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AD governará com “maioria relativa”? Açores ‘nas mãos’ de terceiros

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Num parlamento que mantém as mesmas forças políticas, o Chega reforçou o número de mandatos para cinco. Os deputados únicos de IL e PAN que, nesta legislatura, votaram favoravelmente orçamentos da coligação, ao contrário do BE, que também elegeu apenas um deputado, não são suficientes para que a coligação alcance uma maioria.

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Senador quer proibir envio de nudes entre adultos (exceto se forem casados) – ZAP Notícias

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Em mais um reflexo da crescente cruzada legislativa dos republicanos norte-americanos contra a pornografia, um senador do Oklahoma prepara-se para apresentar um projeto de lei que visa criminalizar o sexting consentido entre adultos – se forem solteiros. O Projeto de Lei 1976, proposto pelo senador republicano Dusty Deevers, ao Senado Estadual do Oklahoma e agendado para apresentação formal esta segunda-feira, prevê penalidades severas para quem estiver envolvido em “pornografia ilegal“. O termo é assim definido de forma abrangente no projeto de lei de modo a incluir várias formas de conteúdo sexual considerado punível por lei — mas, de forma in

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Açores: coligação com cinco candidatos teve quatro votos

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0,00% para MPT/Aliança, uma força política que teve mais candidatos a deputados do que votos. E há uma conta curiosa na AD.

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Timor-Leste tem “enormes desafios” de direitos humanos e é preciso mudar mentalidades – Observador

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Provedor dos Direitos Humanos exemplifica com casos relacionados com a violência doméstica, que considera estarem diretamente ligados com a “ausência de direitos económicos, sociais e culturais”.

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Rui Rio teria ido atrás de Sá Carneiro para o PS. “Foi um 31, quase me matavam” – ZAP Notícias

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Em entrevista ao JPN, Rui Rio falou sobre a infância, a juventude, a vida política autárquica e nacional. Diz que em Portugal se exige de um líder da oposição o que ele não tem condições para dar e que a política, hoje, não se recomenda. Confessa que foi na Câmara do Porto que conquistou a eleição “com mais valor” e recorda um episódio caricato – na altura, muito sério – que lhe provou quão solitário pode ser o lugar de um político. Nasceu no Porto, em 1957, e começou a “carreira profissional aos quatro anos”. Foi com essa idade que

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PJ investiga tentativa de matar comissário que prendeu o líder dos Super Dragões

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Denis Cruz foi alvo de uma tentativa de assassinato, teve o seu carro incendiado e a sua família também foi alvo de ameaças.

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só para quem sabe….Miguel Albuquerque paga 99 euros de IMI por casa milionária junto à praia

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A avaliação fiscal reflete um prédio velho, mas Albuquerque está a construir uma casa avaliada em 1,5 milhões de euros.

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Banco de Portugal alerta contra nova onda de fraudes por telefone

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O Banco de Portugal está a avisar contra uma nova burla em que os cidadãos são contactados por telefone por indivíduos que dizem ser representantes da instituição. O Banco de Portugal emitiu um alerta público sobre uma nova vaga de tentativas de fraude, onde os cidadãos são abordados por indivíduos que dizem ser representantes da instituição. Estes falsos representantes informam as vítimas de que as suas contas bancárias foram comprometidas através de ataques de phishing, instando-as a instalar aplicações nos seus dispositivos móveis sob o pretexto de proteger as suas contas. A fraude é tornada ainda mais convincente através do uso de técnicas

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mijar no penico

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(Copiado do Rodrigo AC)
Pensando e relatando a vida há sessenta anos
Nasci em 1955, na aldeia onde não havia, água corrente, electricidade e muitas vezes pouca lenha para o lume.
Tudo se poupava, os fósforos, o petróleo e as velas de estiarina.
As casas eram pequenas e os móvéis escassos, assim como as roupas e calçado que passava de uns irmãos para os outros, assim como os livros.
As maçãs, as peras, toda a fruta e verdura era a da estação, mas não havia carne e peixe, à parte de sardinhas, algum frango nas festas e a carne da salgadeira não se comia porque não se podia comprar.
As pessoas compravam meio quilo de massa ou arroz, um quarteirão de azeite e dez tostões de cevada.
Não havia, na maior parte das casas, quarto de banho, as fraldas tal como as de hoje não existiam e muita gente da minha geração foi criada com farrapos velhos até começar a andar.
A escola era uma casa velha, para onde mais de noventa por cento dos alunos iam descalços, com roupas pouco recomendadas e muitas vezes o cabelo sem pentear e a cara cheia de moncos, a casa de banho era debaixo da vinha e das laranjeiras do Manel Pessegueiro.
Muitas meninas não usavam cuecas (calcinhas), quando o frio era muito urinavam pelas pernas abaixo para aquecer os pés.
Os medicamentos eram escassos, inexistentes, diria eu, por estes lados.
Médicos? Os médico eram poucos, e a pagar, mas por aqui havia uma santa mulher, a Olivinha, que era a enfermeira, a parteira e aquela que nos curava as feridas e nos punha as injecções.
Férias? Nada disso existia, os poucos que tinham direito a elas aproveitavam para trabalhar e fazer pequenas obras em casa para não pagar a um jornaleiro.
Nós, desde tenra idade, eramos ensinados a trabalhar, pastar o gado, acarretar água e lenha, ir á “benda” e fazer tudo que os pais ou avós mandavam, a palavra “não”, não existia e o respeito e obediência aos mais velhos era obrigatório.
Os professores eram venerados, mesmo que depois de umas quantas reguadas o tema não fosse interessante.
A roupa era dividida, a do domingo e a da semana, não havia transgressões e a canalha não tinha prendas, no máximo um arroz de frango e um leite creme no dia do aniversário.
Carro? Carros eram os dos bois para ajudarem no transporte de tudo que uma casa de lavoura necessitava e todos da familia colaboravam nos trabalhos sazonais, a vindima, a desfolhada, malhar o centeio e o feijão ou ripar a azeitona.
Quem fazia os recados eram as crianças que como já disse eram ensinados a trabalhar desde bem pequenos.
A gente andava a pé e ía de umas freguesias para as outras fazer as coisas necessárias.
As mulheres, essas, ficavam prenhas e pariam quando chegava a hora, sozinhas ou com a ajuda da parteira, e neste tempo as familias tinham por norma um rancho de filhos.
Reformas? Ai reformas! Quem conhecia esta palavra, a reforma era trabalhar até cair, não havia subsídios de parto, de malandros nem de coisa nenhuma, era trabalhar até morrer.
Ah! E agora, agora que tudo mostra indícios de riqueza e de grandeza, em festas e banquetes, em casarios e carrões, a luxos e desperdicios obscenos, agora está tudo mal.
Nunca o mundo viveu como agora, com direitos, bem viver, desperdiçando e gritando que não se pode viver.
Mas fazem ideia o que é viver há 60 anos?
Afinal só quem vem lá de trás pode avaliar a sorte de nascer neste tempo.
(Manoella de Calheiros)
P. S.
Seria pedagógico ensinar às novas gerações a saber e conhecer estes caminhos, embora alguns da minha geração se neguem a admitir que mijavam no penico.
(Via Carlos Sousa)
Roubado a Tita Alvarez

Lojas CTT dos Açores e Madeira alteram horário para prestação do serviço de pagamento do Subsídio Social de Mobilidade – Jornal Açores 9

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Os CTT – Correios de Portugal informam que entraram em vigor na quinta-feira, dia 01 de fevereiro, novos horários nas Lojas CTT dos Arquipélagos dos Açores e da Madeira, para a prestação do serviço de pagamento do Subsídio Social de Mobilidade (SSM). Face à significativa subida no número de operações de pagamento do SSM, a […]

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Curiosidades fronteiriças: Estrada da Petisqueira

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Curiosidades fronteiriças: Estrada da Petisqueira
A Raia está cheia de pequenas curiosidades fronteiriças que costumam passar desapercebidas para quem não liga a estas coisas ou quem não repara em pequenos pormenores a não ser que seja uma pessoa viciada em fronteiras, é claro!
É o caso da EM1039 que liga a Petisqueira à EN308 e daí a Deilão, sede da junta de freguesia, e a Bragança, capital do concelho. Esta estrada não é mais do que uma pequena estrada municipal que parece mesmo um caminho a nenhures, em uma região de lombas (não é por acaso que esta região recebe o nome de Lombada), com um pequeno planalto que em esta parte do território entra em um declive suave mas contínuo que faz com que a altitude, que no entroncamento com a EN308 é de 900 m., desça até os 690 m. já na Petisqueira.
Segundo a antropóloga Paula Godinho, Professora na Universidade Nova de Lisboa e talvez a melhor especialista em contrabando e fronteiras da Península Ibérica, esta estrada era conhecida por «estrada das forças armadas» e foi construída no PREC (Processo Revolucionário em Curso, que decorreu entre Abril de 1974 e Novembro de 1975), já que até esse momento o único elo de ligação com o território português era um caminho que só dava para a passagem de burros. Daí a forte interacção entre esta aldeia e as aldeias vizinhas de Riomanzanas e Villarino de Manzanas, na região alistana, muito mais próximas, o que se reflecte nas tradições populares, muito semelhantes, como tem posto em relevo o estudioso das tradições transmontanas António Tiza. Um exemplo disso é a celebração conjunta da festa em honra de Nossa Senhora de Fátima com Villarino nas margens do rio Maçãs, ou os falares raianos (ou o que resta deles) da Petisqueira, dentro do chamado dialecto maçaneiro, de origem asturo-leonesa.
Mas tem uma particularidade: uma boa parte da estrada está limitada pela fronteira de forma que podemos observar vários marcos fronteiriços ao longo da mesma e, ao lado, uns sinais de reserva de caça da Junta de Castela e Leão, já que estamos mesmo no limite com a província de Zamora, na região de Aliste. Parar nesta estrada, desligar o carro e ficar em silêncio faz com que, de repente, sintamos uma estranha solidão, uma sensação de sermos insignificantes, de estarmos mesmo sós, no meio daquelas lombas cheias de urzes, giestas e tojos, absolutamente sem árvores nenhumas, sem vermos aldeias por perto (ficam escondidinhas no fundo dos vales) e onde não há vivalma. Imaginem isso em uma manhã de Inverno, com um vento frio de rachar a passar pelo meu rosto. Eis que foi assim que eu me senti, mas em paz comigo mesmo. Afinal estava mesmo numa terra de ninguém e era possível usufruir de uma certa aura de liberdade, mesmo que fosse apenas uma ilusão, abstraindo-me do resto do mundo. Se puderem, experimentem no vosso local favorito. Vale a pena!

in:historiasdaraia.blogspot.pt

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uma fronteira esquecida que era apenas portugal

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Fronteiras: Moimenta da Raia/S. Cibrão de Hermisende
Entrando de novo no terreno do esquecimento, lá vai uma fronteira muito pouco conhecida. Trata-se da fronteira existente entre Moimenta da Raia, freguesia e aldeia do concelho de Vinhais, e São Cibrão de Hermisende (San Ciprián, na toponímia oficial). É pouco conhecida porque de Moimenta sai apenas um caminho rural de terra batida, enquanto de S. Cibrão há um desvio pavimentado de apenas uns 200 m. até ao mesmo limite fronteiriço que parte da estrada ZA-L 2698, que liga Hermisende com Castromil, aldeia que está partida em duas partes porque uma pertence ainda à província de Zamora e a outra faz parte já da Galiza, mais exactamente da província de Ourense e do concelho de A Mezquita.

Partindo de Hermisende, temos de atravessar a ponte da Veiga, ponte medieval situada sobre o rio Tuela, um dos dois rios, que junto com o Rabaçal formam o Tua pouco antes de chegar a Mirandela. Daí há uma subida íngreme na que S. Cibrão fica de lado, visto que temos de passar de pouco mais de 790 m. no fundo do vale até quase os 1 000 m. passando a meia encosta da Serra do Marabón, serra que separa a província de Zamora da Galiza. Daí chegamos a um planalto granítico que desce em suave declive entre os 1 100 e os 900 m., flanqueado pela Serra do Marabón e a Serra da Coroa, situando-se Moimenta da Raia a uma altitude algo inferior aos 900 m., na parte mais baixa do planalto pouco antes de chegarmos às íngremes encostas quase em arribas do vale do Tuela.

Esta situação entre a Galiza, Leão e Portugal deu lugar a pontos como o chamado Penedo dos Três Reinos, não muito longe deste ponto fronteiriço, se bem na realidade o reino da Galiza tinha o seu limite oriental na Portela do Padornelo e as províncias do Antigo Regime mantiveram esta situação até 1833, com a reforma provincial de Javier de Burgos, que deu o território entre esta portela e a Portela da Canda, à província de Zamora. Os penedos graníticos fazem, pois, parte da paisagem deste planalto porque a sua elevada altitude faz com que abundem afloramentos rochosos e uma paisagem quase desoladora de estevas, urzes, giestas ou tojos, ou seja, grandes extensões de mato açoitados por um vento geado no Inverno e pelo calor intenso no Verão.

Daí a importância do fumeiro na região, aquém e além fronteiras, que beneficia destas temperaturas baixas que resultam ideais para o fabrico de enchidos e, no concelho de Vinhais, da cria do porco bísaro, verdadeira iguaria e marca identificadora da região. Como muitas aldeias, esta região sofreu com intensidade a emigração, mas manteve certos usos comunitários hoje em declínio e que, infelizmente, decerto morrerão com a extinção das gerações mais velhas, dedicadas à agricultura e à pecuária, numa economia típica de subsistência.

Do ponto de vista cultural importa salientar o facto de as relações transfronteiriças terem sido muito intensas, o que se traduziu numa mistura de traços do ponto de vista etnográfico e linguístico. As fronteiras na região realmente não foram bem delimitadas até ao Tratado de Limites de 1864. Já as Inquirições de D. Afonso III de 1258 mostravam que Portugal estava na posse da aldeia de Manzalvos e metade da aldeia de Cádavos, actualmente do concelho de A Mezquita, na Galiza. Relativamente à S. Cibrão é comummente aceite que esta aldeia junto com Hermisende e Teixeira pertenceram à coroa portuguesa até 1640, se bem Francisco Manuel Alves, Abade de Baçal e grande estudioso do distrito de Bragança, mostra que a documentação histórica não nos permite afirmar tal hipótese, sendo que talvez tenham sido perdidas ao longo do século XVI.

Seja como for, a dominação portuguesa deixou a sua marca na língua falada na região. A mal chamada Alta Sanábria ou Sanábria galega é na realidade a região das Portelas e o galego é a língua principal de uso, para além do castelhano oficial. No entanto, nestas três aldeias de S. Cibrão, Hermisende e Teixeira há quem afirme que é falado um galego com traços portugueses ou um português em descomposição, com traços galegos. Do ponto de vista filológico, S. Cibrão pertencerá ao grupo do chamado «portelego central», tendo perdido o uso do esse sibilante sonoro, que ainda se mantém nas aldeias de Hermisende e Teixeira, do grupo do «portelego oriental». Os seus habitantes não se consideram sanabreses, mas antes porteixos.

Em resumo, uma região de confluência de culturas que vale a pena visitar quanto mais não seja que pelas suas paisagens, o contacto com a Natureza ou o património cultural e humano. Embora o Verão seja a melhor estação para visitar, quer pelas suas melhores condições meteorológicas, quer pelo facto de haver uma vida mais animada com os emigrantes que voltam de férias e as romarias, eu gosto particularmente no Inverno, quando esse vento frio acaricia o meu rosto e sinto algo de purificador nisso, no meio do cheiro do mato e o fumo da lenha das casas lentamente queimada na lareira para aquecê-la ou até mesmo cozinhar pratos fortes e consistentes. Vai um bom cozido ou umas fatiazinhas de salpicão de porco bísaro?

in:historiasdaraia.blogspot.pt

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Via Estreita

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Nota muito importante: até à Restauração de 1640, São Cibrão, Ermisende e Teixeira ERAM parte do Reino de Portugal.
Aconteceu que, tal como em outra medida à cidade de Ceuta, permaneceram unidas à coroa de Espanha.
Daí o seu dialecto único com raiz portuguesa.

O fim trágico de um ex-emigrante que guardava uma fortuna em casa | Contacto

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Tinha 77 anos, estava reformado e vivia nos Açores. Morreu às mãos de uma mulher de 43 anos com quem mantinha um caso amoroso.

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