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O incidente ocorreu na manhã da passada sexta-feira, dia 10 de julho, quando o Boeing 737-800 já estava a uma altitude de cerca de 6.000 metros.
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A infestação terá começado na casa de uma idosa.
Source: Praga de pulgas invade rua na Maia e obriga famílias a abandonar as suas casas | SOL
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Foreign office spokesman says onus for dealing with Shabir Ahmed lies with UK, where he was ‘raised, groomed and spoiled’
Source: Pakistan blames Britain for Rochdale rapist’s crimes

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.
Source: Sol deve chegar aos Açores provavelmente só em agosto – Açoriano Oriental

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nem um mês se passou e o quintal já tem este mato desta altura à espera de roçar…o jardineiro não tem andado disponível por estas bandas, vou ter de aguardar…
.a ameixoeira já deu 2 dúzias de ameixas vermelhas e contém mais umas tantas. Os novelões como aqui chamam às hortênsias, hidranjas) começam a florir, os azuis são de terra ferrosa, os outros ainda não aprendi… a primeira imagem o dragoeiro mais antigo já mal se vê apesar de ter já atingido um metro de altura nestes 5 anos (chegou do Pico a 17 maio de 2021 para os 20 anos dos colóquios)

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O nosso instinto de baixar o som para ver melhor pode parecer não ter qualquer relação, mas a ciência já demonstrou que ajuda a reduzir a carga mental e a melhorar a concentração na condução. Muitos condutores baixam instintivamente o volume da música quando conduzem em condições meteorológicas adversas, em estradas desconhecidas ou quando estão a estacionar num espaço apertado. Embora o hábito possa parecer irracional à primeira vista, a investigação científica sugere que reflete o esforço natural do cérebro para gerir os seus recursos cognitivos limitados. A música é uma parte comum da experiência de condução, com estudos a
Source: Porque baixamos o volume do rádio para vermos melhor a conduzir?

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Milhões de pessoas vão fazer-se à estrada nesta época de férias, apenas para acabarem por passar horas frustrantes presas em engarrafamentos. O congestionamento custa tempo, combustível e paciência, além de aumentar a poluição e exercer uma enorme pressão sobre as redes de transportes. Quem já deu por si a olhar com inveja para a via de rodagem ao lado, convencido de que está a avançar mais depressa, não está sozinho. A maioria de nós acredita instintivamente que mudar de via nos permitirá chegar mais cedo a casa. Mas a matemática indica que esta intuição comum está normalmente errada, explica Randa
Source: Não mude de via. A matemática dos engarrafamentos nas férias – ZAP Notícias

