«A covid-19 não é uma pandemia, é uma sindemia». O que é que isto significa em termos práticos? – Executive Digest

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A sindemia não é um conceito recente. É, na verdade, uma expressão que junta pandemia e sinergia.

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morreu larry king

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R.I.P. Larry King faleceu aos 87 anos de idade.
Empty spaces, what are we living for?
Abandoned places, I guess we know the score, on and on
Does anybody know what we are looking for?
Another hero, another mindless crime
Behind the curtain, in the pantomime
Hold the line
Does anybody want to take it anymore?
The show must go on
The show must go on, yeah
Inside my heart is breaking
My makeup may be flaking
But my smile, still, stays on
(…)
Queen
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Portugal não tem voto eletrónico

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VOTO ELETRÓNICO – SIM OU NÃO?
23 anos de testes e nenhum resultado. Porque não avança o voto eletrónico?
DN.PT
23 anos de testes e nenhum resultado. Porque não avança o voto eletrónico?

mau tempo nos açores, o anticiclone fugiu para sul

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“Vamos ter de respirar pelas guelras”, era assim que o meu pai nos avisava quando o estado do tempo se assemelhava ao que nos espera a partir de hoje e durante toda a próxima semana, com pausas no domingo, até ao fim da tarde, e na quarta feira.
Tudo isto se deve ao posicionamento desfavorável do “nosso” anticiclone, presentemente localizado a sueste do Açores, cujo núcleo se encontra centrado no arquipélago da Madeira, o que proporcionará um período alargado de bom tempo para os nossos irmãos madeirenses.
Nós, pelo contrário, ficaremos desprotegidos em relação aos efeitos da aproximação e da passagem de vários sistemas frontais associados a uma série de depressões que evoluirão a norte do arquipélago nos próximos dias, causando precipitação, por vezes abundante, humidade relativa da ordem dos 100% e vento bonançoso a moderado de SO, podendo ser fresco/muito fresco do quadrante Sul de terça a quinta-feira (rajada máx. 95 km/h).
A única consequência positiva da evolução prevista, merecedora de relevo, refere-se à temperatura atmosférica que se manterá amena e estável (média 16º C, com amplitude térmica quase nula).
Felizmente, no domingo haverá um período suficientemente longo sem precipitação, assim facilitando a participação dos cidadãos no acto eleitoral.
Votos de um bom fim de semana para tod@s!
+3
Urbano Bettencourt, Adelina Valim Silveira and 51 others
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nunca mais voltaremos ao normal

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O objetivo deles nunca foi voltar ao normal ,foi com esse propósito que a pandemia foi feita , não para tratar de nada, mas sim mudar a sociedade .
https://www.facebook.com/rasga.amanta.12/posts/174315607706391

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Mortalidade nos Açores aumentou 7,2% nos Açores no ano passado

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Mortalidade nos Açores aumentou 7,2% nos Açores no ano passado
Comparativamente com o ano de 2019, o número de óbitos aumentou 14,4% na região Norte, 10,1% na Área Metropolitana de Lisboa, 7,6% no Centro, 7,7% no Alentejo, 7,2% nos Açores, 5,1% no Algarve e 1,1% na Madeira, revelou ontem o INE.
Em 2020 ocorreram 39 976 óbitos na região Norte (32,4% do total), 30 209 (24,5%) na região Centro, 31 127 (25,2%) na Área Metropolitana de Lisboa, 11 251 (9,1%) no Alentejo, 5 379 (4,4%) no Algarve, 2 435 (2,0%) na Região Autónoma dos Açores e 2 708 (2,2%) na Região Autónoma da Madeira.
Comparativamente com a média dos últimos cinco anos, os maiores aumentos da mortalidade registaram-se na região Norte, mais 5 565 óbitos (16,2%), seguida pela Área Metropolitana de Lisboa, com mais 3 343 óbitos (12,0%) e pela região Centro com mais 2 185 óbitos (7,8%). No Alentejo o excesso de mortalidade foi de 823 (7,9%), tendo sido 226 óbitos no Algarve (4,4%) e 130 (5,6%) e 78 (3,0%) óbitos nas regiões autónomas dos Açores e Madeira.
Subida em todo o país
O número de mortes em Portugal durante 2020 foi 10,6 % maior em relação à média dos anteriores cinco anos, segundo o Instituto Nacional de Estatística, que registou 123.409 óbitos, mais 12.220 do que entre 2015 e 2019.
No dia 31 de Dezembro, registavam-se 6.906 mortes atribuídas à covid-19, ou seja, 56% do excesso de mortalidade de 2020 em relação à média 2015-2019.
De acordo com dados preliminares do INE, durante os primeiros dois meses do ano passado a mortalidade foi inferior ao período de referência dos cinco anos anteriores, mas depois de terem sido diagnosticados os primeiros casos de contágio pelo novo coronavírus, todos os meses aumentou a mortalidade em excesso.
Desde Março até ao fim de 2020, houve 101.669 mortes em Portugal, mais 13.495 em relação à média do mesmo período medido entre 2015 e 2019.
Um quinto das mortes na primeira semana de 2021 foram atribuídas à Covid-19, indica o INE, que registou 3.634 mortes no total, mais 830 do que a média do mesmo período entre 2015 e 2019.
Nas semanas 53 de 2020 (28 de Dezembro de 2020 a 3 de Janeiro de 2021) e 1 de 2021 (4 a 10 de Janeiro) registaram-se, respectivamente, 3 071 e 3 634 óbitos, mais 470 e 830 óbitos que a média de 2015-2019.
O número de óbitos por Covid-19 nessas semanas foi de 519 e de 729, representando, respectivamente, 16,9% e 20,1% do total de óbitos.
Em 2020 ocorreram 61 441 óbitos de homens e 61 968 de mulheres, mais 5 643 e 6 578 óbitos, respectivamente, em relação à média de óbitos de 2015-2019 e mais 5 269 e 5 849 relativamente a 2019.
Do total de óbitos de homens e mulheres, 50 592 e 51 077, respectivamente, ocorreram no período Março-Dezembro de 2020, conduzindo a um excesso de mortalidade de 6 134 óbitos de homens e 7 362 de mulheres comparativamente com a média do período homólogo de 2015-2019.
Com excepção dos meses de Abril, Outubro e Dezembro, em que o aumento de mortalidade resultou maioritariamente de óbitos masculinos, a contribuição dos óbitos de mulheres para o aumento do número de óbitos foi superior.
71% das mortes acima dos 75 anos
Em 2020, 71,8% dos óbitos (88 634 óbitos) foram de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos e, destes, 59,9% (53 088) foram de pessoas com 85 e mais anos.
Relativamente à média de 2015-2019, morreram mais 10 206 pessoas com 75 e mais anos, das quais mais 8 032 com 85 e mais anos. Comparativamente com 2019, em 2020 morreram mais 9 151 pessoas com 75 e mais anos, das quais mais 5 889 com 85 e mais.
Considerando o período de Março a Dezembro de 2020, registaram-se 72 865 (71,7%) óbitos de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos, tendo 43 491 (59,7%) dessas pessoas 85 e mais anos.
O excesso de mortalidade em 2020 incidiu especialmente nas idades mais avançadas. O número de óbitos em 2020 foi superior à média de 2015-2019 em todos os grupos etários acima dos 55 anos, registando-se também um ligeiro excesso de mortalidade entre os 45 e 49 anos e nos grupos de idade entre os 15 e 29 anos.
Foi nas pessoas com idades iguais ou superiores a 90 anos que se verificou o maior excesso de mortalidade.
Neste grupo de idades registaram-se mais 5 085 óbitos que a média de 2015-2019, o que representou um aumento de 22,5%.
O segundo maior acréscimo de mortalidade registou-se no grupo etário dos 85 aos 89 anos, com mais 2 647 óbitos que a média, correspondendo a 13,1%.
Maioria das mortes em estabelecimento hospitalar
Do total de 123 409 óbitos em 2020, 74 966 ocorreram em estabelecimento hospitalar e 48 443 fora do contexto hospitalar (no domicílio ou noutro local), respectivamente, mais 5 347 (7,7%) e 6 873 (16,5%) óbitos que a média dos últimos cinco anos e mais 5 021 (7,2%) e 6 097 (14,4%) óbitos que em 2019.
Considerando o total de 101 669 óbitos registados entre Março e Dezembro, 61 476 ocorreram em estabelecimento hospitalar e 40 193 fora do contexto hospitalar (no domicílio ou noutro local), a que correspondem aumentos de 6 048 óbitos e 7 448 óbitos, respectivamente, relativamente à média em período idêntico de 2015-2019.
A contribuição dos óbitos fora do contexto hospitalar é importante ao longo de todos os meses para o excedente de mortalidade, mas especialmente nos meses de Março a Junho e Agosto. Nos meses de Novembro e Dezembro, o maior acréscimo de óbitos registou-se nos hospitais.
O INE divulga os valores preliminares de óbitos por semana para 2020 e 2021, com base em informação registada nas Conservatórias do Registo Civil até 19 de Janeiro de 2021.
Os dados relativos a óbitos são obtidos através de operações estatísticas de recolha directa e exaustiva relativa a estes eventos demográficos ocorridos em território nacional, recorrendo ao aproveitamento de factos obrigatoriamente sujeitos a registo civil (assentos de nascimento e de óbito) no Sistema Integrado do Registo e Identificação Civil (SIRIC).
Image may contain: text that says "N.° Gráfico 9: Diferença entre óbitos 2020 média 2015-2019, por mês l região NUTSII 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 500 1000 jan ev mar abr mai jun jul ago Norte set Centro out A.M. Lisboa nov dez Alentejo Algarve Mês R.A. Açores R.A. Madeira Fonte: INE, Ãbitos."
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agradeçam ao partido do rui rio e cds o SNS que temos

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E agora☣ Portugal
ainda cansados de estar em casa?
As Morgues estão a abarrotar de Prendas do Natal ☣2020
Vasco Manuel Orey Antunes
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  • A pergunta que eu gostava de fazer ao Rui Rio era: O seu Partido e o CDS em 4 anos retiraram ao Ministério da Saúde e ao SNS 17 mil milhões de Euros despediram e sugeriram a Imigração a 19 mil médicos e enfermeiros, tem coragem de hoje atacar e criticar o actual governo e o SNS em vez de assumir e pedir desculpa aos portugueses😕?
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humor como poema

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571. cântico quântico, 1 abril 2013

 

se os escritores soubessem física quântica

saberiam como as suas obras se disseminam

uma partícula associada à sua antipartícula

um anti-b-mesão associado ao b-mesão

mas deteriorando-se mais depressa que o b-mesão

no meio da maléfica antimatéria

vagueando pelo universo pluriverso

se os escritores soubesse física quântica

viveriam todos nos açores

pois é aqui que o alter ego é a chave

da maior questão da existência

como nasceu e como vai morrer

este nosso universo

Aventuras na História · A curiosa história de Colônia do Sacramento, cidade portuguesa na América que não é parte do Brasil

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Palco de conflitos entre portugueses e espanhóis, a história local é impressionante

Source: Aventuras na História · A curiosa história de Colônia do Sacramento, cidade portuguesa na América que não é parte do Brasil

WUHAN VOLTA AO NORMAL 1 ANO DEPOIS

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AINDA HÁ RESQUÍCIOS DA PANDEMIA, MAS
UM ANO DEPOIS A CHINA VOLTA AO NORMAL
Casa cheia nas discotecas de Wuhan, um ano depois do confinamento total
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