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a selfie por chrys c

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  1. a selfie

 

Acabam de me ligar de uma empresa de pesquisa de mercado para que eu responda a perguntas sobre o país. ‎Como raramente me contactaram em vida, poupei-lhes o meu vitríolo.

Curiosamente, sempre fui assim; não é de agora. Ainda fico contente, ou quiçá orgulhoso, ao constatar que tenho certa coerência entre pensamento e ação, mesmo com o avançar galopante da idade. Não estou tão senil como alguns gostariam; envelhecido, mas não tolo. ‎Claro que tenho saudades dos tempos de “galã”, da minha aura de “irresistibilidade”, em que eu era “tão convencido” que até doía.

A história poderia ser fantasiada assim: na primavera, sentei-me numa esplanada na marginal marítima de Ponta Delgada, com vista para as Portas do Mar e para a marina. Quando a jovem empregada se aproximou, estava a meio duma rara chamada telefónica. Ela sorriu e ‎disse: «Oh, falamos a mesma língua.» Retribuí o sorriso. Nada de sério — apenas aquele tipo de namorico leve que dá um pequeno impulso à autoestima de ‎um homem. Enquanto fazia o pedido, continuámos a conversar. Para minha surpresa, descobrimos que somos da mesma cidade.

Então perguntou em que ‎universidade estudara. Estava prestes a responder quando ela interrompeu e acrescentou, pensativa: «Na verdade, não… Provavelmente não te conhecia. ‎Tem idade suficiente para ser meu pai.» Passei o resto do tempo em silêncio. Porque, na minha cabeça, eu era a mesma pessoa. O mesmo rapaz atraente, a quem as raparigas sorriam na escola e, mais tarde, na universidade. Ainda me sentia aquela versão de mim, como se décadas e décadas não tivessem ‎passado. Saí da universidade há mais de 50 anos.

Nessa noite, em frente ao espelho, olhei as rugas e o cabelo grisalho que começava a rarear. As rugas nem eram muitas, mas a cara demonstrava vários ‎calendários; as mãos enrugadas desmascaravam qualquer tentativa de rejuvenescimento. Sim, é doloroso aceitar o envelhecimento. E dói não só porque a atratividade física se desvanece, mas também porque, com ela, uma versão de mim mesmo desaparece. Suponho que a única opção real é admitir honestamente, é isto que ‎sou agora. Um novo eu, um novo charme, a experiência que a idade acarreta.

Porque, se for completamente honesto, para a mulher de sessenta anos que ‎vendia fruta na esquina da Solmar, eu continuo a ser: «Ei, bonitão.»

A pior sensação, como já expliquei numa crónica em 2025, é a de a pessoa olhar-se ao espelho e ver lá um velho ‎que não se reconhece de lado nenhum. A situação só piora com as ‘selfie’ tiradas com o telemóvel, nas quais aparecemos mais envelhecidos do que se a foto for tirada com a minha Nikon topo de gama. Não adianta ‎culpar a visão, que, como sabem, é um dos sentidos humanos mais falíveis. A verdade é que os outros nos veem como somos, ou seja, envelhecidos, mas ‎nós — o nosso cérebro, os nossos olhos — recusam-se a aceitar isso.

Só começamos a acreditar que somos tão velhos quanto parecemos nas selfies quando começam a faltar pessoas a quem perguntar, pois muitos já morreram, quando já não há a quem contar coisas antigas e mais ninguém dos novos está disposto a ouvi-las. O descompasso entre as memórias de um e a ‎realidade do outro é avassaladora. Mas penso, ao olhar-me no espelho, com os cabelos grisalhos, rugas e olhos encovados, que o real problema é que já não fazem espelhos como ‎antigamente; esse é o problema. Adiante, divagações inúteis.‎

 

Nunca somos demasiado velhos para aprender: vejam o que aprendi com os peritos, em turco, a ave a que chamamos «peru» é «hindi» (Índia). Na Índia, chamam-lhe «peru». Em árabe, é «galinha grega»; em grego, «galinha francesa»; em francês, «galinha indiana». A ave não é nativa de nenhum destes lugares.

Ainda não sinto muito bem o que a imagem acima documenta, mas também começa a aplicar-se a mim, por mais que não queira. Penso até que ou estou muito surdo, ou que falamos dialetos diferentes. Ao longo de 30 anos, tentei atualizar os programas do PC e manter-me na crista da onda dos consumidores, mas sempre muito aquém do meu filho programador, que nasceu com programas implantados no cérebro e nos dedos.

Dizem que sete em cada dez idosos usam smartphones… Há semanas, ao trocar o meu iPhone, fiquei muito admirado quando, na loja, me disseram que não precisava de ajuda: bastava colocar o novo e o velho lado a lado e eles se emparelhavam. E assim foi.

Ainda me lembro dos adaptadores de SIM e de outros acessórios para transferir endereços, toques ou imagens. Tanto progresso e evolução em pouco tempo só pode ser obra do Demo!

A sociedade que obriga um septuagenário ou mais idoso a usar um smartphone para aceder aos seus direitos não é moderna: ignora os idosos. Hoje tudo se faz com uma aplicação. Mas quem não domina as novas tecnologias encontra-se analfabetohttps://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2026/07/670-a-selfie.pdf em casa. Para marcar uma consulta ou pagar a conta, é preciso recorrer a um filho ou neto, se houver. O sistema falhou. Isto não é inovação. É exclusão.

A tecnologia deve servir para ajudar, não para selecionar nem excluir. Ficamos todos (em especial o Estado) mais cómodos e mais egoístas. Defender a transição digital justa implica reconhecer a responsabilidade coletiva: construir tecnologia centrada nas pessoas, investir em literacia digital para todas as idades e manter opções não digitais sempre que necessário.

Só assim salvaguardaremos a dignidade de quem contribuiu para o presente que hoje usufruímos. A tecnologia deve ser concebida e implementada para aumentar a inclusão, melhorar a acessibilidade e proteger a dignidade de todos os cidadãos, independentemente da idade ou da literacia digital.

Políticas públicas, desenho de serviços e formação direcionada são necessários para assegurar que a transição digital não subtraia direitos, mas os amplie para todos.

 

 

 

GÉNOVA CASA POR 69 MIL APENAS…

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https://www.facebook.com/reel/968943168833206/?s=ifu&__cft__[0]=AZaUzrGu4ol4OpB_zB7BTYQszAUubDnTpDJ2eCKsYfzI9UplhKdzBwV42WZT1YGrvahj2OqR-qoDKtLBVa4vhFb2KooNJd1fEPIrdHGzWeoBA-z-U1j4PcSdWsVQJJFj54QlCoH02I8xfwp943Wtn4lZWXvZXTrKBTpTcq6Tg_ePUlZTPgeXB_PtWyM_1obhNXRIXPjM-XFepjSVi16QAhwh

 

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Ministério da Educação perdeu a prova de um atleta paralímpico português | Esquerda

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O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

Source: Ministério da Educação perdeu a prova de um atleta paralímpico português | Esquerda

O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

Source: Ministério da Educação perdeu a prova de um atleta paralímpico português | Esquerda

Afinal há exames perdidos, mais erros e menos candidatos ao Superior – Notícias ao Minuto

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O “caos” continua na Educação e ainda só vamos na primeira ‘temporada’. Foram detetados mais erros na correção dos exames nacionais do ensino secundário e, ao contrário do que o ministro assegurou, há exames perdidos. Consequências? No 1.º dia de candidaturas ao Superior, candidataram-se quase menos 10 mil alunos.

Source: Afinal há exames perdidos, mais erros e menos candidatos ao Superior – Notícias ao Minuto

sou contra touradas

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Não andava para aí um toureiro qualquer, ou coisa que o valha, a dizer que espetar uma bandarilha num touro é assim mais ou menos como espetar-lhes um alfinete? Veja-se de perto o “alfinete” e leia-se o que diz um veterinário sobre essa coisa que envergonha o diabo e que dá pelo nome de Tourada.
“O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer. A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide. Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor ao seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, fisica e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.
No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.
E ninguém, independente, pode controlar isso.
PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!
O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.
À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.
OPINIÃO!
É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.
O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso
Questiono-me. porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?
Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.
PERGUNTA FUNDAMENTAL!
E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.
RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!
Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÂO HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.
E mais dados científicos:
Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.
Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.
Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.
A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.
Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.
CONCLUSÃO:
Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.
Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?
Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.
É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!
As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!
A tauromaquia é uma vergonha nacional.”
Vasco Reis,
Médico veterinário aposentado
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DEPOIS DISTO RESTA CANCELAREM OS EXAMES

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19/07, 23:30…
CASOS REPORTADOS POR ALUNOS, PAIS/EE e PROFESSORES
“Acabo de receber, por e-mail, as provas em pdf de Português e História A. Fiquei incrédula!! As provas recebidas são de outro aluno. Recebi a versão 2 de Português, quando fiz a versão 1. Recebi a versão 1 de História A, quando fiz a versão 2.”
“”Recebi a classificação do exame de Matemática A e quando recebi a prova, faltavam as duas folhas de continuação (das quatro aparecem digitalizadas duas em branco).”
4 casos no exame de Matemática B item 6.2 1
“AE Alcanena – vi esta tarde o exame de Matemática B de uma aluna que respondeu corretamente D no item 6.2.1 e teve 0.
“”Tenho um aluno do Portto que teve zero pontos na 6.2.1 e que assinalou corretamente a opção.D.”
“Eu vi um exame de Gaia cotado com 0 na 6.2.1 cuja resposta está certa/opção D”
“Já vi um exame de uma aluna do Porto e respondeu D na 6.2.1 e obteve 14 na cotação. Portanto o erro não será a nível nacional.”
“O meu filho é aluno da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, em Matosinhos. No sábado recebemos apenas o ficheiro PDF da prova de Português, sem as classificações atribuídas aos itens.. O prazo para apresentar o pedido de reapreciação termina já na próxima terça-feira, mas como poderemos fundamentar esse pedido sem conhecer as cotações atribuídas a cada item?
Como se isto não bastasse, 2f terei de me deslocar à escola para tratar da Ficha ENES e, na terça-feira, o meu filho realizará a 2.ª fase dos exames nacionais. Em vez de estarmos concentrados na preparação dessa prova, somos obrigados a viver dias de enorme ansiedade, incerteza e desgaste, tentando obter informação que deveria estar disponível desde o primeiro momento.
Esta situação é inaceitável. Não está apenas em causa um procedimento administrativo; está em causa o direito dos alunos a uma avaliação externa transparente e a possibilidade de exercerem, em igualdade de circunstâncias, o direito à reapreciação da prova.
É profundamente lamentável que um processo com consequências tão importantes para o futuro dos alunos seja conduzido desta forma. As famílias merecem respeito, os alunos merecem transparência e as escolas merecem condições para responder às legítimas dúvidas de quem nelas confia.
O sentimento que hoje prevalece é de profunda indignação, desilusão e exaustão perante mais um episódio que revela falhas graves na organização dos exames nacionais. Quem sofre as consequências são, uma vez mais, os alunos e as suas famílias.”
“Na Escola Secundária Joaquim Araújo, em Penafiel, um aluno afirmou já ter na sua posse a prova de Português. No entanto, constatou com estupefação que apenas parte da prova é dele, a outra parte não é. O facto da letra ser diferente assim o comprova.”
“Acabei de receber o exame de Física e Química A do meu filho. Estamos estupefatos, o exame não é dele! O extrato de classificação tem o nome dele e uma nota, que é a que está na pauta. Mas este exame NÃO É DELE. E agora??!!!”
“Há relatos de alunos que viram uma determinada classificação quando as primeiras pautas foram afixadas e uma classificação diferente quando foram afixadas segunda vez! “
“Já vi três exames de FQA, versão 2 e na questão 7.1 (escolha múltipla), a opção C é a correta. Todavia, é pontuada com zero, apesar de não ter rasuras e círculo estar bem pintado.”
“No exame de FQA, versão 2, item 7.1, a minha filha assinalou a opção C (que é a opção correta) é teve zero pontos). Vou pedir reapreciação de prova.”
“Erro na classificação de questões de escolha múltipla, no exame de FQA.
Os alunos que responderam à versão 2 e que no item 7, 1 assinalaram corretamente a opção C, tiveram zero pontos.
Dúvida: se à resposta certa atribuíram zero pontos, será que há
uma das opções erradas à qual estão a ser atribuídos os 10 pontos?”
Alerta — A APPFQ alerta para a provável anomalia na classificação do item 7.1 da versão 2 da prova 715, 1ª Fase: há casos em que a opção correta (C) foi assinalada, mas foram atribuídos zero pontos, e outros em que a opção D surge como correta.
A situação já foi comunicada às entidades competentes, para que seja verificada e devidamente corrigida.”
“As respostas de escolha múltipla (a partir da consulta do PDF das provas recebidas pelos EE alunos) já estão a mostrar a dimensão do problema. Além de estar a acontecer na prova de FQA, também está na versão 1, item III 2 ° do exame de Biologia e Geologia..”
“A minha filha teve 7 valores a Português. No entanto, cinco itens de desenvolvimento estão a zero. Foi erro no lançamento das classificações ou o classificador não saber que a examinanda está incluída com o modelo A? Amanhã lá vamos para a inscrição da 2 fase e para a explicadora, no sentido de elaborar a reapreciação da prova.”
“A minha filha foi à escola, na 6f, às 22:00, consultar as pautas, Obteve 14.4 a Português, 14.2 a Matemática A e 14.9 a Economia A. A Português ficou desiludida, esperava mais. No sábado, consultou o Inovar e e-mail várias vezes à espera do pdf das provas. A meio da tarde, descobre no Inovar uma alteração da nota de Português. Na coluna Reapreciação surgiu 19 (185 pontos) e subida da CIF de 17 para 18 valores. Incrédulas, aguardámos com ansiedade a chegada do pdf. Chegou antes da meia noite e percebemos o que se tinha passado: ela pediu folha de continuação para o grupo III da produção escrita sobre o cartoon..Essa questão valia 44 pontos e obteve 41. Ou seja, o classificador não atribuiu cotação ou atribuiu 0 pontos, dado que percebeu que o texto estava iniciado, mas não tinha continuação! Daí ter subido 14.4 para 18,5. Os pdf das provas não chegaram todos de uma vez. O de Matemática A chegou muito depois. A Economia A, depois de analisar a prova, verificámos que o item 6.1. estava corretíssimo e o texto da resposta correspondia ao texto dos critérios de classificação definitivos. Porém, atribuíram-lhe 5 pontos em 10. Talvez o classificador não tenha recebido a digitalização desta página e tenha resolvido atribuir metade da cotação para tentar não prejudicar a aluna, uma vez que houve pressão para classificar e entregar. Irei apresentar amanhã a alegação para o pedido de reapreciação.”

“A classificação de Português do meu filho apareceu inicialmente como suspensa e no final do dia de sábado apareceu a cotação de 109 valores… É impossível ter esta classificação, pois tem a escolha múltipla toda certo, o que implica 91 pontos! Pelas suas contas, o meu filho está à espera de ter 14,9 valores. Uma classificação por baixo e já a cortar todos os pontos dos erros.”

May be an image of one or more people and text that says "R "Nada bate certo. Ele é um aluno de 20 [valores]. A nota mais baixa foi de 19, a matemática", diz o avô de um aluno, lamentando que tal não se reflita nas provas. "Nos exames nacionais acho que ele está com 13, ou nem isso, ressalva Vitorino, que se diz "em choque" garantindo, ao mesmo tempo, que não é caso único na escola secundária Joaquim de Araujo, em Penafiel."

May be an image of tree and text that says "R "Consoante os critérios de avaliação publicados pelo júri, depois de ver a minha cotação aqui na escola, está errado", afirma José Maia, do 12. ano. Segundo O estudante, a consequência é imediata: "Neste momento estou impossibilitado de concorrer à primeira fase da faculdade." Uma situação que descreve como particularmente dolorosa: "É como se fosse uma facada, porque acabam de me tirar O chão.""

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