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Australia’s Imperial Exploitation of Timor-Leste: Why They Are No Different to Their Colonial Monarchy

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“Australia is not just a mere victim of the British Empire, but instead steadily follows in its colonial footsteps. These footsteps land directly on one of the poorest countries in the world, and Australia’s own island neighbor: Timor-Leste.”

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Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Jornal Açores 9

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A Câmara de Ponta Delgada, Açores, identificou cerca de 200 imóveis devolutos sobre os quais vai recair o agravamento da taxa de Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI), para incentivar a reabilitação urbana e aumentar a oferta de habitação, foi anunciado. A informação é avançada hoje numa nota de imprensa da maior autarquia açoriana onde […]

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baixa criminalidade em bragança

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Bragança é o distrito com menor número de queixas de crimes no país – MAI (C/ÁUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Bragança, 06 mar 2023 (Lusa) – O distrito de Bragança é o que apresenta em Portugal o menor número de participações de crimes e valores “significativamente abaixo dos nacionais” em termos de criminalidade, como destacou hoje o ministro da Administração Interna.
José Luís Carneiro participou, em Bragança, na cerimónia comemorativa dos 147 anos do Comando Distrital da PSP, responsável pela segurança das duas cidades mais populosas da região, Bragança e Mirandela, com cerca de 50 mil habitantes.
“Há um dado muito positivo em relação ao distrito de Bragança, este é o distrito que tem o menor número de crimes participados em todo o país”, salientou o governante, considerando que mostra “o sentido de responsabilidade que os cidadãos nas suas atitudes e comportamentos têm vindo a ter, mas também a eficácia do dispositivo”.
Segundo o comandante distrital, Carlos Anastácio, o efetivo distrital da PSP perdeu, desde 2017, 22 elementos, passando de 196 para 174, e apresenta uma média de idades de 49 anos, que para o ministro tem sido “suficiente para cumprir a missão”.
“E a prova está no facto de que houve uma redução de mais de 20% na criminalidade grave”, indicou José Luís Carneiro que, no discurso, referiu que no ano de 2022, foram colocados no comando de Bragança dez novos polícias.
A criminalidade geral registou um aumento de 10% no distrito de Bragança justificado pelo ministro com o “maior número de operações da Polícia de Segurança Pública” e o “aumento da criminalidade digital, a chamada cibercriminalidade.
O governante considerou que este aumento “tem que ver com uma tipologia de criminalidade que exige um outro tipo de intervenção que não o número de polícias.
“Aí o que fundamentalmente se exige é a qualificação e capacitação das forças policiais para novos tipos de crime, e que tem vindo a ser trabalhada”, disse.
Em relação à criminalidade em geral, o comandante distrital da PSP, Carlos Anastácio, explicou que as ocorrências com maior prevalência nas duas cidades são “pequenas incivilidades”, como a questão do ruído, em que “às vezes a polícia tem que fazer um pouco o papel de árbitro”.
“A grande comunidade de estudantes”, cerca de 10 mil no Instituto Politécnico, alguns de fora de Portugal, são também um dos focos da atenção da polícia nas cidades de Bragança e Mirandela, como disse o comandante.
HFI//LIL
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Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, assegurou hoje que o executivo “tem todas as condições” para cumprir a legislatura, garantido a “coesão governativa” após a demissão do secretário da Saúde por razões políticas. “[Este Governo] tem todas as condições para levar a legislatura até ao fim, como tem levado até aqui. […]

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O petróleo não é de origem fóssil?

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O petróleo não é de origem fóssil?

O Petróleo não é de origem fóssil, continua a ser gerado ininterruptamente pela Terra e é inesgotável <http://citadino.blogspot.com/2009/10/o-petroleo-nao-e-de-origem-fossil.html>

<http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9oBpoFgPI/AAAAAAAADLM/N63vS2GK6Dg/s1600-h/mundo_oleo.jpg>

Artigo retirado de: «Qual crise energética? <http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=515> » (Obs. MJ: Publicado onde e quando?)

Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.

É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.

Outro fator, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extração petrolífera é chamado de “Peak-Oil” [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.

O ponto máximo da extração petrolífera ou “Peak-Oil” é o instante em que a taxa de extração petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado. <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9sCaUJN5I/AAAAAAAADLc/hM9GU-YEXbo/s1600-h/pico+petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero É afirmado que o ponto de extração máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).

Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.

É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.

Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum “Peak-Oil”? <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/SuCq0HbtuMI/AAAAAAAADMU/OJ_TP5nd9EA/s1600-h/Medo+do+Pico+Petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero está Aqui A afirmação de que haveria um ponto máximo na extração do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse “Peak-Oil” (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos “especialistas” que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extração e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos. O Petróleo Abiótico (não fóssil) De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: “o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável“. Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades. <http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St91vSvDrtI/AAAAAAAADL0/Mip3qdoH4dU/s1600-h/Development+of+the+oil+and+natural+gas+shown+in+three+steps.jpg> A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de plantas e animais

(clicar na imagem para ampliar) Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas. <http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St95l5QYBoI/AAAAAAAADL8/00TxcG-1rRQ/s1600-h/Titans+hydrocarbon+pools.jpg> Daily Telegraph – Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan <http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://resources1.news.com.au/images/2009/08/14/1225761/587177-titan.jpg&amp;imgrefurl=http://www.dailytelegraph.com.au/news/national/earth-look-alike-the-demand-for-budget-property-and-mags-apology-to-bec-hewitt-popu> Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.

Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):

  • O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.
  • As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

  • A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

  • Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St97BGbRTRI/AAAAAAAADME/l_6auzs_kyY/s1600-h/tectonic.gif> Placas Tectónicas – Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.

  • O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão “fresco” no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extração do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se re-enchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9tcfi4_QI/AAAAAAAADLk/ZIMrnUbW26s/s1600-h/Chodorkowski.jpg> Michail Chodorkowski mandado prender por Putin Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.

Entretanto, os chamados “cientistas”, os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extração de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia, e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.

Tal significou a sua sentença de morte, e por esse motivo o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso, o Irão, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva».

<http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St98oOEANQI/AAAAAAAADMM/Uns2SlNm8zE/s1600-h/Rumaylah_Oil_Fields.jpg> Soldado americano junto aos campos petrolíferos de Rumaylah no Iraque

 

TIMOR DEMORAM OS PROFESSORES

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Atraso na chegada dos professores portugueses dos CAFE prejudica aprendizagem
4 de Março, 2023
Nicodemos do Espírito Santo
À semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, a demora na execução do Orçamento Geral do Estado timorense (OGE) de 2023 atrasou a compra dos bilhetes de avião dos 130 professores portugueses dos 13 Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE). O atraso na chegada dos professores impossibilitou, mais uma vez, o arranque normal do ano letivo, que estava previsto para janeiro.
Na cerimónia de receção a 60 professores portugueses dos CAFE, na Embaixada de Portugal em Díli, a coordenadora geral do projeto, Lina Vicente, explicou, relativamente aos atrasos na compra das viagens, que se trata “de uma quantia avultada, porque são comprados bilhetes de ida e volta para 130 docentes …. ( leia o resto da notícia no DiliGente no link: https://www.diligenteonline.com/atraso-na-chegada-dos…/… )
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Quem mantém a pesca nas Caxinas são os indonésios

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Dada a falta de mão de obra nacional, grupo de 500 imigrantes já representa 75% dos tripulantes dos barcos na maior comunidade piscatória do país, em Vila do Conde.

Source: Quem mantém a pesca nas Caxinas são os indonésios

Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Açoriano Oriental

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A Câmara de Ponta Delgada, Açores, identificou cerca de 200 imóveis devolutos sobre os quais vai recair o agravamento da taxa de Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI), para incentivar a reabilitação urbana e aumentar a oferta de habitação, foi anunciado.

Source: Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Açoriano Oriental

açores o governo da nau catrineta

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Admin

EDITORIAL

A Nau Catrineta

Pairava no ar um prenúncio de mau tempo capaz de justificar o alerta amarelo, no mínimo. As águas já andavam revoltas e o vento soprava forte. As gaivotas recolheram a terra onde o seu grasnar anunciava o que aí vinha. Gaivotas em terra, tempestade no mar.
A tempestade Clélio Meneses! O agora ex-Secretário Regional da Saúde invoca “razões políticas, assentes em divergências insanáveis e inultrapassáveis” para arrumar a secretária e ir embora. E foi com o estrondo de um trovão e deixando bem claro que saiu porque outros o tentaram boicotar e sistematicamente afastar da ribalta governativa. Sem meias palavras, Clélio apontou o dedo a quem o empurrou para fora do governo … e para bom entendedor meia palavra basta. José Manuel Bolieiro tem forte responsabilidade na saída do, até agora, Secretário Regional da Saúde, até porque já vinha de longe o mal estar de Clélio Meneses.
Como todas as tempestades, esta também não chegou sem avisar. Tinha vindo a ganhar lastro, a crescer e a fazer-se sentir em diferentes setores regionais. No Teatro Micaelense, no Coliseu também Micaelense, na Cultura, na Lotaçor, no HDES e no setor da Saúde em geral.
As alterações climáticas têm a mão do homem que, imprevidente e arrogante, ignorou os sinais de alerta e fez tudo o que quis e como quis até chegarmos ao desastre climático iminente. A tempestade política que paira no ar nos Açores também tem mão humana, a mão de quem não percebeu que um governo a três só garante a sobrevivência e eventual reeleição se promover estabilidade e bonança. As perturbações políticas internas são, para o cidadão comum, incompreensíveis. O sol não se tapa com uma peneira.
Cabe ao presidente de um governo, sobretudo de coligação, zelar pela boa governança, rodear-se dos melhores, saber gerir egos e ambições, mas também ter a arte de prever mudanças na meteorologia política e antecipar tempestades. Ao deixar “cair” o seu Secretário da Saúde, José Manuel Bolieiro deixa no ar a sensação de ter pouca autonomia em relação aos seus parceiros de governo.
Ainda é cedo para perceber se a tempestade Clélio apenas fez balançar a embarcação ou se provocou um rombo sério na Nau Catrineta que tem transportado este governo em busca de porto seguro. Veremos!

  • Paulo Simões

    in, Açoriano Oriental, 05 de Março / 2023

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Antonio Tavares

Como sempre, muito assertivo!
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Desastre ferroviário na Grécia. Primeiro-ministro pede perdão, Atenas mergulha em violência

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Polícia e manifestantes envolveram-se este domingo em violentos confrontos no coração de Atenas, à margem de uma ação de homenagem às 57 vítimas mortais da colisão ferroviária da passada terça-feira. Perto de 12 mil pessoas estiveram na Praça Syntagma, diante do Parlamento grego, empunhando cartazes com palavras de ordem como “abaixo os governos assassinos”, ou “não foi erro humano”.

Source: Desastre ferroviário na Grécia. Primeiro-ministro pede perdão, Atenas mergulha em violência

colgação em timor

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Quatro partidos timorenses anunciam coligação pré-eleitoral para legislativas de maio
Díli, 04 mar 2023 (Lusa) – Quatro forças políticas timorenses, duas das quais com assento parlamentar, anunciaram a formação de uma coligação pré-eleitoral, a Frente Ampla Democrática (FAM), que se vai apresentar às legislativas de 21 de maio.
“A Frente Ampla Democrática (FAM) traduz a vontade de quatro forças políticas que querem trabalhar juntas para passar a barreira dos 4% e conseguir eleger deputados para o Parlamento Nacional”, disse à Lusa Gally Soares Araújo, secretário-geral da ASDT e da nova coligação.
A FAM reúne dois partidos com assento parlamentar, a União Democrática Timorense (UDT) e a Frente Mudança (FM), além do Centro de Ação Social Democrática Timorense (CASDT) e do Partido Desenvolvimento Nacional (PDN), ambos sem assento parlamentar.
“As negociações prolongaram-se vários meses e centraram-se no objetivo de unir pequenas forças, permitindo agora oficializar esta coligação que vai ser agora apresentada à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e posteriormente ao Tribunal de Recurso”, explicou Araújo.
Definindo-se como uma coligação “do centro”, que quer “unir forças espalhadas, com valores democráticos” e que possam ir da direita à esquerda, a FAM vai apostar numa agenda eleitoral marcada pelo desenvolvimento económico.
“Cada partido tem já o seu programa, mas o nosso grande foco será o desenvolvimento económico, especialmente a aposta na diversificação económica, nomeadamente comércio, indústria e turismo”, explicou.
“Apostamos igualmente na educação porque consideramos que a chave deste país tem que passar pelos recursos humanos, essencial para tudo, inclusive para contribuir para este processo de adesão à ASEAN”, referiu.
A FAM é presidida por Ricardo Carlos Neu, atual presidente da FM, força política que nasceu como excisão da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).
“Cada partido tem as suas características e estamos agora a fazer o mapeamento conjunto para identificar forças reais na base. No caso da CASDT, por exemplo, consideramos que é uma força com mais apoio entre os jovens, novos eleitores, um partido da nova geração”, disse, referindo-se ao partido oficialmente registado em 2015.
“Queremos reunir os votantes que nunca votaram”, explicou, referindo que o objetivo, “ainda que difícil”, é conseguir pelo menos cinco cadeiras no parlamento de 65 lugares. Um dos ‘padrinhos’ da coligação vai ser Rogério Lobato, um dos candidatos presidenciais em 2022, disse.
Recorde-se que termina no domingo o prazo definido no calendário eleitoral das eleições legislativas, aprovado pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), para a “constituição de coligações partidárias e comunicação à CNE”.
Já anunciada no final de janeiro foi a coligação Aliança Democrata (AD) que reúne três forças políticas: a Aliança Nacional Democrata (AND), cujo processo de registo ainda não está concluído, e ainda o Partido de Desenvolvimento Popular (PDP) e o Partido Liberta Povo Aileba (PLPA).
Também hoje está a decorrer a conferência que vai confirmar a coligação entre duas outras forças políticas, o Partido Democrático República de Timor (PDRT) e a Associação Popular Monarquia Timorense (APMT), ambas sem representação parlamentar atual.
O método de Hondt aplicado em Timor-Leste implica que os votos em forças que não consigam eleger ninguém para o Parlamento, de 65 lugares, sejam redistribuídos proporcionalmente pelos partidos que elegem deputados.
Nas eleições presidenciais, do ano passado, registaram-se cerca de 650 mil votos válidos, pelo que se essa taxa de participação se repetir, a barreira de 4% rondaria os 26 mil votos.
Em 2018, o Tribunal de Recurso retirou a elegibilidade a sete forças políticas, nomeadamente a ASDT, KOTA, PDL, PUN, PARENTIL, PNT e PTT, mantendo-se com o estatuto de partido político um total de 24 forças (incluindo o recém-registado Partido os Verdes de Timor).
Os critérios definidos na lei podem implicar que pelo menos quatro forças políticas desse grupo – Partido Milénium Democrático (PMD), Partido Democrático República de Timor (PDRT), Partido do Desenvolvimento Popular (PDP) e Partido Timorense Democrático (PTD) – não podem concorrer ao voto de 21 de maio.
ASP // CAD
Lusa/FIm
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Jan-Patrick Fischer

What happen to PUDD?

um abuso sexual esquecido (não foi na igrejamas na escola)

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