goa’s Cosme Matias Menezes group (CMM), deployed at the Bambolim radio centre, bombed by the IAF, were being ferried by the Indian armed forces. Both transmitters were lost in River Mandovi due to a mishap. CMM sued the Government of India, won the case, and was paid the cost of the transmitters with interest (Teotónio R. de Souza, Goa in Retrospect in Portuguese Literary & Cultural Studies, Dartmouth: University of Massachusetts, 2010, Page 158).

— Excerpted from revised text of the book, Patriotism In Action: Goans in India’s Defence Services by Valmiki Faleiro, first published in 2010 by ‘Goa,1556’ (ISBN: 978-93-80739-06-9). Revised edition awaits publication.

Photos follow:

1. AOC-in-C Operational Command Air Vice Mshl EW Pinto (courtesy: Bharat-Rakshak)

2. Portuguese Air Force Major Solano de Almeida (courtesy: Archivo.Pt vide SuperGoa and Gabriel de Figueiredo vide Francisco Monteiro of Lisbon)

3. Wg Cdr Raul da Silva Rodrigues before a MiG-21 when the USSR-made supersonic fighters were first inducted in the IAF (colour photo, source: self collection)

1 AOC-in-C Ops Command Air Vice Mshl EW Pinto-courtesy Bharat-Rakshak.jpg2 Maj AG Solano de Almeida.JPG3 Wg Cdr Rodrigues before a MiG-21 when it was first inducted in the IAF.JPG

 

1 AOC-in-C Ops Command Air Vice Mshl EW Pinto-courtesy Bharat-Rakshak.jpg

 

2 Maj AG Solano de Almeida.JPG

 

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Analysis: Australia’s election result should be a wake-up call

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The election might have been a win for Anthony Albanese, but it shows the discontent amongst voters, writes Australia correspondent Andrew Macfarlane.

Source: Analysis: Australia’s election result should be a wake-up call

labor return to power

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Australian PM concedes election defeat as Labor Party looks likely to form government

Scott Morrison quits as party leader, Anthony Albanese wants to unite the country

Prime Minister Scott Morrison concedes defeat following release of the partial results of Australia’s federal election, at a Liberal Party event in Sydney on Saturday. The opposition Labor Party is set to end almost a decade of conservative rule. (Asanka Ratnayake/Getty Images)

Prime Minister Scott Morrison conceded defeat Saturday after a federal election in Australia, and the opposition Labor Party was set to end almost a decade of conservative rule, possibly with the support of pro-environment independents.

Morrison acted quickly after Saturday’s election, despite millions of votes yet to be counted, because an Australian prime minister must attend a Tokyo summit on Tuesday with U.S., Japanese and Indian leaders.

“Tonight, I have spoken to the leader of the opposition and the incoming prime minister, Anthony Albanese. And I’ve congratulated him on his election victory this evening,” Morrison told supporters.

“I believe it’s very important that this country has certainty. I think it’s very important this country can move forward,” Morrison said.

Liberal Party faithful react as they watch election results on a large video screen at an event in Sydney on Saturday. (Mark Baker/The Associated Press)

“And particularly over the course of this week with the important meetings that are being held, I think it’s vitally important there’s a very clear understanding about the government of this country.”

Albanese will be sworn in as prime minister, with his centre-left Australian Labor Party getting its first electoral win since 2007.

Anthony Albanese, centre, leader of Australia’s Labor Party, celebrates with his son, Nathan, right, and his partner, Jodie Haydon, in Sydney on Sunday. (Rick Rycroft/The Associated Press)

In conceding defeat, Morrison said he would stand down as leader of the Liberal Party of Australia, which was seeking a fourth three-year term.

The capitulation ends eight years and nine months in power for Morrison’s conservative coalition. He became prime minister in 2018 after several leadership changes.

A ‘sense of common purpose’

Albanese said he wanted to bring Australians together as he made his first comments after Morrison’s announcement and nine years in opposition.

“I want to unite the country,” Albanese told reporters as he left his home late on Saturday night to attend a Labor Party celebration in Sydney.

“I think people want to come together, look for our common interest, look toward that sense of common purpose. I think people have had enough of division, what they want is to come together as a nation, and I intend to lead that.”

Labor focused on inflation, wages

Labor had promised more financial assistance and a robust social safety net as Australia grapples with its highest inflation since 2001 and soaring housing prices.

The party also said it would increase minimum wages — and on the foreign policy front, it proposed to establish a Pacific defence school to train neighbouring armies in response to China’s potential military presence on the Solomon Islands, on Australia’s doorstep.

Labor Party supporters react to election updates broadcast on a screen in Sydney on Saturday while they wait for Albanese to speak about the outcome of the country’s general election. (Jaimi Joy/Reuters)

It also wants to tackle climate change with a more ambitious 43 per cent reduction in greenhouse gas emissions by 2050.

As Labor focused on spiking inflation and sluggish wage growth, Morrison made the country’s lowest unemployment in almost half a century the centrepiece of his campaign’s final hours.

In early counting on Saturday, Morrison’s coalition was on track to win 38 seats and Labor 71, while seven were unaligned legislators and 23 races were too close to call.

Labor had yet to reach the 76 of the 151 lower house seats required to form a government alone. Final results could take time as counting of a record number of mail-in votes is completed. Due to the COVID-19 pandemic, more than 48 per cent of Australia’s 17 million electors voted early or applied to vote by mail.

Independents gaining

Minor parties and independents appeared to be taking votes from the major parties, which increases the likelihood of a minority government.

Partial results showed Morrison’s Liberal-National coalition had been punished by voters in Western Australia and affluent urban seats in particular.

In at least five affluent Liberal-held seats, “teal independents” looked set to win, tapping voter anger over inaction on climate change after some of the worst floods and fires to ever hit Australia.

Early returns suggested the Greens had also made ground, looking to pick up to three seats in Queensland state.

With files from The Associated Press

no reino do Corvo

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EXERCER O PODER DE FORMA ABSURDA!
BREVE NOTA SOBRE O CASO DO MÉDICO DO CORVO
A Região foi surpreendida, na semana passada, com a súbita exoneração, pelo Secretário Regional da Saúde e Desporto, do médico Dr. António Salgado das funções de Presidente da Unidade de Saúde da Ilha do Corvo.
A Região tomou, de seguida, conhecimento de que tinha sido nomeado, pelo mesmo Secretário Regional, para esse cargo o médico Dr. Paulo Margato. Aqui não houve, para os mais informados, qualquer surpresa, pois o Dr. Margato foi cabeça de lista do PPM em S. Miguel e é publico que o Deputado do Corvo e dirigente regional do PPM, Dr. Paulo Estevão, sempre quis esse médico no Corvo.
É necessário que se perceba que o cargo de médico do Corvo, em si mesmo, não é um lugar de escolha e que o Dr. Salgado percorreu todos os tramites legais para exercer o cargo, do qual é titular efetivo. Apenas o cargo de Presidente da Unidade de Saúde é que é de escolha. No caso do Corvo, depois de ter sido criada a instituição Unidade de Saúde, houve sempre o consenso de que seria o médico a presidir, dada a muito pequena dimensão humana dessa unidade orgânica.
Entretanto o Dr. António Salgado, com mais de dois anos de um competente, empenhado, atento e muito humano exercício da medicina naquela muito pequena e isolada comunidade insular, ganhou o apoio esmagador da população, tal como vimos, na passada 6ª feira, dia 13/5, na RTP/A.
Ouvi ontem na RDP/A o Dr. Salgado afirmar, e bem na minha opinião, que permanece no Corvo como médico do quadro da Unidade de Saúde da Ilha. O Dr. Salgado justifica esta sua decisão “com o enorme apoio da população do Corvo” que foi explicitamente demonstrado, quer na manifestação que a RTP/A mostrou, quer no abaixo assinado que corre, quer de várias outras maneiras.
Estamos perante uma forma de exercer o poder que é absurda, o que não me parece difícil de demonstrar! Conheço bem o Corvo, em função das responsabilidades políticas regionais que exerci por muitos anos, conheço e até tenho relacionamento amistoso com muitas pessoas daquela Ilha, incluindo antigos e atuais figuras importantes de várias áreas. Ouvi em publico (OCS) e em privado as opiniões, as convicções e o conhecimento concreto de muitas dessas pessoas e para mim fica claro o que se está a passar. Na origem desta questão está o Deputado Paulo Estevão do PPM, cujo partido, que ele lidera na Região, faz parte da coligação governante nos Açores. Com mais três ou quatro fiéis e com alegações não verdadeiras, pressionou o principal partido da coligação – o PSD – para que o Dr. Salgado fosse demitido de Presidente do Conselho de Gestão da US indicando, ao mesmo tempo, um médico que exerce em S. Miguel, onde encabeçou a lista do PPM. Esqueceu-se, entretanto, que a Unidade de Saúde do Corvo, tem um quadro de funcionários, um dos quais é médico, e esse lugar está preenchido! A partir de hoje temos no Corvo dois médicos, um que preside à gestão e outro que atende a lista de 370 utentes. O Deputado Paulo Estevão, muito conhecido por “Rei do Corvo”, suponho que por ter passado do CDS para o PPM, vive de facto obcecado por ter poder naquela ilha isolada, tal como tem demonstrado desde que optou por ir viver para lá. Nas declarações que fez à RTP Paulo Estevão “jurou a pés juntos” que não tinha nada a ver com isto, mas ele sabe que todos os corvinos e muitos outros açorianos sabem que ele tem tudo a ver com esta forma absurda de estar e de exercer o poder regional, muito bem exemplificada com este caso.
Disponho, desde meados da semana passada, de uma informação muito credível, segundo a qual o gabinete do Senhor Presidente do Governo Regional, assegurava a quem estava preocupado com esta possível situação, que a “exoneração do Presidente da US do Corvo não se daria pelo menos por agora” e, entretanto, pouco mais de 24 horas depois o Secretário Regional da Saúde e Desporto, Dr. Clélio Meneses (PSD), exonerou o Dr. Salgado e nomeou o Dr. Margato para Presidente da US.
Este facto é revelador da instabilidade dentro da Coligação e ajuda a perceber mesmo que há Secretários Regionais do partido maior, que atuando sobre pressão primária dos parceiros mais pequenos, deixam de ter em conta aquilo que presumo ser uma visão mais equilibrada do Dr. Bolieiro, Presidente do Governo. Noto que esta situação não é a primeira deste tipo que registo.
Entretanto a RDP/Açores revelou hoje que a maioria (todos menos um) dos trabalhadores da US Corvo escreveram ao Presidente do Governo, ao Secretário da Saúde e à ALRAA pedindo a reversão da infundada exoneração do Dr. Salgado e sublinhando que ele é parte da solução do problema criado por um outro membro do Conselho de Gestão e não pelos restantes dois, como foi mentirosamente afirmado. Juntando esta informação publica, com o conhecimento que tenho sobre as pessoas, concluo com facilidade quem serão “os três ou quatro fiéis” referidos atrás que congeminaram com Paulo Estevão esta tramoia que visa, em primeiro lugar, reforçar o próprio Paulo Estevão que está a perder claramente credibilidade e apoio e, em segundo lugar, afastar do território da Ilha um cidadão que, pela sua forma de ser e estar, dá todos os dias contributos positivos à vida daquela comunidade muito isolada.
É do conhecimento geral que o Dr. António Salgado é militante do PCP e ativista da CDU. Sendo, como é, funcionário publico não pode ser prejudicado na sua vida profissional por esse facto. São certamente na ordem de alguns milhares os funcionários públicos que são militantes do PCP e nunca houve, nem pode haver em democracia, saneamentos ou afastamentos geográficos por esse facto. Os que assim pensam e agem são de outro tempo.
Não sei qual será o desfecho deste caso, mas sei que na sua origem está uma “manobra política” indigna, sem ética de espécie nenhuma e profundamente afrontosa para o visado que é um funcionário irrepreensível e, acima de tudo, um homem de bem; sei também que esta afronta atingiu em cheio a esmagadora maioria da população do Corvo; sei ainda que a actual Coligação Governamental Regional abriu um profundo buraco na sua, já muito débil, credibilidade política.
Termino dizendo ao Senhor Presidente do Governo, Dr. José Manuel Bolieiro, pessoa que, para além de todas e óbvias diferenças políticas, sempre estimei e considerei ligado a valores democráticos essenciais, que governar assim, fazendo tudo o que parceiros agressivos querem, não vale mesmo a pena!
Horta, 17 de Maio de 2022
Foto 1_ Ilha do Corvo vista do Sul; Foto 2 A Vila do Corvo – Fotos retiradas da internet.
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  • Raul Dutra Goulart

    Pelo que ouvi á pouco, sobre o CORVO, e tomadas de posição sobre Covid, este CINICO do clélio meneses, não tem CONDICÕES, De continuar, neste governo.

Massive 7.3 magnitude earthquake strikes near Australia | Daily Mail Online

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A 7.3 magnitude earthquake has been recorded near Australia. The Bureau of Meteorology reported the shake near Macquarie Island.

Source: Massive 7.3 magnitude earthquake strikes near Australia | Daily Mail Online