Governo timorense assina acordo de apoio japonês para aeroporto de Díli – Plataforma Media

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O Governo de Timor-Leste e a agência de cooperação japonesa JICA assinaram hoje um acordo de cooperação para o projeto de requalificação do Aeroporto Internacional Presidente Nicolau Lobato, em Díli.

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OS PRETOS DA EUROPA

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QUEM ESQUECEU O TEMPO EM QUE OS PORTUGUESES ERAM OS “PRETOS” DA EUROPA?
“No tempo em que os portugueses eram os “pretos” da Europa, os pobres, os que limpavam a merda dos franceses e dos outros europeus ricos, os que construíam as cidades, os que trabalhavam nas fábricas, faziam os 3 turnos, moravam em bairros de lata, os “bidonvilles” imundos onde, segundo contavam em minha casa, e eu lembro-me, nem a polícia entrava, ou em “foyers” – e esta palavra intrigava-me – só homens, muitos no mesmo quarto, um esperava que o outro se levantasse para poder deitar-se, alguns morriam intoxicados pela salamandra avariada – le pöelle – sim, eu lembro-me de ouvir contar, nesse tempo em que nós éramos “os outros”, os escuros e feios, os mal vestidos, os olhados de lado se falávamos a nossa língua em voz alta, os miseráveis, os que assavam sardinhas nas varandas para nojo dos nativos, nesse tempo éramos nós as vítimas de xenofobia, de racismo, vindos de um país em ditadura.
Agora não, agora somos todos ricos e bem nascidos, agora olhamos com desconfiança para os que vêm trabalhar para o nosso país. Agora acusamos os outros de virem roubar o nosso trabalho, de virem sujar as nossas ruas, de dormirem às dezenas em quartos, agora os racistas somos nós.
Na foto, eu, criança, em França, filha de gente que ajudou a construir aquele país.
Eu, filha da emigração, acuso!
Este país não precisa de uma limpeza, como se lê no hediondo cartaz daquela choldra, este país precisa de memória”.
MARIA ESTEVES, professora, filha de emigrantes em França.
Fotos: Maria Esteves quando criança, em França;
portugueses num bidonville dos anos 60, fotografia de Gérald Bloncourt. Sec. 20.
____________________________
Repartilho e agradeço à querida e sempre lúcida Elisa Costa Pinto, que muito bem lembra as palavras e imagens certeiras da Maria, e alerta: “para que a memória não se apague neste país desmemoriado.”
Somos, assim, Maria, Elisa e eu, professoras em rede, em serviços máximos pela democracia. E vocês?
Sec. 21.
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o polícia e o pobre a furtar

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Policia do Porto paga 4€ para um Homem alimentar a família e não sofrer acusação
Foi pedido a intervenção policial a um supermercado na cidade do Porto, chegados ao dito supermercado, foram os elementos policiais informados pelo vigilante do estabelecimento que determinada pessoa tinha sido travada à saída na posse de artigos furtados.
Questionado sobre a tipologia dos artigos furtados, a gerente do supermercado e o vigilante referiram tratar-se de 4 iogurtes, 6 pães e 2 pacotes de leite. Os agentes, dirigiram-se então ao autor do ilícito e este, a chorar compulsivamente, lá foi dizendo que tanto ele como a esposa, estão desempregados, têm 2 crianças em casa e nem leite tinha para lhes dar. Este acto, visava apenas levar pão à boca dos seus filhos que ainda não tinham comido nada durante todo o dia.
De volta à gerente, esta, depois de passar os artigos pela caixa lá mostrou o talão, com um valor monetário pouco acima dos 4 euros.
Nesse momento, o agente, tirou dinheiro do bolso, perguntou se a casa aceitava o pagamento e após este ter sido efectuado ainda questionou se pretendiam procedimento criminal.
Uma vez que os artigos estavam pagos e nada mais restava a fazer, foi o autor do furto chamado à parte, onde lavado em lágrimas, ouviu o conselho de que pedir não é crime, pedir é ser humilde e que se for detido, com toda a certeza, não vai conseguir levar seja o que for para a boca dos filhos. Não volte a furtar mais nada pois para a próxima pode não ter a sorte que teve hoje. De seguida mandou-o embora com os iogurtes, o pão e o leite.
Existem Homens assim nestas fileiras que dia após dia, noite após noite presenciam homens, mulheres e crianças com fome, sem nada para comer, que o último recurso é pedir ou furtar.
Note-se que não estou a falar de criminosos, de delinquentes que passam os seus dias a mandriar, a viver à custa de RSI, estou a falar de pessoas de bem, que sempre trabalharam, sempre pagaram os seus impostos e que agora se vêem privados de tudo e incapazes sequer de alimentar os seus filhos.

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Afinal, Ponte de Lima não é a vila mais antiga de Portugal

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Apesar da fama de Ponte de Lima, há quem defenda que o título de vila mais antiga de Portugal é destinado a outra vila, S. João da Pesqueira.

Source: Afinal, Ponte de Lima não é a vila mais antiga de Portugal

Timor-Leste. Governo australiano acusado de silenciar parte da história oficial – Renascença

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Livro contraria diretamente os mitos políticos em torno da eventual missão de manutenção da paz do país.

Source: Timor-Leste. Governo australiano acusado de silenciar parte da história oficial – Renascença

Russia-India Crude Oil to Europe, US News: February 5, 2023 – Bloomberg

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Rio Tinto Group has lost a “highly radioactive” capsule somewhere along a 1,400-kilometer (870-mile) highway through the Western Australian desert.

Source: Russia-India Crude Oil to Europe, US News: February 5, 2023 – Bloomberg

Missing Radioactive Capsule Prompts Search and Concern in Australia – WSJ

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In the Australian Outback, authorities are looking for a capsule less than an inch long of radioactive material that can burn or sicken anyone who touches it.

Source: Missing Radioactive Capsule Prompts Search and Concern in Australia – WSJ

Man attempts trip to Sydney, Australia – and ends up in Sidney, Montana | Montana | The Guardian

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‘I saw a mountaintop covered in white snow. At that point, I knew I was in trouble,’ says Kingsley Burnett, who mixed up airport codes

Source: Man attempts trip to Sydney, Australia – and ends up in Sidney, Montana | Montana | The Guardian

Pictured: Girl, 16, mauled to death by shark while jet skiing in Australia | Evening Standard

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Stella Berry jumped into the water to swim near dolphins on Saturday afternoon

Source: Pictured: Girl, 16, mauled to death by shark while jet skiing in Australia | Evening Standard

É cliente da MEO ou da NOS? Fatura fica mais cara a partir de hoje

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Os preços da MEO e da NOS podem aumentar até 7,8% a partir desta quarta-feira, dia 1 de fevereiro. Saiba o que recomenda a DECO Proteste.

Source: É cliente da MEO ou da NOS? Fatura fica mais cara a partir de hoje

“Não há impedimento” para nomeação de subdiretora-geral de Veterinária

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A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, referiu, esta segunda-feira, que “não há nenhum impedimento legal” para a jurista Luísa Sá Gomes – que foi condenada a pena suspensa por crimes de abuso de poder, participação económica em negócio e falsificação de documento – estar em regime de substituição como subdiretora-geral de Veterinária.

Source: “Não há impedimento” para nomeação de subdiretora-geral de Veterinária

queijaria tradicional fecha no Pico

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Queijaria tradicional Alfredo no Pico fechou portas no início deste ano
A Queijaria Alfredo, na ilha do Pico, encerrou a sua actividade no início do ano. Com mais de 50 anos de história, a empresa familiar situada na Criação Velha, era uma das últimas queijarias da ‘ilha montanha’ a dedicar-se ao fabrico de queijo tradicional com leite cru. O seu proprietário, José Pereira, avançou ao Correio dos Açores que a principal razão para o encerramento da queijaria está relacionada com “questões de saúde”. Para além disso, o proprietário desta empresa lamenta igualmente a falta de apoio do Governo Regional tendo em conta as dificuldades relacionadas com o brutal aumento dos custos de produção.
“Foi por motivos de doença e também pela forma como as coisas estão. Não dava para trabalhar e fazer apenas queijo do Pico. Não é viável hoje em dia ter aquela queijaria. (…) O ano passado deram-nos algum apoio devido à pandemia e este ano não foi dado nenhum. Subiram os preços em tudo e, no Pico, nem caminhos temos. Está tudo destruído e não há nada que justifique manter uma queijaria no Pico”, lamenta.
Reforçando que “não é possível manter uma fábrica apenas com um tipo de queijo”, José Pereira queixa-se também das dificuldades com que se deparava, nomeadamente as relacionadas com a falta de algumas condições básicas para laborar.
“Neste momento as queijarias nem têm água na freguesia que se possa tirar para levar para o mato. Nem há um posto em que possamos tirar água para lavar uma máquina. O único que existe está a céu aberto e não se pode tirar água de lá. O outro, é um furo de mar com 100 anos. Neste momento não há capacidade nem força para continuar”, salienta.
José Pereira refere que, ao contrário do que se poderia pensar, o leite não era um problema.
“Estava como sempre ou até com mais”, revela antes de voltar a frisar os problemas mais graves que enfrentava.
“Não tenho caminhos para andar e tenho de ir à Madalena buscar água. Assim não se justifica ter uma queijaria”, afirma.
O proprietário desta queijaria na ilha do Pico admite de seguida que o encerramento da empresa “foi uma decisão muito difícil porque em nasci com isto”.
“Foi sempre uma queijaria familiar. Nasceu de três irmãos, depois cada um fez a sua e eu fiquei com a do meu pai e sempre a trabalhar. Tenho 57 anos e, desde muito pequeno, que vim trabalhar com ele. A queijaria passou para o meu nome, mas mantive-a sempre com o nome do meu pai”, realça.
José Pereira revela que a Alfredo “chegava a produzir 170 queijos por dia” e que este era “um produto com muita saída”. O empresário destaca que, com o encerramento desta fábrica, “a Queijaria Leal é a única no Pico que fica a trabalhar com queijo cru”.
O proprietário afirma também que “todas as queijarias passam por dificuldades. As coisas subiram para preços elevados e o queijo não consegue acompanhar”. José Pereira realça, por outro lado, que o queijo produzido por si “não podia estar muito tempo dentro da fábrica. Tem de ser vendido logo de seguida porque não aplicamos aquela cera por fora”.
A finalizar, José Pereira considera que não existe “muito futuro para estas queijarias no Pico”.
“Não vejo a força que já houve em anos anteriores para que o queijo continue. Todas as fábricas fazem um queijo parecido à base de leite pasteurizado. Não é o tradicional queijo do Pico”, afirma.
Luís Lobão
May be an image of food
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  • Fernanda Serpa

    Recentemente perdeu muito a qualidade
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  • Tiago Feitor

    Esta história repete-se em todos os Açores
    Negócios locais de famílias, erguidos do zero que ficam para a história de cada ilha.
    Mas, apesar de tudo, são negócios.…

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