Governo avança com fusão do 1.º e 2.º ciclos: “Vai ser um projeto-piloto” – Notícias ao Minuto

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“Não vai ser uma mudança tão abrupta como existe neste momento entre o 4.º e o 5.º ano, em que passamos da monodocência para vários professores”, explicou o ministro Fernando Alexandre, que adianta também que a decisão vai obrigar a reduzir a carga horária dos professores até ao 4.º ano.

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LUIS NEVES património novo à vista

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A Polícia Judiciária arrestou e apreendeu bens avaliados em cerca de 15 milhões de euros em dois processos por tráfico de droga, associação criminosa e branqueamento de capitais.
Entre o património estão 93 terrenos e casas, moradias, apartamentos, um restaurante, carros e participações financeiras.
Num dos processos, os cinco arguidos terão obtido, segundo a investigação, mais de 25 milhões de euros em lucros.
Os bens ficam congelados e poderão reverter para o Estado caso os tribunais confirmem os crimes e os pressupostos legais.

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mini dicionário micaelense

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Dicionário Micaelense

Corisco mal amanhado = Safado; traquinas
Gama = Pastilha elastica (do ingles Bubble Gum)
Braçado = Companheiro de boa aparência
Pelo eu! = Ai de ti!
Atoleimado = Tolo
Naião = Homossexual
Pau-de-filete = Poste de luz
Poderios = Muito
Requinho = bonito; engraçado
Abencoado = Querido
Fogue t’abrase = Fogo te abrase (injúria)
Vento encanado = Corrente de ar
Gueixa = vaca nova
Pana = Alguidar
Fonte = Torneira
Papo-seco = Carcaça
Gadanhos = Dedos
Apoquentação = Inquietação
Aboiar = Atirar
Ta’s muito mal enganado = Enganas-te redondamente
Foge diante = Sai da frente
Tás vesgueta = Estás cego
Tás co olho!? = Para onde estás a olhar!?
Enlameirados = Enlameados; caminhos com lama
Peugos/peugas = Meias
Meias = Collants
Rabichel = Rabo
Amanda = Manda
Clame = cuspo
Mesmo deveras = A sério
Estás bem amanhado = Estás lixado
Asno = Burro
Vais apanhar nas ventas = Vais levar na cara
Ilhó = olho do cu
Carro de praça = Taxi
Arressaca (deturpacao de Ressaca) = Briga
O chouffer da fragonete = Chauffeur da Furgoneta
Fominha negra = Muita fome
Testos = cacos
Olhos arregalados = Olhos em bico
Penca = Nariz
Macaquinhos = Desenhos animados
Cramalheira = Queixo
Petcheno = Pequeno; Rapazola
Nisca de gente = Rapazinho
Queijada = Pastel
Fogareiro/Fogão = Mulher feia
Grande padaria = Grande rabo
Chouffe’r = Motorista; Taxista
Paranhos = teias de aranha
Gadelhas = Cabelos
Que peste = Que pivete
Alvarozes = Jardineiras

Já se sabe = Pois claro

Punhado = Uma porção

Punhada = soco

Suera – Camisola de malha

É de arder! = que causa grande trabalho ou apoquentação

Prisões = ganchos de cabelo

Nica/nisca/niquinha/nisquinha = pedacinho

Pois alevá!= O que é que se há-de fazer?

Negaças = Provocações

Estás cegando = Estás a aborrecer-me

Teso de marreta = Difícil, duro de roer

Grande espoleta = Grande rombo na carteira

Pinarreta = Criança atrevida

Estarraçar = Estragar

Destarelado = Insensato

Tarelo = Tino

Paranhos = Teias de aranha

Canada = Bêco de terra

Enrediadeira = Cusca

Cisqueira = Pá do lixo

Bueiro = Valeta, esgoto

Pana = Alguidar

Mapa = Esfregona

Correr roupa = Passar roupa a ferro

Escarolar = Partir, quebrar

Friza = Congelador

Falsa = Sótão

Malina = Má

Calor = Bebedeira

Ferveleta = Pessoa inquieta

Pisar = Aleijar

Tem medo que se pela = Tem muito medo

Escabelado = Muito limpo

Esgadelhado= Despenteado

A comida que cresceu = A comida que sobrou

Ceidiço = Diz-se de comida estragada

Pau de virar tripas = Pessoa muito magra

Canhão = Mulher da vida

Largueza = Quero é distância

Botar = Pôr, colocar

Inssonço/a = Pessoa falsa

Atarrachador = Chave de fendas

Música = Instrumento musical de sopro (Ex. «Bateu-lhe com a música na cabeça»)

Testo = Mulher da vida

Embusiado = Chateado, macambúzio

Fera = Ordenado

Vou-me arranjar = Vou evacuar

Escaparate = Mesa de cabeceira

Psiché/psichel = Toucador

Falsa = Sótão

Ondagora = Há pouco tempo

Grande impôla = Grande chato

Bicha = Fila

Roqueira = Foguete

Bombão = Foguete

Bagou = Tonto, pataroco

Murganho = Ratito

 

 

 

texto de HELENA CHRYSTELLO DE 2011 o que mudou?

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Medidas correctas ou esforços inúteis

 

A questão educacional que seria a promoção do sucesso escolar vê-se reduzida a um diagnóstico negativo que tenta identificar causadores deste insucesso e se vai esvaziando de conteúdo, dando lugar a um jogo de rivalidades entre os seus intervenientes.

O aluno ao tornar-se no marginal da educação, continuará a pagar a factura do insucesso. Sendo a questão do sucesso um problema educacional e não administrativo, o facto de se marginalizar o aluno e não o colocar no centro da questão, não só agrava como não soluciona o problema do insucesso.

O verdadeiro sistema deveria ter como único ponto de convergência o aluno. Contudo, o currículo foi concebido como instrumento de organização de saberes transmitidos pelos professores e assimilados pelo aluno. O currículo deveria ser o instrumento de organização de aprendizagens, logo o aluno deveria ser o principal gestor deste, sendo o professor um dos muitos meios que poderão ser disponibilizados, colocando os professores na posição de orientadores, mediadores e indutores de aprendizagens. Foi o que se pretendeu com a Reforma Educativa, patente na Lei de Bases e no Decreto-Lei dos novos planos curriculares. Neste sentido, é relevante a redefinição do papel dos intervenientes do sistema e das suas responsabilidades, reconduzindo o percurso educacional do aluno ao exercício da aprendizagem como um processo pessoal e social do qual é participante e responsável. O fracasso no processo das aprendizagens do aluno é um fracasso do sistema, dado que o sistema é o próprio aluno.

Helena Chrystello nov 2011

PISA. Alunos portugueses pioram resultados recuando ao início do século – Notícias ao Minuto

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Os alunos portugueses tiveram os piores desempenhos académicos de sempre na prova de Leitura do programa internacional PISA, agravando uma trajetória descendente cujos resultados representam já mais de um ano de estudo perdido.

Source: PISA. Alunos portugueses pioram resultados recuando ao início do século – Notícias ao Minuto

676. Antes que cheguem cá, custa ver o fim da civilização ocidental CHRYS CHRYSTELLO

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676. Antes que cheguem cá, custa ver o fim da civilização ocidental

CHRYS CHRYSTELLO 07/09/2026

 

Tenho cidadania portuguesa e australiana e, neste ocaso de vida, custa ver o fim da civilização ocidental orquestrada pelos seus próprios imperadores, piores que Nero, Calígula, etc…. Já não finjo que não tenho uma opinião só porque alguém possa ficar ofendido com ela.

 

ADORO ESTE PAÍS onde vivo agora e adoro o país que deixei Austrália. Adoro as pessoas que aqui vivem e as nossas comunidades. Adoro a nossa história. Adoro as nossas tradições. Adoro o facto de as gerações que nos precederam terem trabalhado, se terem sacrificado e lutado para construir o país que herdámos. E porque me importo, não estou disposto a ficar à margem a ver os políticos a minar a confiança do público nas nossas fronteiras, nas nossas leis e nas nossas instituições, enquanto se espera que as pessoas comuns se calem e aceitem tudo isso.

 

Não. Já estou farto. Não odeio ninguém só por ser estrangeiro. Eu também já por muitas vezes. Não me interessa a cor da pele de ninguém. A minha pele já teve várias cores. Não me interessa em que país alguém nasceu, nem eu sei onde nasci, tantos foram os sítios que escolhi para viver e ser feliz. Mas interessa-me, sem dúvida, se as pessoas cumprem a lei. Interessa-me quem entra neste país. Interessa-me se as nossas fronteiras são controladas. Interessa-me se as pessoas que vêm para cá foram devidamente identificadas e submetidas a controlos de segurança. Interesso-me pelas famílias ue lutam para pagar as suas contas enquanto vêem os governos a tomar decisões que as fazem sentir-se completamente ignoradas. Seja nos combustíveis, no valor das rendas exorbitantes para estrangeiros ricos, seja no cabaz de compras do supermercado. E interesso-me pelas vítimas de crimes. Sempre tive esta noção de equidade, desde muito novo, em que fico desorientado quando assisto a injustiças sejam elas em tribunais ou na vida real. Alias ha anos que me insurjo no primeiro dia de cada ano contra as INJUSTIÇAS.

 

Se alguém entrar no país ilegalmente e cometer um crime grave contra uma pessoa inocente, não me importo nem um pouco se falar sobre isso incomoda alguém. A vítima importa. A lei importa. A segurança pública importa. E as pessoas que dirigem este país precisam de se lembrar para quem trabalham. Porque estou absolutamente farto de ver os cidadãos comuns a serem tratados como se fossem o problema por fazerem perguntas totalmente legítimas. Dizem-nos para ficarmos calados. Dizem-nos para sermos compassivos. Dizem-nos para não «alimentarmos as tensões». Dizem-nos para ter cuidado com o que dizemos. Dizem-nos para confiarmos no sistema. Dizem-nos para não sermos racistas ou islamófobos ou outra coisa qualquer conforme a ementa do dia. Dizem-nos que está tudo sob controlo.

 

Olhem as pessoas nos olhos, porra, e digam-lhes isso. Digam à família que luta para conseguir uma consulta no Serviço Nacional (Regional) de Saúde (SNS ou SRS) que está tudo bem. Digam à pessoa com medo de voltar a pé para casa à noite que está tudo bem e que não prestem atenção a drogados e outros que esperam em qualquer esquina. Digam ao contribuinte que vê o seu dinheiro a desaparecer que está tudo bem. Digam às comunidades a quem se pede para suportar cada vez mais pressão que está tudo bem. Digam às vítimas de crimes graves que as suas preocupações não são importantes porque alguém pode achar a conversa desconfortável. As pessoas não são estúpidas. Elas conseguem ver o que se passa à sua volta. Elas sabem tirar as suas próprias conclusões. E estão furiosas. Eu também. Não vou fingir o contrário.

 

Nunca afirmei ter um filtro. Digo o que acredito e, às vezes, digo-o com raiva porque estou furioso. E não me interessa que digam que agora em velho mudei e sou de direita ou de extrema-direita, que qualquer dia voto no Chega. Estou furioso porque acredito que este país é capaz de muito mais. Estou furiosa porque todos os países deviam ter fronteiras que funcionassem. Estou furioso porque os políticos passaram anos a fazer promessas e depois a perguntar por que razão as pessoas já não confiam neles. Quer o PSD quer o PS são os principais responsáveis pela viragem à direita, não só aqui, mas na maioria dos países europeus. Tanto quiseram agradar às franjas que se converteram nelas, mas sem fé nem convicção.

 

Estou furioso porque se espera constantemente que as pessoas comuns façam concessões, enquanto quem está no poder parece completamente alheio às consequências das suas decisões. E estou furioso porque amar o próprio país se tornou, de alguma forma, algo pelo qual se espera que nos peçamos desculpa. Ao contrário do Reino Unido ainda não somos presos por dizer o que pensamos e sentimos, ou por andar com a bandeira nacional, ou por ofender quem veio para destruir a nossa civilização e publicamente afirma que está escrito no seu (deles) livro sagrado que têm de converter ou aniquilar os infiéis

 

Que se lixe isso. Não vou pedir desculpa por me orgulhar de ser português australiano e europeísta. Não vou pedir desculpa por querer fronteiras seguras. Não vou pedir desculpa por querer que a imigração seja devidamente controlada. Não vou pedir desculpa por querer que os criminosos sejam responsabilizados. Não vou pedir desculpa por exigir que os cidadãos sejam protegidos. E não vou, de forma alguma, pedir desculpa por desafiar os políticos quando acredito que estão errados.

Se isso te ofende, o problema é teu. Se achas que sou demasiado barulhento, baixa a porra do volume. Se não gostas das minhas opiniões, contesta-as. Se discordas de mim, defende o teu ponto de vista. Mas não me digas para me calar. Porque não vou fazê-lo. Não me importo nem um pouco se devo ficar calado para que alguém se sinta à vontade. Não me interessa se algum comentador político acha que sou demasiado irritado. Não me interessa se alguém me chama de controverso porque me recuso a amenizar aquilo em que acredito.

 

Preocupo-me com o país, a Europa, a civilização ocidental. É essa a questão. Não estou a fazer isto porque quero que fracasse. Estou a fazê-lo porque quero que tenha sucesso. Quero que os nossos filhos cresçam orgulhosos das suas origens. Quero que as pessoas se sintam seguras ao andar nas suas comunidades. Quero que a lei seja devidamente aplicada. Quero fronteiras que realmente signifiquem alguma coisa. Quero políticos que ouçam o público em vez de lhes darem sermões.

 

Quero um país onde o trabalho árduo seja recompensado e onde as pessoas comuns não sejam constantemente levadas a sentir que estão no fim da porra da fila. E se defender essas coisas me tornar impopular, que assim seja. Prefiro ser odiado por dizer a verdade tal como a vejo do que ser amado por dizer o que quer que seja que mantenha toda a gente confortável. Isto não tem a ver com odiar as pessoas. Tem a ver com amar a civilização ocidental o suficiente para lutar pelo tipo de país que queremos que seja. E vou continuar a falar e escrever. Vou continuar a fazer perguntas. Vou continuar a desafiar o sistema. Vou continuar a defender aquilo em que acredito ser certo.

 

Podem chamar-me revoltado. Podem chamar-me controverso. Podem chamar-me o que lhes der na cabeça. Mas uma coisa que não vão conseguir é convencer-me de que devo deixar de me importar. Porque eu importo-me com este país, com a Europa, com a civilização ocidental. E recuso-me a ser silenciado por isso. Penso com tristeza nas imagens (de islamização) que me chegam de França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Itália, Grécia, EUA, e outros, e prefiro a abordagem polaca ou eslovaca, mesmo que possam parecer menos compreensivas e menos solidárias. Continuo a não me sentir bem neste mundo que já não é o meu, e pergunto “Vai crer no Islão ou ser assassinado? É esse o dilema que os muçulmanos apresentam aos cristãos quando conquistam um país”.

 

 

 

Justiça egípcia condena à morte apresentadora de TV Sarah Khalifa por tráfico de droga

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No Egito, um tribunal condenou à morte 12 pessoas, incluindo a conhecida apresentadora Sarah Khalifa, num caso de fabrico e tráfico de droga em larga escala. View on euronews

Source: Justiça egípcia condena à morte apresentadora de TV Sarah Khalifa por tráfico de droga

o progresso a chegar ao Corvo Polícia Marítima apreende cocaína na orla marítima do Corvo – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Polícia Marítima apreende cocaína na orla marítima do Corvo – Açoriano Oriental

90 anos NORBERTO ÁVILA

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Norberto Ávila (Angra do Heroísmo, 1936 – Lisboa, 2022) foi provavelmente o dramaturgo português mais traduzido e levado a palco em Portugal e no estrangeiro: foi autor de 30 peças de teatro, a que se somam um de poesia, três romances e um livro de contos. Foi também condecorado pelo Presidente da República e pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores. No entanto, quem sabe quem foi este homem sereno e afável?
Morreu sozinho, e pouco tempo depois os seus papéis apareceram à venda na «net», não se sabendo quem os surripiou. Paulo Enes da Silveira, seu amigo, comprou aqueles que conseguiu, e deles resgatou um conjunto de contos inéditos que reuniu e publicou sob o título NEVOEIRO E OUTROS CONTOS (Companhia das Ilhas, 2025).
Em jeito de comemoração dos 90 anos do nascimento do escritor, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo acatou a proposta de Paulo Enes da Silveira e organizou uma sessão de apresentação pública daquele livro póstumo, que se realizará no próximo dia 9 de Setembro no Salão Nobre dos Paços de Concelho.
É para ela que aqui deixo o convite e demais informações úteis. Norberto Ávila gostaria muito de ver a casa cheia…

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