Saltar para o conteúdo

blogue.lusofonias.net

blogue de tudo e nada para mentes pensantes

  • AICL AIMAGENS apresentadas FLORES 2025
  • AICL a Mesa março 2026
  • AICL a ficha de inscrição para associados
  • AICL Biodados dos Patronos maio2025
  • AICL BOAS-VINDAS aos sócios
  • AICL Comissão Científica 2025
  • AICL Comissão Executiva 2025
  • AICL Declaração de princípios e objetivos
  • AICL Declaração de utilidade pública
  • AICL Estatutos e regulamento interno atualizado 2023
  • AICL Historial atualizado 2026
  • AICL instruções de publicação (sinopses, atas, etc) 2026
  • AICL lista de autores açorianos, açorianizados, etc.,presentes 2001-2025
  • AICL lista de FUNDADORES e Sócios Ordinários jan 2025
  • AICL LISTA ISBN ISSN
  • AICL SÓCIOS E OBRAS NO PRL PLANO REGIONAL DE LEITURA2024
  • apoios AICL 2001-2026
  • lista de Protocolos. AICL 2001-2026
  • Política de privacidade
  • AICL AIMAGENS apresentadas FLORES 2025
  • AICL a Mesa março 2026
  • AICL a ficha de inscrição para associados
  • AICL Biodados dos Patronos maio2025
  • AICL BOAS-VINDAS aos sócios
  • AICL Comissão Científica 2025
  • AICL Comissão Executiva 2025
  • AICL Declaração de princípios e objetivos
  • AICL Declaração de utilidade pública
  • AICL Estatutos e regulamento interno atualizado 2023
  • AICL Historial atualizado 2026
  • AICL instruções de publicação (sinopses, atas, etc) 2026
  • AICL lista de autores açorianos, açorianizados, etc.,presentes 2001-2025
  • AICL lista de FUNDADORES e Sócios Ordinários jan 2025
  • AICL LISTA ISBN ISSN
  • AICL SÓCIOS E OBRAS NO PRL PLANO REGIONAL DE LEITURA2024
  • apoios AICL 2001-2026
  • lista de Protocolos. AICL 2001-2026
  • Política de privacidade
  • /jose-gabriel-avila-a-nossa-forca.pdf
  • islão religião de paz e escravos (vamos converter já…
  • Aquaparque acolhe Noites de Verão até 12 de setembro – Açoriano Oriental
  • “Maioria dos jovens consome bebidas alcoólicas” é a manchete do Açoriano Oriental – Açoriano Oriental
  • fuga ao fisco de chicos-espertos

Contact Info

aicl@lusofonias.net

.

www.lusofonias.net r igreja lomba da maia 9625-115 s miguel açores

Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia

A ESCOLA DE SAGRES EM LAGOS

Views: 0

Eduardo Franco Madeira

·
OLÁ
Obrigado a João Marques de Oliveira .
Há ” Historiadores ” e historiadores .
Nuns podemos confiar ; José Mattoso é um deles ; procura a Verdade histórica à luz das circunstâncias locais e da época.
Outros , como os dos “Annalles” tentam fazer “história” marxista , levando “a luta de classes” para a Idade Média.
Desconhecem que “a luta de classes” é uma invencionice tonta , que só serviu para justificar subversão , revolucionarite aguda e retrocesso . Nunca existiu . O que existe é atropelo à Verdade .
O Professor Mattoso também por lá andou , mas logo se “enjoou”.
Podemos confiar nele .
E que bonito é este período da História.
Ele tem um livro recente sobre a Essência de Portugal ; é uma delícia ; peguei nele para escarafunchar no tema : onde estão as nossas raízes?
No meu
25/35 UM PAÍS MAL CONSTRUÍDO
procurei apanhar o lado psicológico do nosso passado , do passado deste “grupo” Nação-Estado , tão velho , tão ilustre , tão mundial e globalista .
É certo que a Vida não é passado ; é futuro ; é para a frente . Mas o nosso passado está sempre lá, tanto no Grupo como no Indivíduo.
” La vida es una actividad que se hace hacia adelante ” dizia o velho Ortega .
Era um grande filósofo ; dos maiores .
Procuro sempre mostrar que toda a força, toda a energia , consubstanciada neste período brilhante da Historia , continuam presentes em nós.
NÓS podemos .
O meu argumento gira todo à volta da
DESCENTRALIZAÇÃO ;
procuro mostrar que a “descentralizacao” do poder , que se verificava nessa altura , com os começos da Dinastia de Aviz , é a chave dos enormes sucessos dos Portugueses de Quinhentos .
Também pode sê-lo dos de agora .
Mas a “descentralizacao” não é só um tema histórico ; também e um dos temas principais da teoria da Gestão.
Psicologia e Gestão são duas ciências recentes , que os Portugueses desprezam e não usam .
E são tão úteis.
Esse tema , o da DESCENTRALIZAÇÃO, é o tema principal dos meus livros .
Bem hajam
Eu voto VENTURA
João Marques de Oliveira
·
A 27 de Outubro do ano de 1443
O promontório de Sagres, bem como as vilas adjacentes de São Vicente e Sagres foram doadas, pelo regente D. Pedro ao seu irmão, o Infante D. Henrique (1394-1460). A vila de Sagres, então abandonada e em ruínas em razão das razias dos piratas da Barbária, foi, a pelo Infante D. Henrique, reconstruída e repovoada. Foi também por iniciativa do Infante a construída a fortificação de defesa na ponta do promontório, determinada pela sua localização e forma, usufruindo da falésia como defesa natural em três dos seus quatro lados, intimamente ligada às suas excelentes possibilidades estratégicas que se integram aos ditames anteriormente citados.
Em Sagres viria o Infante D. Henrique mandar construir a sua residência “oficial”. Tendo o local ficado conhecido como, a Escola de Sagres, na realidade nunca teve esse fim, a Escola de Sagres foi um mito criado pela interpretação errada de algumas crónicas antigas.
A “Escola” do Infante D. Henrique, ou melhor um sitio de reunião de marinheiros – homens com conhecimentos de navegação marítima e cartógrafos, matemáticos, astrólogos (alguns vindos de Itália, Flandres e outros países europeus) onde, aproveitando a ciência de uns e a prática e conhecimento da arte de marear de outros, se desenvolveram novos métodos de navegar, desenharam cartas, criaram instrumentos de navegação, e adaptaram e desenvolveram projectos de novos navios para as necessidades de navegação de longo curso no oceano Atlântico. Esta “Escola” não estava localizada em Sagres, mas sim em Lagos, cidade que foi em vida do Infante D. Henrique, o centro da expansão marítima Portuguesa.
História de Portugal – Dir. José Mattoso – Circulo de Leitores
2525
2 comments
3 shares
Like

Comment
Share
2 comments
  • Vasco Almeida

    Quando haviam portugueses com visão…

    • Like

    • Reply
    • 13 h
    • Eduardo Franco Madeira

      Vasco Almeida
      Ainda os há, e muitos.
      O que está mal é o SISTEMA.
      Os Portugueses que emigram , que vão para outros sistemas , vingam , são bem sucedidos .
      Nos países onde a ” competição ” é livre , leal e ordeira , os Portugueses competem bem .
      O que temos que fazer é mudar o SISTEMA

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/2022Categorias Historia religião teologia filosofia WAR genocidio ONU direitos humanos liberdade expressão autonomia, independência, jornalismo media imprensa TV Fake news Tradições LENDAS folclore

dantes é que era bom?????

Views: 0

Portugal de Antigamente ·

Follow

Elisabeth Duarte · ·
Retrato de uma familia em meio rural, em frente de uma casa tradicional de Santana, Ilha da Madeira, construida em madeira e com cobertura em colmo de três
águas
May be an image of 6 people, child, people standing and text that says "Museu de Fotografia da Madeira Atelier Vicente's"

Carlos Fino

Favourites · ·

POVO DE PÉ DESCALÇO

107107

24

7

Like

Comment
Share
24 comments
Most relevant



Write a comment…
  • Nuno Mendes

    E ainda há quem diga que antes é que era bom. Era bom para quem vivia bem, muito provavelmente às custas de famílias como a da fotografia.

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/2022Categorias Historia religião teologia filosofia WAR genocidio ONU direitos humanos liberdade expressão autonomia, independência, jornalismo media imprensa TV Fake news Tradições LENDAS folclore1 comentário em dantes é que era bom?????

CAMARA-DE-PONTA-DELGADA-JOVENS-FANTOCHES.pdf

Views: 1

CAMARA DE PONTA DELGADA JOVENS FANTOCHES

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/2022Categorias Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia

timorenses em lisboa

Views: 1

Notícias em Português sobre Timor-Leste

· oSsrtndepoca2lcuu09gc60ugtt365g3mc214723ghu121ltuat9f4gic1tu ·

Associação quer Governo e sociedade civil a resolverem a questão do fluxo de timorenses
Lisboa, 25 out 2022 (Lusa) – A Associação Renovar a Mouraria defendeu hoje a criação de um grupo de trabalho que envolva instituições governamentais e organizações da sociedade civil para responder à “situação de emergência social” causada pelo recente fluxo migratório de timorenses para Portugal.
“Consideramos essencial a elaboração de um grupo de trabalho que inclua não só as instituições governamentais, mas também as organizações da sociedade civil que acompanham de perto e diariamente as pessoas nos seus territórios de intervenção”, sublinha a associação num comunicado hoje divulgado.
A Renovar a Mouraria tem prestado apoio a dezenas de timorenses que se encontram em Lisboa em situação de sem-abrigo.
No comunicado, a associação defende também que o grupo seja “transparente quanto à sua composição e atuação, bem como tenha uma visão de médio e longo prazo” quanto ao trabalho a desenvolver com os imigrantes de Timor-Leste.
“Esta construção de um plano de ação estruturado, articulado e transparente será essencial para o acolhimento digno dos timorenses no nosso país”, acrescenta.
Em declarações à agência Lusa, Rita Madeira, da Renovar a Mouraria lamentou que não exista um “plano coordenado de médio e longo prazo para acolher” aqueles imigrantes e frisou a importância de se trabalhar nesse plano para se fazer face ao “fluxo migratório que já se percebeu que vai continuar”.
“Estamos a atuar para dar ajuda de forma pontual e emergencial e de curto prazo. Um plano de médio e longo prazo para este fluxo migratório é necessário”, sublinhou.
Fazendo um retrato dos timorenses que têm aparecido nos últimos meses em Lisboa, vítimas de redes de tráfico humano, que os atraem com a promessa de trabalho, Rita Madeira disse que são sobretudo rapazes, jovens, entre os 20 e os 25 anos e que se concentram no eixo Martim Moniz/Baixa-Chiado/Intendente.
Apesar de ser uma população com alguma rotatividade, a dirigente associativa afirmou que têm sido em média 50 os imigrantes timorenses que estão nas ruas de Lisboa.
Alguns vêm com o objetivo de entrar no Reino Unido, mas a “questão do Brexit impossibilita esse fluxo”, o que estes imigrantes desconheciam, afirmou.
Afastada está a possibilidade de regresso a Timor-Leste porque, apesar de tudo, “veem Portugal e a Europa como forma de encontrarem melhores condições socioeconómicas”, explicou.
“A maior parte não quer regressar a Timor. Há um contexto sócio-económico bastante complicado para os jovens timorenses lá”, afirmou Rita Madeira, acrescentando que, além disso, há a questão de terem contraído “dívidas altíssimas em Timor, algumas com juros muito elevados” para virem para Portugal, por isso, “o regresso a Timor é uma questão sensível”.
“Apesar de estarem nesta situação, sentimos que há uma esperança de que, ainda assim, consigam encontrar uma situação melhor”, acrescentou.
Com a ajuda de intérpretes voluntários de Tétum, a Renovar a Mouraria tem prestado apoio a estes jovens no sentido de lhes dar agasalhos, mantas, sacos-cama e roupa, “necessidades que eles identificaram porque estão a passar frio”.
A Renovar a Mouraria trabalha com a Refood e com carrinhas que distribuem refeições pelos sem-abrigo.
Através do CLAIM Mouraria – Centro Local de Apoio à Integração Migrante tratam das questões mais burocráticas, como apoio à verificação de documentos, informação sobre os seus direitos, identificação de necessidade de inserção no mercado de trabalho.
“Vamos criar em breve novas turmas de ensino de português”, referiu Rita Madeira.
A dirigente associativa disse ainda que a Renovar a Mouraria tem feito uma tentativa de articulação com outros serviços públicos, como a Câmara Municipal de Lisboa, mas não tem recebido resposta.
Nesse sentido, Rita Moreira lamentou que não haja “transparência”, nem uma “resposta coordenada”.
“A nível de coordenação e transparência temos sentido essa lacuna”, afirmou à Lusa.
Por estar ciente de que a sua “capacidade de intervenção é limitada, quer geograficamente, quer a nível de recursos”, é que a Renovar a Mouraria quer cooperar com entidades competentes.
“Um plano de ação estruturado, articulado e transparente será essencial para o acolhimento digno dos timorenses no nosso país”, defende a associação no comunicado.
“A par com ele, devem aprofundar-se as investigações e o desmantelamento das redes de imigração ilegal e tráfico humano que beneficiam com a violação de Direitos Humanos destas pessoas, assim como se deve refletir sobre uma forma ética e responsável de dignificar fluxos migratórios e políticas de acolhimento através de acordos, neste caso, entre o Estado Português e o Estado Timorense”, acrescenta.
MCL/GYM // VAM
Lusa/Fim
Like

Comment
Send

0 comments

Write a comment…

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/2022Categorias Timor história e memorias HORTA XIMENES XANANA

PONTA DELGADA JÁ TEVE GRANDES PRESIDENTES DE CÂMARA

Views: 3

Tomás Quental

·
Aprender com o passado
A Câmara Municipal de Ponta Delgada já teve grandes presidentes. Vou citar alguns: dr. Francisco de Athayde Machado de Faria e Maia (apesar de oriundo de famílias aristocráticas, era republicano e presidiu com notável serenidade à edilidade após a implantação da República); dr. Alberto Paula de Oliveira (brilhante advogado, oriundo do Algarve, estabeleceu-se em Ponta Delgada, aqui constituiu família, era um institucionalista e deu grande dignidade ao município em pleno Estado Novo); Carlos de Aguiar Rego Costa (empresário, já em democracia, eleito por um partido, deixou o partido à “porta” dos Paços do Concelho para melhor servir todos, o partido, aborrecido, tentou criar-lhe dificuldades); João Gago da Câmara (recebia todos no seu gabinete sempre de porta aberta, teve o grande mérito, entre outros, de acabar com um velho bairro de lata nos arredores da cidade, realojando todos os moradores) e João San-Bento (no seu estilo despachado e popular, ouvia todos na rua e tentava resolver todos os problemas com impressionante pragmatismo).
É preciso olhar para o passado, aprender com o passado, para melhor servir no presente.
13You, João Câmara, Henrique Schanderl and 10 others

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/202230/10/2022Categorias Historia religião teologia filosofia WAR genocidio ONU direitos humanos liberdade expressão autonomia, independência, jornalismo media imprensa TV Fake news Tradições LENDAS folclore

Prosperidade e segurança tornam os Açores cada vez mais atraentes | ND Mais

Views: 1

O comércio, a construção civil e os transportes também respondem por uma fatia significativa da produção de riquezas, mas poucos setores cresceram tanto quanto o turismo nas ilhas

Source: Prosperidade e segurança tornam os Açores cada vez mais atraentes | ND Mais

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 30/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

CREDITO-HABITACAO-MAIS-CARO.pdf

Views: 2

CREDITO HABITAÇAO MAIS CARO

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 29/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

Views: 2

Início Histórias História de Portugal

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

As notícias falsas (fake news) da História de Portugal. https://ncultura.pt/mentiras-da-historia-de-portugal-portugal-e-um-pais-de-brandos-costumes/

Márcio Magalhães Por Márcio Magalhães
Sexta-feira, Outubro 28, 2022
  • INÍCIO
  • LÍNGUA PORTUGUESA
  • HISTÓRIAS
  • RECEITAS
  • VINHOS
  • LIFESTYLE
  • VIAGENS
  • PENSAMENTOS
  • ZODÍACO
  • NOTÍCIAS

 

ncultura

 

PUBLICIDADE
Início Histórias História de Portugal

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

As notícias falsas (fake news) da História de Portugal.

Márcio Magalhães Por Márcio Magalhães
28/10/2022
em História de Portugal, Histórias
0
Portugal é um país de brandos costumes

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

FacebookTwitterPinterestWhatsApp
PUBLICIDADE

Artigos Relacionados

10 factos desconhecidos do Rei Carlos III

10 factos desconhecidos do Rei Carlos III

OUTUBRO 28, 2022
Os maiores escândalos da Família Real Britânica

Os maiores escândalos da Família Real Britânica

OUTUBRO 27, 2022
Camilla Parker Bowles

Camilla Parker Bowles tem cada vez mais poder e poderá substituir Carlos III

OUTUBRO 26, 2022
Puro-sangue Lusitano

Puro-sangue Lusitano, um cavalo único admirado em todo o mundo

OUTUBRO 26, 2022

Existem grandes mentiras que passaram por verdades. Um exemplo disso é sempre termos ouvido dizer que Portugal é um país de brandos costumes. Será mesmo assim?

As fake news (“notícias falsas”, em português) é um termo novo ou um neologismo usado para se referir a notícias fabricadas, que não têm por base a realidade, embora sejam apresentadas como estando factualmente corretas.

PUBLICIDADE

A atualidade política vive com esse drama, mas no passado também ocorreram “notícias falsas”, inverdades e mitos que passaram pela população como factos reais. No passado, os efeitos eram ainda mais devastadores para o conhecimento do povo.

A história fez-se em tempos com a comunicação verbal, do passa a palavra, com poucos elementos escritos a confirmarem-se como fontes credíveis. Ao longo da história, muitas pessoas acabaram por contribuir para a criação de ideias feitas, que por uns tempos se revelaram como parte da História do nosso país.

PUBLICIDADE

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

Por vezes, as mentiras repetidas frequentemente assumem um caráter pernicioso. São tidas como verdadeiras. Ora, isto comprova o pensamento do melhor cronista da cultura inglesa do século XX, “se todos aceitam a mentira, a mentira entra na história e torna-se verdade” (1984 – George Orwell).

Existem grandes mentiras que passaram por verdade e encaixaram na cultura popular ou em manuais da especialidade como momentos da História e do nosso país. O NCultura irá revelar um conjunto de artigos que mostram isso mesmo.

No presente artigo, iremos centrar-nos na afirmação de que “Portugal é um país de brandos costumes!”

Não é verdade que Portugal seja um país de brandos costumes, embora já todos tenham ouvido essa frase ao longo da sua vida. Ao longo da história, há diversos momentos que contrariam essa tese.

PUBLICIDADE

Por exemplo, nos séculos XIX e XX, milhares de pessoas foram mortas em guerras civis e revoluções. Esse chavão foi fruto de uma operação de ação psicológica, uma invenção do Estado Novo.

 

Portugal é um país de brandos costumes
Batalha da Praia da Vitória – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

Século XIX foi agitado

Ao longo do século XIX, sucederam-se revoluções e várias lutas civis. Destes confrontos, resultaram diversas vítimas. Após o curto fogacho liberal que ocorreu em 1820, surgiu uma grande guerra que opôs os absolutistas liderados por D. Miguel e os constitucionalistas liderados por D. Pedro. Nestes confrontos que ocorreram de 1832 a 1834, participaram inclusivamente navios e mercenários estrangeiros.

Posteriormente, em 1836, ocorreu a revolução de setembro. Já na década seguinte, realizou-se uma nova guerra civil com intervenção exterior, a Patuleia. Mais tarde, já próximo do final do século, houve uma tentativa de revolução republicana, no Porto.

Embora frustrada, resultou numa dúzia de mortos que ficaram estendidos na Rua de Santo António. Além disso, ainda ficaram feridas quatro dezenas de pessoas.

Desta forma, facilmente se pode demonstrar que os costumes portugueses nunca foram brandos. Se recuarmos no tempo, podemos ainda recordar outros episódios históricos, como os sinistros clarões das fogueiras da Inquisição ou as Invasões Francesas de há 200 anos em que ocorreram diversos linchamentos na rua.

Os linchamentos de pessoas que eram suspeitas de “jacobinismo” (trata-se de uma doutrina revolucionária do Clube dos Jacobinos, associação que foi fundada em 1789, em Paris). Tratava-se de uma doutrina que se opunha à realeza e à Igreja e que fazia a defesa da instauração de uma democracia igualitária.

Nesse mesmo espaço temporal, realizou-se o esquartejamento do general Bernardim Freire de Andrade, quando se encontrava em Braga e ordenou o recuo estratégico das milícias para o Porto.

 

Portugal é um país de brandos costumes
Governo de Sá Cardoso 1919 – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

A Revolta de 14 de maio de 1915

O Estado Novo criou o estereótipo do “país de brandos costumes”, mas estes acontecimentos comprovam o contrário. Essa estratégia serviu para contrabalançar a tradição portuguesa da violência política.

O Estado Novo queria fazer a cabeça das pessoas e moldá-las a seu gosto. No entanto, na história, não faltam episódios que contrariam a tese de que se está num “país de brandos costumes”.

No dia 14 de maio de 1915, ocorreu um golpe de estado no nosso país. Esse momento foi liderado por Álvaro de Castro e pelo general Sá Cardoso. Estes homens lideraram um golpe que teve como objetivo fazer a reposição da plena vigência da Constituição Portuguesa de 1911 e ainda o propósito de derrubar um governo que então era presidido pelo general Pimenta de Castro.

O grupo tinha o nome de “Jovens Turcos”. Estas pessoas ousaram dirigir-se contra a “ditadura” de Pimenta de Castro. Cerca de três meses e meio antes desse momento, o presidente Manuel de Arriaga tinha mandatado este general governar com o Parlamento encerrado.

Jovem Turquia era o nome de uma loja maçónica da época. Alguns políticos, civis e militares faziam parte deste grupo. O objetivo destas pessoas era repor a plena vigência da Constituição de 1911.

O seu propósito seria alcançado, levando no imediato à transmissão dos poderes para uma Junta Constitucional. Esta Junta Constitucional era constituída por cinco “jovens turcos”. Estas pessoas eram defensoras da entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial, uma medida preconizada pelo líder do Partido Democrático, Afonso Costa.

Nessa manhã de céu azul, a capital portuguesa acordou ao som do canhão. Em Lisboa, erguiam-se barricadas, num contexto onde os vizinhos combatiam entre si. Havia soldados pelo meio e bandeiras nacionais dos dois lados da barricada.

No final desse dia, confirmou-se que muito sangue tinha sido derramado e encontrava-se espalhado pelas valetas. Nesse dia, foram confirmados 200 mortos. Feridos foram mais de 1000 pessoas.

Este quadro sangrento aconteceu em Lisboa, há pouco mais de cem anos e comprova que Portugal não é um país de “brandos costumes”.

 

Portugal é um país de brandos costumes
João José de Freitas – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

O Senador Linchado

Existem mais exemplos que facilmente conseguem derrubar a tese da “brandura” dos hábitos portugueses. Esta ideia de que Portugal é país de “brandos costumes” foi posta a circular pelo Estado Novo salazarista.

No dia 17, a Junta Constitucional preparava-se para transmitir o poder a um novo Governo, que seria chefiado por João Chagas, que era dirigente do PD. No entanto, João Chagas foi atingido a tiro num olho no próprio dia. O autor do disparo foi João José de Freitas, um homem que era advogado e senador. O momento aconteceu quando ambos se encontravam no interior do comboio.

Eles estavam parados na estação ferroviária do Entroncamento e o comboio fazia o percurso do Porto para Lisboa. Devido ao disparo, João Chagas ficou parcialmente cego. Já João José de Freitas acabou por ser linchado no local por um grupo de populares que se encontravam na estação. Entre eles, estava um soldado da GNR.

Já nos dias 4 e 5 de outubro de 1910 tinha acontecido outro evento que comprova que é errado pensar que Portugal é um país de brandos costumes. Morreram entre 60 e 70 pessoas em Lisboa, na revolução que derrubou a Monarquia e que levou à implantação da República. Em termos de feridos, o número foi ainda mais expressivo. Foram 500 pessoas que tiveram ferimentos.

As barricadas foram erguidas na Rotunda (Marquês de Pombal). Além disso, um cruzador bombardeara o Palácio das Necessidades. Nesse momento, estava D. Manuel II a jogar bridge com alguns cortesãos, mas devido ao susto o jovem rei não teve tempo para ganhar o jogo de cartas.

Um dos obuses da Rotunda pegou fogo a um prédio. Os tiros foram disparados no enfiamento da Avenida de Liberdade. Paiva Couceiro comandava as forças leais à Monarquia. No entanto, estas já eram pouco expressivas.

Primeiro, as forças comandadas por Paiva Couceiro investiram pelo lado de Campolide. Posteriormente, as forças leais à Monarquia investiram a partir do alto do Torel.

O Rossio vivia um contexto insólito. Tinha sido transformado num acampamento de soldados, com as armas ensarilhadas. O rei, a mãe e a avó tiveram de passar a noite em Mafra, local que serviu de passagem para seguirem o seu percurso até à Ericeira.

Daí, embarcaram rumo ao exílio. Eles foram perseguidos por revolucionários que os seguiam em automóveis, fazendo o percurso pela estrada do Sobreiro.

 

Portugal é um país de brandos costumes
Assassinato de D. Carlos – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

O Rei de Portugal e o Presidente foram assassinados

D. Carlos I foi assassinado a 1 de fevereiro de 1908, em pleno Terreiro do Paço. D. Manuel II foi o seu sucessor. O penúltimo rei de Portugal estava acompanhado do filho, o príncipe Luís Filipe (irmão de D. Manuel II), que era o legítimo herdeiro do trono.

Ambos estavam a fazer o percurso de regresso ao palácio de Vila Viçosa, pouco após terem desembarcado do vapor do Barreiro. Eles seguiam num landau (um antigo tipo de carruagem de dois bancos situados frente a frente), quando foram assassinados a tiro a meio da tarde desse dia.

O eco dos disparos abalou a vida política nacional. Os disparos foram realizados por dois membros da sociedade secreta Carbonária, Manuel Buíça e Alfredo Costa. Esse momento serviu para anunciar que o advento da República estava para breve, mas o regicídio foi considerado, na altura, pelos lisboetas, quase como algo de natural.

Atualmente, existe o conhecimento de que esse momento se tratou efetivamente de um plano articulado. Esse episódio envolveu os carbonários, mas também muitas outras pessoas. Parte delas encontrava-se altamente colocada.

Nesse ano, em julho, o New York Times publicou uma reportagem onde se podia ler: “Diz-se que a rainha Amélia reconheceu num dos assassinos um proeminente líder político, mas guarda firmemente o seu segredo.”

Implantada já a República, grupos de monárquicos exilados em Espanha entraram em pé-de-guerra pelo Norte de Portugal, nomeadamente entre 1911 e 1912. Os grupos de monárquicos cercaram vilas, investiram sobre aldeias, aliciaram camponeses e pastores para a causa derrotada. Posteriormente, entre 1915 e 1925, foram diversos os movimentos militares em defesa da República democrática ou contra ela.

Sidónio Pais liderou um dos golpes triunfantes, algo que inauguraria um ano de ditadura no final de 1917, mas que terminaria com uma morte a tiro, na Estação do Rossio. Sidónio foi assassinado. O Presidente-Rei, como Fernando Pessoa lhe chamara, falecera dessa forma cruel. Em menos de 11 anos, ocorreu o segundo assassínio de um Chefe de Estado português, após o regicídio que vitimara D. Carlos.

 

Portugal é um país de brandos costumes
Rei D. Manuel II – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

O esquecimento de uma Guerra

Ainda o som dos tiros que tinham matado Sidónio ecoavam no Rossio e na outra ponta da linha férrea que dali partia no Porto o regime monárquico era restaurado.

Na capital portuguesa, os republicanos formavam um executivo obedecendo à Constituição de 1911. No entanto, as Juntas Militares conservadoras não se conformaram com o procedimento e fizeram a exigência de “um governo de força”.

As Juntas Militares conservadoras contavam com o apoio dos civis que para isso giravam em torno do Integralismo Lusitano, movimento de extrema-direita.

O deposto rei D. Manuel II acompanhava tudo com a máxima atenção e fazia-o a partir do seu exílio inglês. Ele até tinha dado luz verde à movimentação monárquica. O objetivo dos “insurretos” era estender as suas movimentações por Portugal, de norte a sul.

Contudo, as Juntas Militares de Lisboa revelavam-se divididas. No dia 22 de janeiro de 1919, 7 dezenas de monárquicos (sensivelmente) hastearam na antena telegráfica do alto de Monsanto a icónica bandeira azul e branca.

Por ali, estas pessoas acabaram por ficar cercadas e foram desfeiteadas por militares (acompanhados por civis que se mostravam leais à República). No entanto, não foi aqui que terminou a guerra civil de 1919.

No dia 13 de fevereiro, após combates no litoral centro do País, as forças republicanas entraram na cidade do Porto. Foi na Invicta que puseram termo à efémera Monarquia do Norte.

 

Leia também:

  • Quando a camioneta fantasma assombrou Lisboa
  • D. Carlos I, o rei que foi assassinado, tal como o seu herdeiro!
  • Parecem anedotas mas são casos verídicos da história de Portugal

 

Portugal é um país de brandos costumes
A Camioneta Fantasma – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

Uma Noite Sangrenta

A noite de 19 de outubro de 1921 ficou para a história pelas piores razões. Esta data ficou conhecida como Noite Sangrenta (ou por Camioneta Fantasma). Nessa noite, ocorreu algo macabro.

Uma pequena camioneta fez um percurso que deixou marcas e não foram dos pneus. Tratava-se de uma camioneta de caixa aberta. A viatura encontrava-se tripulada por marinheiros e soldados da GNR.

Na viagem que fez realizou paragens estratégicas, recolheu figuras destacadas da vida política, quando estas se encontravam nas suas casas, nomeadamente o chefe do governo. Enquanto a carrinha fez o percurso conforme o plano traçado, essas pessoas foram sendo recolhidas, uma a uma. Posteriormente, essas pessoas foram abatidos a tiro, mesmo na rua, num contexto em que se ouviam insultos e sevícias.

Os sublevados tinham Abel Olímpio como chefe. Este cabo marinheiro tinha a alcunha de Dente de Ouro. Estas pessoas assassinaram o primeiro-ministro António Granjo, mataram o Machado Santos (antigo herói da Rotunda), abateram Carlos da Maia (o ex-ministro da Marinha e ex-presidente da Câmara de Lisboa), além de terem matado outras figuras destacadas da época.

A Noite Sangrenta foi um evento que não ficou completamente esclarecido para os historiadores. Este acontecimento pode ter sido motivado pela demissão de Liberato Pinto, da chefia do Governo e do comando da GNR. No entanto, também foi referida a hipótese de conspiração monárquica.

Explorou-se a possibilidade de se ter tratado de uma movimentação orquestrada por setores do Partido Democrático. Tratava-se de um partido que tinha tido uma posição dominante ao longo dos 16 anos da Primeira República. Seria uma forma de vingança sobre inimigos políticos.

O posicionamento ideológico de cada um pode fazer com que se incida sobre uma determinada hipótese. Chegou a ser criada uma peça de teatro e uma série de TV que trouxeram novos dados sobre esta tragédia. No entanto, as explicações acabam sempre por ser orientadas pelos seus autores.

 

PUBLICIDADE
Portugal é um país de brandos costumes
A revolta de 3 de fevereiro de 1927 – Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

Anos 20 foram verdadeiramente ‘Loucos’

Várias tentativas de revolução frustradas resultaram em vários mortos e feridos. Em 1926, foi instaurada uma ditadura que teve a duração de quase meio século. Foram 48 anos. No entanto, o triunfo da extrema-direita não foi pacífico, uma vez que as fações militares se confrontaram ao longo dos meses de maio e de junho, com confrontos materializados com tiroteios.

Os “velhos republicanos” pretendiam inverter a situação nos primeiros anos da ditadura. As tentativas foram frustradas e houve mais vítimas, especialmente nos combates que se realizaram em fevereiro de 1927. Os confrontos estenderam-se do Porto a Lisboa.

No final dos combates, constatou-se a realidade indesejada. Além das tropas da ditadura terem vencido, os mortos multiplicaram-se. As contagens indicaram 70 mortos na cidade Invicta e 50 mortos na capital. A esses números há que adicionar os milhares de feridos nas duas cidades.

Após quatro anos terem passado, a ditadura já se encontrava instalada de forma consolidada. No entanto, houve um estertor do chamado “Reviralho” que ocorreu na Madeira e nos Açores.

Salazar encontrava-se sentado no poder em 1936. Nesse ano, os marinheiros de dois navios de guerra revoltaram-se no Tejo. O canhoneio do forte de Almada acabou por fazer 10 vítimas mortais. A maioria dos marujos revoltosos serviram como modelos para “inaugurar” o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, involuntariamente, claro.

O Tarrafal era conhecido por ser um inferno tropical. Este espaço singular foi criado por um regime que utilizava um tom paternalista para impor a sua “verdade”, que tinha de ser indiscutível.

A polícia política (chamada de PVDE, PIDE e DGS) operava com toda a facilidade e fazia-o em nome dos “brandos costumes”. Por isso, prendia pessoas. Se necessário, torturava e até podia fazer desaparecer os oposicionistas do regime.

Etiquetas: história de portugalMentiras da História de Portugalportugal
Márcio Magalhães

Márcio Magalhães

Um Mestrado em Ensino não fazia prever o percurso consolidado e bem sucedido no marketing digital e na produção de conteúdos, com publicação regular de artigos em diversas plataformas. (exclusivamente responsável pelo conteúdo textual)

PRÓXIMO

10 factos desconhecidos do Rei Carlos III

10 factos desconhecidos do Rei Carlos III

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

PUBLICIDADE

Subscrever Blog via email

Indique o seu endereço de email para subscrever este site e receber notificações de novos artigos por email.

PUBLICIDADE

ncultura

© 2022 ncultura
Contacte-nos em info@ncultura.pt

Navegar

  • Autores
  • Quem Somos
  • Estatuto Editorial
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais

Siga-nos

 

  • Início
  • Língua Portuguesa
  • Histórias
  • Receitas
  • Vinhos
  • Lifestyle
  • Viagens
  • Pensamentos
  • Zodíaco
  • Notícias

© 2022 ncultura
Contacte-nos em info@ncultura.pt

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/202228/10/2022Categorias Historia religião teologia filosofia WAR genocidio ONU direitos humanos liberdade expressão autonomia, independência, jornalismo media imprensa TV Fake news Tradições LENDAS folclore

Faial ̂ e a demolição do controverso parque

Views: 1

Valdemar Furtado

19 m ·
Município da Horta
·
̂ ̧̃ ̃ ̃
O Presidente da Câmara Municipal da Horta convocou uma conferência de imprensa para divulgar o resultado do relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), referente à avaliação adicional solicitada para analisar a resistência do betão do Parque de Estacionamento da Rua de São João.
Perante o relatório do LNEC, a reunião realizada com os autores do relatório e a avaliação conjunta com os técnicos do Município e os membros do executivo com pelouro atribuído, Carlos Ferreira ordenou a demolição do Piso 1 do Parque de Estacionamento.
“A análise dos carotes do piso 1 demonstrou que o mesmo não garante condições de segurança”, no entanto, o relatório revela que o piso 2 poderá ser salvo mediante reforço estrutural”, frisou o Presidente da Câmara Municipal da Horta.
Para além desta medida, o autarca revelou que o Município vai requerer ao projetista a apresentação de um projeto de demolição e reconstrução do piso 1 e reforço estrutural do piso 2 e respetivos pilares, e uma proposta complementar de projeto para a demolição e reconstrução de ambos os pisos com a respetiva orçamentação.
“Se o LNEC declara que a laje do piso 2 pode ser salva, temos o dever de requerer ao projetista um projeto de reforço estrutural da referida laje e respetivo orçamento. Se, face ao orçamento das duas alternativas, a melhor solução for a demolição de ambas as lajes, será essa a decisão”, defendeu Carlos Ferreira, acrescentando que “para isso precisamos primeiramente do projeto técnico e da respetiva revisão do projeto, elaborada por outro gabinete, para salvaguarda de todas as partes e tendo sempre em primeiro plano a segurança da população”.
Carlos Ferreira afirma que têm de ser assumidas as devidas responsabilidades e que a Câmara tomará todas as medidas para salvaguardar os interesses do Município e dos munícipes, ainda que para tal seja necessário recorrer à via judicial para que possa ser ressarcida dos prejuízos que teve e que terá neste processo.
O edil comunicou também que será convocada uma reunião com os responsáveis pelo projeto, fiscalização e construção da obra, bem como será solicitado ao LNEC a continuação do acompanhamento do processo.
O autarca informou ainda que as medidas descritas serão apresentadas na próxima reunião de Câmara e, quando forem apresentados os projetos e respetiva orçamentação, será solicitada uma reunião extraordinária da assembleia municipal.
Paços do Concelho da Horta, 28 de outubro de 2022
2You and 1 other
Like

 

Comment
Share
0 comments

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/202228/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

China Has Opened Up Secret Police Stations in These Countries

Views: 3

As of this summer, China was operating 54 overseas police stations in 25 cities in 21 countries, according to the NGO Safeguard Defenders.

Carlos Marques da Silva

  · 

polícias chineses na vizinhança
A China tem postos de polícia em 21 países, incluindo três em Portugal (Lisboa, Porto e Funchal). Leio e não entendo como é possível.

Source: China Has Opened Up Secret Police Stations in These Countries

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias macao china HK (Hong Kong) + macau Indonesia Malaca Melaka Malasia Goa Índia + Asia + japão Japan

249. Nom Che Digo Nada – Ourense (AQUAE AURIENSIS ou AVÓBRIGA) – José Manuel Barbosa – QUINTAL DA GALIZA | Podcast on Spotify

Views: 3

https://open.spotify.com/episode/7bx9JKg0aZZ4jUAZ3Sl5Ja?si=e_iR714NSym1tK2QQPe2Gw&nd=1

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias Galiza GALICIA espanha españa olivenza olivença

Segurança Social envia 33 cheques de 125 euros para a mesma morada – Expresso

Views: 1

O apartamento tem estado arrendado ao longo dos últimos anos, mas nunca teve tantos inquilinos diferentes

Source: Segurança Social envia 33 cheques de 125 euros para a mesma morada – Expresso

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

Milionários e vistos gold estão a receber os 125 euros

Views: 4

Lacuna na lei permite que quem tem um património elevado mas declare rendimentos baixos possa receber os 125 euros.

Source: Milionários e vistos gold estão a receber os 125 euros

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

INFLACAO

Views: 2

May be an image of bicycle and outdoors

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

PRECO-DAS-CASAS-NOS-ACORES.pdf

Views: 1

PREÇO DAS CASAS NOS AÇORES

Share this:

  • Share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading…
Publicado a 28/10/2022Categorias economia pobreza banca tax Transportes terrestres work emprego-greves-trabalho-labour-escravatura

Paginação dos conteúdos

Página anterior Página 1 … Página 263 Página 264 Página 265 … Página 382 Página seguinte
Política de privacidade Criado com WordPress

    %d