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Afinal há exames perdidos, mais erros e menos candidatos ao Superior – Notícias ao Minuto

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O “caos” continua na Educação e ainda só vamos na primeira ‘temporada’. Foram detetados mais erros na correção dos exames nacionais do ensino secundário e, ao contrário do que o ministro assegurou, há exames perdidos. Consequências? No 1.º dia de candidaturas ao Superior, candidataram-se quase menos 10 mil alunos.

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sou contra touradas

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Não andava para aí um toureiro qualquer, ou coisa que o valha, a dizer que espetar uma bandarilha num touro é assim mais ou menos como espetar-lhes um alfinete? Veja-se de perto o “alfinete” e leia-se o que diz um veterinário sobre essa coisa que envergonha o diabo e que dá pelo nome de Tourada.
“O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer. A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide. Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor ao seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, fisica e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.
No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.
E ninguém, independente, pode controlar isso.
PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!
O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.
À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.
OPINIÃO!
É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.
O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso
Questiono-me. porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?
Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.
PERGUNTA FUNDAMENTAL!
E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.
RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!
Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÂO HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.
E mais dados científicos:
Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.
Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.
Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.
A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.
Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.
CONCLUSÃO:
Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.
Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?
Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.
É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!
As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!
A tauromaquia é uma vergonha nacional.”
Vasco Reis,
Médico veterinário aposentado
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DEPOIS DISTO RESTA CANCELAREM OS EXAMES

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19/07, 23:30…
CASOS REPORTADOS POR ALUNOS, PAIS/EE e PROFESSORES
“Acabo de receber, por e-mail, as provas em pdf de Português e História A. Fiquei incrédula!! As provas recebidas são de outro aluno. Recebi a versão 2 de Português, quando fiz a versão 1. Recebi a versão 1 de História A, quando fiz a versão 2.”
“”Recebi a classificação do exame de Matemática A e quando recebi a prova, faltavam as duas folhas de continuação (das quatro aparecem digitalizadas duas em branco).”
4 casos no exame de Matemática B item 6.2 1
“AE Alcanena – vi esta tarde o exame de Matemática B de uma aluna que respondeu corretamente D no item 6.2.1 e teve 0.
“”Tenho um aluno do Portto que teve zero pontos na 6.2.1 e que assinalou corretamente a opção.D.”
“Eu vi um exame de Gaia cotado com 0 na 6.2.1 cuja resposta está certa/opção D”
“Já vi um exame de uma aluna do Porto e respondeu D na 6.2.1 e obteve 14 na cotação. Portanto o erro não será a nível nacional.”
“O meu filho é aluno da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, em Matosinhos. No sábado recebemos apenas o ficheiro PDF da prova de Português, sem as classificações atribuídas aos itens.. O prazo para apresentar o pedido de reapreciação termina já na próxima terça-feira, mas como poderemos fundamentar esse pedido sem conhecer as cotações atribuídas a cada item?
Como se isto não bastasse, 2f terei de me deslocar à escola para tratar da Ficha ENES e, na terça-feira, o meu filho realizará a 2.ª fase dos exames nacionais. Em vez de estarmos concentrados na preparação dessa prova, somos obrigados a viver dias de enorme ansiedade, incerteza e desgaste, tentando obter informação que deveria estar disponível desde o primeiro momento.
Esta situação é inaceitável. Não está apenas em causa um procedimento administrativo; está em causa o direito dos alunos a uma avaliação externa transparente e a possibilidade de exercerem, em igualdade de circunstâncias, o direito à reapreciação da prova.
É profundamente lamentável que um processo com consequências tão importantes para o futuro dos alunos seja conduzido desta forma. As famílias merecem respeito, os alunos merecem transparência e as escolas merecem condições para responder às legítimas dúvidas de quem nelas confia.
O sentimento que hoje prevalece é de profunda indignação, desilusão e exaustão perante mais um episódio que revela falhas graves na organização dos exames nacionais. Quem sofre as consequências são, uma vez mais, os alunos e as suas famílias.”
“Na Escola Secundária Joaquim Araújo, em Penafiel, um aluno afirmou já ter na sua posse a prova de Português. No entanto, constatou com estupefação que apenas parte da prova é dele, a outra parte não é. O facto da letra ser diferente assim o comprova.”
“Acabei de receber o exame de Física e Química A do meu filho. Estamos estupefatos, o exame não é dele! O extrato de classificação tem o nome dele e uma nota, que é a que está na pauta. Mas este exame NÃO É DELE. E agora??!!!”
“Há relatos de alunos que viram uma determinada classificação quando as primeiras pautas foram afixadas e uma classificação diferente quando foram afixadas segunda vez! “
“Já vi três exames de FQA, versão 2 e na questão 7.1 (escolha múltipla), a opção C é a correta. Todavia, é pontuada com zero, apesar de não ter rasuras e círculo estar bem pintado.”
“No exame de FQA, versão 2, item 7.1, a minha filha assinalou a opção C (que é a opção correta) é teve zero pontos). Vou pedir reapreciação de prova.”
“Erro na classificação de questões de escolha múltipla, no exame de FQA.
Os alunos que responderam à versão 2 e que no item 7, 1 assinalaram corretamente a opção C, tiveram zero pontos.
Dúvida: se à resposta certa atribuíram zero pontos, será que há
uma das opções erradas à qual estão a ser atribuídos os 10 pontos?”
Alerta — A APPFQ alerta para a provável anomalia na classificação do item 7.1 da versão 2 da prova 715, 1ª Fase: há casos em que a opção correta (C) foi assinalada, mas foram atribuídos zero pontos, e outros em que a opção D surge como correta.
A situação já foi comunicada às entidades competentes, para que seja verificada e devidamente corrigida.”
“As respostas de escolha múltipla (a partir da consulta do PDF das provas recebidas pelos EE alunos) já estão a mostrar a dimensão do problema. Além de estar a acontecer na prova de FQA, também está na versão 1, item III 2 ° do exame de Biologia e Geologia..”
“A minha filha teve 7 valores a Português. No entanto, cinco itens de desenvolvimento estão a zero. Foi erro no lançamento das classificações ou o classificador não saber que a examinanda está incluída com o modelo A? Amanhã lá vamos para a inscrição da 2 fase e para a explicadora, no sentido de elaborar a reapreciação da prova.”
“A minha filha foi à escola, na 6f, às 22:00, consultar as pautas, Obteve 14.4 a Português, 14.2 a Matemática A e 14.9 a Economia A. A Português ficou desiludida, esperava mais. No sábado, consultou o Inovar e e-mail várias vezes à espera do pdf das provas. A meio da tarde, descobre no Inovar uma alteração da nota de Português. Na coluna Reapreciação surgiu 19 (185 pontos) e subida da CIF de 17 para 18 valores. Incrédulas, aguardámos com ansiedade a chegada do pdf. Chegou antes da meia noite e percebemos o que se tinha passado: ela pediu folha de continuação para o grupo III da produção escrita sobre o cartoon..Essa questão valia 44 pontos e obteve 41. Ou seja, o classificador não atribuiu cotação ou atribuiu 0 pontos, dado que percebeu que o texto estava iniciado, mas não tinha continuação! Daí ter subido 14.4 para 18,5. Os pdf das provas não chegaram todos de uma vez. O de Matemática A chegou muito depois. A Economia A, depois de analisar a prova, verificámos que o item 6.1. estava corretíssimo e o texto da resposta correspondia ao texto dos critérios de classificação definitivos. Porém, atribuíram-lhe 5 pontos em 10. Talvez o classificador não tenha recebido a digitalização desta página e tenha resolvido atribuir metade da cotação para tentar não prejudicar a aluna, uma vez que houve pressão para classificar e entregar. Irei apresentar amanhã a alegação para o pedido de reapreciação.”

“A classificação de Português do meu filho apareceu inicialmente como suspensa e no final do dia de sábado apareceu a cotação de 109 valores… É impossível ter esta classificação, pois tem a escolha múltipla toda certo, o que implica 91 pontos! Pelas suas contas, o meu filho está à espera de ter 14,9 valores. Uma classificação por baixo e já a cortar todos os pontos dos erros.”

May be an image of one or more people and text that says "R "Nada bate certo. Ele é um aluno de 20 [valores]. A nota mais baixa foi de 19, a matemática", diz o avô de um aluno, lamentando que tal não se reflita nas provas. "Nos exames nacionais acho que ele está com 13, ou nem isso, ressalva Vitorino, que se diz "em choque" garantindo, ao mesmo tempo, que não é caso único na escola secundária Joaquim de Araujo, em Penafiel."

May be an image of tree and text that says "R "Consoante os critérios de avaliação publicados pelo júri, depois de ver a minha cotação aqui na escola, está errado", afirma José Maia, do 12. ano. Segundo O estudante, a consequência é imediata: "Neste momento estou impossibilitado de concorrer à primeira fase da faculdade." Uma situação que descreve como particularmente dolorosa: "É como se fosse uma facada, porque acabam de me tirar O chão.""

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Brasileiros desconhecem países que falam português, aponta Barômetro da Lusofonia — Senado Notícias

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Portal de Notícias do Senado Federal: matérias, entrevistas e informações oficiais sobre a atividade legislativa.

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A HISTÓRIA DO VENCEDOR DO NOBEL DA PAZ QUE CHOCOU O MUNDO

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A HISTÓRIA DO VENCEDOR DO NOBEL DA PAZ QUE CHOCOU O MUNDO
Muitos pensavam que o Prémio Nobel da Paz foi alcançado através de uma confortável rota diplomática. Enquanto que, para o Mgr. Carlos Filipe Ximenes Belo, o prémio é fruto da coragem de arriscar a sua vida para ser um escudo vivo para o seu povo nos tempos mais sombrios
Nascido em Wailakama a 3 de fevereiro de 1948, a jornada espiritual de Carlos Belo foi moldada por uma educação teológica e filosófica transcontinental, de Macau a Portugal, antes de finalmente ser ordenado padre salesiano (SDB) em 1980. Ao regressar à sua terra natal, ele deve tomar a sua cidadania indonésia para servir o seu povo. O destino levou-o à posição superior quando, em 21 de março de 1988, o Papa o elegeu Bispo Titular de Lorium e Administrador Apostólico de Díli. No entanto, em vez de jogar pelo seguro, apenas cinco meses no cargo, o Bispo Belo simplesmente abalou as coisas! Através do púlpito da igreja, ele condenou alto os eventos do Massacre de Kraras de 1983 e as prisões em massa que ocorreram.
A sua coragem ardeu no palco internacional quando, em fevereiro de 1989, escreveu ao Secretário-Geral da ONU, ao Papa, e ao Presidente de Portugal para convocar um referendo para Timor-Leste, que ele chamou de “morrer como uma nação. ” “No auge, quando a tragédia do Massacre de Santa Cruz irrompeu em 1991, o Bispo Belo abriu largas as portas de sua própria residência a fim de esconder e resgatar os jovens que foram perseguidos pela polícia. ” Esta dedicação sem limites faz com que o mundo vire as costas. Exatamente em 10 de dezembro de 1996, o mundo internacional premiou-lhe o Prémio Nobel da Paz com José Ramos-Horta. Armado com este maior elogio, ele entrou no palco mundial, conhecendo líderes globais como Bill Clinton e Nelson Mandela para dar voz ao grito dos corações do povo Lorosae.
No entanto, esta incrível luta tem afetado muito a sua saúde física e mental. Pós-independência de Timor-Leste em 2002, na idade mais jovem (54 anos), o bispo Belo surpreendeu o público ao renunciar ao Papa João Paulo II devido a grande fadiga física e mental e tratamento contra o cancro. Em vez de desfrutar de uma reforma confortável na Europa, a sua alma missionária acaba de levá-lo para as bases em Moçambique desde 2004. De uma figura mundial que estava ao lado de um vencedor do Nobel, ele escolheu servir como pastor paroquial assistente, ensinar o catecismo das crianças e nutrir a fé na solidão. O fim de um capítulo devocional que prova que as suas vestes sagradas nunca se desligam da essência do verdadeiro serviço
PS FOI PATRONO DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA ENTRE 2015-2022

VISITA DE DOIS LAUREADOS COM O PRÉMIO NOBEL DA PAZ 1996 À EBI DA MAIA,

A AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia)organiza colóquios da lusofonia desde 2001 (36 até outubro 2022) e foi sempre sua política partilhar autores e personalidades d vida pública, com relevo, nas universidades, politécnicos e escolas perto dos locais onde se desenrolam os seus eventos.

Dom Carlos Filipe Ximenes Belo (atual bispo resignatário de Díli) e José Ramos-Horta (atual presidente da República Democrática de Timor-Leste foram duas dessas personalidades que, em eventos altamente mediatizados trouxeram a ribalta da comunicação social à EBI Maia.

Aliás, entre 2015 e 2022 eram ambos patronos da AICL.

Enquanto Ramos Horta proferiu alocuções relativas à língua portuguesa em Timor e à educação, tendo até apresentado um livro infantojuvenil da sua autoria, Ximenes Belo (entre outros temas) falou da paz e apresentou dois livros seus sobre a história desconhecida dos missionários açorianos no Oriente (especialmente em Timor), tema obnubilado da história da açorianidade.

Nesses livros participaram professores da EBI Maia e o relevo curricular dessas obras não pode ser desmerecido a qualquer título.

Relativamente a uma proposta (de que ora tomámos conhecimento) de retirar uma imagem do Bispo da Biblioteca da Escola por alegada pedofilia (conforme reportado por alguns setores da Igreja), não é do nosso conhecimento que qualquer ação tenha sido intentada pelas alegadas vítimas, nem o caso transitou em nenhum tribunal civil de Timor-Leste ou de qualquer outro país.

Que saibamos a EBI da Maia ainda não adotou a prática norte-coreana ou estalinista de retirar das imagens públicas qualquer pessoa indigitada como “persona non-grata” .

Por outro lado, dado o relevo das personalidades em apreço e das suas intervenções no seio da escola, não podem ser as mesmas apagadas em nome de um falaz labéu de politicamente correto que nestes últimos anos tem corroído a sociedade.

A AICL consideraria qualquer atitude censória da EBI Maia similar a um salazarismo de falsa moral e puritanismo do Cardeal Cerejeira contra o qual nos insurgimos e manifestamos e é do conhecimento público

CHRYS CHRYSTELLO, PRESIDENTE

HELENA CHRYSTELLO VICE-PRESIDENTE DA AICL 07.02.2023