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In the Trades, the Tropics, and the Roaring Forties»B aroness Brassey (1839-1887), Anna Brassey,

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A Baroness Brassey (1839-1887), Anna Brassey, foi uma viajante, fotógrafa amadora e escritora inglesa. Em 1890 publicou o seu livro «In the Trades, the Tropics, and the Roaring Forties», que relata uma sua viagem com passagem pelos Açores, em Dezembro de 1883, bem como por Cascais, Sintra, etc. O texto é interessante e inclui um conjunto de gravuras por G. Pearson e J. Cooper a partir de desenhos de R. T. Pritchett. Infelizmente, Annie Brassey não terá passado pelas Flores, embora haja uma página web que refere, sem referências, uma sua passagem por Santa Cruz das Flores (ver https://bit.ly/3qBG10V). Se alguém souber algo sobre este assunto, diga.
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Chrys Chrystello

interessante faltava este na BGA…
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PONTE TRANCÃO ANATOMIA DE UM ESCANDALO

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PONTE TRANCÃO: ANATOMIA DE UM ESCÂNDALO
Um dia após a Câmara Municipal de Lisboa ter anunciado que a nova ponte sobre o Trancão receberia o nome de Dom Manuel Clemente, o ciclo noticioso foi dominado por uma petição da “sociedade civil” contra o nome da ponte.
A petição foi seguida quase desde o primeiro instante por quase toda a comunicação social. O aumento do número de assinaturas ia sendo assinalado nos media com evidente regozijo. A TSF chegou a anunciar a ressurreição do activismo cívico.
Confesso que fiquei bastante curioso com toda esta atenção. Já promovi bastantes petições, por assuntos de maior relevância que uma ponte pedonal, com um número bastante superior de assinaturas, e nunca tinha visto qualquer reacção por parte da comunicação social. Por isso fui tentar perceber o que poderia ter de tão especial esta petição, para com mil assinaturas ter direito a cobertura televisiva.
A primeira coisa que descobri, sem grande esforço, é que quando falavam em activismo cívico estavam de facto a falar de activismo partidário. Os promotores da tal petição (que já tinham promovido uns cartazes durante a JMJ), eram militantes do Bloco (assim como as estruturas usadas nos tais cartazes, diga-se de passagem). Estes dados já ajudavam a explicar parte do interesse da Comunicação Social (que passou o dia seguinte a ignorar uma petição em sentido contrário, que crescia ao mesmo ritmo que a do “activismo cívico”). Mesmo assim, mesmo para uma petição do Bloco, a cobertura mediática estava mais forte do que habitual.
O mistério resolveu-se ao perceber quem era Tiago Rolino, que deu a cara corajosamente por esta petição. Tiago passou o dia a explicar que a petição não era contra a Igreja, era pelo respeito às vítimas. Mesmo sabendo que tinha escrito uma petição onde mentia descaradamente sobre o Patriarca de Lisboa. O nosso corajoso activista é um investigador do CES, ou seja, um discípulo de Boaventura Sousa Santos.
Ou seja, a personagem que difamou o Patriarca de Lisboa, em nome das vítimas, é discípulo do homem que durante anos abusou sexualmente de alunas, com a cobertura da mesma instituição onde Tiago Rolino trabalha. Pelos vistos a ele só lhe interessam algumas vítimas, as do seu mestre não o parecem preocupar.
Também por total coincidência, a publicação da petição do investigador do CES, que ocupou todo o ciclo noticioso, abafou a notícia de que o livro que acusava Boaventura Sousa Santos de ter abusado, com a conivência do CES, de várias mulheres, tinha sido suspenso por ameaças legais do profeta de Coimbra. Ou seja, no dia em que se sabe que as vítimas de Boaventura e do CES estão a ser silenciadas, temos um dos seus investigadores a falar das vitimas de outros todo o dia na televisão. E assim se contruiu uma “movimentação cívica”, que permitiu abafar mais um escândalo do CES.
Pelo caminho, a comunicação social foi ignorando a petição “JMJ: saudação e apelo aos presidentes da Câmara de Lisboa e Loures” que em menos de 24 horas, e sem qualquer apoio da CS, recolheu quase 8 mil assinaturas. O silenciamento chegou ao ponto de a TSF ter falado comigo sobre a petição e depois não ter publicado qualquer das declarações que recolheu.
Entretanto, de forma misteriosa, quando esta petição começava a ganhar tracção o site da Petição Pública esteve quase um dia inteiro em baixo. E a petição que estava a avançar a ritmo galopante, estagnou.
Por tudo isto é essencial continuar a assinar e a difundir a petição “JMJ: saudação e apelo aos presidentes da Câmara de Lisboa e Loures”. Porque é importante demonstrar que há realmente uma sociedade civil, que não está refém dos interesses do Bloco nem do Profeta do CES. Aquilo a que assistimos foi a um linchamento público do Senhor Patriarca, baseado em falsidades e promovido por quem quer esconder os seus próprios esqueletos. Temos o dever de deixar claro que não ficaremos reféns de tal gente.
José Maria Seabra Duque
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Almoços de trabalho da Câmara Oeiras: Ostras e saké afrodisíaco

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A Câmara de Oeiras gastou 139 mil euros em 1.441 “almoços de trabalho” com lagosta, ostras, saké afrodisíaco e Moët & Chandon.

Source: Almoços de trabalho da Câmara Oeiras: Ostras e saké afrodisíaco

Nova vida para Santana Lopes? Para já, está “no caminho”

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Pedro Santana Lopes está “no caminho” para voltar ao PSD. Mas ainda não sabe se chegará “a bater à porta” do partido que é a “casa-mãe”.

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JORGE ARRIMAR EM LUANDA

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Ontem aconteceu, como estava previsto, o lançamento em Luanda do meu livro Cuéle, o Pássaro Troçador. Fomos simpaticamente recebidos por Sónia Fonseca no Centro Cultural do Inst. Camões e tudo correu da melhor maneira. Num auditório praticamente cheio, Sónia Fonseca abriu a sessão e ouviu-se de seguida, com atenção e evidente interesse a apresentação do livro feita pelo notável homem de letras e professor universitário que é José Luís Mendonça, um texto à sua medida, culto, profundo e literário. Acredito que só para ouvi-lo valeu a pena a deslocação dos presentes àquele local. Após a minha pequena intervenção como autor, a sessão terminou com um apontamento musical a cargo da Leonor. É sempre agradável um momento musical numa sessão em que a palavra se impõe. Vi pessoas que não conhecia e encontrei pessoas amigas que já não via há muito tempo. Uma delas, um antigo aluno de há mais de 50 anos e que nunca mais nos haviamos encontrado. Afinal, a apresentação do livro a proporcionar situações tão agradáveis. E também pelo número de exemplares que autografei, acho que foi mesmo um êxito este voo do Cuéle pelos céus de Luanda. E no final, fomos jantar na ilha, em grupo mais restrito, e assim terminámos o dia com o olhar a iluminar-se na baía.
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Eugénia Cunha: “D. Dinis não tinha fraturas evidentes, nem mesmo da luta com o urso” – Vida – SÁBADO

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A diretora do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses faz questão de continuar a trabalhar como perita. Integra o primeiro estudo forense de um Rei português, D. Dinis, e vê o seu trabalho como uma missão.

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Português declara-se culpado de incitação à subversão em Hong Kong

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Português declara-se culpado de incitação à subversão em Hong Kong
Hong Kong, China, 16 ago 2023 (Lusa) – Um cidadão português declarou-se na terça-feira culpado do crime de incitação à subversão num tribunal de Hong Kong, que rejeitou o pedido da defesa para que Joseph John saísse sob fiança.
O homem, também conhecido como Wong Kin Chung, aceitou a acusação, que acarreta uma pena máxima de 10 anos de prisão, numa sessão no tribunal do distrito de Wanchai.
O advogado de defesa apresentou um pedido para que o português, detido desde o final de outubro, saísse sob uma fiança no valor de 26 mil dólares de Hong Kong (cerca de três mil euros).
No entanto, o juiz Stanley Chan Kwong-chi rejeitou o pedido, considerando que o arguido continua a representar um perigo para a segurança nacional da China, e voltou a adiar, pela quarta vez, o início do julgamento.
Stanley Chan é um dos juízes nomeados pelo governo de Hong Kong para lidar com casos ligados à lei de segurança nacional, promulgada em 2020 por Pequim para pôr fim à dissidência na região semiautónoma chinesa.
Esta lei criou o crime de incitação à subversão, com uma pena mínima de cinco anos de prisão e uma pena máxima de 10 anos, que em 09 de março foi adicionado pelo Ministério Público à acusação contra Joseph John.
O português foi inicialmente acusado do crime de sedição, ao abrigo de uma outra lei, da era colonial britânica, cuja pena máxima é de dois anos de prisão.
De acordo com a acusação, Joseph John era administrador do perfil na rede social Facebook do Partido para a Independência de Hong Kong. A organização foi fundada no Reino Unido em 2015, mas a comissão eleitoral britânica revogou o estatuto de partido político em 2018.
O suspeito, funcionário do Royal College of Music no Reino Unido, terá usado o perfil para, desde setembro de 2019, “lançar uma campanha de angariação de fundos para despesas militares, enviar petições para páginas de governos estrangeiros e apelar ao apoio de tropas estrangeiras”.
O homem terá apelado a Londres para declarar que a China estaria a “ocupar ilegalmente” Hong Kong, assim como pediu ao Reino Unido e aos Estados Unidos para enviarem tropas para a antiga colónia britânica, cujo controlo passou para Pequim em 1997.
Na sessão de terça-feira estiveram presentes o cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, Alexandre Leitão, e um representante da Delegação da União Europeia em Hong Kong.
O arguido, nascido em Hong Kong e com estatuto de residente permanente na região administrativa especial chinesa, terá pedido um salvo-conduto para deslocação ao interior da China.
A China, cujo regime jurídico chinês não reconhece a dupla nacionalidade, só atribui o salvo-conduto a pessoas de etnia chinesa e considera que o documento serve como reconhecimento da nacionalidade chinesa.
VQ //APN
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Neves Alberto Luis

Na China parece haver consequências….
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É obrigação dos timorenses escrever a sua história, também na literatura — Luis Cardoso – Atualidade – SAPO

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O escritor timorense Luis Cardoso, que é condecorado na quinta-feira em Díli com a Ordem da Liberdade em Timor-Leste, desafiou hoje os jovens timorenses a usar a literatura para contar a história do país e para “exorcizar o passado”.

Source: É obrigação dos timorenses escrever a sua história, também na literatura — Luis Cardoso – Atualidade – SAPO

Como os navios dos Templários deram origem ao Império Português | VortexMag

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Enquanto eram perseguidos em toda a Europa, Portugal resolveu dar apoio e asilo aos Templários. Mais tarde, contribuíram para construir o Império Português.

Source: Como os navios dos Templários deram origem ao Império Português | VortexMag

Mais de 30 detidos e 50 contas congeladas em Portugal em operação internacional – ECO

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A nível global, a ação das diversas forças policiais permitiu apreender cerca de 2,15 milhões de euros, deter 103 cidadãos,, identificar de 1.110 suspeitos e bloquear 208 contas bancárias.

Source: Mais de 30 detidos e 50 contas congeladas em Portugal em operação internacional – ECO

CHINA DRENAGEM DE ÁGUA HÁ 4 MIL ANOS

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CHINA JÁ TINHA SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUA HÁ 4 MIL ANOS
Mais antigo sistema de drenagem de água completo descoberto na China remonta ao final do Neolítico
Estudo descreve uma rede de condutas de água em cerâmica descoberta nas ruínas chinesas de Pingliangtai, que remonta ao final do Neolítico (há cerca de 4000 anos).
May be an image of monument

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Carlos Fino

À atenção de todos quantos falam aqui de “países civilizados” excluindo a China, entre outros.

CANTIGAS DE DOM DINIZ

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Conheciam isto?
O PERGAMINHO SHARRER é um pergaminho medieval fragmentário que contém partes de sete cantigas de amor de D. Dinis, em língua galaico-portuguesa, com notação musical.
O pergaminho foi descoberto em 2 de Julho 1990, nos arquivos da Torre do Tombo, em Lisboa, pelo musicólogo Harvey L. Sharrer, da Universidade da Califórnia.
Sharrer consultou um livro dos registos notariais municipais do século XVI. Cosidos ao forro da capa, encontrou dois fragmentos de pergaminho do século XIV, repletos de notações musicais e textos vernaculares. Havia inscrições a três colunas na frente e verso de cada documento.
Sharrer não demorou a identificar sete cantigas de amor do cancioneiro galaico-português. Comparando as cantigas que encontrou com as poesias atribuídas a Dom Dinis, no Cancioneiro da Biblioteca Nacional e o Cancioneiro da Vaticana, ficou estarrecido: acabara de encontrar cantigas escritas por um rei, com as respectivas pautas musicais! “Vieram-me lágrimas aos olhos quando considerei o significado da descoberta”, escreveu Sharrer mais tarde.
As composições estão em estado fragmentário devido à deterioração do pergaminho :
-Pois que vos Deus, amigo, quer guisar
-A tal estado me adusse, senhor
-O que vos nunca cuidei a dizer
-Que mui grão prazer que eu hei, senhor
-Senhor fremosa, no posso eu osmar
-Não sei como me salva a minha senhor
-Quis bem amigos, e quero e querrei
Pode ser uma imagem de mapa

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Nadia Tadlaoui

Maravilhoso !!