Açorianos queixam-se de roubos nos cemitérios em São Miguel. Ladrões procuram peças de metal – CNN Portugal

Views: 1

Os casos de roubos em cemitérios têm aumentado nos últimos meses, na ilha de São Miguel, nos Açores. As peças em metal que adornam os jazigos estão na mira dos criminosos.

Source: Açorianos queixam-se de roubos nos cemitérios em São Miguel. Ladrões procuram peças de metal – CNN Portugal

memórias da diamang

Views: 1

Ainda celebrando a D. Ester, chamo a vossa atenção para estas páginas duma revista “Diamante” aonde a D. Ester publicou este artigo sobre o Liceu de Andrada e alguns alunos: — with Elizabeth André and

11 others

.

+2
All reactions:

Frank Guerreiro and 47 others

17
4
Like

Comment
Share
Frank Guerreiro

Fui aluno da D. Ester, na escola primária. Creio que foi na 2nd ou 3ra classe em Andrada.🤔
  • Like

  • Reply
  • Share
  • 7 h
View more comments

A PENÚRIA DO ESTADO

Views: 2

6 m
May be an image of 1 person and text
A PENÚRIA DO ESTADO
O Estado português nunca foi pessoa de bem, especialmente para os Açores, mas nos últimos dias as desgraças da penúria estatal foram de tal ordem que deixam boquiaberto o mais comum dos cidadãos.
Aquele episódio dos marinheiros do “Mondego” é apenas a ponta do iceberg da vergonha de um Estado que não sabe investir naquilo que é da sua responsabilidade, muito menos manter aquilo que está sob a sua alçada.
Nós, nos Açores, devíamos fazer o mesmo que os corajosos marinheiros: fechar as portas dos paupérrimos serviços do Estado na Região e mandar a factura para António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa, através do representante dos croquetes instalado no Solar da Madre de Deus.
Comecemos pelos trabalhadores dos impostos, afogados em papelada por falta de pessoal e de equipamentos modernos, instalados em edifícios velhos, húmidos e a chover dentro.
Contra a contínua degradação, que é a imagem do Estado português, os trabalhadores viram-se obrigados a ir para a rua manifestar-se, coisa nunca vista nesta terra.
Passemos, agora, à pobre cadeia de Ponta Delgada, outra vez notícia pelas péssimas condições em que ali vivem os mais de 180 sobrelotados reclusos.
A Ministra da Justiça e o Director-Geral dos Serviços Prisionais deveriam entrar no gabinete de António Costa e obrigá-lo a passar pelo que passam os presos nesta Região: a realização de um Conselho de Ministros num cubículo como a camarata de 45 reclusos ao molhe em Ponta Delgada e um duche no Palácio de S. Bento com água fria, por falta de água quente há mais de quinze dias, como acontece na cadeia de Angra.
A ministra esteve cá em setembro do ano passado e não parece ter levado a carta a Garcia – “ninguém pode ficar satisfeito com o que encontra nesta cadeia”, disse ela -, pois daí para cá fez o milagre de piorar o que viu, sobrelotando o estabelecimento ao recusar pagar à Força Aérea para transferir reclusos.
Veio, agora, também, o seu Director-Geral – que se diz de Reinserção – reconhecer que “é claramente um sítio em que ninguém devia estar preso”, pois trata-se de “uma estrutura do século XIX, que não serve para prisão”.
Muito obrigado por terem descoberto a evidência dois séculos depois!
E é disto que é feita a governação à portuguesa: enquanto se deixa quase duas centenas de pessoas no mais vil dos buracos contra os Direitos Humanos, vai-se demolindo um interminável monte de bagacina, tão misterioso como o cascalho que rola na genialidade dos infindáveis corredores do Poder.
Finalmente, a Polícia de Segurança Pública nesta Região, outra pedinte do Estado, abandonada pelos sucessivos governos centrais, de mão estendida ao poder regional se quiser sobreviver.
Não há pessoal, não há viaturas, não há computadores, não há edifícios e, pior do que tudo, não há um mínimo de dignidade política, em Lisboa, para colmatar toda esta degradação do Estado nesta região.
Andam agora atarefados com protocolos tontos, até ultrapassando a Protecção Civil, quando o Estado precisa é de intervir nos seus serviços degradados, como as instalações da PSP, em Ponta Delgada, a cair de velhas, completamente desadequadas para a função e até esquadras construídas há tantos anos que nunca receberam manutenção.
Nas instalações junto ao Cemitério de S. Joaquim – lugar condizente com o que andam a fazer com o projecto de novo edifício, que jaz numa qualquer gaveta de suas excelências em Lisboa – podem colocar uma lápide funesta de saudade, pois as velhas e arruinadas camaratas, sob tecto ainda em amianto, tudo a cair de podre, estão para durar.
Tal e qual a esquadra da Ribeira Grande, também continuamente prometida, lá vai continuando provisoriamente-definitivo nos Bombeiros da Ribeira Grande.
Os pacientes soldados da paz bem poderiam pegar nas mangueiras e apontar ao Palácio de S. Bento para apagar este “fogo que arde sem se ver”, que é a penúria e a vergonha do nosso Estado português.
Osvaldo Cabral
Março 2023
All reactions:

1

Like

Comment
Share

produção biológica

Views: 2

Um chamada de atenção aos nossos agricultores. Quando entrei na produção biológica no princípio ,
tive em mente que era difícil mudar , mas sempre acreditei ,sem medo ,com coragem mas passados estes seis anos vi que valeu a pena a mudança.
Quem vai para produção biológica tem que perceber que vai produzir menos, não pode pensar que vai sobreviver só à custa das ajudas “subsídios”.As ajudas são muito importantes mas há que indo desligando delas .
O grande ganho de uma exploração biológica é nos custos de produção que são reduzidos.
Há uma série de factores a que nos vai levar a isto,como por exemplo:
O melhoramento das nossas pastagens que é talvez o mais importante.
Uma mudança no tipo de vacas.
Vaca de produção biológica não é para consumir concentrados ” rações ” mas sim pastagem.
A redução do encabeçamento da exploração.
O não ter preocupação em produzir em quantidade, mas sim em qualidade diferenciada a que leva a um produto mais bem pago.
Este é um alerta para os que tenham a ideia de mudar para este modelo de produção e mesmo para os que já estão.
Quer queiram,quer não, o futuro vai passar é por isto.
As novas gerações têm que estar mais atentas a esta situação.
All reactions:

1

Like

Comment
Share

parlamento timorense vai ex+pulsar deputados

Views: 3

Parlamento timorense inicia procedimento de perda de mandato a 16 deputados oposição
Díli, 22 mar 2023 (Lusa) – A mesa do Parlamento Nacional timorense notificou 16 deputados do CNRT, maior partido da oposição, do início do procedimento para perda de mandato, por alegado não cumprimento do regimento, confirmou à Lusa a vice-presidente.
“Enviámos uma carta a cada um dos 16 deputados dando conta do procedimento para perda de mandato, como consequência de faltas injustificadas, tal como o regimento determina”, disse à Lusa Angelina Sarmento, vice-presidente do Parlamento Nacional e deputada do Partido Libertação Popular (PLP), um dos três partidos do Governo.
“Embora a bancada já se tenha pronunciado que as faltas injustificadas são faltas coletivas da bancada, mas a perda do mandato efetua-se a cada deputado, não coletivamente. A bancada não pode assumir esta violação coletivamente, mas terão que responder individualmente”, afirmou.
Sarmento explicou que o processo, sem precedentes na história do Parlamento Nacional, implica que cada um dos 16 deputados notificados terá que responder perante os cinco elementos da mesa, numa sessão à porta fechada, prevista para quinta-feira.
“Estas cartas foram enviadas a cada um dos 16 deputados para prosseguir este processo, para pelo menos ouvir a posição de cada um dos deputados sobre porque é que violaram este artigo do regimento sobre impedimentos e faltas injustificadas”, explicou.
As cartas foram enviadas a 16 dos 21 deputados do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) e não foram enviadas aos restantes cinco que, em algum momento, assinaram as folhas de presença no período invocado.
“A Mesa do Parlamento Nacional, reunida no dia 21 de março de 2023, deliberou dar início ao procedimento para perda de mandato de Vossa Excelência enquanto Deputado ao Parlamento Nacional, por ter ultrapassado o limite de faltas injustificadas que a lei permite”, refere-se nas cartas.
Deputados do CNRT ouvidos pela Lusa remeteram para mais tarde declarações sobre a situação, explicando que estão a analisar o caso a nível da bancada e do partido.
Em causa está a decisão de deputados do CNRT não participarem em várias sessões plenárias – a primeira a 13 de fevereiro – durante as quais a mesa agendou a eleição do novo comissário da Comissão Anticorrupção (CAC), contestando o nome proposto.
Para a eleição do responsável da CAC a lei exige a presença de pelo menos 49 dos 65 deputados, total que é impossível de alcançar sem a presença dos deputados do CNRT.
O regimento do Parlamento determina a perda do mandato, entre outras circunstâncias, para quem “deixe de comparecer a cinco sessões consecutivas do plenário ou das comissões”.
A Lusa avançou no início do mês que a mesa do parlamento estava a estudar este procedimento, tendo na altura o chefe da bancada do CNRT, Duarte Nunes, rejeitado a posição da mesa.
“Na lei diz que são faltas cinco vezes consecutivas sem justificação. Mas na realidade já justificámos a nossa posição, que é uma posição coletiva da bancada e, por isso, penso que não há razão para a perda de mandato”, explicou à Lusa.
“Esta é uma decisão coletiva, política, não é individual. Esta é uma situação particular e que justificamos enquanto o assunto continuar a ser colocado na agenda do plenário. A maioria quer aproveitar a nossa presença apenas para eleger o comissário”, vincou Nunes.
Nunes insiste que o CNRT considera que o nome proposto como novo comissário pelo Governo, o ex-procurador-geral José Ximenes, “não cumpre os critérios necessários de independência e idoneidade” e que se deve encontrar um nome consensual.
Angelina Sarmento explicou à Lusa que o regimento em si “não detalha o procedimento para declarar a perda de mandato”, e que este processo iniciado pela mesa pretende dar oportunidade aos deputados para responderem.
“O processo é para evidenciar que a mesa do Parlamento Nacional não se pronunciou unilateralmente, usando a competência da mesa para pronunciar a declaração da perda do mandato. Iniciámos um processo para evidenciar que a mesa seguiu os trâmites e mostrar que a mesa não fez abuso do poder”, afirmou.
“Cada deputado tem 15 minutos para responder. Pode ser resposta coletiva da razão fundamental da bancada, mas cada um responde individualmente perante os cinco membros da mesa, presidente, dois vice e três secretários e vice-secretários”, referiu, indicando que a audição decorre a partir das 14:00 de quinta-feira, à porta fechada.
O artigo 93 da constituição determina que, para funcionar, o Parlamento Nacional tem de ter “um mínimo de 52 e um máximo de 65 deputados”.
Notando que não há precedentes deste processo, Angelina Sarmento reconheceu que se houver perda de mandato, e o CNRT não nomear deputados de substituição, o parlamento deixaria de ter esse número mínimo.
“Agora já estamos no fim do mandato e no próximo mês já estamos na campanha para as eleições. Se os deputados acham que menos de 65 não preenche os requisitos de serem um órgão soberano, o Presidente da República poderia declarar a dissolução do parlamento. Mas como estamos no fim do mandato não vai ser viável”, afirmou.
Ainda assim sustentou que esta “sanção política” vai “ter consequências para a nova legislatura” e argumentou até que os deputados que possam perder o seu mandato “nem deveriam estar nas listas para a nova eleição”.
“Isto vai ser uma referência ao povo de que eles não conseguiram comprometer para cumprir um mandato completo. As intenções de não comparecer no plenário pelas razões injustificáveis e não estarem no plenário convocado para a eleição do CAC, significa que não salvaguardaram o interesse do Estado, e que quando o interesse deles não está acomodado não marcam presença”, considerou.
Angelina Sarmento não especificou o que ocorre depois da audição aos deputados e como se formaliza e concretiza a perda de mandato.
“Vamos ouvir os deputados primeiro”, afirmou.
ASP // JMC
Lusa/Fim
May be an image of 1 person
Like

Comment
Send

EUA denunciam “relatos credíveis de assassínios arbitrários” em Timor-Leste – relatório

Views: 1

EUA denunciam “relatos credíveis de assassínios arbitrários” em Timor-Leste – relatório
Washington, 20 mar 2023 (Lusa) – O relatório anual sobre direitos humanos elaborado pelo Departamento de Estado dos EUA relativo a Timor-Leste, divulgado hoje, destaca “relatos credíveis de assassínios arbitrários, corrupção governamental e falta de investigação e responsabilização pela violência baseada no género”.
O documento do departamento governamental dos Estados Unidos da América (EUA), que avalia a situação dos direitos humanos em 2022, destaca ainda a “violência contra pessoas com deficiência e as piores formas de trabalho infantil” e alerta para relatos credíveis de que “membros das forças de segurança cometeram alguns abusos”.
“O Governo tomou medidas para processar membros e funcionários dos serviços de segurança que usaram de força excessiva ou se envolveram em corrupção”, refere, todavia, considera, “persistiram as perceções públicas de impunidade”.
No relatório, na secção relacionada com o “Respeito pela Integridade da Pessoa – Privação arbitrária da vida e outras mortes ilícitas ou politicamente motivadas”, os EUA imputam a Timor-Leste “relatos de que o Governo ou os seus agentes cometeram assassinatos arbitrários ou ilegais”.
A título de exemplo, salienta que em 01 de setembro, a polícia de Díli deteve um jovem suspeito de ter atirado pedras.
“O suspeito foi encontrado morto no Centro de Detenção da Polícia de Díli, mais tarde nessa noite. Fotografias do falecido num laço, grosseiramente enfiadas por um cabo no teto, circularam nas redes sociais”, com a polícia timorense a alegar ter-se tratado de um suicídio, enquanto a família da vítima alegou que a polícia o tinha matado.
“As autoridades suspenderam oito agentes da polícia enquanto a Polícia de Investigação Criminal Forense investigava o caso”, sinaliza o relatório.
O documento defende que as prisões e centros de detenção em Timor-Leste “no geral não respeitam os padrões internacionais” sobre a matéria.
A sobrelotação das prisões, designadamente na de Becora, em Díli, com detenção de pessoas condenadas e as que se encontram em prisão preventiva é apontada pelo Departamento de Estado, que revela ainda a falta pontual de água na prisão de Gleno, bem como a falta de cuidados médicos.
A este respeito, o relatório alerta para o facto de detidos que testaram positivo para tuberculose partilharem a mesma cela com outros prisioneiros.
EL // LFS
Lusa/Fim
May be an image of 4 people and road
View insights
30 post reach
Like

Comment
Send

O sentido do poema- Sentir o trascendente – PGL

Views: 1

“Todos: filósofos, pintores, músicos, escultores, arquitectos y astrólogos, buscan en el fondo lo mismo, su propia verdad, la del universo, que sólo es expresable con flores y cantos. Por eso en todos los órdenes de la cultura náhuatl hallamos siempre presente el arte: la divinización de las cosas, como el factor decisivo” (Texto “Flor y

Source: O sentido do poema- Sentir o trascendente – PGL

O GONDOEIRO SAGRADO

Views: 1

“Ai Hale” a árvore gondoeiro. Uma árvore considerada sagrada em Timor Leste (em Bali, Indonésia, também).
E porque hoje é o dia da árvores aqui está uma singela homenagem a esta árvore tão simbólica na cultura timorense.
May be an image of outdoors, tree and text
All reactions:

17

1
2
Like

Comment
Share
António Serra

Árvore sagrada dos baneanes… Indianos
  • Like

Venda do Credit Suisse provoca forte agitação nos mercados em todo o mundo – SIC Notícias

Views: 1

Banco está a desvalorizar mais de 60%. Os principais bancos europeus seguem também a desvalorizar.

Source: Venda do Credit Suisse provoca forte agitação nos mercados em todo o mundo – SIC Notícias