som para hoje e para as minhas exéquias na deposição de cinzas

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JORGE ARRIMAR NA SOLMAR 5 de Agosto, pelas 18:30H

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NA LIVRARIA SOLMAR UMA VIAGEM À MEMÓRIA DAS ILHAS
A livraria SolMar, em Ponta Delgada, nos Açores, abriu as sua portas em 21 de março de 1991, fundada por José Carlos Frias, meu antigo aluno da Escola Secundária Domingos Rebelo, e outros dois amigos, Albano Pimentel e José Garcia. Segundo assumem os seus responsáveis, a escolha da data de abertura foi simbólica porque assinala o Dia Mundial da Poesia, ao mesmo tempo que introduziram uma viragem no conceito de livraria nos Açores.
A partir daí foi assumida uma agenda cultural com apresentações, lançamentos, debates e tertúlias, sempre na perspetiva da aproximação entre escritores do arquipélago e de outros lugares. Integrado nesta dinâmica cultural, fui convidado como escritor a estar presente nesta livraria, no dia 5 de Agosto, pelas 18:30H, numa sessão aberta a quem queira participar.
A minha ligação aos Açores não é de agora e deu-se por razões profissionais, académicas e de fixação territorial após a minha saída de Angola. Cheguei a S. Miguel em Janeiro de 1976 e por aqui fiquei uma década, exercendo funções como professor de Português e História em diversas escolas da ilha, ao mesmo tempo que aprofundava os meus estudos superiores na Universidade dos Açores. Ironicamente, foi a própria insularidade açoriana que despertou em mim um profundo fascínio pelo Oriente, motivando a minha mudança para Macau, em finais de 1985.

E assim a minha escrita ganhou diferentes sabores, segundo as geografias que me acolheram. Na livraria estarão patentes livros de minha autoria que refletem essa “geografia da escrita”, moldada pelo triângulo existencial que é Angola – Açores – Macau.

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NA LIVRARIA SOLMAR UMA VIAGEM À MEMÓRIA DAS ILHAS
A livraria SolMar, em Ponta Delgada, nos Açores, abriu as sua portas em 21 de março de 1991, fundada por José Carlos Frias, meu antigo aluno da Escola Secundária Domingos Rebelo, e outros dois amigos, Albano Pimentel e José Garcia. Segundo assumem os seus responsáveis, a escolha da data de abertura foi simbólica porque assinala o Dia Mundial da Poesia, ao mesmo tempo que introduziram uma viragem no conceito de livraria nos Açores.
A partir daí foi assumida uma agenda cultural com apresentações, lançamentos, debates e tertúlias, sempre na perspetiva da aproximação entre escritores do arquipélago e de outros lugares. Integrado nesta dinâmica cultural, fui convidado como escritor a estar presente nesta livraria, no dia 5 de Agosto, pelas 18:30H, numa sessão aberta a quem queira participar.
A minha ligação aos Açores não é de agora e deu-se por razões profissionais, académicas e de fixação territorial após a minha saída de Angola. Cheguei a S. Miguel em Janeiro de 1976 e por aqui fiquei uma década, exercendo funções como professor de Português e História em diversas escolas da ilha, ao mesmo tempo que aprofundava os meus estudos superiores na Universidade dos Açores. Ironicamente, foi a própria insularidade açoriana que despertou em mim um profundo fascínio pelo Oriente, motivando a minha mudança para Macau, em finais de 1985.

E assim a minha escrita ganhou diferentes sabores, segundo as geografias que me acolheram. Na livraria estarão patentes livros de minha autoria que refletem essa “geografia da escrita”, moldada pelo triângulo existencial que é Angola – Açores – Macau.

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demasiado tempo mas sem dinheiro Mau tempo. Cinco estradas nacionais continuam cortadas em Lisboa e Leiria – Notícias ao Minuto

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Várias estradas nacionais nos distritos de Leiria e Lisboa continuam cortadas ao trânsito e os municípios pedem intervenções urgentes para repor a mobilidade, seis meses depois de as tempestades de janeiro e fevereiro terem provocado estragos nas vias.

Source: Mau tempo. Cinco estradas nacionais continuam cortadas em Lisboa e Leiria – Notícias ao Minuto

Cerca de 69.500 migrantes saíram de Ceuta em direção a Marrocos – Notícias ao Minuto

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As Forças de Segurança espanholas calculam que cerca de 69.500 migrantes saíram nas últimas 30 horas de Ceuta em direção a Marrocos depois da entrada em massa que ocorreu na quinta-feira, foi hoje anunciado.

Source: Cerca de 69.500 migrantes saíram de Ceuta em direção a Marrocos – Notícias ao Minuto

REVISTA INSULANA ACOLHE ARTIGO MEU

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Foi hoje lançado no Coliseu Micaelense um novo número da revista “Insulana” pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada. Agradeço a Onésimo Teotónio Almeida e restantes membros do conselho editorial a inclusão do ensaio «Entre arquétipos e margens: Condenação de Pedro Almeida Maia em Diálogo com Puzo, Ellroy, Lehane, Doctorow e James Hadley Chase» da autoria de Diniz Borges, a quem envio uma saudação muito especial.

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May be an image of ‎book and ‎text that says "‎Insulana Órgão do Instituto Cultural de Ponta Delgada ΠTΟ CILINI PATAPELAN ة PONTA‎"‎‎

LIBERDADE PERDIDA A U.S. Citizen Deleted His Phone’s Data. Now He Faces a Felony Charge. – The New York Times

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Federal prosecutors charged a man returning to the United States with obstruction because he gave them a passcode that erased his smartphone during a customs search.

Source: A U.S. Citizen Deleted His Phone’s Data. Now He Faces a Felony Charge. – The New York Times

Australia’s neighbour has found out what it means to be on the ‘tip of America’s spear’

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On a remote Pacific island chain, a new era of rivalry is testing an old way of life.

Source: Australia’s neighbour has found out what it means to be on the ‘tip of America’s spear’

“Não sou ama”: motorista da Flixbus esquece criança em área de serviço da A2. Viagem não previa paragens – ZAP Notícias

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Avaria levou motorista a parar em área de serviço de Almodôvar. Menina de 11 anos ligou aos pais “a chorar, desesperada”. Flixbus prometeu reembolsar. Uma menina de 11 anos terá sido deixada numa área de serviço da A2, depois de o motorista do autocarro que seguia para Faro ter retomado a viagem sem confirmar se todos os passageiros estavam a bordo, avança o Correio da Manhã esta quinta-feira. A criança acabou por ser assistida por funcionárias do espaço e pela GNR, enquanto o pai percorreu cerca de 200 quilómetros para a ir buscar. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira,

Source: “Não sou ama”: motorista da Flixbus esquece criança em área de serviço da A2. Viagem não previa paragens – ZAP Notícias

“A minha filha ligou a chorar”: Motorista de autocarro esquece menina de 11 anos em área de serviço da A2 – Portugal – Correio da Manhã

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Pai obrigado a percorrer 200 quilómetros para resgatar filha. Condutor não verificou se passageiros estavam todos a bordo.

Source: “A minha filha ligou a chorar”: Motorista de autocarro esquece menina de 11 anos em área de serviço da A2 – Portugal – Correio da Manhã

“Ato de boa gestão”, obras e património. Neves diz sentir-se “legitimado” – Notícias ao Minuto

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Após semanas de silêncio, Luís Neves esclareceu, esta quarta-feira, as polémicas que envolvem o seu nome. Numa conferência de imprensa, o atual ministro da Administração Interna explicou “ponto por ponto” os diversos temas e garantiu estar “totalmente legitimado” para continuar o seu trabalho no Governo.

Source: “Ato de boa gestão”, obras e património. Neves diz sentir-se “legitimado” – Notícias ao Minuto

USO E ABUSO DA LINGUAGEM E A REESCRITA DO PASSADO

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USO E ABUSO DA LINGUAGEM E A REESCRITA DO PASSADO

 

Já não bastava reescrever as palavras, mas até já se começa a querer reescrever a memória

 

Já não bastava maquilhar a linguagem, a criada tornou-se auxiliar, o operário colaborador, sem que a realidade se alterasse. Hoje, a questão transcende os nomes porque começamos a querer reescrever a própria memória. Julgamos o passado com o nosso manual moral contemporâneo, esquecendo que os gregos não eram modernos e que Shakespeare não escrevia segundo os nossos códigos. O passado era, de facto, passado.

Estudar História não é perguntar apenas se algo seria hoje aceitável, mas sim como pensavam essas pessoas, que valores e alternativas conheciam. Podemos criticar sem falsificar. Perante clássicos como A Odisseia, em vez de forçar Homero a falar como nós, devemos descobrir o que ele nos diz por ser diferente. Ulisses não é um cidadão de 2026, mas reconhecemo-nos nele porque subsiste nele o fundo mítico da experiência humana que se expressa no regresso, na perda, na vingança e na fidelidade.

Uma cultura verdadeiramente moderna usaria o mito para interrogar o presente, não para o corrigir. O problema surge quando reinterpretar significa “corrigir” e a leitura única é imposta como moralmente autorizada. A censura atual não proíbe, mas dita: “Podes ler, mas deves compreender da maneira correta.” Uma cultura livre preserva a liberdade de interpretar, sem difamar os clássicos para se ajustar ao politicamente correto.

Vivemos na era da informação, mas confundimo-la com conhecimento. Fragmentos sucedem-se em avalanche; a opinião substitui a reflexão e a indignação substitui o argumento. O passado torna-se tribunal onde, em vez de perguntarmos “Como foi possível?”, perguntamos “Como puderam, se hoje sabemos que estava errado?”; desta maneira queremos apenas ter a pretensão de confirmar a nossa “superioridade”. Todas as épocas tiveram as suas cegueiras. Daqui a séculos, olharão para as nossas certezas com o mesmo espanto. Esquecemos que o passado não recebeu o nosso manual de instruções.

Não precisamos de absolver o passado, mas também não de o reescrever. A ambição, a vaidade, o medo e o amor continuam a ser os mesmos; o tirano muda de nome e a praça de rede social, mas a essência perdura. Os clássicos incomodam-nos porque não estão ultrapassados, mas sim por reconhecerem o nosso rosto. A verdadeira atitude moderna é ter imaginação para olhar para nós através dos olhos dele. É preciso humildade porque o passado não é um aluno atrasado à espera da correção; somos nós que seremos passado. Que modernidade é esta que tem medo de escutar Homero ou Shakespeare sem os domesticar? Falta-nos a segurança de dizer: Não penso como tu, mas quero compreender por que pensavas assim e descobrir o que em ti continua a existir em mim.

António da Cunha Duarte Justo
Texto completo argumentativo em Pegadas do Tempo ©: https://antonio-justo.eu/?p=11217
ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6251-1578

 

VOLTANDO AO ACORDO OROGRÁFICO

Ao ler-se o artigo “O Acordo Ortográfico ainda não pode ser julgado” de Paulo Freitas do Amaral, verifica-se que o artigo é um primor de retórica histórica, mas peca por determinismo tecnológico. Ele olha para as redes de informação como um mero eco do Acordo, quando, na verdade, elas são o seu principal campo de batalha. Longe de tornarem o Acordo irreversível, as novas tecnologias expõem as suas incongruências diariamente, mantendo viva a grafia anterior nos motores de busca e permitindo, pela primeira vez na História, uma flexibilidade ortográfica em tempo real. Se o autor estivesse certo, a inteligência artificial já teria resolvido a questão; mas a realidade é que a IA gera constantemente erros e confusões entre as variantes, provando que o Acordo não é uma realidade cultural consolidada, mas uma norma administrativa em permanente tensão com a prática viva da língua, uma tensão que a tecnologia, afinal, tornou mais visível, e não mais pacífica.

  1. O “argumento da escala temporal” é uma falácia de autoridade ao apelar para a História. Quando afirma que 20 anos são “extremamente curtos” perante “nove séculos”, ele está a cometer um sofisma. Este raciocínio é uma armadilha lógica que torna qualquer crítica eternamente prematura. Se 20 anos são curtos, 50 também o serão, e 100 também, porque a língua tem 900.

O que ele esconde com esta retórica é que a avaliação de um sistema não precisa de séculos. A coerência interna de uma língua avalia-se pela lógica, não pela cronologia. Se eu desenhar um mapa com coordenadas erradas, não preciso de esperar 50 anos para saber que os viajantes se vão perder; posso analisar a geometria do mapa no dia seguinte. O Acordo Ortográfico tem vícios lógicos que são atemporais e que a retórica do autor tenta abafar com a névoa do “tempo histórico”.

  1. A “coerência interna” e o pecado da exceção (O “deus dará”)

O historiador deixa a coerência “ao deus dará”. Coerência interna é a relação previsível entre a fonologia (o som) e a grafia (a escrita), e a relação morfológica entre palavras da mesma família (ex: eletricidade / elétrico). Se a língua não obedece a decretos, porque assume que obedece a este?

O Acordo Ortográfico, na sua aplicação prática, quebrou essa coerência em vez de a aperfeiçoar. Ele eliminou as consoantes mudas (ex: acção, ação), mas apenas quando não são pronunciadas. Contudo, na derivação, essas mesmas consoantes reaparecem porque são pronunciadas: escrevemos ação (sem ‘c’), mas escrevemos acionista ou acionar (com ‘c’? Não, espera, a regra é acionar sem ‘c’ também? Vamos a um exemplo mais claro: contacto, passou a contato em Portugal? Não, a regra diz que se a consoante for pronunciada, mantém-se. Então pacto mantém o ‘c’ porque se pronuncia? Com isto abre-se caminho à confusão.

O exemplo clássico é a dupla grafia de verbos que passaram a ter oscilações caóticas. Como já referi no artigo https://antonio-justo.eu/?p=11083 o que o Acordo fez foi substituir uma ortografia etimológica (com regras claras, ainda que complexas) por uma ortografia fonética superficial, mas cheia de exceções e casuísmos e empobrecimento das pessoas gramaticais. É exatamente o oposto de uma coerência interna, passando a ser uma colcha de retalhos. Ignorar esta análise técnica em nome de “já passou uma geração” é, de facto, deixar o rigor ao acaso.

  1. A confusão entre “sucesso de implementação” e “qualidade sistémica”

O autor do texto troca os campos semânticos propositadamente. Ele diz que não se pode chamar “fracasso” porque as pessoas estão a escrever de acordo com a nova norma. Mas isso é confundir adesão forçada com qualidade linguística.

A escolaridade obrigatória e os dicionários institucionais impõem qualquer norma, mesmo que ela seja má. A questão nunca foi se as pessoas conseguem adaptar-se (elas conseguem porque os humanos são plásticos), mas sim o que se perdeu nessa adaptação. Perdeu-se a transparência etimológica (a ligação ao latim e grego, que ajudava na compreensão de palavras eruditas), perdeu-se a distinção gráfica entre palavras homófonas (ex: cesta e sexta já eram confusas, mas outras surgiram) e, sobretudo, perdeu-se a unicidade da raiz morfológica. Avaliar o sucesso ou fracasso sem passar pelo crivo da funcionalidade cognitiva e pedagógica é um debate vazio. O autor foge desse crivo porque, se o enfrentasse, teria de admitir que a reforma é, na melhor das hipóteses, um mal que atenta contra a lógica da língua.

  1. O “tempo” não cura contradições lógicas

Por fim, a maior fragilidade da posição do historiador é assumir que o tempo é uma espécie de alquimia que transforma o errado em certo. Se uma regra é internamente contraditória hoje, continuará a sê-lo daqui a 100 anos. As pessoas podem habituar-se à contradição porque o cérebro humano normaliza o absurdo, mas isso não faz dela uma boa regra. A História que ele invoca não é um juiz que absolve os erros; é um arquivo que os regista.

Quando ele diz que “a língua não obedece a decretos”, e simultaneamente defende que os decretos devem permanecer só porque foram aplicados, ele está a contradizer a sua própria premissa. Se a língua é orgânica, ela rejeitaria espontaneamente as más soluções. Ora, o que vemos é que a língua não rejeitou porque a tecnologia e a escola a amoleceram. Estamos perante uma língua em estado de “vida assistida”, não de evolução natural.

Em suma, o texto de Paulo Freitas do Amaral é uma magnífica peça de oratória para silenciar críticos, apelando à paciência histórica. Mas a verdade é que um linguista ou um filólogo sério não precisa de esperar 900 anos para saber se uma reforma faz sentido; precisa apenas de olhar para o paradigma verbal, para a derivação sufixal e para a economia cognitiva da escrita. E, nesse olhar, o Acordo revela-se frágil, incoerente e profundamente dependente de “deus dará” – ou, pior, do “deus algorítmico” dos corretores ortográficos. Na qualidade de historiador Paulo Freitas do Amaral pronuncia-se sobre um assunto que não faz parte da sua especialidade e deveria reconhecer que a filosofia da História não deve seguir o cunho político/partidário porque obedece a uma outra lógica.

António da Cunha Duarte Justo

ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6251-1578

Continua em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=11207

 

AMOR

“Se nada nos pode salvar da morte, ao menos que o amor nos salve da vida.”(Pablo Neruda)

A frase de Neruda é sábia e provoca reflexão! Sugere que, embora o amor não possa vencer a inevitabilidade da morte, ele pode dar sentido, esperança e força para enfrentar a vida.

No entanto, a frase parece incompleta porque não é apenas o amor que nos “salva” da vida. Também a amizade, a fé, os sonhos, a arte, o conhecimento e os propósitos podem tornar a existência mais cheia.

Talvez o verdadeiro sentido da frase esteja em reconhecer que a vida, por si só, pode ser difícil, e que o amor é uma das experiências mais poderosas para a tornar suportável e significativa, sem ser a única.

António da Cunha Duarte Justo