A notícia foi avançada esta sexta-feira pela Renascença. O exame de Luciana Araújo andou perdido e não foi classificado. A aluna de Penafiel teve de pedir reapreciação para ter a prova classificada.
De inteligência remediada e rasteira condição perverte as palavras, dizendo, por exemplo, que ilegalidade é informalidade ou alardeando uma trapaça como «puro acto de boa gestão».
De inteligência remediada e rasteira condição perverte as palavras, dizendo, por exemplo, que ilegalidade é informalidade ou alardeando uma trapaça como «puro acto de boa gestão».
De inteligência remediada e rasteira condição perverte as palavras, dizendo, por exemplo, que ilegalidade é informalidade ou alardeando uma trapaça como «puro acto de boa gestão».
De inteligência remediada e rasteira condição perverte as palavras, dizendo, por exemplo, que ilegalidade é informalidade ou alardeando uma trapaça como «puro acto de boa gestão».
A livraria SolMar, em Ponta Delgada, nos Açores, abriu as sua portas em 21 de março de 1991, fundada por José Carlos Frias, meu antigo aluno da Escola Secundária Domingos Rebelo, e outros dois amigos, Albano Pimentel e José Garcia. Segundo assumem os seus responsáveis, a escolha da data de abertura foi simbólica porque assinala o Dia Mundial da Poesia, ao mesmo tempo que introduziram uma viragem no conceito de livraria nos Açores.
A partir daí foi assumida uma agenda cultural com apresentações, lançamentos, debates e tertúlias, sempre na perspetiva da aproximação entre escritores do arquipélago e de outros lugares. Integrado nesta dinâmica cultural, fui convidado como escritor a estar presente nesta livraria, no dia 5 de Agosto, pelas 18:30H, numa sessão aberta a quem queira participar.
A minha ligação aos Açores não é de agora e deu-se por razões profissionais, académicas e de fixação territorial após a minha saída de Angola. Cheguei a S. Miguel em Janeiro de 1976 e por aqui fiquei uma década, exercendo funções como professor de Português e História em diversas escolas da ilha, ao mesmo tempo que aprofundava os meus estudos superiores na Universidade dos Açores. Ironicamente, foi a própria insularidade açoriana que despertou em mim um profundo fascínio pelo Oriente, motivando a minha mudança para Macau, em finais de 1985.
E assim a minha escrita ganhou diferentes sabores, segundo as geografias que me acolheram. Na livraria estarão patentes livros de minha autoria que refletem essa “geografia da escrita”, moldada pelo triângulo existencial que é Angola – Açores – Macau.
A livraria SolMar, em Ponta Delgada, nos Açores, abriu as sua portas em 21 de março de 1991, fundada por José Carlos Frias, meu antigo aluno da Escola Secundária Domingos Rebelo, e outros dois amigos, Albano Pimentel e José Garcia. Segundo assumem os seus responsáveis, a escolha da data de abertura foi simbólica porque assinala o Dia Mundial da Poesia, ao mesmo tempo que introduziram uma viragem no conceito de livraria nos Açores.
A partir daí foi assumida uma agenda cultural com apresentações, lançamentos, debates e tertúlias, sempre na perspetiva da aproximação entre escritores do arquipélago e de outros lugares. Integrado nesta dinâmica cultural, fui convidado como escritor a estar presente nesta livraria, no dia 5 de Agosto, pelas 18:30H, numa sessão aberta a quem queira participar.
A minha ligação aos Açores não é de agora e deu-se por razões profissionais, académicas e de fixação territorial após a minha saída de Angola. Cheguei a S. Miguel em Janeiro de 1976 e por aqui fiquei uma década, exercendo funções como professor de Português e História em diversas escolas da ilha, ao mesmo tempo que aprofundava os meus estudos superiores na Universidade dos Açores. Ironicamente, foi a própria insularidade açoriana que despertou em mim um profundo fascínio pelo Oriente, motivando a minha mudança para Macau, em finais de 1985.
E assim a minha escrita ganhou diferentes sabores, segundo as geografias que me acolheram. Na livraria estarão patentes livros de minha autoria que refletem essa “geografia da escrita”, moldada pelo triângulo existencial que é Angola – Açores – Macau.
As Forças de Segurança espanholas calculam que cerca de 69.500 migrantes saíram nas últimas 30 horas de Ceuta em direção a Marrocos depois da entrada em massa que ocorreu na quinta-feira, foi hoje anunciado.
Foi hoje lançado no Coliseu Micaelense um novo número da revista “Insulana” pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada. Agradeço a Onésimo Teotónio Almeida e restantes membros do conselho editorial a inclusão do ensaio «Entre arquétipos e margens: Condenação de Pedro Almeida Maia em Diálogo com Puzo, Ellroy, Lehane, Doctorow e James Hadley Chase» da autoria de Diniz Borges, a quem envio uma saudação muito especial.
Avaria levou motorista a parar em área de serviço de Almodôvar. Menina de 11 anos ligou aos pais “a chorar, desesperada”. Flixbus prometeu reembolsar. Uma menina de 11 anos terá sido deixada numa área de serviço da A2, depois de o motorista do autocarro que seguia para Faro ter retomado a viagem sem confirmar se todos os passageiros estavam a bordo, avança o Correio da Manhã esta quinta-feira. A criança acabou por ser assistida por funcionárias do espaço e pela GNR, enquanto o pai percorreu cerca de 200 quilómetros para a ir buscar. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira,
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve uma mulher de 45 anos, no aeroporto de Lisboa, que é suspeito do crime de tráfico de pessoas. A suspeita estava acompanhada de uma menor de 12 anos que terá sido entregue pelos progenitores para ser transportada para França, onde se iria casar para liquidar uma dívida familiar.